Mostrar mensagens com a etiqueta Inglesa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Inglesa. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 4 de abril de 2017

Chowder de pescada

Mais uma adaptação de uma receita de Nigel Slater, que vi já há muitos meses no seu programa televisivo Dish of the Day. Estava guardada para ser experimentada e estes lombos de pescada estavam mesmo a pedi-las.

Chowder é uma sopa americana de peixe e / ou mariscos, feita com leite (neste caso, com leite vegetal). Fica um prato saboroso que vale a pena experimentar.




Ingredientes:

500 g de lombos de pescada
500 ml de leite de soja não açucarado
2 folhas de louro
8 grãos de pimenta preta
1 cebola
1 pastinaga
1 cenoura
1/2 aipo-nabo
1 colher de chá de sementes de mostarda
1 colher de chá de cúrcuma
1 colher de sopa de farinha de arroz
2 colheres de sopa de salsa picada
Sal
Azeite


Colocar o peixe numa panela com o leite de soja, as folhas de louro, os grãos de pimenta grosseiramente esmagados e um pouco de sal e levar ao lume. Deixar fervilhar cinco minutos, retirar do lume e reservar durante meia hora.

Dourar a cebola picada num fio de azeite. Acrescentar os restantes legumes cortados em cubinhos e as especiarias. Baixar o lume e deixar cozinhar até os legumes estarem tenros.

Salpicar a mistura com a farinha e mexer durante dois minutos. Retirar a pescada do leite e reservar. Verter o leite por cima dos legumes e deixar fervilhar alguns minutos até a farinha estar cozida e o líquido tenha ganho alguma espessura. Temperar com sal.

Colocar o peixe na panela apenas o tempo suficiente para voltar a ficar quente. Salpicar com salsa picada e servir.


quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Pão tigre

Não sou grande fã de pão branco. Tirando alguns pães mais tradicionais, como um bom pão alentejano ou um bom pão de Mafra, de um modo geral, prefiro pães de mistura, escuros, com sementes.

Mas o desafio do Bake the World para Janeiro era este e não queria deixar de participar - o pão tigre. Um pão branco que tem a particularidade de ter uma côdea com um aspeto especial, que faz lembrar as manchas da pele do tigre. Originalmente, vem da Holanda, mas espalhou-se pelo Canadá, Estados Unidos e Reino Unido num abrir e fechar de olhos.

Segui as indicações do blogue L'Exquisit e meti mãos à obra! Não é o meu pão preferido, mas a côdea crocante, resultado da mistura que se pincela no último momento, fica de facto muito saborosa e o miolo é suave e cheio de ar.





Noite do primeiro dia:

120 g de isco de trigo integral
200 g de farinha branca
200 g de água tépida


Misturar tudo numa taça de vidro. Tapar com um saco de plástico e deixar repousar 8 horas.


Manhã do segundo dia:

Mistura do dia anterior
580 g de farinha de trigo branca
10 g de sal fino
15 g de açúcar branco
20 g de óleo de girassol
15 g de leite de soja em pó
200 g de água tépida


Reservar numa taça pequena uma colher de sopa da mistura do dia anterior.

Numa taça, juntar a farinha, o sal e o leite de soja em pó. Misturar bem com uma colher de pau e abrir uma cova no meio.

Juntar à mistura do dia anterior a água, o óleo e o açúcar. Mexer bem e verter esta mistura na cova aberta nas farinhas.

Tapar com a farinha que fica nas margens. Tapar com o saco de plástico e deixar repousar alguns minutos.

Bater na batedeira profissional com a vareta de amassar à velocidade 2 durante 8 minutos.

Lavar a taça usada no dia anterior e untar com óleo de girassol. Colocar aí a massa e dar-lhe uma volta de forma a ficar totalmente coberta com o óleo. Tapar com o saco de plástico e deixar repousar 3 horas.

Salpicar a bancada com farinha e esticar aí a massa com as mãos. Enrolar as extremidades mais curtas sobre elas próprias e depois, começando numa das extremidades mais largas, enrolar a massa sobre si mesma, obtendo a forma de um rolo.

