Um bolo delicioso que fez a alegria dos convivas num dia destes que tivémos amigos a almoçar cá em casa. Pensei que a abóbora e a maçã poderiam fazer uma bela associação e pus-me à procura de receitas com esses ingredientes. Encontrei esta do blogue Canela Moída, que adaptei e resultou muito bem!
Ingredientes:
200 g de farinha de espelta integral
120 g de açúcar
1 colher de chá de fermento
1/2 colher de chá de canela moída
1/2 colher de chá de gengibre em pó
1/4 colher de chá de noz moscada moída
80 ml de azeite
2 ovos
230 g de puré de abóbora (abóbora cozida e reduzida a puré)
1 colher de sopa de extrato de baunilha caseiro
3 maçãs pequenas descascadas e cortadas em cubos
Sumo de 1 limão
Regar as maçãs cortadas em cubos com o sumo de limão e o extrato de baunilha. Reservar.
Juntar a farinha, o açúcar, o fermento e as especiarias numa taça e mexer com uma colher de pau.
Noutra taça, bater os ovos com o azeite. Adicionar o puré de abóbora e mexer até ficar bem incorporado. Ir adicionando a mistura dos ingredientes secos aos poucos, batendo sempre. No final, acrescentar as maçãs e mexer com uma colher de pau.
Verter para uma forma de bolo inglês untada com azeite e levar ao forno a 180º durante 45 minutos.
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sexta-feira, 4 de maio de 2018
segunda-feira, 9 de abril de 2018
Pão de beterraba
Temos um bebé cá em casa que adora pão. Fica maluco quando vê pão e repete papa, papa, papa até lhe darmos uma fatia. Por essa razão, os meus pães que costumavam durar uma semana, às vezes até mais, agora duram uns dias. O que significa que voltei a fazer pão com muita regularidade, sobretudo o pão de batata e o de batata doce, que são grandes êxitos de bilheteira cá em casa.
Este pão de beterraba apareceu porque já há muito tempo que andava a pensar que seria uma boa receita. Usei os mesmos princípios dos pães de que falo acima e resultou muito bem. A côdea fica com uma bela cor (embora o tom rosado desapareça da miga com a cozedura) e o pão fica com um levíssimo sabor térreo que nós cá em casa achamos muito agradável. Como se vê pela foto, o bebé adorou e boicotou-me totalmente a sessão fotográfica.
Noite do primeiro dia:
50 g de isco de trigo integral
100 g de farinha de espelta branca (ou farinha de trigo branca)
100 g de água tépida
Misturar tudo numa taça de vidro. Tapar com um saco de plástico e deixar repousar 10 a 12 horas.
Manhã do segundo dia:
Mistura do dia anterior
2 beterrabas
500 g de farinha de espelta branca (ou de trigo branca)
80 g de farinha de espelta integral (ou de trigo integral)
12 g de sal fino
Azeite qb
Descascar e cozer as beterrabas em água. Quando estiverem cozidas, escorrer a água, reservando o líquido.
Triturar as beterrabas com 150 ml da água da cozedura até obter um puré. Deixar arrefecer quase completamente.
Misturar as farinhas e o sal numa outra taça e abrir uma cova no meio.
Quando o puré estiver tépido, juntá-lo à mistura do dia anterior e misturar com uma colher de pau. Verter esta mistura na cova aberta nas farinhas.
Tapar com a farinha que fica nas margens. Tapar com o saco de plástico e deixar repousar 10 minutos.
Bater na batedeira profissional com a vareta de amassar à velocidade 2 durante 7 minutos.
Forrar uma forma retangular com papel vegetal. Verter aí a massa, tapar com um pano húmido e deixar repousar 6 ou 7 horas.
Levar ao forno a 230º durante 15 minutos. Baixar para 200º e deixar cozer mais 30 minutos. Desligar o calor, deixando o pão no interior do forno a terminar de cozer mais 10 minutos.
Retirar do forno e deixar arrefecer antes de fatiar.
Este pão de beterraba apareceu porque já há muito tempo que andava a pensar que seria uma boa receita. Usei os mesmos princípios dos pães de que falo acima e resultou muito bem. A côdea fica com uma bela cor (embora o tom rosado desapareça da miga com a cozedura) e o pão fica com um levíssimo sabor térreo que nós cá em casa achamos muito agradável. Como se vê pela foto, o bebé adorou e boicotou-me totalmente a sessão fotográfica.
Noite do primeiro dia:
50 g de isco de trigo integral
100 g de farinha de espelta branca (ou farinha de trigo branca)
100 g de água tépida
Misturar tudo numa taça de vidro. Tapar com um saco de plástico e deixar repousar 10 a 12 horas.
Manhã do segundo dia:
Mistura do dia anterior
2 beterrabas
500 g de farinha de espelta branca (ou de trigo branca)
80 g de farinha de espelta integral (ou de trigo integral)
12 g de sal fino
Azeite qb
Descascar e cozer as beterrabas em água. Quando estiverem cozidas, escorrer a água, reservando o líquido.
Triturar as beterrabas com 150 ml da água da cozedura até obter um puré. Deixar arrefecer quase completamente.
Misturar as farinhas e o sal numa outra taça e abrir uma cova no meio.
Quando o puré estiver tépido, juntá-lo à mistura do dia anterior e misturar com uma colher de pau. Verter esta mistura na cova aberta nas farinhas.
Tapar com a farinha que fica nas margens. Tapar com o saco de plástico e deixar repousar 10 minutos.
Bater na batedeira profissional com a vareta de amassar à velocidade 2 durante 7 minutos.
Forrar uma forma retangular com papel vegetal. Verter aí a massa, tapar com um pano húmido e deixar repousar 6 ou 7 horas.
Levar ao forno a 230º durante 15 minutos. Baixar para 200º e deixar cozer mais 30 minutos. Desligar o calor, deixando o pão no interior do forno a terminar de cozer mais 10 minutos.
Retirar do forno e deixar arrefecer antes de fatiar.
terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
Muffins de alperce e maçã
Mais uns bolinhos sem açúcar que foram muito apreciados cá em casa!
Ingredientes:
8 alperces secos
1 maçã
4 colheres de sopa de azeite
100 ml de leite de arroz
65 g de flocos de aveia integrais
50 g de farinha de espelta integral
1 colher de sopa de sementes de linhaça
1 colher de chá de fermento
1/4 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 colher de chá de vinagre de sidra
Demolhar os alperces em água a ferver durante 20 minutos. Triturar as sementes de linhaça e os flocos de aveia até obter farinha.
No liquidificador, triturar os alperces e a maçã descascada com o vinagre e o azeite. Ir acrescentando o leite de arroz até obter um creme.
Numa taça, juntar as farinhas, as sementes trituradas, o fermento e o bicarbonato. Juntar o creme e bater com uma colher de pau.
Distribuir em formas de muffin ou mini-muffin e levar ao forno a 180º até ficarem dourados (cerca de 25 minutos para os muffins e 15 minutos para a versão mini).
Ingredientes:
8 alperces secos
1 maçã
4 colheres de sopa de azeite
100 ml de leite de arroz
65 g de flocos de aveia integrais
50 g de farinha de espelta integral
1 colher de sopa de sementes de linhaça
1 colher de chá de fermento
1/4 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 colher de chá de vinagre de sidra
Demolhar os alperces em água a ferver durante 20 minutos. Triturar as sementes de linhaça e os flocos de aveia até obter farinha.
No liquidificador, triturar os alperces e a maçã descascada com o vinagre e o azeite. Ir acrescentando o leite de arroz até obter um creme.
Numa taça, juntar as farinhas, as sementes trituradas, o fermento e o bicarbonato. Juntar o creme e bater com uma colher de pau.
