Na semana passada, fui à escola do meu filho fazer um bolo com as crianças. Escolhi a receita do bolo de banana do livro Cozinha vegetariana para bebés e crianças, da Gabriela Oliveira, mas fazendo algumas adaptações. Foi um momento muito engraçado, com os bebés à minha volta a tentarem perceber o que eu estava fazer e a tentarem mexer nas embalagens dos ingredientes. Quando a massa já estava feita, como não levava ovos, pudemos deixar que os bebés metessem os dedos para provarem e, depois do bolo cozido, serviu de lanchinho para todos.
Hoje a receita é mais um bolo a pensar nos bebés e crianças que não comem açúcar. É excelente para o lanche ou o pequeno-almoço, está cheio de coisas boas e de sabor, e podem bem levar a receita para um dia que possam ir à sala dos vossos filhos fazer um bolo com as crianças. Se o fizerem, não se esqueçam de tirar fotos e deixar no Facebook do blogue ou então deixem aqui um comentário, porque vou adorar saber!
Ingredientes:
400 g de batata doce (pesada sem casca)
40 g de farinha de alfarroba
30 g de farinha de arroz
30 g de farinha de avelã (avelã triturada até atingir a consistência de farinha ou aproveitamento do resíduo de leite de avelã, depois de seco no forno)
2 ovos pequenos
5 tâmaras secas
2 colheres de sopa de azeite
Cozer a batata doce a vapor. No liquidificador, colocar a batata doce cozida, os ovos, as tâmaras e o azeite e triturar até obter um creme.
Verter para uma taça e acrescentar as farinhas. Misturar bem.
Colocar numa forma de tarte. Levar ao forno a 180º durante 35 minutos.
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segunda-feira, 20 de novembro de 2017
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
Panquecas de quinoa e banana
No Baby Led Feeding, encontrei esta receita que me pareceu muito interessante. Estou sempre à procura de receitas de panquecas sem açúcar e esta dá uma utilização interessante à quinoa, mantendo todas as suas propriedades nutricionais. O sabor é muito agradável e foi claramente aprovado pelo bebé cá de casa.
Ingredientes:
110 g de quinoa
1 banana
1 ovo pequeno
1 colher de sopa de óleo de sésamo não tostado
1 colher de chá de fermento
Deixar os grãos de quinoa de molho de um dia para o outro.
No próprio dia, descartar a água e colocar a quinoa no liquidificador. Juntar 60 ml de água e triturar, de modo a partir dos grãos e formar um creme.
Em seguida, adicionar ao liquidificador a banana, o ovo, o óleo e o fermento e continuar a bater até obter uma mistura homogénea.
Pincelar uma frigideira anti-aderente com óleo de sésamo e verter um pouco de massa, formando um círculo. Repetir até encher a frigideira. Deixar cozinhar até começarem a aparecer bolhas, virar e cozinhar do outro lado.
Repetir até terminar a massa.
Ingredientes:
110 g de quinoa
1 banana
1 ovo pequeno
1 colher de sopa de óleo de sésamo não tostado
1 colher de chá de fermento
Deixar os grãos de quinoa de molho de um dia para o outro.
No próprio dia, descartar a água e colocar a quinoa no liquidificador. Juntar 60 ml de água e triturar, de modo a partir dos grãos e formar um creme.
Em seguida, adicionar ao liquidificador a banana, o ovo, o óleo e o fermento e continuar a bater até obter uma mistura homogénea.
Pincelar uma frigideira anti-aderente com óleo de sésamo e verter um pouco de massa, formando um círculo. Repetir até encher a frigideira. Deixar cozinhar até começarem a aparecer bolhas, virar e cozinhar do outro lado.
Repetir até terminar a massa.
sexta-feira, 20 de outubro de 2017
Paté de beringela e pimento
Esta receita grega chegou-me através da Saveur e experimentei-a pela primeira vez num piquenique de verão. Achei que era uma excelente receita também para uma festa, para barrar no pão ou para comer com palitos de cenoura crua.
O nome grego é melintzanosalata e vem da região de Kea, havendo várias versões, com ou sem cebola, com ou sem iogurte, etc. Esta versão que vos apresento é vegan e bem simples - mas o resultado é espantoso!
Ingredientes:
1 beringela grande
1 pimento verde pequeno
1/2 molho de salsa
2 dentes de alho
60 ml de azeite
1 colher de sopa de vinagre de sidra
Sal
Pimenta
Picar a beringela com um garfo e cozer no forno durante 45 minutos, até ficar murcha.
Retirar a pele e colocar no liquidificador.
Picar o pimento e levar a cozinhar no azeite em lume brando durante 15 minutos.
Juntar à beringela, juntamente com a salsa, o alho e o vinagre. Triturar até obter uma mistura homogénea.
Verter para uma taça e temperar com sal e pimenta. Servir morno ou frio.
O nome grego é melintzanosalata e vem da região de Kea, havendo várias versões, com ou sem cebola, com ou sem iogurte, etc. Esta versão que vos apresento é vegan e bem simples - mas o resultado é espantoso!
Ingredientes:
1 beringela grande
1 pimento verde pequeno
1/2 molho de salsa
2 dentes de alho
60 ml de azeite
1 colher de sopa de vinagre de sidra
Sal
Pimenta
Picar a beringela com um garfo e cozer no forno durante 45 minutos, até ficar murcha.
Retirar a pele e colocar no liquidificador.
Picar o pimento e levar a cozinhar no azeite em lume brando durante 15 minutos.
Juntar à beringela, juntamente com a salsa, o alho e o vinagre. Triturar até obter uma mistura homogénea.
Verter para uma taça e temperar com sal e pimenta. Servir morno ou frio.
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quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Mini-muffins de cenoura, maçã e coco
Uma receita do Weelicious chamou a minha atenção quando procurava receitas adequadas para bebés. Estes pequenos muffins estão cheios de sabor e de coisas boas, sem adição de açúcar. São perfeitos para lanches, festas ou piqueniques e estiveram na mesa do lanche de aniversário do bebé cá de casa.
Ingredientes:
1 cenoura
1 1/2 maçã
30 g de coco ralado
1 ovo
3 colheres de sopa de óleo de coco
2 colheres de sopa de leite de coco
90 g de farinha de espelta integral
1/4 colher de chá de fermento
1/4 colher de chá de bicarbonato de sódio
Ralar a cenoura e uma maçã. Picar a outra metade de maçã em cubinhos pequeninos.
Juntar o ovo e o coco ralado e misturar com um garfo. Adicionar o óleo e o leite de coco e voltar a misturar.
No final, acrescentar a farinha, o bicarbonato e o fermento.
Verter a massa em formas de mini-muffin (rende 24). Levar ao forno a 180º durante 20 minutos ou até estarem dourados por cima.
Ingredientes:
1 cenoura
1 1/2 maçã
30 g de coco ralado
1 ovo
3 colheres de sopa de óleo de coco
2 colheres de sopa de leite de coco
90 g de farinha de espelta integral
1/4 colher de chá de fermento
1/4 colher de chá de bicarbonato de sódio
Ralar a cenoura e uma maçã. Picar a outra metade de maçã em cubinhos pequeninos.
Juntar o ovo e o coco ralado e misturar com um garfo. Adicionar o óleo e o leite de coco e voltar a misturar.
No final, acrescentar a farinha, o bicarbonato e o fermento.
Verter a massa em formas de mini-muffin (rende 24). Levar ao forno a 180º durante 20 minutos ou até estarem dourados por cima.
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
Panquecas de castanha e framboesa
Mais uma receita de pequeno-almoço que faz as delícias do bebé cá de casa!