Colocar num tabuleiro forrado com papel vegetal e tapar com um pano húmido. Deixar levedar mais 2 horas.


Tarde do segundo dia


1 colher de sopa da mistura do dia anterior
60 g de farinha de arroz
3 g de óleo de sésamo
2 g de sal fino
5 g de açúcar
55 g de água tépida

Aquecer o forno a 230º. 

Juntar a farinha de arroz com o sal e o açúcar. Adicionar o azeite, o isco e a água e mexer. Pincelar o pão com esta mistura.

Levar ao forno durante 15 minutos. Baixar a temperatura para 200º e deixar cozer mais 30 minutos. Desligar o forno e deixar o pão no seu interior mais 10 minutos.

Retirar do forno e deixar arrefecer antes de fatiar.




sábado, 29 de novembro de 2014

English muffins

Andava com vontade de experimentar usar o isco em pães diferentes e vi algures uma receita de "sourdough english muffins". Fiquei logo em pulgas para experimentar, mas depois não consegui encontrar a receita que tinha consultado antes... Também vos acontece?

Normalmente, quando isso ocorre, faço uma pesquisa e acabo por encontrar o site que procuro; mas desta vez não foi o caso. Acabei por ir dar ao The Fresh Loaf, que tem uma receita de english muffins integrais, e resolvi segui-la, fazendo algumas adaptações.

Estes pães têm a particularidade de levarem leite (no caso, leite vegetal) em vez de água e serem cozidos na frigideira e não no forno. São muito usados para o pequeno almoço ou para o brunch e são um clássico a acompanhar os ovos Benedict.

Ficaram uns pães fofos, saborosos, com um toque adocicado, excelentes para comer com hambúrgueres. Ficou logo delineado o nosso plano para o fim de semana (mais uma versão de hambúrgueres caseiros), mas entretanto resolvemos experimentá-los ao almoço, acabados de cozer. Um mimo!





Noite do primeiro dia

50 g de isco de trigo
100 g de farinha de trigo integral
100 g de leite de soja


Aquecer ligeiramente o leite de soja, até ficar morno. Juntar com o isco e a farinha numa taça de vidro e misturar bem.

Tapar com um saco de plástico e deixar repousar 8 a 10 horas à temperatura ambiente.


Manhã do segundo dia

Mistura do dia anterior
250 g de farinha de trigo branca
100 g de leite de soja
1 colher de sopa de mel
1/2 colher de chá de bicarbonato
5 g de sal fino
Farinha de milho qb
Óleo de girassol qb


Juntar a farinha, o bicarbonato e o sal. Misturar bem e abrir uma cova no meio.

À mistura do dia anterior, adicionar o leite de soja e o mel. Misturar bem e verter na cova aberta.

Bater na batedeira profissional à velocidade 2 durante 8 minutos.

Forrar um tabuleiro com papel vegetal. Salpicar generosamente com farinha de milho.

Enfarinhar as mãos e dividir a massa em cinco partes iguais. Enfarinhar de novo as mãos e fazer uma bolinha com uma das partes, que se achata ligeiramente. Colocar no tabuleiro e repetir para as restantes.

Tapar com um pano húmido e deixar repousar à temperatura ambiente durante 3 horas e meia.

Pincelar uma frigideira anti-aderente com óleo de girassol. Aquecer o óleo em fogo médio-alto e colocar dois muffins (em contacto com o calor, os pãezinhos vão crescer, portanto o ideal é não encher a frigideira).

Deixar cozinhar durante 4 minutos de um lado; virar e deixar cozinhar do outro mais 4 minutos.

Repetir para os restantes muffins (faz 5 pãezinhos do tamanho ideal para hambúrgueres).

Cortam-se ao meio no sentido longitudinal e servem-se imediatamente. Podem também ser congelados depois de cortados.