Distribuir em formas de muffin ou mini-muffin e levar ao forno a 180º até ficarem dourados (cerca de 25 minutos para os muffins e 15 minutos para a versão mini).
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
Cougnou, o pão do menino Jesus
No Norte da França e na Bélgica, este pão doce deixa-se na cama das crianças no dia 25 de manhã, embrulhado num saco de papel pardo. Quando acordam, as crianças encontram o seu pãozinho, retiram-no do papel, deleitando-se com os bocadinhos caramelizados que ficam agarrados ao saco, e dão uma dentada que sabe mesmo a Natal.
Como queria que o meu filho começasse desde pequeno a conhecer as tradições da família francesa, lancei mãos à obra para confecionar este pão natalício, recorrendo a diversas receitas e vídeos da internet. Claro que, sendo um bebé que nunca come açúcar, não comeu mais do que uma fatia deste pãozinho ao pequeno-almoço do dia de Natal. Significa portanto que o restante ficou para os pais...
A receita tradicional leva (obviamente!) uma boa quantidade de manteiga, que substituí por azeite. Claro que isto modificou ligeiramente o sabor, mas também a textura, perdendo a consistência fofa do brioche. De qualquer forma, ficou muito saboroso e foi muito apreciado por miúdos e graúdos.
Noite do dia anterior:
Massa do pão
60 g de isco de trigo integral
100 g de farinha de trigo fina
100 g de leite de soja amornado
Juntar tudo numa taça, tapar com um saco de plástico e deixar repousar durante 10 a 12 horas.
Açúcar em pérola
1 chávena de açúcar branco
1/3 chávena de água
Levar o açúcar com a água ao lume até atingir ponto de pérola. Retirar do lume e mergulhar a panela em água bem fria, arrefecida com cubos de gelo. Mexer até o açúcar formar pequenas pedrinhas.
Retirar as pedrinhas para uma taça e deixar repousar ao ar até ao dia seguinte.
Manhã do próprio dia:
300 g de farinha de trigo fina
5 g de sal fino
25 g de açúcar fino
1 ovo
75 g de azeite
À mistura do dia anterior, adicionar o ovo e o azeite. Mexer bem com uma colher de pau.
Numa taça, misturar a farinha, o açúcar e o sal. Abrir uma cova no meio e verter a mistura anterior.
Bater na batedeira profissional com a vareta de amassar na velocidade 2 durante 7 minutos.
Colocar a massa numa taça untada com azeite, tapar com o saco de plástico e deixar levedar 4 horas.
Tarde do próprio dia
60 g de açúcar em pérola
1 ovo
Tirar a massa da taça para a bancada e abrir com as mãos até formar um retângulo. Espalhar o açúcar em pérola e voltar a amassar durante alguns minutos.
Dividir a massa em duas partes. Com dois dedos, pressionar a massa, dividindo dois terços para um lado e um terço para outro, formando o pescoço do menino. Dar uma forma mais alongada ao corpo. Repetir para a segunda parte.
Colocar num tabuleiro forrado com papel vegetal, salpicar com mais algumas pedrinhas de açúcar e tapar com um pano húmido. Deixar levedar mais 3 horas.
Aquecer o forno a 210º. Bater o ovo com um pouco de água e uma pitada de sal. Pincelar os pães com esta mistura.
Levar ao forno durante 30 minutos, até ficarem bem dourados.
Como queria que o meu filho começasse desde pequeno a conhecer as tradições da família francesa, lancei mãos à obra para confecionar este pão natalício, recorrendo a diversas receitas e vídeos da internet. Claro que, sendo um bebé que nunca come açúcar, não comeu mais do que uma fatia deste pãozinho ao pequeno-almoço do dia de Natal. Significa portanto que o restante ficou para os pais...
A receita tradicional leva (obviamente!) uma boa quantidade de manteiga, que substituí por azeite. Claro que isto modificou ligeiramente o sabor, mas também a textura, perdendo a consistência fofa do brioche. De qualquer forma, ficou muito saboroso e foi muito apreciado por miúdos e graúdos.
Noite do dia anterior:
Massa do pão
60 g de isco de trigo integral
100 g de farinha de trigo fina
100 g de leite de soja amornado
Juntar tudo numa taça, tapar com um saco de plástico e deixar repousar durante 10 a 12 horas.
Açúcar em pérola
1 chávena de açúcar branco
1/3 chávena de água
Levar o açúcar com a água ao lume até atingir ponto de pérola. Retirar do lume e mergulhar a panela em água bem fria, arrefecida com cubos de gelo. Mexer até o açúcar formar pequenas pedrinhas.
Retirar as pedrinhas para uma taça e deixar repousar ao ar até ao dia seguinte.
Manhã do próprio dia:
300 g de farinha de trigo fina
5 g de sal fino
25 g de açúcar fino
1 ovo
75 g de azeite
À mistura do dia anterior, adicionar o ovo e o azeite. Mexer bem com uma colher de pau.
Numa taça, misturar a farinha, o açúcar e o sal. Abrir uma cova no meio e verter a mistura anterior.
Bater na batedeira profissional com a vareta de amassar na velocidade 2 durante 7 minutos.
Colocar a massa numa taça untada com azeite, tapar com o saco de plástico e deixar levedar 4 horas.
Tarde do próprio dia
60 g de açúcar em pérola
1 ovo
Tirar a massa da taça para a bancada e abrir com as mãos até formar um retângulo. Espalhar o açúcar em pérola e voltar a amassar durante alguns minutos.
Dividir a massa em duas partes. Com dois dedos, pressionar a massa, dividindo dois terços para um lado e um terço para outro, formando o pescoço do menino. Dar uma forma mais alongada ao corpo. Repetir para a segunda parte.
Colocar num tabuleiro forrado com papel vegetal, salpicar com mais algumas pedrinhas de açúcar e tapar com um pano húmido. Deixar levedar mais 3 horas.
Aquecer o forno a 210º. Bater o ovo com um pouco de água e uma pitada de sal. Pincelar os pães com esta mistura.
Levar ao forno durante 30 minutos, até ficarem bem dourados.
Já embrulhados e enfeitados
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
Bolo de batata doce, alfarroba e avelãs
Na semana passada, fui à escola do meu filho fazer um bolo com as crianças. Escolhi a receita do bolo de banana do livro Cozinha vegetariana para bebés e crianças, da Gabriela Oliveira, mas fazendo algumas adaptações. Foi um momento muito engraçado, com os bebés à minha volta a tentarem perceber o que eu estava fazer e a tentarem mexer nas embalagens dos ingredientes. Quando a massa já estava feita, como não levava ovos, pudemos deixar que os bebés metessem os dedos para provarem e, depois do bolo cozido, serviu de lanchinho para todos.
Hoje a receita é mais um bolo a pensar nos bebés e crianças que não comem açúcar. É excelente para o lanche ou o pequeno-almoço, está cheio de coisas boas e de sabor, e podem bem levar a receita para um dia que possam ir à sala dos vossos filhos fazer um bolo com as crianças. Se o fizerem, não se esqueçam de tirar fotos e deixar no Facebook do blogue ou então deixem aqui um comentário, porque vou adorar saber!
Ingredientes:
400 g de batata doce (pesada sem casca)
40 g de farinha de alfarroba
30 g de farinha de arroz
30 g de farinha de avelã (avelã triturada até atingir a consistência de farinha ou aproveitamento do resíduo de leite de avelã, depois de seco no forno)
2 ovos pequenos
5 tâmaras secas
2 colheres de sopa de azeite
Cozer a batata doce a vapor. No liquidificador, colocar a batata doce cozida, os ovos, as tâmaras e o azeite e triturar até obter um creme.