As framboesas este ano estavam uma delícia e congelei uma boa quantidade, para poder continuar as usá-las em receitas como esta.
Ingredientes:
1 ovo
100 ml de leite de arroz
30 g de farinha de castanha
40 g de farinha de trigo sarraceno
10 g de sementes de chia
55 g de framboesas congeladas
Óleo de coco qb
Bater o ovo com o leite de arroz. Adicionar as farinhas e as sementes de chia moídas. Misturar até obter uma massa homogénea.
Acrescentar as framboesas. Pincelar uma frigideira anti-aderente com óleo de coco, verter um quarto da massa e cozinhar a panqueca de ambos os lados. Repetir até terminar a massa (rende quatro panquecas pequenas).
As framboesas este ano estavam uma delícia e congelei uma boa quantidade, para poder continuar as usá-las em receitas como esta.
Ingredientes:
1 ovo
100 ml de leite de arroz
30 g de farinha de castanha
40 g de farinha de trigo sarraceno
10 g de sementes de chia
55 g de framboesas congeladas
Óleo de coco qb
Bater o ovo com o leite de arroz. Adicionar as farinhas e as sementes de chia moídas. Misturar até obter uma massa homogénea.
Acrescentar as framboesas. Pincelar uma frigideira anti-aderente com óleo de coco, verter um quarto da massa e cozinhar a panqueca de ambos os lados. Repetir até terminar a massa (rende quatro panquecas pequenas).
sexta-feira, 21 de julho de 2017
Panquecas de abacate e mirtilos
Resolvi adaptar esta receita do Running to the Kitchen, que resultou numas panquecas bem fofas, que fazem um excelente pequeno-almoço para pequenos e crescidos. É uma boa forma de comer abacate para quem não aprecia muito este fruto, mas quer introduzi-lo na alimentação devido às suas propriedades bem saudáveis. O sabor dilui-se e só se adivinha a sua presença pela consistência sedosa destas panquecas.
Cá em casa, o bebé, agora com nove meses, adora fruta, mas não é louco por abacate. Assim, come a sua dose de abacate com satisfação.
Ingredientes:
1 banana bem madura
2 abacates pequenos bem maduros
1 colher de sopa de óleo de coco + qb para pincelar a frigideira
1 colher de sopa de sementes de linhaça
120 g de farinha de espelta integral
1 colher de chá de fermento
100 ml de leite de arroz
90 g de mirtilos (frescos ou congelados)
Começar por moer as sementes de linhaça. Colocar numa taça e misturar duas colheres de sopa de água. Reservar.
Com um garfo, esmagar a banana e o abacate. Juntar o óleo de coco e as sementes de linhaça e misturar.
Adicionar a farinha e o fermento. Juntar o leite de arroz e misturar bem.
No final, envolver os mirtilos.
Pincelar uma frigideira anti-aderente com óleo de coco e colocar colheres de sopa com algum espaço entre elas. Cozinhar dois dois lados e repetir até acabar a massa.
Rende 10 panquecas pequenas.
Cá em casa, o bebé, agora com nove meses, adora fruta, mas não é louco por abacate. Assim, come a sua dose de abacate com satisfação.
Ingredientes:
1 banana bem madura
2 abacates pequenos bem maduros
1 colher de sopa de óleo de coco + qb para pincelar a frigideira
1 colher de sopa de sementes de linhaça
120 g de farinha de espelta integral
1 colher de chá de fermento
100 ml de leite de arroz
90 g de mirtilos (frescos ou congelados)
Começar por moer as sementes de linhaça. Colocar numa taça e misturar duas colheres de sopa de água. Reservar.
Com um garfo, esmagar a banana e o abacate. Juntar o óleo de coco e as sementes de linhaça e misturar.
Adicionar a farinha e o fermento. Juntar o leite de arroz e misturar bem.
No final, envolver os mirtilos.
Pincelar uma frigideira anti-aderente com óleo de coco e colocar colheres de sopa com algum espaço entre elas. Cozinhar dois dois lados e repetir até acabar a massa.
Rende 10 panquecas pequenas.
sexta-feira, 30 de junho de 2017
Tarte de banana, coco e mirtilos
Uma sobremesa inspirada nesta receita do Healthy Little Foodies, esta tarte dá para pequeninos e crescidos porque não tem açúcar adicionado. Ao doce da banana, acresce o açúcar dos mirtilos quando explodem no meio da massa ou quando se desfazem na boca. A combinação com o coco é perfeita, dando um toque mais aveludado, sem precisarmos de acrescentar gordura.
Para os mais gulosos, pode acrescentar-se à massa uma meia dúzia de tâmaras secas.
Ingredientes:
200 g de flocos de aveia integrais (certificados sem glúten para uma sobremesa sem glúten)
30 g de coco ralado
250 ml de leite de coco
1 ovo
2 bananas maduras
150 g de mirtilos
No liquidificador, colocar as bananas, o ovo e o leite de coco. Bater bem até obter um creme.
Adicionar os flocos de aveia e o coco. Continuar a bater até obter uma massa granulosa.
Verter a massa para uma forma de tarte. Distribuir os mirtilos por cima e calcar com as costas de uma colher.
Levar ao forno a 190º durante 30 minutos.
Para os mais gulosos, pode acrescentar-se à massa uma meia dúzia de tâmaras secas.
Ingredientes:
200 g de flocos de aveia integrais (certificados sem glúten para uma sobremesa sem glúten)
30 g de coco ralado
250 ml de leite de coco
1 ovo
2 bananas maduras
150 g de mirtilos
No liquidificador, colocar as bananas, o ovo e o leite de coco. Bater bem até obter um creme.
Adicionar os flocos de aveia e o coco. Continuar a bater até obter uma massa granulosa.
Verter a massa para uma forma de tarte. Distribuir os mirtilos por cima e calcar com as costas de uma colher.
Levar ao forno a 190º durante 30 minutos.
terça-feira, 13 de junho de 2017
Panquecas de banana, aveia e mandioca
Esta é a minha primeira receita para crianças. Na verdade, não é exatamente - já aqui publiquei estas trufas de cacau e feijão preto, a pensar nas crianças diabéticas, ou estes biscoitos de cenoura e chocolate, baseados nas minhas memórias de infância. Mas hoje publico a minha primeira receita para o meu filho, que tem agora oito meses e começou aos seis meses a diversificação alimentar.
Queria muito amamentar exclusivamente até aos seis meses e consegui fazê-lo. Mas estava cheia de vontade de começar a dar outro tipo de alimentos ao bebé e portanto, assim que ele começou a mostrar curiosidade pela nossa comida, comecei a deixá-lo provar algumas coisas. Mas só quando fez seis meses é que começámos realmente a dar-lhe comida, seguindo o método do Baby Led Weaning. No papa for you today!
Este método de introdução aos alimentos é muito divertido e é impressionante ver a rapidez com que o bebé aprendeu a lidar com os sólidos. Em duas semanas, passámos de uma fase em que ele deitava quase tudo para o chão, engasgava-se de vez em quando, desfazia as coisas nas mãos sem as conseguir pôr na boca, para uma outra fase em que come quase tudo o que apanha, com muito menos desperdício, e já não se engasga.
É um prazer vê-lo comer sozinho, explorar as texturas e os sabores, escolher o que lhe agrada mais. E assim podemos comer juntos, em família!
Estas panquecas servem de pequeno-almoço para o pequeno, cortadas em tiras e acompanhadas com fruta (morangos, cerejas e nêsperas são o top 3 do senhor), mas também fazem um excelente pequeno-almoço para adultos, com umas fatias de banana e umas avelãs partidas ou então com coco ralado e um fio de xarope de agave.