Primeira degustação, com hambúrgueres de atum e maionese

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Crumble de ruibarbo e maçã - Desafio Alfabeto Dulce

Adaptado de uma receita de Gordon Ramsay, este crumble é o doce com a qual eu participo no Desafio Alfabeto Dulce, que este mês nos propõe uma sobremesa com fruta.

Ainda por cima, é o primeiro aniversário deste desafio, por isso vamos celebrar com uma edição especial! Daí o número 1 ao lado do crumble.

Aproveito ainda com a mesma receita para me juntar ao grupo Quinze Dias Com..., que esta quinzena nos incentiva a cozinhar receitas deste chef.




Ingredientes:

100 g de ruibarbo
2 maçãs pequenas
12 g de gengibre fresco
50 g de açúcar amarelo
1 colher de sopa de óleo de sésamo
1/2 colher de chá de aguardente velha

Cobertura

35 g de miolo de avelã
40 g de farinha de trigo integral
25 g de açúcar mascavado escuro
1 colher de sopa de óleo de sésamo
1 colher de sopa de leite de soja
1 pitada de canela


Descascar o gengibre e ralar. Descascar as maçãs e cortar em cubos. Cortar o ruibarbo em pedaços de 2 centímetros cada.

Colocar uma panela anti-aderente ao lume com o açúcar amarelo. Quando começar a escurecer, juntar a fruta e envolver. Juntar em seguida o gengibre e deixar cozinhar um minuto, mexendo sempre.

Adicionar o óleo de sésamo e a aguardente velha. Deixar cozinhar sem mexer durante três minutos.

Moer a avelã. Juntar à avelã moída a farinha, a canela e o açúcar mascavado.

Dividir a fruta por dois ramequins individuais, procurando escorrer o líquido que entretanto se formou. Adicionar ao líquido a mistura para o crumble.

Juntar ainda o óleo de sésamo e o leite de soja e mexer até obter uma pasta. Dividir esta pasta pelos dois ramequins e levar ao forno a 200º durante 20 minutos.





sábado, 14 de junho de 2014

Tarte vegetariana à inglesa

Conhecem as "pies" inglesas? Diferentes daquilo que habitualmente chamamos tarte, são constituídas por um guisado de carne com um molho espesso, por cima do qual se coloca uma placa de massa folhada ou quebrada, que, ao ir ao forno, cria uma crosta saborosa.

São normalmente servidas em ramequins individuais, mas claro que também se pode fazer uma boa pot pie de tamanho familiar. É um clássico das refeições do dia-a-dia no mundo anglo-saxónico. Lembro-me sempre do meu primeiro almoço quando cheguei à Austrália, uma bela tarte de vaca e cogumelos, servida num clássico pub australiano.

Na blogosfera, encontrei este versão vegetariana, vinda do Minimalist Baker, que resolvi experimentar.




Ingredientes:

150 g de massa folhada (sem lactose)
1 cebola
2 dentes de alho
2 folhas de louro
60 g de milho
80 g de ervilhas
100 g de couve
1 cenoura (cerca de 160 g)
55 g de farinha de trigo integral
500 ml de caldo de legumes
75 ml de leite de soja
Sal
Pimenta
Azeite


Cortar a couve em juliana e a cenoura em cubinhos. Picar a cebola e os alhos.

Refogar a cebola e os alhos em azeite. Juntar a couve quando a cebola estiver dourada e deixar suar. Quando a couve tiver amolecido, adicionar a farinha e deixar cozinhar alguns minutos, mexendo sempre.

Adicionar gradualmente o caldo de legumes e o louro. Quando começar a fervilhar, juntar o leite.

Esperar que levante fervura novamente e adicionar os restantes legumes. Envolver bem e deixar fervilhar durante 15 minutos. Retirar do lume e descartar as folhas de louro.

Temperar com sal e pimenta e verter a mistura para uma forma quadrada ou distribuir por ramequins individuais. Cobrir com a placa de massa folhada.

Levar ao forno a 220º durante 25 minutos.



Algumas coisas fantásticas da Austrália (para além da comida)


As paisagens...




As praias... 
....e os bichos!


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...