Verter para uma taça e acrescentar as farinhas. Misturar bem.
Colocar numa forma de tarte. Levar ao forno a 180º durante 35 minutos.
Hoje a receita é mais um bolo a pensar nos bebés e crianças que não comem açúcar. É excelente para o lanche ou o pequeno-almoço, está cheio de coisas boas e de sabor, e podem bem levar a receita para um dia que possam ir à sala dos vossos filhos fazer um bolo com as crianças. Se o fizerem, não se esqueçam de tirar fotos e deixar no Facebook do blogue ou então deixem aqui um comentário, porque vou adorar saber!
Ingredientes:
400 g de batata doce (pesada sem casca)
40 g de farinha de alfarroba
30 g de farinha de arroz
30 g de farinha de avelã (avelã triturada até atingir a consistência de farinha ou aproveitamento do resíduo de leite de avelã, depois de seco no forno)
2 ovos pequenos
5 tâmaras secas
2 colheres de sopa de azeite
Cozer a batata doce a vapor. No liquidificador, colocar a batata doce cozida, os ovos, as tâmaras e o azeite e triturar até obter um creme.
Verter para uma taça e acrescentar as farinhas. Misturar bem.
Colocar numa forma de tarte. Levar ao forno a 180º durante 35 minutos.
quarta-feira, 15 de novembro de 2017
Pão de kamut, espelta e centeio
Numa tentativa de reduzir ao mínimo o consumo de trigo, devido a todos os malefícios que têm vindo a lume associados com este cereal, comecei a fazer experiências com novas receitas de pão.
A espelta e o kamut são dois tipos de trigo antigo, que não foram sujeitos às transformações, manipulações e processamento do trigo comum. Por essa razão, são mais interessantes do ponto de vista nutritivo e não estão associados a patologias inflamatórias e outras, como parece estar o trigo normal. E ao mesmo tempo, contém glúten (em menor quantidade do que o trigo, mas ainda assim está presente), por isso fazem um processo de levedação perfeitamente semelhante ao normal. Assim conseguimos continuar a comer pão a saber a pão!
Noite do dia anterior:
50 g de isco de trigo integral
100 g de farinha de espelta integral
100 g de água tépida
Misturar tudo numa taça e tapar com um pano. Deixar repousar à temperatura ambiente durante 10 a 12 horas.
Manhã do próprio dia
Mistura do dia anterior
100 g de farinha de kamut
100 g de farinha de centeio integral
300 g de farinha de espelta branca
210 g de água tépida
8 g de sal fino
1 colher de chá de açúcar de cana integral
Juntar as farinhas e o sal numa taça e misturar. Abrir uma cova no meio.
Juntar a água e o açúcar à mistura do dia anterior. Mexer bem e verter na cova aberta nas farinhas.
Deixar repousar tapado com um pano alguns minutos.
Bater na batedeira profissional com a vareta de amassar em velocidade 2 durante 8 minutos. Em alternativa, pode amassar-se à mão.
Colocar a massa numa taça untada com azeite. Cobrir com um pano e deixar levedar durante 4 horas.
Dar umas voltas à massa e formar uma bola, que se coloca num tabuleiro de ir ao forno forrado com papel vegetal. Tapar com um pano húmido e deixar levedar mais 4 horas.
Aquecer o forno a 230º e colocar água num tabuleiro fundo, na parte inferior do forno. Quando o forno estiver bem quente, dar dois cortes em cruz na superfície da massa e levar ao forno durante 15 minutos.
Findo esse tempo, baixar a temperatura para 200º e deixar cozer mais 25 minutos. Desligar o forno e deixar o pão dentro do forno mais 15 minutos.
A espelta e o kamut são dois tipos de trigo antigo, que não foram sujeitos às transformações, manipulações e processamento do trigo comum. Por essa razão, são mais interessantes do ponto de vista nutritivo e não estão associados a patologias inflamatórias e outras, como parece estar o trigo normal. E ao mesmo tempo, contém glúten (em menor quantidade do que o trigo, mas ainda assim está presente), por isso fazem um processo de levedação perfeitamente semelhante ao normal. Assim conseguimos continuar a comer pão a saber a pão!
Noite do dia anterior:
50 g de isco de trigo integral
100 g de farinha de espelta integral
100 g de água tépida
Misturar tudo numa taça e tapar com um pano. Deixar repousar à temperatura ambiente durante 10 a 12 horas.
Manhã do próprio dia
Mistura do dia anterior
100 g de farinha de kamut
100 g de farinha de centeio integral
300 g de farinha de espelta branca
210 g de água tépida
8 g de sal fino
1 colher de chá de açúcar de cana integral
Juntar as farinhas e o sal numa taça e misturar. Abrir uma cova no meio.
Juntar a água e o açúcar à mistura do dia anterior. Mexer bem e verter na cova aberta nas farinhas.
Deixar repousar tapado com um pano alguns minutos.
Bater na batedeira profissional com a vareta de amassar em velocidade 2 durante 8 minutos. Em alternativa, pode amassar-se à mão.
Colocar a massa numa taça untada com azeite. Cobrir com um pano e deixar levedar durante 4 horas.
Dar umas voltas à massa e formar uma bola, que se coloca num tabuleiro de ir ao forno forrado com papel vegetal. Tapar com um pano húmido e deixar levedar mais 4 horas.
Aquecer o forno a 230º e colocar água num tabuleiro fundo, na parte inferior do forno. Quando o forno estiver bem quente, dar dois cortes em cruz na superfície da massa e levar ao forno durante 15 minutos.
Findo esse tempo, baixar a temperatura para 200º e deixar cozer mais 25 minutos. Desligar o forno e deixar o pão dentro do forno mais 15 minutos.
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
Panquecas de quinoa e banana
No Baby Led Feeding, encontrei esta receita que me pareceu muito interessante. Estou sempre à procura de receitas de panquecas sem açúcar e esta dá uma utilização interessante à quinoa, mantendo todas as suas propriedades nutricionais. O sabor é muito agradável e foi claramente aprovado pelo bebé cá de casa.
Ingredientes:
110 g de quinoa
1 banana
1 ovo pequeno
1 colher de sopa de óleo de sésamo não tostado
1 colher de chá de fermento
Deixar os grãos de quinoa de molho de um dia para o outro.
No próprio dia, descartar a água e colocar a quinoa no liquidificador. Juntar 60 ml de água e triturar, de modo a partir dos grãos e formar um creme.
Em seguida, adicionar ao liquidificador a banana, o ovo, o óleo e o fermento e continuar a bater até obter uma mistura homogénea.
Pincelar uma frigideira anti-aderente com óleo de sésamo e verter um pouco de massa, formando um círculo. Repetir até encher a frigideira. Deixar cozinhar até começarem a aparecer bolhas, virar e cozinhar do outro lado.
Repetir até terminar a massa.
Ingredientes:
110 g de quinoa
1 banana
1 ovo pequeno
1 colher de sopa de óleo de sésamo não tostado
1 colher de chá de fermento
Deixar os grãos de quinoa de molho de um dia para o outro.
No próprio dia, descartar a água e colocar a quinoa no liquidificador. Juntar 60 ml de água e triturar, de modo a partir dos grãos e formar um creme.
Em seguida, adicionar ao liquidificador a banana, o ovo, o óleo e o fermento e continuar a bater até obter uma mistura homogénea.
Pincelar uma frigideira anti-aderente com óleo de sésamo e verter um pouco de massa, formando um círculo. Repetir até encher a frigideira. Deixar cozinhar até começarem a aparecer bolhas, virar e cozinhar do outro lado.