Ingredientes:
1 banana bem madura
40 g de farinha de mandioca
65 g de flocos de aveia (certificados sem glúten, para uma versão sem glúten)
1 colher de sopa de sementes de chia
1 colher de sopa de vinagre de sidra
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
Óleo de coco qb
Triturar as sementes de chia e juntar duas colheres de água. Misturar e reservar.
Moer os flocos de aveia até obter farinha-
Esmagar a banana com um garfo. Juntar o vinagre, o bicarbonato e as sementes de chia. Adicionar as farinhas e meia chávena de água e misturar.
Pincelar uma frigideira com óleo de coco. Juntar uma colher de sopa de massa e alisar com a colher ou uma espátula. Dourar de um lado, virar, espalmar com a espátula e dourar do outro.
Queria muito amamentar exclusivamente até aos seis meses e consegui fazê-lo. Mas estava cheia de vontade de começar a dar outro tipo de alimentos ao bebé e portanto, assim que ele começou a mostrar curiosidade pela nossa comida, comecei a deixá-lo provar algumas coisas. Mas só quando fez seis meses é que começámos realmente a dar-lhe comida, seguindo o método do Baby Led Weaning. No papa for you today!
Este método de introdução aos alimentos é muito divertido e é impressionante ver a rapidez com que o bebé aprendeu a lidar com os sólidos. Em duas semanas, passámos de uma fase em que ele deitava quase tudo para o chão, engasgava-se de vez em quando, desfazia as coisas nas mãos sem as conseguir pôr na boca, para uma outra fase em que come quase tudo o que apanha, com muito menos desperdício, e já não se engasga.
É um prazer vê-lo comer sozinho, explorar as texturas e os sabores, escolher o que lhe agrada mais. E assim podemos comer juntos, em família!
Estas panquecas servem de pequeno-almoço para o pequeno, cortadas em tiras e acompanhadas com fruta (morangos, cerejas e nêsperas são o top 3 do senhor), mas também fazem um excelente pequeno-almoço para adultos, com umas fatias de banana e umas avelãs partidas ou então com coco ralado e um fio de xarope de agave.
Ingredientes:
1 banana bem madura
40 g de farinha de mandioca
65 g de flocos de aveia (certificados sem glúten, para uma versão sem glúten)
1 colher de sopa de sementes de chia
1 colher de sopa de vinagre de sidra
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
Óleo de coco qb
Triturar as sementes de chia e juntar duas colheres de água. Misturar e reservar.
Moer os flocos de aveia até obter farinha-
Esmagar a banana com um garfo. Juntar o vinagre, o bicarbonato e as sementes de chia. Adicionar as farinhas e meia chávena de água e misturar.
Pincelar uma frigideira com óleo de coco. Juntar uma colher de sopa de massa e alisar com a colher ou uma espátula. Dourar de um lado, virar, espalmar com a espátula e dourar do outro.
sexta-feira, 14 de abril de 2017
Garoupa com endívias
Mais uma receita deliciosa do livro de receitas ch'ti. Tenho experimentado e adaptado imensas sugestões deste livro e têm sempre corrido lindamente, proporcionando refeições muito agradáveis e diferentes.
As endívias não são muito usadas em Portugal, mas são o ingrediente icónico da região francesa Le Nord. Podem comer-se com tudo (acho que só ainda não as vi em sobremesas, mas nunca fiando!) e neste caso acompanham - e bem! - uns belos lombos de garoupa.
Ingredientes:
4 endívias
2 lombos de garoupa
2 batatas
1 cebola roxa
100 ml de nata de soja
1 colher de sopa de molho de soja
1 colher de sopa de açúcar mascavado escuro
1 colher de chá de endro
Sal
Pimenta
Azeite
Abrir as endívias ao meio no sentido longitudinal. Dourar num fio de azeite numa panela anti-aderente. Quando estiverem douradas de ambos os lados, acrescentar o açúcar mascavado e deixar caramelizar.
Temperar com sal e pimenta, adicionar meio copo de água e deixar cozinhar durante 20 minutos.
Cozer as batatas com pele. Quando cozida, descascar e cortar em rodelas grossas.
Cortar a cebola em rodelas e dourar num fio de azeite.
Dispor as batatas no fundo de uma travessa de ir ao forno. Por cima, colocar os lombos de garoupa, temperando com sal e pimenta. Distribuir por cima a cebola dourada.
Juntar a nata de soja e o molho de soja. Regar com este molho.
Salpicar com o endro.
Levar ao forno a 200º durante 20 minutos.
As endívias não são muito usadas em Portugal, mas são o ingrediente icónico da região francesa Le Nord. Podem comer-se com tudo (acho que só ainda não as vi em sobremesas, mas nunca fiando!) e neste caso acompanham - e bem! - uns belos lombos de garoupa.
Ingredientes:
4 endívias
2 lombos de garoupa
2 batatas
1 cebola roxa
100 ml de nata de soja
1 colher de sopa de molho de soja
1 colher de sopa de açúcar mascavado escuro
1 colher de chá de endro
Sal
Pimenta
Azeite
Abrir as endívias ao meio no sentido longitudinal. Dourar num fio de azeite numa panela anti-aderente. Quando estiverem douradas de ambos os lados, acrescentar o açúcar mascavado e deixar caramelizar.
Temperar com sal e pimenta, adicionar meio copo de água e deixar cozinhar durante 20 minutos.
Cozer as batatas com pele. Quando cozida, descascar e cortar em rodelas grossas.
Cortar a cebola em rodelas e dourar num fio de azeite.
Dispor as batatas no fundo de uma travessa de ir ao forno. Por cima, colocar os lombos de garoupa, temperando com sal e pimenta. Distribuir por cima a cebola dourada.
Juntar a nata de soja e o molho de soja. Regar com este molho.
Salpicar com o endro.
Levar ao forno a 200º durante 20 minutos.
terça-feira, 4 de abril de 2017
Chowder de pescada
Mais uma adaptação de uma receita de Nigel Slater, que vi já há muitos meses no seu programa televisivo Dish of the Day. Estava guardada para ser experimentada e estes lombos de pescada estavam mesmo a pedi-las.
Chowder é uma sopa americana de peixe e / ou mariscos, feita com leite (neste caso, com leite vegetal). Fica um prato saboroso que vale a pena experimentar.
Chowder é uma sopa americana de peixe e / ou mariscos, feita com leite (neste caso, com leite vegetal). Fica um prato saboroso que vale a pena experimentar.
Ingredientes:
500 g de lombos de pescada
500 ml de leite de soja não açucarado
2 folhas de louro
8 grãos de pimenta preta
1 cebola
1 pastinaga
1 cenoura
1/2 aipo-nabo
1 colher de chá de sementes de mostarda
1 colher de chá de cúrcuma
1 colher de sopa de farinha de arroz
2 colheres de sopa de salsa picada
Sal
Azeite
Colocar o peixe numa panela com o leite de soja, as folhas de louro, os grãos de pimenta grosseiramente esmagados e um pouco de sal e levar ao lume. Deixar fervilhar cinco minutos, retirar do lume e reservar durante meia hora.
Dourar a cebola picada num fio de azeite. Acrescentar os restantes legumes cortados em cubinhos e as especiarias. Baixar o lume e deixar cozinhar até os legumes estarem tenros.
Salpicar a mistura com a farinha e mexer durante dois minutos. Retirar a pescada do leite e reservar. Verter o leite por cima dos legumes e deixar fervilhar alguns minutos até a farinha estar cozida e o líquido tenha ganho alguma espessura. Temperar com sal.