Repetir até terminar a massa.
sexta-feira, 20 de outubro de 2017
Paté de beringela e pimento
Esta receita grega chegou-me através da Saveur e experimentei-a pela primeira vez num piquenique de verão. Achei que era uma excelente receita também para uma festa, para barrar no pão ou para comer com palitos de cenoura crua.
O nome grego é melintzanosalata e vem da região de Kea, havendo várias versões, com ou sem cebola, com ou sem iogurte, etc. Esta versão que vos apresento é vegan e bem simples - mas o resultado é espantoso!
Ingredientes:
1 beringela grande
1 pimento verde pequeno
1/2 molho de salsa
2 dentes de alho
60 ml de azeite
1 colher de sopa de vinagre de sidra
Sal
Pimenta
Picar a beringela com um garfo e cozer no forno durante 45 minutos, até ficar murcha.
Retirar a pele e colocar no liquidificador.
Picar o pimento e levar a cozinhar no azeite em lume brando durante 15 minutos.
Juntar à beringela, juntamente com a salsa, o alho e o vinagre. Triturar até obter uma mistura homogénea.
Verter para uma taça e temperar com sal e pimenta. Servir morno ou frio.
O nome grego é melintzanosalata e vem da região de Kea, havendo várias versões, com ou sem cebola, com ou sem iogurte, etc. Esta versão que vos apresento é vegan e bem simples - mas o resultado é espantoso!
Ingredientes:
1 beringela grande
1 pimento verde pequeno
1/2 molho de salsa
2 dentes de alho
60 ml de azeite
1 colher de sopa de vinagre de sidra
Sal
Pimenta
Picar a beringela com um garfo e cozer no forno durante 45 minutos, até ficar murcha.
Retirar a pele e colocar no liquidificador.
Picar o pimento e levar a cozinhar no azeite em lume brando durante 15 minutos.
Juntar à beringela, juntamente com a salsa, o alho e o vinagre. Triturar até obter uma mistura homogénea.
Verter para uma taça e temperar com sal e pimenta. Servir morno ou frio.
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quarta-feira, 18 de outubro de 2017
Mini-muffins de cenoura, maçã e coco
Uma receita do Weelicious chamou a minha atenção quando procurava receitas adequadas para bebés. Estes pequenos muffins estão cheios de sabor e de coisas boas, sem adição de açúcar. São perfeitos para lanches, festas ou piqueniques e estiveram na mesa do lanche de aniversário do bebé cá de casa.
Ingredientes:
1 cenoura
1 1/2 maçã
30 g de coco ralado
1 ovo
3 colheres de sopa de óleo de coco
2 colheres de sopa de leite de coco
90 g de farinha de espelta integral
1/4 colher de chá de fermento
1/4 colher de chá de bicarbonato de sódio
Ralar a cenoura e uma maçã. Picar a outra metade de maçã em cubinhos pequeninos.
Juntar o ovo e o coco ralado e misturar com um garfo. Adicionar o óleo e o leite de coco e voltar a misturar.
No final, acrescentar a farinha, o bicarbonato e o fermento.
Verter a massa em formas de mini-muffin (rende 24). Levar ao forno a 180º durante 20 minutos ou até estarem dourados por cima.
Ingredientes:
1 cenoura
1 1/2 maçã
30 g de coco ralado
1 ovo
3 colheres de sopa de óleo de coco
2 colheres de sopa de leite de coco
90 g de farinha de espelta integral
1/4 colher de chá de fermento
1/4 colher de chá de bicarbonato de sódio
Ralar a cenoura e uma maçã. Picar a outra metade de maçã em cubinhos pequeninos.
Juntar o ovo e o coco ralado e misturar com um garfo. Adicionar o óleo e o leite de coco e voltar a misturar.
No final, acrescentar a farinha, o bicarbonato e o fermento.
Verter a massa em formas de mini-muffin (rende 24). Levar ao forno a 180º durante 20 minutos ou até estarem dourados por cima.
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
Panquecas de castanha e framboesa
Mais uma receita de pequeno-almoço que faz as delícias do bebé cá de casa!
As framboesas este ano estavam uma delícia e congelei uma boa quantidade, para poder continuar as usá-las em receitas como esta.
Ingredientes:
1 ovo
100 ml de leite de arroz
30 g de farinha de castanha
40 g de farinha de trigo sarraceno
10 g de sementes de chia
55 g de framboesas congeladas
Óleo de coco qb
Bater o ovo com o leite de arroz. Adicionar as farinhas e as sementes de chia moídas. Misturar até obter uma massa homogénea.
Acrescentar as framboesas. Pincelar uma frigideira anti-aderente com óleo de coco, verter um quarto da massa e cozinhar a panqueca de ambos os lados. Repetir até terminar a massa (rende quatro panquecas pequenas).
As framboesas este ano estavam uma delícia e congelei uma boa quantidade, para poder continuar as usá-las em receitas como esta.
Ingredientes:
1 ovo
100 ml de leite de arroz
30 g de farinha de castanha
40 g de farinha de trigo sarraceno
10 g de sementes de chia
55 g de framboesas congeladas
Óleo de coco qb
Bater o ovo com o leite de arroz. Adicionar as farinhas e as sementes de chia moídas. Misturar até obter uma massa homogénea.
Acrescentar as framboesas. Pincelar uma frigideira anti-aderente com óleo de coco, verter um quarto da massa e cozinhar a panqueca de ambos os lados. Repetir até terminar a massa (rende quatro panquecas pequenas).
sexta-feira, 21 de julho de 2017
Panquecas de abacate e mirtilos
Resolvi adaptar esta receita do Running to the Kitchen, que resultou numas panquecas bem fofas, que fazem um excelente pequeno-almoço para pequenos e crescidos. É uma boa forma de comer abacate para quem não aprecia muito este fruto, mas quer introduzi-lo na alimentação devido às suas propriedades bem saudáveis. O sabor dilui-se e só se adivinha a sua presença pela consistência sedosa destas panquecas.
Cá em casa, o bebé, agora com nove meses, adora fruta, mas não é louco por abacate. Assim, come a sua dose de abacate com satisfação.
Ingredientes:
1 banana bem madura
2 abacates pequenos bem maduros
1 colher de sopa de óleo de coco + qb para pincelar a frigideira
1 colher de sopa de sementes de linhaça
120 g de farinha de espelta integral
1 colher de chá de fermento
100 ml de leite de arroz
90 g de mirtilos (frescos ou congelados)
Começar por moer as sementes de linhaça. Colocar numa taça e misturar duas colheres de sopa de água. Reservar.
Com um garfo, esmagar a banana e o abacate. Juntar o óleo de coco e as sementes de linhaça e misturar.
Adicionar a farinha e o fermento. Juntar o leite de arroz e misturar bem.
No final, envolver os mirtilos.
Pincelar uma frigideira anti-aderente com óleo de coco e colocar colheres de sopa com algum espaço entre elas. Cozinhar dois dois lados e repetir até acabar a massa.
Rende 10 panquecas pequenas.
Cá em casa, o bebé, agora com nove meses, adora fruta, mas não é louco por abacate. Assim, come a sua dose de abacate com satisfação.
Ingredientes:
1 banana bem madura
2 abacates pequenos bem maduros
1 colher de sopa de óleo de coco + qb para pincelar a frigideira
1 colher de sopa de sementes de linhaça
120 g de farinha de espelta integral
1 colher de chá de fermento
100 ml de leite de arroz
90 g de mirtilos (frescos ou congelados)
Começar por moer as sementes de linhaça. Colocar numa taça e misturar duas colheres de sopa de água. Reservar.
Com um garfo, esmagar a banana e o abacate. Juntar o óleo de coco e as sementes de linhaça e misturar.
Adicionar a farinha e o fermento. Juntar o leite de arroz e misturar bem.