Colocar o peixe na panela apenas o tempo suficiente para voltar a ficar quente. Salpicar com salsa picada e servir.
quarta-feira, 22 de março de 2017
Tostas de trigo sarraceno com beterraba e creme de tofu
O desafio das Receitas Saudáveis voltou e não podíamos deixar de participar! Desta vez, o Limited Edition propõe-nos pensar sobre o que consideramos uma alimentação / vida saudável.
Não é um assunto fácil - pelo contrário, é um tema que provoca muita polémica e muitas convicções apaixonadas (e por vezes mesmo algum fanatismo). Para mim, uma vida saudável é aquela onde me sinto realizada, contente com a direção que a minha vida leva e satisfeita de modo geral com as decisões que tomo a cada dia, nomeadamente aquelas que implicam diretamente com o cuidado que tenho comigo e com a minha família.
Em termos de alimentação, acredito que cada pessoa tem que informar-se, ouvir o seu corpo e encontrar a sua própria forma de comer, aquela que é boa para si (para o corpo e para a mente, porque os dois não se podem dissociar) e que lhe faz sentido.
E como é que isso se concretiza? Na minha vida, é algo que foi mudando com o tempo, à medida que a idade foi avançando, com novas experiências na vida, com novas investigações que vêm a lume e de que tomo conhecimento, que me convencem a mudar isto ou aquilo na minha alimentação. O diagnóstico da minha intolerância à lactose foi uma grande mudança na minha vida, porque obrigou a toda uma nova organização da alimentação cá em casa. A chegada à minha vida do meu companheiro foi outra transformação. Mais tarde, a vivência da gravidez e a chegada de um bebé também me levaram a alterações importantes.
Neste momento, uma alimentação saudável para mim é aquela que se baseia maioritariamente em produtos biológicos, o mais diversificados possível (vou sempre à procura do legume que nunca experimentei ou da fruta que como menos vezes), alimentos não processados, sopa ao almoço e ao jantar durante todo o ano, uma quantidade controlada de hidratos de carbono, utilização de gorduras "do bem" (azeite, óleos vegetais não refinados processados a frio, óleo de coco, frutos secos, abacate), pouco açúcar (uso muitas vezes o açúcar da fruta ou de alguns legumes, conjuntamente com um toque de stevia granulada, quando faço doces cá em casa), uma quantidade moderada de sal.
Com a gravidez e a amamentação aumentei a ingestão de proteína animal, complementando-a na refeição seguinte com proteína vegetal, vinda sobretudo do tofu e das leguminosas. Mas em tempos normais, a carne e o peixe aparecem no menu cá de casa duas a três vezes por semana, e as refeições restantes são vegetarianas, à base de ovos, ou claramente vegan. Para compensar, atualmente o álcool não tem lugar no meu regime alimentar, mas assim que deixar de amamentar, um ou dois copos de vinho ao sábado à noite não me escapam!
Claro que nada disto faz sentido se não for acompanhado com uma boa quantidade de alegria e entusiasmo, com relações emocionais que nos enchem as medidas, com uma dose importante de prazer, para contrabalançar as dores que sempre vamos vivendo na vida.
Por isso é que não deixámos de receber pessoas em casa, mesmo com um bebé pequeno, e com receitas surpreendentes, saborosas e saudáveis! Muitas vezes as pessoas associam o saudável ao desenxabido - estas tostas com creme de tofu e beterraba vêm contrariar totalmente isso. Os sabores são fortes e o visual conta muito - porque já se sabe que os olhos também comem!
Uma outra versão fantástica destas tostas surge quando se substitui a beterraba por abacate. Uma delícia!
Se quiserem também participar neste desafio, basta enviarem um email para lim.edition2012@gmail.com. Se reproduzirem na vossa cozinha esta proposta ou outras do desafio, utilizem o #desafioreceitasaudável e partilhem as vossas versões e interpretações. Vamos contribuir para um estilo de vida mais saudável, que passa pela comida, mas não se esgota nela!
Ingredientes:
2 beterrabas
Sal
Pimenta
Tostas (adaptado do Our Food Stories)
125 g de farinha de trigo sarraceno
125 g de flocos de trigo sarraceno
50 g de sementes de girassol
50 g de sementes de sésamo
80 g de sementes de linhaça
20 g de sementes de papoila
1 colher de chá de sal fino
2 colheres de sopa de azeite
350 ml de água
Creme de tofu (adaptado do Booklet de queijos vegan da Gopal)
200 g de tofu
75 ml de azeite
1/2 colher de chá de poejo seco
1/2 colher de chá de oregãos secos
1/2 colher de chá de alho em pó
1/2 colher de chá de flor de sal
50 ml de água
1 pitada de açúcar mascavado escuro
Cozer as beterrabas em água a ferver. Depois de cozidas, tirar a pele e cortar em fatias grossas. Com um cortador de bolachas, cortar as formas desejadas e reservar.
No liquidificador, juntar todos os ingredientes para o creme. Triturar bem até obter uma consistência homogénea. Retificar os temperos, se necessário.
Para as tostas, juntar todos os ingredientes secos e misturar. Adicionar a água e o azeite e bater levemente. Deixar repousar durante 20 minutos.
Espalhar a mistura num tabuleiro forrado com papel vegetal. Levar ao forno pré-aquecido a 160º durante 20 minutos.
Retirar do forno e, com uma faca afiada, traçar as linhas das tostas, sem cortar completamente.
Voltar a levar ao forno mais 40 minutos. Desligar o forno e deixar a terminar a cozedura mais 10 minutos.
Retirar do forno e cortar de acordo com as linhas desenhadas.
Num prato, colocar uma tosta. Barrar com o creme. Dispor as estrelas de beterraba por cima e temperar com sal e pimenta. Guarnecer com algumas folhas de rúcula.
Não é um assunto fácil - pelo contrário, é um tema que provoca muita polémica e muitas convicções apaixonadas (e por vezes mesmo algum fanatismo). Para mim, uma vida saudável é aquela onde me sinto realizada, contente com a direção que a minha vida leva e satisfeita de modo geral com as decisões que tomo a cada dia, nomeadamente aquelas que implicam diretamente com o cuidado que tenho comigo e com a minha família.
Em termos de alimentação, acredito que cada pessoa tem que informar-se, ouvir o seu corpo e encontrar a sua própria forma de comer, aquela que é boa para si (para o corpo e para a mente, porque os dois não se podem dissociar) e que lhe faz sentido.
E como é que isso se concretiza? Na minha vida, é algo que foi mudando com o tempo, à medida que a idade foi avançando, com novas experiências na vida, com novas investigações que vêm a lume e de que tomo conhecimento, que me convencem a mudar isto ou aquilo na minha alimentação. O diagnóstico da minha intolerância à lactose foi uma grande mudança na minha vida, porque obrigou a toda uma nova organização da alimentação cá em casa. A chegada à minha vida do meu companheiro foi outra transformação. Mais tarde, a vivência da gravidez e a chegada de um bebé também me levaram a alterações importantes.
Neste momento, uma alimentação saudável para mim é aquela que se baseia maioritariamente em produtos biológicos, o mais diversificados possível (vou sempre à procura do legume que nunca experimentei ou da fruta que como menos vezes), alimentos não processados, sopa ao almoço e ao jantar durante todo o ano, uma quantidade controlada de hidratos de carbono, utilização de gorduras "do bem" (azeite, óleos vegetais não refinados processados a frio, óleo de coco, frutos secos, abacate), pouco açúcar (uso muitas vezes o açúcar da fruta ou de alguns legumes, conjuntamente com um toque de stevia granulada, quando faço doces cá em casa), uma quantidade moderada de sal.