No final, envolver os mirtilos.
Pincelar uma frigideira anti-aderente com óleo de coco e colocar colheres de sopa com algum espaço entre elas. Cozinhar dois dois lados e repetir até acabar a massa.
Rende 10 panquecas pequenas.
quarta-feira, 12 de julho de 2017
Tarteletes de amêndoa, ameixa e gengibre
Tinha muitas ameixas vermelhas no frigorífico que corriam o risco de se estragarem, de tão maduras que estavam. É uma pena deixar estragar fruta madura, quando se podem fazer coisas tão deliciosas com ela! Por isso, resolvi experimentar fazer curd de ameixa e com ele forrar umas tartes de amêndoa. A conjugação resultou muito bem, com o toque mais inusitado do gengibre a fazer vibrar o conjunto.
Ingredientes:
Base
200 g de amêndoa sem casca
2 colheres de sopa de mel
1 colher de sopa de óleo de coco
1 pitada de bicarbonato de sódio
Curd de ameixa
1 kg ameixas vermelhas
60 g de açúcar de coco
40 g de gengibre fresco
2 gemas de ovo
2 colheres mal cheias de amido de milho
1 colher de sopa de óleo de sésamo não tostado
Começar por fazer o recheio. Numa panela anti-aderente, levar ao lume as ameixas descaroçadas com o açúcar e o gengibre cortado em fatias. Deixar cozinhar em lume brando.
Triturar até obter um puré. Voltar a levar ao lume.
Retirar um pouco do puré para uma taça. Aí, juntar as gemas de ovo e o amido de milho e bater com um garfo até estar tudo bem misturado. Juntar esta mistura à panela e deixar cozinhar em lume brando durante 15 minutos, mexendo de vez em quando.
Retirar do lume e adicionar o óleo de sésamo. Verter para um boião de vidro e reservar no frio.
Para a base, triturar as amêndoas até obter farinha. Juntar o mel, o óleo de coco e o bicarbonato. Misturar com as mãos até formar uma bola. Envolver com película aderente e levar ao frio durante 10 minutos.
Formar cinco bolas de massa sensivelmente do mesmo tamanho. Untar cinco formas de tartelete com óleo de coco. Achatar uma das bolas entre as mãos e, com os dedos, forrar uma das formas. Repetir o processo para as cinco formas.
Levar ao forno pré-aquecido a 200º durante 12 minutos. Deixar arrefecer na forma e desenformar com cuidado só depois de completamente frio.
Encher com o recheio e levar ao frio até à hora de servir.
Ingredientes:
Base
200 g de amêndoa sem casca
2 colheres de sopa de mel
1 colher de sopa de óleo de coco
1 pitada de bicarbonato de sódio
Curd de ameixa
1 kg ameixas vermelhas
60 g de açúcar de coco
40 g de gengibre fresco
2 gemas de ovo
2 colheres mal cheias de amido de milho
1 colher de sopa de óleo de sésamo não tostado
Começar por fazer o recheio. Numa panela anti-aderente, levar ao lume as ameixas descaroçadas com o açúcar e o gengibre cortado em fatias. Deixar cozinhar em lume brando.
Triturar até obter um puré. Voltar a levar ao lume.
Retirar um pouco do puré para uma taça. Aí, juntar as gemas de ovo e o amido de milho e bater com um garfo até estar tudo bem misturado. Juntar esta mistura à panela e deixar cozinhar em lume brando durante 15 minutos, mexendo de vez em quando.
Retirar do lume e adicionar o óleo de sésamo. Verter para um boião de vidro e reservar no frio.
Para a base, triturar as amêndoas até obter farinha. Juntar o mel, o óleo de coco e o bicarbonato. Misturar com as mãos até formar uma bola. Envolver com película aderente e levar ao frio durante 10 minutos.
Formar cinco bolas de massa sensivelmente do mesmo tamanho. Untar cinco formas de tartelete com óleo de coco. Achatar uma das bolas entre as mãos e, com os dedos, forrar uma das formas. Repetir o processo para as cinco formas.
Levar ao forno pré-aquecido a 200º durante 12 minutos. Deixar arrefecer na forma e desenformar com cuidado só depois de completamente frio.
Encher com o recheio e levar ao frio até à hora de servir.
sexta-feira, 30 de junho de 2017
Tarte de banana, coco e mirtilos
Uma sobremesa inspirada nesta receita do Healthy Little Foodies, esta tarte dá para pequeninos e crescidos porque não tem açúcar adicionado. Ao doce da banana, acresce o açúcar dos mirtilos quando explodem no meio da massa ou quando se desfazem na boca. A combinação com o coco é perfeita, dando um toque mais aveludado, sem precisarmos de acrescentar gordura.
Para os mais gulosos, pode acrescentar-se à massa uma meia dúzia de tâmaras secas.
Ingredientes:
200 g de flocos de aveia integrais (certificados sem glúten para uma sobremesa sem glúten)
30 g de coco ralado
250 ml de leite de coco
1 ovo
2 bananas maduras
150 g de mirtilos
No liquidificador, colocar as bananas, o ovo e o leite de coco. Bater bem até obter um creme.
Adicionar os flocos de aveia e o coco. Continuar a bater até obter uma massa granulosa.
Verter a massa para uma forma de tarte. Distribuir os mirtilos por cima e calcar com as costas de uma colher.
Levar ao forno a 190º durante 30 minutos.
Para os mais gulosos, pode acrescentar-se à massa uma meia dúzia de tâmaras secas.
Ingredientes:
200 g de flocos de aveia integrais (certificados sem glúten para uma sobremesa sem glúten)
30 g de coco ralado
250 ml de leite de coco
1 ovo
2 bananas maduras
150 g de mirtilos
No liquidificador, colocar as bananas, o ovo e o leite de coco. Bater bem até obter um creme.
Adicionar os flocos de aveia e o coco. Continuar a bater até obter uma massa granulosa.
Verter a massa para uma forma de tarte. Distribuir os mirtilos por cima e calcar com as costas de uma colher.
Levar ao forno a 190º durante 30 minutos.
terça-feira, 13 de junho de 2017
Panquecas de banana, aveia e mandioca
Esta é a minha primeira receita para crianças. Na verdade, não é exatamente - já aqui publiquei estas trufas de cacau e feijão preto, a pensar nas crianças diabéticas, ou estes biscoitos de cenoura e chocolate, baseados nas minhas memórias de infância. Mas hoje publico a minha primeira receita para o meu filho, que tem agora oito meses e começou aos seis meses a diversificação alimentar.
Queria muito amamentar exclusivamente até aos seis meses e consegui fazê-lo. Mas estava cheia de vontade de começar a dar outro tipo de alimentos ao bebé e portanto, assim que ele começou a mostrar curiosidade pela nossa comida, comecei a deixá-lo provar algumas coisas. Mas só quando fez seis meses é que começámos realmente a dar-lhe comida, seguindo o método do Baby Led Weaning. No papa for you today!
Este método de introdução aos alimentos é muito divertido e é impressionante ver a rapidez com que o bebé aprendeu a lidar com os sólidos. Em duas semanas, passámos de uma fase em que ele deitava quase tudo para o chão, engasgava-se de vez em quando, desfazia as coisas nas mãos sem as conseguir pôr na boca, para uma outra fase em que come quase tudo o que apanha, com muito menos desperdício, e já não se engasga.
É um prazer vê-lo comer sozinho, explorar as texturas e os sabores, escolher o que lhe agrada mais. E assim podemos comer juntos, em família!
Estas panquecas servem de pequeno-almoço para o pequeno, cortadas em tiras e acompanhadas com fruta (morangos, cerejas e nêsperas são o top 3 do senhor), mas também fazem um excelente pequeno-almoço para adultos, com umas fatias de banana e umas avelãs partidas ou então com coco ralado e um fio de xarope de agave.