Com a gravidez e a amamentação aumentei a ingestão de proteína animal, complementando-a na refeição seguinte com proteína vegetal, vinda sobretudo do tofu e das leguminosas. Mas em tempos normais, a carne e o peixe aparecem no menu cá de casa duas a três vezes por semana, e as refeições restantes são vegetarianas, à base de ovos, ou claramente vegan. Para compensar, atualmente o álcool não tem lugar no meu regime alimentar, mas assim que deixar de amamentar, um ou dois copos de vinho ao sábado à noite não me escapam!
Claro que nada disto faz sentido se não for acompanhado com uma boa quantidade de alegria e entusiasmo, com relações emocionais que nos enchem as medidas, com uma dose importante de prazer, para contrabalançar as dores que sempre vamos vivendo na vida.
Por isso é que não deixámos de receber pessoas em casa, mesmo com um bebé pequeno, e com receitas surpreendentes, saborosas e saudáveis! Muitas vezes as pessoas associam o saudável ao desenxabido - estas tostas com creme de tofu e beterraba vêm contrariar totalmente isso. Os sabores são fortes e o visual conta muito - porque já se sabe que os olhos também comem!
Uma outra versão fantástica destas tostas surge quando se substitui a beterraba por abacate. Uma delícia!
Se quiserem também participar neste desafio, basta enviarem um email para lim.edition2012@gmail.com. Se reproduzirem na vossa cozinha esta proposta ou outras do desafio, utilizem o #desafioreceitasaudável e partilhem as vossas versões e interpretações. Vamos contribuir para um estilo de vida mais saudável, que passa pela comida, mas não se esgota nela!
Ingredientes:
2 beterrabas
Sal
Pimenta
Tostas (adaptado do Our Food Stories)
125 g de farinha de trigo sarraceno
125 g de flocos de trigo sarraceno
50 g de sementes de girassol
50 g de sementes de sésamo
80 g de sementes de linhaça
20 g de sementes de papoila
1 colher de chá de sal fino
2 colheres de sopa de azeite
350 ml de água
Creme de tofu (adaptado do Booklet de queijos vegan da Gopal)
200 g de tofu
75 ml de azeite
1/2 colher de chá de poejo seco
1/2 colher de chá de oregãos secos
1/2 colher de chá de alho em pó
1/2 colher de chá de flor de sal
50 ml de água
1 pitada de açúcar mascavado escuro
Cozer as beterrabas em água a ferver. Depois de cozidas, tirar a pele e cortar em fatias grossas. Com um cortador de bolachas, cortar as formas desejadas e reservar.
No liquidificador, juntar todos os ingredientes para o creme. Triturar bem até obter uma consistência homogénea. Retificar os temperos, se necessário.
Para as tostas, juntar todos os ingredientes secos e misturar. Adicionar a água e o azeite e bater levemente. Deixar repousar durante 20 minutos.
Espalhar a mistura num tabuleiro forrado com papel vegetal. Levar ao forno pré-aquecido a 160º durante 20 minutos.
Retirar do forno e, com uma faca afiada, traçar as linhas das tostas, sem cortar completamente.
Voltar a levar ao forno mais 40 minutos. Desligar o forno e deixar a terminar a cozedura mais 10 minutos.
Retirar do forno e cortar de acordo com as linhas desenhadas.
Num prato, colocar uma tosta. Barrar com o creme. Dispor as estrelas de beterraba por cima e temperar com sal e pimenta. Guarnecer com algumas folhas de rúcula.
segunda-feira, 13 de março de 2017
Caril tailandês de peixe e abóbora
O caril tailandês é sempre bem vindo cá em casa! Este é uma adaptação de uma receita do livro Tailândia, de Oi Cheepchaiissara, que faz parte da coleção Sabores do Mundo, editada pelo Círculo de Leitores.
É um caril de peixe particularmente interessante porque o peixe é apresentado em almôndegas, que são cozidas num caldo bem aromático. Fica uma verdadeira delícia!
Ingredientes:
500 g de pescada (ou outro peixe branco) sem peles e sem espinhas
1/2 abóbora manteiga
4 dentes de alho
1/2 molho de coentros
1 1/2 colher de sopa de farinha de milho
1 1/2 colher de sopa de pasta de caril tailandês
400 ml de caldo de legumes
200 ml de leite de coco light
2 colheres de sopa de molho de peixe tailandês
1 colher de chá de açúcar mascavado escuro
2 1/2 colheres de sopa de óleo de coco
1 cebolo
Sal
Pimenta
No processador de alimentos, colocar o peixe, o alho, os coentros, a farinha de milho, uma colher e meia de óleo de coco, sal e pimenta. Triturar até obter uma pasta. Com esta pasta, fazem-se cerca de 30 pequenas almôndegas, que se reservam.
Cortar a abóbora em cubos.
Numa panela, aquecer uma colher de sopa de óleo de coco. Fritar a pasta de caril durante dois minutos.
Adicionar então o caldo de legumes e quando levantar fervura, acrescentar a abóbora, que se deixa cozinhar até estar tenra (mas não desfeita).
Juntar à panela o leite de coco, o molho de peixe e o açúcar e misturar. Dispor com cuidado as almôndegas no caldo e deixar cozinhar 5 minutos. Retirar do lume e deixar tapado durante 10 minutos.
Servir com arroz tailandês, salpicado com cebolo picado.
É um caril de peixe particularmente interessante porque o peixe é apresentado em almôndegas, que são cozidas num caldo bem aromático. Fica uma verdadeira delícia!
Ingredientes:
500 g de pescada (ou outro peixe branco) sem peles e sem espinhas
1/2 abóbora manteiga
4 dentes de alho
1/2 molho de coentros
1 1/2 colher de sopa de farinha de milho
1 1/2 colher de sopa de pasta de caril tailandês
400 ml de caldo de legumes
200 ml de leite de coco light
2 colheres de sopa de molho de peixe tailandês
1 colher de chá de açúcar mascavado escuro
2 1/2 colheres de sopa de óleo de coco
1 cebolo
Sal
Pimenta
No processador de alimentos, colocar o peixe, o alho, os coentros, a farinha de milho, uma colher e meia de óleo de coco, sal e pimenta. Triturar até obter uma pasta. Com esta pasta, fazem-se cerca de 30 pequenas almôndegas, que se reservam.
Cortar a abóbora em cubos.
Numa panela, aquecer uma colher de sopa de óleo de coco. Fritar a pasta de caril durante dois minutos.
Adicionar então o caldo de legumes e quando levantar fervura, acrescentar a abóbora, que se deixa cozinhar até estar tenra (mas não desfeita).
Juntar à panela o leite de coco, o molho de peixe e o açúcar e misturar. Dispor com cuidado as almôndegas no caldo e deixar cozinhar 5 minutos. Retirar do lume e deixar tapado durante 10 minutos.
Servir com arroz tailandês, salpicado com cebolo picado.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
Salada Gellért
Károly Gundel era um chefe húngaro muito conhecido, responsável por vários restaurantes famosos de Budapeste, entre os quais o do Hotel Gellért. Esta salada era um dos seus pratos emblemáticos, que encontrei no livro Gundel's Hungarian Cookbook, que trouxe comigo da minha viagem a Budapeste. Este livro teve a sua primeira edição em 1934 e já vai na 45ª edição - há até uma edição francesa cuja introdução é escrita pelo próprio Escoffier!
Esta salada agrada até a quem não gosta de salada! A mistura da beterraba ligeiramente avinagrada com a maionese e o toque levemente picante do rábano fazem deste prato uma entrada sofisticada e original.
Ingredientes:
2 beterrabas
40 g de rábano
3 colheres de sopa de vinagre de sidra
1 colher de chá de sementes de mostarda
1 colher de chá de açúcar mascavado escuro
1 alface
2 colheres de sopa bem cheias de maionese (de preferência caseira)
Sumo de meio limão
1 pitada de piri-piri
2 colheres de sopa de salsa fresca picada
Cozer as beterrabas com casca. Quando cozidas, retirar a casca e cortar em palitos grossos.