Ingredientes:
1 banana bem madura
40 g de farinha de mandioca
65 g de flocos de aveia (certificados sem glúten, para uma versão sem glúten)
1 colher de sopa de sementes de chia
1 colher de sopa de vinagre de sidra
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
Óleo de coco qb
Triturar as sementes de chia e juntar duas colheres de água. Misturar e reservar.
Moer os flocos de aveia até obter farinha-
Esmagar a banana com um garfo. Juntar o vinagre, o bicarbonato e as sementes de chia. Adicionar as farinhas e meia chávena de água e misturar.
Pincelar uma frigideira com óleo de coco. Juntar uma colher de sopa de massa e alisar com a colher ou uma espátula. Dourar de um lado, virar, espalmar com a espátula e dourar do outro.
Queria muito amamentar exclusivamente até aos seis meses e consegui fazê-lo. Mas estava cheia de vontade de começar a dar outro tipo de alimentos ao bebé e portanto, assim que ele começou a mostrar curiosidade pela nossa comida, comecei a deixá-lo provar algumas coisas. Mas só quando fez seis meses é que começámos realmente a dar-lhe comida, seguindo o método do Baby Led Weaning. No papa for you today!
Este método de introdução aos alimentos é muito divertido e é impressionante ver a rapidez com que o bebé aprendeu a lidar com os sólidos. Em duas semanas, passámos de uma fase em que ele deitava quase tudo para o chão, engasgava-se de vez em quando, desfazia as coisas nas mãos sem as conseguir pôr na boca, para uma outra fase em que come quase tudo o que apanha, com muito menos desperdício, e já não se engasga.
É um prazer vê-lo comer sozinho, explorar as texturas e os sabores, escolher o que lhe agrada mais. E assim podemos comer juntos, em família!
Estas panquecas servem de pequeno-almoço para o pequeno, cortadas em tiras e acompanhadas com fruta (morangos, cerejas e nêsperas são o top 3 do senhor), mas também fazem um excelente pequeno-almoço para adultos, com umas fatias de banana e umas avelãs partidas ou então com coco ralado e um fio de xarope de agave.
Ingredientes:
1 banana bem madura
40 g de farinha de mandioca
65 g de flocos de aveia (certificados sem glúten, para uma versão sem glúten)
1 colher de sopa de sementes de chia
1 colher de sopa de vinagre de sidra
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
Óleo de coco qb
Triturar as sementes de chia e juntar duas colheres de água. Misturar e reservar.
Moer os flocos de aveia até obter farinha-
Esmagar a banana com um garfo. Juntar o vinagre, o bicarbonato e as sementes de chia. Adicionar as farinhas e meia chávena de água e misturar.
Pincelar uma frigideira com óleo de coco. Juntar uma colher de sopa de massa e alisar com a colher ou uma espátula. Dourar de um lado, virar, espalmar com a espátula e dourar do outro.
sexta-feira, 19 de maio de 2017
Bolo invertido de ruibarbo
Esta receita do Coco & Baunilha chamou-me logo a atenção, visto que o ruibarbo é muito apreciado cá em casa. Assim que pus as mãos numa quantidade generosa do dito, resolvi experimentar este bolinho, que é delicioso. Fiz algumas adaptações à receita original, por isso aqui fica a minha versão.
Ingredientes:
Cobertura
400 g de ruibarbo
120 g de açúcar mascavado escuro
50 ml de óleo de sésamo não tostado
Raspas de meio limão
Bolo
180 g de farinha de espelta integral
100 ml de azeite
70 g de tâmaras secas descaroçadas
2 ovos
200 ml de leite de soja
1 colher de sopa de sumo de limão
1/2 colher de chá de fermento
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 pitada de sal
Numa frigideira anti-aderente, aquecer o óleo, as raspas de limão e o açúcar. Quando começar a borbulhar, juntar o ruibarbo sem o cortar. Ir mexendo de vez em quando, deixando cozinhar em lume brando até caramelizar.
Forrar uma forma de bolo com papel vegetal e dispor o ruibarbo com cuidado. Regar com calda e reservar.
Juntar o leite de soja com o sumo de limão e deixar repousar 10 minutos.
No liquidificador ou processador de alimentos, bater os ovos, o azeite e as tâmaras até obter um creme homogéneo.
Misturar a farinha com o sal, o fermento e o bicarbonato. Adicionar o creme anterior e bater. Juntar o leite de soja e continuar a bater.
Verter a massa na forma. Levar ao forno a 180º durante 40 minutos.
Ingredientes:
Cobertura
400 g de ruibarbo
120 g de açúcar mascavado escuro
50 ml de óleo de sésamo não tostado
Raspas de meio limão
Bolo
180 g de farinha de espelta integral
100 ml de azeite
70 g de tâmaras secas descaroçadas
2 ovos
200 ml de leite de soja
1 colher de sopa de sumo de limão
1/2 colher de chá de fermento
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 pitada de sal
Numa frigideira anti-aderente, aquecer o óleo, as raspas de limão e o açúcar. Quando começar a borbulhar, juntar o ruibarbo sem o cortar. Ir mexendo de vez em quando, deixando cozinhar em lume brando até caramelizar.
Forrar uma forma de bolo com papel vegetal e dispor o ruibarbo com cuidado. Regar com calda e reservar.
Juntar o leite de soja com o sumo de limão e deixar repousar 10 minutos.
No liquidificador ou processador de alimentos, bater os ovos, o azeite e as tâmaras até obter um creme homogéneo.
Misturar a farinha com o sal, o fermento e o bicarbonato. Adicionar o creme anterior e bater. Juntar o leite de soja e continuar a bater.
Verter a massa na forma. Levar ao forno a 180º durante 40 minutos.
quinta-feira, 6 de abril de 2017
Pão de alfarroba sem glúten
De todas as receitas de pães sem glúten que já experimentei, esta é definitivamente a minha preferida. Inspirada nesta receita do Vidas sem glúten, fui fazendo alterações até encontrar O pão sem glúten, aquela receita a que recorro sempre e que nunca falha.
O problema dos pães sem glúten é que são muitas vezes demasiado parecidos com bolos, sobretudo quando a receita leva ovos, ou então são demasiado pastosos, porque as farinhas sem glúten não levedam da mesma forma e portanto a massa fica pouco arejada. Às vezes é o sabor que desaponta, quando a combinação das farinhas não funciona tão bem. Testei muitas receitas sem nunca ficar completamente satisfeita.
Pelo contrário, este pão de alfarroba é delicioso, com uma consistência bastante interessante. Para o confecionar, uso isco de trigo integral, visto que os vestígios de glúten que aí se encontram vão ser destruídos pelo processo de levedação (ver este artigo se quiser saber mais). Mas para quem tem doença celíaca e não quer arriscar, aconselho que se fabrique um isco de trigo sarraceno, usando o processo descrito na receita do isco de centeio do blogue Zine de pão.
Noite do dia anterior:
120 g de isco de trigo integral (ou isco de trigo sarraceno)
200 g de flocos de aveia (certificados sem glúten)
200 ml de água tépida
Moer os flocos de aveia até obter farinha. Juntar a farinha com a água e o isco. Misturar bem, tapar com um saco de plástico e deixar repousar durante a noite.
Manhã do dia seguinte:
100 g de fécula de batata
100 g de farinha de mandioca
25 g de farinha de arroz integral
25 g de farinha de trigo sarraceno
50 g de farinha de alfarroba
10 g de goma xantana
6 g de sal fino
1/2 colher de sopa de mel
3 colheres de sopa de azeite
1 colher de sopa de vinagre de sidra
175 g de água tépida
Juntar as farinhas, a goma xantana e o sal. Misturar e abrir uma cova no meio.