Cortar o rábano em palitos finos.
Numa taça, juntar a beterraba, o rábano, as sementes de mostarda, o vinagre e o açúcar. Acrescentar água até os legumes estarem cobertos.
Levar ao frigorífico de um dia para o outro.
Retirar os legumes, descartando a água e a maior parte das sementes de mostarda. Misturar com a maionese, o piri-piri e o sumo de limão.
Cortar a alface em juliana. Dispor no fundo de um prato. Por cima, colocar a mistura de beterraba. Salpicar com salsa fresca e servir.
Esta salada agrada até a quem não gosta de salada! A mistura da beterraba ligeiramente avinagrada com a maionese e o toque levemente picante do rábano fazem deste prato uma entrada sofisticada e original.
Ingredientes:
2 beterrabas
40 g de rábano
3 colheres de sopa de vinagre de sidra
1 colher de chá de sementes de mostarda
1 colher de chá de açúcar mascavado escuro
1 alface
2 colheres de sopa bem cheias de maionese (de preferência caseira)
Sumo de meio limão
1 pitada de piri-piri
2 colheres de sopa de salsa fresca picada
Cozer as beterrabas com casca. Quando cozidas, retirar a casca e cortar em palitos grossos.
Cortar o rábano em palitos finos.
Numa taça, juntar a beterraba, o rábano, as sementes de mostarda, o vinagre e o açúcar. Acrescentar água até os legumes estarem cobertos.
Levar ao frigorífico de um dia para o outro.
Retirar os legumes, descartando a água e a maior parte das sementes de mostarda. Misturar com a maionese, o piri-piri e o sumo de limão.
Cortar a alface em juliana. Dispor no fundo de um prato. Por cima, colocar a mistura de beterraba. Salpicar com salsa fresca e servir.
sábado, 18 de fevereiro de 2017
Waterzoi de peixe
Mais uma receita do livro Délicieux plats ch'tis que faz uma excelente refeição para partilhar com amigos - de um lado, é uma receita simples, que não obriga a grandes malabarismos na cozinha (nem suja muita louça!); do outro lado, é original e surpreendente.
Claro que quem conhece bem a gastronomia da região francesa Le Nord e da parte flamenga da Bélgica está farto de encontrar este prato, bem emblemático, que normalmente aparece nas suas versões com frango ou com peixe. Para nós em Portugal, é bastante inusitado, sobretudo pelo forte sabor a limão desta espécie de caldeirada.
Ingredientes:
2 lombos de salmão (sem pele nem espinhas)
2 lombos de perca (sem pele nem espinhas)
2 lombos de pargo (sem pele nem espinhas)
Casca de um limão (apenas a parte amarela)
4 batatas
3 alhos franceses (a parte branca)
4 cenouras
2 nabos
4 tupinambos
1 cebola
250 ml de vinho branco
4 colheres de sopa de salsa picada
Sal
Molho
3 gemas de ovo
Sumo de 1 limão
150 ml de nata de soja
Lavar os legumes e cortar em rodelas grossas. Picar a cebola. Colocar tudo numa panela grande. Juntar metade da salsa e a casca do limão (apenas a parte amarela, se colocar a branca vai amargar).
Juntar água e sal e levar ao lume. Deixar ferver 10 minutos, findos os quais se junta o vinho. Deixar cozinhar mais 20 minutos.
Dispor com cuidado o peixe por cima dos legumes. Tapar e deixar ferver 8 minutos. Desligar, deixando repousar tapado mais 10 minutos. Retirar o peixe e reservar, mantendo quente. Retirar também as cascas de limão e descartar.
Para o molho, bater as gemas de ovo com a nata e o sumo de limão. Juntar um pouco de caldo da panela para temperar as gemas.
Adicionar o molho à panela e deixar fervilhar dois minutos.
Servir os legumes no prato. Por cima dispor o peixe e salpicar com a restante salsa picada.
Claro que quem conhece bem a gastronomia da região francesa Le Nord e da parte flamenga da Bélgica está farto de encontrar este prato, bem emblemático, que normalmente aparece nas suas versões com frango ou com peixe. Para nós em Portugal, é bastante inusitado, sobretudo pelo forte sabor a limão desta espécie de caldeirada.
Ingredientes:
2 lombos de salmão (sem pele nem espinhas)
2 lombos de perca (sem pele nem espinhas)
2 lombos de pargo (sem pele nem espinhas)
Casca de um limão (apenas a parte amarela)
4 batatas
3 alhos franceses (a parte branca)
4 cenouras
2 nabos
4 tupinambos
1 cebola
250 ml de vinho branco
4 colheres de sopa de salsa picada
Sal
Molho
3 gemas de ovo
Sumo de 1 limão
150 ml de nata de soja
Lavar os legumes e cortar em rodelas grossas. Picar a cebola. Colocar tudo numa panela grande. Juntar metade da salsa e a casca do limão (apenas a parte amarela, se colocar a branca vai amargar).
Juntar água e sal e levar ao lume. Deixar ferver 10 minutos, findos os quais se junta o vinho. Deixar cozinhar mais 20 minutos.
Dispor com cuidado o peixe por cima dos legumes. Tapar e deixar ferver 8 minutos. Desligar, deixando repousar tapado mais 10 minutos. Retirar o peixe e reservar, mantendo quente. Retirar também as cascas de limão e descartar.
Para o molho, bater as gemas de ovo com a nata e o sumo de limão. Juntar um pouco de caldo da panela para temperar as gemas.
Adicionar o molho à panela e deixar fervilhar dois minutos.
Servir os legumes no prato. Por cima dispor o peixe e salpicar com a restante salsa picada.
sábado, 28 de janeiro de 2017
Trouxas de tofu fumado e cogumelos
Esta receita não foi invenção minha, mas sim da empregada de uma amiga que, quando começou a trabalhar, não sabia fazer comida vegetariana. A minha amiga pediu-lhe que o fizesse e ela, cheia de iniciativa, foi pesquisar em livros e na internet e agora faz uns belos pratos vegetarianos!
Num dia em que jantei lá em casa, comemos umas trouxas de couve com tofu fumado que eram uma delícia! Pedi logo a receita e tenho feito em casa, com algumas variações. Esta resultou particularmente bem, devido à conjugação do fumado do tofu com o sabor dos cogumelos.
Ingredientes:
10 folhas de couve
250 g de tofu fumado
1 cebola
2 dentes de alho
1 cenoura
1 pastinaga
3 cogumelos portobello
1 lima
1 noz de gengibre
1 pitada de noz moscada
1 colher de sopa de coentros picados
1 colher de sopa de salsa picada
Sal
Pimenta
Azeite
Molho de tomate
1 lata grande de tomate pelado
1 cebola
2 dentes de alho
2 folhas de louro
1 copo de vinho branco
Sal
Pimenta
Azeite
Começar por fazer o molho de tomate, refogando a cebola e o alho picados num fio de azeite, juntamente com as folhas de louro. Quando a cebola estiver dourada, adicionar o tomate pelado e um copo de água. Deixar cozinhar alguns minutos e acrescentar o vinho branco.
Baixar para lume brando e deixar fervilhar 20 minutos. Retirar as folhas de louro e triturar o molho até obter uma consistência lisa.
Voltar a levar ao lume e deixar reduzir. No final, temperar com sal e pimenta.
Enquanto o molho reduz, ferver as folhas de couve durante 5 minutos para perderem a sua rigidez.