À mistura do dia anterior, juntar o azeite, o vinagre, o mel e a água. Misturar com uma colher de pau.
Juntar as duas misturas. Bater na batedeira profissional com a vareta de amassar à velocidade 2 durante alguns minutos, até a massa ter uma consistência homogénea.
Colocar a massa numa forma de bolo inglês. Tapar com um pano húmido e deixar levedar 7 a 8 horas.
Levar ao forno a 220º durante 15 minutos. Baixar a temperatura para 180º e deixar cozer mais 30 minutos. Desligar o forno, retirar o pão da forma e deixar no forno mais 15 minutos.
O problema dos pães sem glúten é que são muitas vezes demasiado parecidos com bolos, sobretudo quando a receita leva ovos, ou então são demasiado pastosos, porque as farinhas sem glúten não levedam da mesma forma e portanto a massa fica pouco arejada. Às vezes é o sabor que desaponta, quando a combinação das farinhas não funciona tão bem. Testei muitas receitas sem nunca ficar completamente satisfeita.
Pelo contrário, este pão de alfarroba é delicioso, com uma consistência bastante interessante. Para o confecionar, uso isco de trigo integral, visto que os vestígios de glúten que aí se encontram vão ser destruídos pelo processo de levedação (ver este artigo se quiser saber mais). Mas para quem tem doença celíaca e não quer arriscar, aconselho que se fabrique um isco de trigo sarraceno, usando o processo descrito na receita do isco de centeio do blogue Zine de pão.
Noite do dia anterior:
120 g de isco de trigo integral (ou isco de trigo sarraceno)
200 g de flocos de aveia (certificados sem glúten)
200 ml de água tépida
Moer os flocos de aveia até obter farinha. Juntar a farinha com a água e o isco. Misturar bem, tapar com um saco de plástico e deixar repousar durante a noite.
Manhã do dia seguinte:
100 g de fécula de batata
100 g de farinha de mandioca
25 g de farinha de arroz integral
25 g de farinha de trigo sarraceno
50 g de farinha de alfarroba
10 g de goma xantana
6 g de sal fino
1/2 colher de sopa de mel
3 colheres de sopa de azeite
1 colher de sopa de vinagre de sidra
175 g de água tépida
Juntar as farinhas, a goma xantana e o sal. Misturar e abrir uma cova no meio.
À mistura do dia anterior, juntar o azeite, o vinagre, o mel e a água. Misturar com uma colher de pau.
Juntar as duas misturas. Bater na batedeira profissional com a vareta de amassar à velocidade 2 durante alguns minutos, até a massa ter uma consistência homogénea.
Colocar a massa numa forma de bolo inglês. Tapar com um pano húmido e deixar levedar 7 a 8 horas.
Levar ao forno a 220º durante 15 minutos. Baixar a temperatura para 180º e deixar cozer mais 30 minutos. Desligar o forno, retirar o pão da forma e deixar no forno mais 15 minutos.
terça-feira, 28 de março de 2017
Bolo salgado de legumes e banana verde
Tudo começou com seis bananas verdes na fruteira, que depois de 3 semanas não tinham amadurecido. Rendi-me às evidências - as bananas não iam amadurecer. Já me tinha passado pelos olhos o termo "biomassa de banana verde", aparentemente algo muito saudável, mas na verdade não sabia do que se tratava. Fui então pesquisar, com o intuito de fazer algo das minhas bananas verdes.
Descobri que a biomassa é apenas banana verde cozida e triturada em puré, nada mais simples! Tem muitas utilizações e tem propriedades nutricionais muito interessantes, sobretudo porque funciona como um alimento probiótico, cuidando das bactérias do nosso intestino. Também é um alimento interessante para diabéticos, visto que o amido presente na banana verde (que depois se transforma em açúcar quando a banana amadurece) não é absorvido pelo organismo, o que diminui substancialmente o seu índice glicémico. Este amido funciona então como as fibras, trazendo montes de vantagens para o organismo.
Resolvi então pôr mãos à obra, fazer biomassa e usá-la numa receita. Escolhi este bolo salgado de legumes, que ficou delicioso.
Ingredientes:
Biomassa de banana verde
6 bananas verdes
Água qb
Bolo
100 g de farinha de mandioca
110 g de farinha de arroz integral
130 g de amido de milho
3 colheres de sopa bem cheias de biomassa de banana verde
1 colher de chá de fermento
1 colher de chá de goma xantana
4 ovos pequenos
200 ml de leite de soja não adoçado
1 colher de sopa de sementes de linhaça
1 colher de sopa de vinagre de sidra
1 cebola roxa grande
1/2 pimento vermelho
1/2 alho francês (a parte branca)
1 cenoura
3 colheres de sopa de polpa de tomate
1 colher de sopa de folhas de tomilho
Sementes de sésamo e linhaça para polvilhar
Flor de sal
Pimenta
Azeite
Lavar as bananas. Colocá-las na panela de pressão, cobrindo-as com água. Fechar a panela e levar ao lume até levantar pressão. Deixar cozinhar 10 minutos.
Retirar a polpa das bananas ainda quentes e colocar no liquidificador. Acrescentar água e triturar até obter um creme liso. Guardar no frigorífico num frasco bem fechado (pode também congelar-se para usar mais tarde).
Para o bolo, começar por picar finamente a cebola e dourar num fio de azeite. Entretanto, fatiar o pimento, cortar o alho francês às rodelas e a cenoura em meias luas. Acrescentar os legumes à panela, bem como a polpa de tomate e deixar cozinhar em lume brando.
Quando os legumes estiverem bem cozidos, acrescentar o vinagre e temperar com sal, pimenta, tomilho. Reservar.
No liquidificador, bater os ovos, o leite de soja, três colheres de sopa de biomassa de banana verde e três colheres de sopa de azeite.
Numa taça, juntar as farinhas, o fermento, a goma xantana e as sementes de linhaça. Juntar a mistura anterior e misturar com uma colher de pau. Temperar com sal e pimenta.
Adicionar então os legumes e misturar de novo com a colher de pau. Verter a massa numa forma de bolo inglês e salpicar com sementes de sésamo e linhaça.
Levar ao forno a 180º durante 45 minutos.
Descobri que a biomassa é apenas banana verde cozida e triturada em puré, nada mais simples! Tem muitas utilizações e tem propriedades nutricionais muito interessantes, sobretudo porque funciona como um alimento probiótico, cuidando das bactérias do nosso intestino. Também é um alimento interessante para diabéticos, visto que o amido presente na banana verde (que depois se transforma em açúcar quando a banana amadurece) não é absorvido pelo organismo, o que diminui substancialmente o seu índice glicémico. Este amido funciona então como as fibras, trazendo montes de vantagens para o organismo.
Resolvi então pôr mãos à obra, fazer biomassa e usá-la numa receita. Escolhi este bolo salgado de legumes, que ficou delicioso.
Ingredientes:
Biomassa de banana verde
6 bananas verdes
Água qb
Bolo
100 g de farinha de mandioca
110 g de farinha de arroz integral
130 g de amido de milho
3 colheres de sopa bem cheias de biomassa de banana verde
1 colher de chá de fermento
1 colher de chá de goma xantana
4 ovos pequenos
200 ml de leite de soja não adoçado
1 colher de sopa de sementes de linhaça
1 colher de sopa de vinagre de sidra
1 cebola roxa grande
1/2 pimento vermelho
1/2 alho francês (a parte branca)
1 cenoura
3 colheres de sopa de polpa de tomate
1 colher de sopa de folhas de tomilho
Sementes de sésamo e linhaça para polvilhar
Flor de sal
Pimenta
Azeite
Lavar as bananas. Colocá-las na panela de pressão, cobrindo-as com água. Fechar a panela e levar ao lume até levantar pressão. Deixar cozinhar 10 minutos.