Numa frigideira, refogar a outra cebola picada num fio de azeite. Quando a cebola estiver dourada, juntar a cenoura e a pastinaga cortadas em cubinhos, bem como o alho picado. Deixar cozinhar 15 minutos.
Juntar então os cogumelos grosseiramente picados e o tofu cortado em cubinhos. Temperar com o sumo e a raspa da lima, a noz moscada e o gengibre ralado. Misturar bem e deixar cozinhar até todos os legumes estarem cozidos.
Retirar do lume, juntar a salsa e os coentros e temperar com sal e pimenta.
Colocar duas colheres de sopa desta mistura em cada folha de couve e enrolar. Dispor as trouxas umas ao lado das outras num pirex. Regar com o molho de tomate e levar ao forno 30 minutos a 200º.
Num dia em que jantei lá em casa, comemos umas trouxas de couve com tofu fumado que eram uma delícia! Pedi logo a receita e tenho feito em casa, com algumas variações. Esta resultou particularmente bem, devido à conjugação do fumado do tofu com o sabor dos cogumelos.
Ingredientes:
10 folhas de couve
250 g de tofu fumado
1 cebola
2 dentes de alho
1 cenoura
1 pastinaga
3 cogumelos portobello
1 lima
1 noz de gengibre
1 pitada de noz moscada
1 colher de sopa de coentros picados
1 colher de sopa de salsa picada
Sal
Pimenta
Azeite
Molho de tomate
1 lata grande de tomate pelado
1 cebola
2 dentes de alho
2 folhas de louro
1 copo de vinho branco
Sal
Pimenta
Azeite
Começar por fazer o molho de tomate, refogando a cebola e o alho picados num fio de azeite, juntamente com as folhas de louro. Quando a cebola estiver dourada, adicionar o tomate pelado e um copo de água. Deixar cozinhar alguns minutos e acrescentar o vinho branco.
Baixar para lume brando e deixar fervilhar 20 minutos. Retirar as folhas de louro e triturar o molho até obter uma consistência lisa.
Voltar a levar ao lume e deixar reduzir. No final, temperar com sal e pimenta.
Enquanto o molho reduz, ferver as folhas de couve durante 5 minutos para perderem a sua rigidez.
Numa frigideira, refogar a outra cebola picada num fio de azeite. Quando a cebola estiver dourada, juntar a cenoura e a pastinaga cortadas em cubinhos, bem como o alho picado. Deixar cozinhar 15 minutos.
Juntar então os cogumelos grosseiramente picados e o tofu cortado em cubinhos. Temperar com o sumo e a raspa da lima, a noz moscada e o gengibre ralado. Misturar bem e deixar cozinhar até todos os legumes estarem cozidos.
Retirar do lume, juntar a salsa e os coentros e temperar com sal e pimenta.
Colocar duas colheres de sopa desta mistura em cada folha de couve e enrolar. Dispor as trouxas umas ao lado das outras num pirex. Regar com o molho de tomate e levar ao forno 30 minutos a 200º.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
Frango com cerveja e maçã
Continuo deliciada com o livro de receitas ch'ti de que já falei aqui! As receitas são todas muito apelativas, nomeadamente este frango que captou logo a minha atenção na primeira vez que folheei o livro. O molho com cerveja e maçã fica mesmo muito saboroso, a pedir um puré de batata e uns brócolos cozidos regados com o dito!
Ingredientes:
2 pernas de frango
1 cebola
2 maçãs pequenas
200 ml de cerveja preta
250 ml de caldo de galinha (de preferência caseiro)
1 colher de sopa de salsa picada
Azeite
Sal
Pimenta
Aquecer um fundo de azeite num tacho anti-aderente. Dourar as pernas de frango de ambos os lados até ganharem uma boa cor. Retirar e reservar.
Na gordura que ficou no tacho. refogar a cebola picada. Quando estiver dourada, juntar a cerveja e o caldo de legumes. Fervilhar alguns minutos para evaporar o álcool.
Voltar a pôr o frango na panela. Baixar para lume brando e cozinhar tapado durante 45 minutos.
Juntar então a maçã cortada em cubos. Temperar com sal e pimenta e deixar cozinhar mais 10 minutos.
Destapar e reduzir o molho em fogo esperto. No final, salpicar com salsa picada e retificar os temperos, se necessário.
Ingredientes:
2 pernas de frango
1 cebola
2 maçãs pequenas
200 ml de cerveja preta
250 ml de caldo de galinha (de preferência caseiro)
1 colher de sopa de salsa picada
Azeite
Sal
Pimenta
Aquecer um fundo de azeite num tacho anti-aderente. Dourar as pernas de frango de ambos os lados até ganharem uma boa cor. Retirar e reservar.
Na gordura que ficou no tacho. refogar a cebola picada. Quando estiver dourada, juntar a cerveja e o caldo de legumes. Fervilhar alguns minutos para evaporar o álcool.
Voltar a pôr o frango na panela. Baixar para lume brando e cozinhar tapado durante 45 minutos.
Juntar então a maçã cortada em cubos. Temperar com sal e pimenta e deixar cozinhar mais 10 minutos.
Destapar e reduzir o molho em fogo esperto. No final, salpicar com salsa picada e retificar os temperos, se necessário.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
Bolachas de aveia, mirtilos e avelãs
Mais uma adaptação de uma receita do BBC Good Food, sempre com boas ideias e receitas a experimentar. Estas bolachas são excelentes para voltar à alimentação regrada - são sem açúcar adicionado, adoçadas com maçã, mirtilos secos e stevia. Ficam muito saborosas e são excelentes para acompanhar a fruta a meio da manhã!
Ingredientes:
50 g de farinha de aveia integral
50 g de farinha de espelta integral
1 colher de chá de stevia branca
1 maçã pequena
50 ml de óleo de sésamo não tostado
30 g de mirtilos secos
40 g de avelãs
2 colheres de sopa de sementes de linhaça
1 pitada de sal
Triturar as sementes de linhaça e hidratar em duas colheres de sopa de água.
Ralar a maçã com casca. Levar ao lume o óleo e a maçã durante alguns minutos até a maçã estar cozinhada.
Juntar as farinhas, a stevia, o sal, os mirtilos e as avelãs partidas em pedaços. Misturar o óleo com a maçã e a linhaça. Mexer bem.
Dispor pequenas porções da massa num tabuleiro untado com papel vegetal. Levar ao forno a 180º durante 20 minutos.
Ingredientes:
50 g de farinha de aveia integral
50 g de farinha de espelta integral
1 colher de chá de stevia branca
1 maçã pequena
50 ml de óleo de sésamo não tostado
30 g de mirtilos secos
40 g de avelãs
2 colheres de sopa de sementes de linhaça
1 pitada de sal
Triturar as sementes de linhaça e hidratar em duas colheres de sopa de água.
Ralar a maçã com casca. Levar ao lume o óleo e a maçã durante alguns minutos até a maçã estar cozinhada.
Juntar as farinhas, a stevia, o sal, os mirtilos e as avelãs partidas em pedaços. Misturar o óleo com a maçã e a linhaça. Mexer bem.
Dispor pequenas porções da massa num tabuleiro untado com papel vegetal. Levar ao forno a 180º durante 20 minutos.
sábado, 7 de janeiro de 2017
Papilotes de vieiras
No verão, recebi um livro adorável chamado Délicieux plats ch'ti. Para quem não sabe, os ch'tis são os habitantes da região Le Nord, em França, e eu tenho um espécime em casa. O livro veio diretamente de Lille, pelas mãos da minha cunhada que se lembrou do meu gosto pela cozinha. As receitas são todas muito apetitosas, mas precisam sempre de algumas adaptações, dada a omnipresença das natas e do queijo. Esta, com vieiras, resultou particularmente bem.