Retirar a polpa das bananas ainda quentes e colocar no liquidificador. Acrescentar água e triturar até obter um creme liso. Guardar no frigorífico num frasco bem fechado (pode também congelar-se para usar mais tarde).
Para o bolo, começar por picar finamente a cebola e dourar num fio de azeite. Entretanto, fatiar o pimento, cortar o alho francês às rodelas e a cenoura em meias luas. Acrescentar os legumes à panela, bem como a polpa de tomate e deixar cozinhar em lume brando.
Quando os legumes estiverem bem cozidos, acrescentar o vinagre e temperar com sal, pimenta, tomilho. Reservar.
No liquidificador, bater os ovos, o leite de soja, três colheres de sopa de biomassa de banana verde e três colheres de sopa de azeite.
Numa taça, juntar as farinhas, o fermento, a goma xantana e as sementes de linhaça. Juntar a mistura anterior e misturar com uma colher de pau. Temperar com sal e pimenta.
Adicionar então os legumes e misturar de novo com a colher de pau. Verter a massa numa forma de bolo inglês e salpicar com sementes de sésamo e linhaça.
Levar ao forno a 180º durante 45 minutos.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
Bolachas de aveia, mirtilos e avelãs
Mais uma adaptação de uma receita do BBC Good Food, sempre com boas ideias e receitas a experimentar. Estas bolachas são excelentes para voltar à alimentação regrada - são sem açúcar adicionado, adoçadas com maçã, mirtilos secos e stevia. Ficam muito saborosas e são excelentes para acompanhar a fruta a meio da manhã!
Ingredientes:
50 g de farinha de aveia integral
50 g de farinha de espelta integral
1 colher de chá de stevia branca
1 maçã pequena
50 ml de óleo de sésamo não tostado
30 g de mirtilos secos
40 g de avelãs
2 colheres de sopa de sementes de linhaça
1 pitada de sal
Triturar as sementes de linhaça e hidratar em duas colheres de sopa de água.
Ralar a maçã com casca. Levar ao lume o óleo e a maçã durante alguns minutos até a maçã estar cozinhada.
Juntar as farinhas, a stevia, o sal, os mirtilos e as avelãs partidas em pedaços. Misturar o óleo com a maçã e a linhaça. Mexer bem.
Dispor pequenas porções da massa num tabuleiro untado com papel vegetal. Levar ao forno a 180º durante 20 minutos.
Ingredientes:
50 g de farinha de aveia integral
50 g de farinha de espelta integral
1 colher de chá de stevia branca
1 maçã pequena
50 ml de óleo de sésamo não tostado
30 g de mirtilos secos
40 g de avelãs
2 colheres de sopa de sementes de linhaça
1 pitada de sal
Triturar as sementes de linhaça e hidratar em duas colheres de sopa de água.
Ralar a maçã com casca. Levar ao lume o óleo e a maçã durante alguns minutos até a maçã estar cozinhada.
Juntar as farinhas, a stevia, o sal, os mirtilos e as avelãs partidas em pedaços. Misturar o óleo com a maçã e a linhaça. Mexer bem.
Dispor pequenas porções da massa num tabuleiro untado com papel vegetal. Levar ao forno a 180º durante 20 minutos.
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Tarte de ruibarbo
O ruibarbo não é muito utilizado em Portugal, mas é bastante conhecido em França. Por isso, inspirei-me nesta receita do site Marmiton para confecionar esta tarte bem saborosa, oferecida a amigos que nunca tinham provado este ingrediente!
Ingredientes:
Massa quebrada (adaptada da receita de massa quebrada doce do blogue Petiscos e Miminhos)
150 g de farinha de trigo branca
50 ml de óleo de sésamo
1 ovo pequeno
1 colher de chá de açúcar amarelo
1 pitada de sal
Recheio
Ingredientes:
Massa quebrada (adaptada da receita de massa quebrada doce do blogue Petiscos e Miminhos)
150 g de farinha de trigo branca
50 ml de óleo de sésamo
1 ovo pequeno
1 colher de chá de açúcar amarelo
1 pitada de sal
Recheio
400 g de ruibarbo
2 ovos
125 ml de nata de soja
5 colheres de sopa de açúcar amarelo
Cortar o ruibarbo em pedaços de cerca de 2 centímetros. Juntar duas colheres de sopa de açúcar, misturar e deixar macerar uma hora.
Entretanto, para fazer a massa, juntar a farinha com o açúcar e o sal. Misturar e abrir uma cova no meio.
Abrir o ovo e ir misturando na farinha com um garfo. Adicionar o óleo e continuar a misturar.
Amassar com as mãos durante alguns minutos até obter uma massa de textura homogénea.
Enrolar em película aderente e deixar repousar meia hora.
Estender a massa e forrar uma tarteira. Escorrer o ruibarbo, descartando o líquido, e colocar na forma.
Levar ao forno durante 20 minutos a 200º.
Bater os ovos com a nata e o restante açúcar. Cobrir o ruibarbo com esta mistura e levar ao forno mais 25 minutos, até ficar dourado.
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Queques de alfarroba e maçã
Esta receita saiu da minha cozinha num dia de inspiração e cá em casa gostámos muito do resultado! Espero que experimentem e que se deliciem.
Ingredientes:
15 g de sementes de chia
135 g de farinha de espelta integral
35 g de farinha de alfarroba
2 maçãs pequenas
2 colheres de sopa de mel ou xarope de agave (opcional; omitir se for para bebés)
125 ml de leite de soja
1 colher de sopa de óleo de sésamo
1 colher de chá de aroma de baunilha
1/2 colher de chá de fermento
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
Uma pitada de sal (opcional; omitir se for para bebés)
Ingredientes:
15 g de sementes de chia
135 g de farinha de espelta integral
35 g de farinha de alfarroba
2 maçãs pequenas
2 colheres de sopa de mel ou xarope de agave (opcional; omitir se for para bebés)
125 ml de leite de soja
1 colher de sopa de óleo de sésamo
1 colher de chá de aroma de baunilha
1/2 colher de chá de fermento
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
Uma pitada de sal (opcional; omitir se for para bebés)
Juntar quatro colheres de sopa de água às sementes de chia e reservar.
Juntar as farinhas, o sal, o fermento e o bicarbonato. Envolver bem.
Numa taça, juntar o mel, o leite de soja, o óleo e o aroma de baunilha. Acrescentar as sementes de chia hidratadas e mexer bem.
Juntar a mistura líquida à seca e mexer até obter uma consistência homogénea.
Descaroçar e cortar uma das maçãs em rodelas finas (8 fatias). Picar o restante em pedacinhos pequenos e juntar à massa.
Distribuir a massa pelas formas de queque (rende 8 bolinhos). Colocar uma fatia de maçã no topo de cada um.
Levar ao forno a 180º durante 20 minutos.
Juntar as farinhas, o sal, o fermento e o bicarbonato. Envolver bem.
Numa taça, juntar o mel, o leite de soja, o óleo e o aroma de baunilha. Acrescentar as sementes de chia hidratadas e mexer bem.
Juntar a mistura líquida à seca e mexer até obter uma consistência homogénea.
Descaroçar e cortar uma das maçãs em rodelas finas (8 fatias). Picar o restante em pedacinhos pequenos e juntar à massa.
Distribuir a massa pelas formas de queque (rende 8 bolinhos). Colocar uma fatia de maçã no topo de cada um.
Levar ao forno a 180º durante 20 minutos.
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