Ingredientes:
8 vieiras
1 chalota
1 cenoura
1 pastinaga
1/2 alho francês (a parte branca)
100 ml de vinho branco
50 ml de nata de soja
1 colher de chá de levedura de cerveja
1 colher de sopa de salsa picada
Azeite
Sal
Pimenta
Picar a chalota finamente e dourar num fio de azeite.
Juntar a cenoura e a pastinaga cortadas em cubinhos pequenos e o alho francês em rodelas finas. Saltear dez minutos, acrescentando um pouco de água, se necessário. Juntar o vinho e deixar fervilhar destapado durante mais dez minutos.
Retirar do lume e temperar com sal e pimenta.
Cortar dois quadrados de papel vegetal e dois quadrados de papel de alumínio. Dispor uns por cima dos outros, com o papel de alumínio por fora, de modo a que não toque na comida.
Dividir a mistura dos legumes pelos dois papilotes. Dispor as vieiras por cima e temperar ligeiramente de sal e pimenta.
Misturar a nata de soja com a levedura de cerveja. Regar as vieiras com esta mistura e salpicar com a salsa picada.
Fechar os papilotes e levar ao forno a 180º durante 15 minutos.
Ingredientes:
8 vieiras
1 chalota
1 cenoura
1 pastinaga
1/2 alho francês (a parte branca)
100 ml de vinho branco
50 ml de nata de soja
1 colher de chá de levedura de cerveja
1 colher de sopa de salsa picada
Azeite
Sal
Pimenta
Picar a chalota finamente e dourar num fio de azeite.
Juntar a cenoura e a pastinaga cortadas em cubinhos pequenos e o alho francês em rodelas finas. Saltear dez minutos, acrescentando um pouco de água, se necessário. Juntar o vinho e deixar fervilhar destapado durante mais dez minutos.
Retirar do lume e temperar com sal e pimenta.
Cortar dois quadrados de papel vegetal e dois quadrados de papel de alumínio. Dispor uns por cima dos outros, com o papel de alumínio por fora, de modo a que não toque na comida.
Dividir a mistura dos legumes pelos dois papilotes. Dispor as vieiras por cima e temperar ligeiramente de sal e pimenta.
Misturar a nata de soja com a levedura de cerveja. Regar as vieiras com esta mistura e salpicar com a salsa picada.
Fechar os papilotes e levar ao forno a 180º durante 15 minutos.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
Muffins salgados de quinoa
No programa Chef de Raiz, vi uma receita de muffins de quinoa e milho, que entretanto procurei no site do 24 Kitchen sem conseguir encontrá-la. Gostei da ideia, na televisão os muffins tinham um ar excelente - como tudo o que o Leonardo Pereira cozinha neste programa, aliás.
À falta da receita original, encontrei esta no The Lean Green Bean que me pareceu interessante e acabei por experimentar, com diversas adaptações. Revelou-se uma boa forma de voltar à alimentação saudável, depois dos excessos das festas.
Ingredientes:
140 g de quinoa castanha
1 cebola
2 dentes de alho
1 abacate pequeno
10 tomates cereja
1 cenoura
1 ovo
3 colheres de sopa de sementes de abóbora
2 colheres de sopa de coentros frescos picados
1 colher de chá de pimentão doce
1/2 colher de chá de cominhos
1 pitada de piri-piri
Sal
Pimenta
Lavar bem a quinoa e cozer em água abundante com sal.
Triturar as sementes de abóbora até obter uma farinha.
Picar a cebola e os alhos finamente. Ralar a cenoura e cortar o abacate em cubinhos. Cortar o tomate em quartos. Misturar tudo numa taça e temperar com pimentão doce, cominhos, piri-piri e coentros.
Deixar amornar a quinoa e juntar à mistura anterior. Misturar bem e temperar com sal e pimenta.
Adicionar o ovo e as sementes de abóbora moídas. Distribuir a massa por oito formas de queque.
Levar ao forno a 180º durante 30 minutos.
Comer quente ou morno, acompanhados por uma salada.
À falta da receita original, encontrei esta no The Lean Green Bean que me pareceu interessante e acabei por experimentar, com diversas adaptações. Revelou-se uma boa forma de voltar à alimentação saudável, depois dos excessos das festas.
Ingredientes:
140 g de quinoa castanha
1 cebola
2 dentes de alho
1 abacate pequeno
10 tomates cereja
1 cenoura
1 ovo
3 colheres de sopa de sementes de abóbora
2 colheres de sopa de coentros frescos picados
1 colher de chá de pimentão doce
1/2 colher de chá de cominhos
1 pitada de piri-piri
Sal
Pimenta
Lavar bem a quinoa e cozer em água abundante com sal.
Triturar as sementes de abóbora até obter uma farinha.
Picar a cebola e os alhos finamente. Ralar a cenoura e cortar o abacate em cubinhos. Cortar o tomate em quartos. Misturar tudo numa taça e temperar com pimentão doce, cominhos, piri-piri e coentros.
Deixar amornar a quinoa e juntar à mistura anterior. Misturar bem e temperar com sal e pimenta.
Adicionar o ovo e as sementes de abóbora moídas. Distribuir a massa por oito formas de queque.
Levar ao forno a 180º durante 30 minutos.
Comer quente ou morno, acompanhados por uma salada.
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Queques de alfarroba e maçã
Esta receita saiu da minha cozinha num dia de inspiração e cá em casa gostámos muito do resultado! Espero que experimentem e que se deliciem.
Ingredientes:
15 g de sementes de chia
135 g de farinha de espelta integral
35 g de farinha de alfarroba
2 maçãs pequenas
2 colheres de sopa de mel ou xarope de agave (opcional; omitir se for para bebés)
125 ml de leite de soja
1 colher de sopa de óleo de sésamo
1 colher de chá de aroma de baunilha
1/2 colher de chá de fermento
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
Uma pitada de sal (opcional; omitir se for para bebés)
Ingredientes:
15 g de sementes de chia
135 g de farinha de espelta integral
35 g de farinha de alfarroba
2 maçãs pequenas
2 colheres de sopa de mel ou xarope de agave (opcional; omitir se for para bebés)
125 ml de leite de soja
1 colher de sopa de óleo de sésamo
1 colher de chá de aroma de baunilha
1/2 colher de chá de fermento
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
Uma pitada de sal (opcional; omitir se for para bebés)
Juntar quatro colheres de sopa de água às sementes de chia e reservar.
Juntar as farinhas, o sal, o fermento e o bicarbonato. Envolver bem.
Numa taça, juntar o mel, o leite de soja, o óleo e o aroma de baunilha. Acrescentar as sementes de chia hidratadas e mexer bem.
Juntar a mistura líquida à seca e mexer até obter uma consistência homogénea.
Descaroçar e cortar uma das maçãs em rodelas finas (8 fatias). Picar o restante em pedacinhos pequenos e juntar à massa.
Distribuir a massa pelas formas de queque (rende 8 bolinhos). Colocar uma fatia de maçã no topo de cada um.
Levar ao forno a 180º durante 20 minutos.
Juntar as farinhas, o sal, o fermento e o bicarbonato. Envolver bem.
Numa taça, juntar o mel, o leite de soja, o óleo e o aroma de baunilha. Acrescentar as sementes de chia hidratadas e mexer bem.
Juntar a mistura líquida à seca e mexer até obter uma consistência homogénea.
Descaroçar e cortar uma das maçãs em rodelas finas (8 fatias). Picar o restante em pedacinhos pequenos e juntar à massa.
Distribuir a massa pelas formas de queque (rende 8 bolinhos). Colocar uma fatia de maçã no topo de cada um.
Levar ao forno a 180º durante 20 minutos.
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