Estes mini-muffins são mais uma versão de pequenos salgados que se podem fazer para festas, eventos e reuniões de amigos, evitando os fritos. São muito saborosos e saudáveis!
Ingredientes:
1 cenoura
70 g de azeitonas verdes descaroçadas
75 ml de azeite
125 ml de leite de soja
2 colheres de sopa de sementes de linhaça
135 g de farinha de trigo integral
35 g de farinha de milho
12 g de manjericão fresco
1 colher de chá de fermento
1/2 colher de chá de sal fino
Pimenta
Moer as sementes de linhaça até ficar em farinha. Adicionar cinco colheres de sopa de água e mexer. Reservar.
Ralar a cenoura para uma taça grande. Lavar as azeitonas em várias águas para retirar o excesso de sal e cortar em rodelas e junta à taça, bem como o manjericão picado.
Adicionar o azeite e o leite de soja e mexer com uma colher de pau. Juntar a linhaça e continuar a mexer.
Noutra taça, misturar as farinhas, o fermento, o sal e a pimenta.
Juntar as duas misturas, mexendo com uma colher de pau. Distribuir a massa em formas de mini-muffin e levar ao forno a 180º durante 22 minutos.
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domingo, 3 de agosto de 2014
quarta-feira, 30 de julho de 2014
Grissini semi-integrais
Mais um desafio do Bake The World leva-nos a estes palitos saborosos, que normalmente são servidos nos restaurantes italianos. Parece que a sua origem remonta ao século XVII - o cozinheiro do rei Vittorio Amadero II criou estes palitos porque o rei, devido à sua saúde delicada, não podia comer o miolo do pão. Assim, o cozinheiro criou para ele um pão só com côdea!
Fáceis de fazer, são um bom acompanhamento para a sopinha do jantar. Adaptei a receita do Wild Yeast.
Noite do primeiro dia:
50 g de isco de trigo integral
100 g de farinha de trigo integral
105 g de água tépida
Misturar tudo numa taça de vidro. Tapar com um saco de plástico e deixar repousar à temperatura ambiente durante 10 horas.
Manhã do segundo dia:
Mistura do dia anterior
310 g de farinha de trigo branca
5 g de sal fino
2 colheres de sopa de azeite
100 g de água tépida
1/2 colher de chá de açúcar
Sementes de sésamo qb
Flor de sal qb
Juntar a farinha, o açúcar e o sal e misturar bem. Abrir uma cova no meio.
À mistura do dia anterior, adicionar o azeite e a água. Misturar bem e verter na cova aberta na farinha. Tapar o líquido com a farinha que fica nas extremidades e deixar repousar tapado com um saco de plástico durante 10 minutos.
Bater na batedeira profissional à velocidade 2 durante 6 minutos.
Lavar a taça de vidro usada no dia anterior e untar com azeite. Colocar aí a massa, dando algumas voltas de modo a ficar coberta de óleo. Tapar com o saco de plástico e deixar repousar 3 horas.
Tapar com um pano húmido e deixar levedar 3 horas.
Aquecer o forno a 200º.
Levar ao forno 36 minutos, até dourarem. Desligar o forno e deixar os palitos no seu interior durante mais 15 minutos. Retirar e deixar arrefecer antes de servir.
Fáceis de fazer, são um bom acompanhamento para a sopinha do jantar. Adaptei a receita do Wild Yeast.
Noite do primeiro dia:
50 g de isco de trigo integral
100 g de farinha de trigo integral
105 g de água tépida
Misturar tudo numa taça de vidro. Tapar com um saco de plástico e deixar repousar à temperatura ambiente durante 10 horas.
Manhã do segundo dia:
Mistura do dia anterior
310 g de farinha de trigo branca
5 g de sal fino
2 colheres de sopa de azeite
100 g de água tépida
1/2 colher de chá de açúcar
Sementes de sésamo qb
Flor de sal qb
Juntar a farinha, o açúcar e o sal e misturar bem. Abrir uma cova no meio.
À mistura do dia anterior, adicionar o azeite e a água. Misturar bem e verter na cova aberta na farinha. Tapar o líquido com a farinha que fica nas extremidades e deixar repousar tapado com um saco de plástico durante 10 minutos.
Bater na batedeira profissional à velocidade 2 durante 6 minutos.
Lavar a taça de vidro usada no dia anterior e untar com azeite. Colocar aí a massa, dando algumas voltas de modo a ficar coberta de óleo. Tapar com o saco de plástico e deixar repousar 3 horas.
Dar algumas voltas à massa e dividir em 20 pedaços. Pegar numa das partes e enrolar como se fosse plasticina, de modo a formar uma pauzinho bem fino.
Passar os rolinhos por flor de sal e sésamo e dispor em papel vegetal, fazendo uma prega no papel para os separar entre si.
Repetir o processo até terminar a massa. Verificar que os grissini estão totalmente separados uns dos outros pelo papel vegetal, para não se colarem à medida que levedam.
Tapar com um pano húmido e deixar levedar 3 horas.
Aquecer o forno a 200º.
Levar ao forno 36 minutos, até dourarem. Desligar o forno e deixar os palitos no seu interior durante mais 15 minutos. Retirar e deixar arrefecer antes de servir.
terça-feira, 24 de junho de 2014
Salada de endívias com atum
No Facebook, o Julia and Julie 365 dias com a Bimby desafiou-me a apresentar uma salada para os dias de calor. Tinha no frigorífico duas endívias a piscar-me o olho e resolvi recriar este clássico da cozinha francesa.
Normalmente usadas como entrada, as endívias recheadas são sempre um belo amuse-bouche, porque visualmente é muito bonito, com as folhas das endívias a fazer de barquinhos, que neste caso são recheadas com um saboroso paté de atum e cenoura. Para mim, são excelentes para servir bem fresquinhas, a acompanhar um churrasco, ou numa mesa de petiscos, para ver os jogos de futebol.
Normalmente usadas como entrada, as endívias recheadas são sempre um belo amuse-bouche, porque visualmente é muito bonito, com as folhas das endívias a fazer de barquinhos, que neste caso são recheadas com um saboroso paté de atum e cenoura. Para mim, são excelentes para servir bem fresquinhas, a acompanhar um churrasco, ou numa mesa de petiscos, para ver os jogos de futebol.
Ingredientes:
2 endívias
1 lata de atum ao natural
1 cenoura pequena
6 azeitonas verdes
1 chalota
2 colheres de sopa de polpa de tomate
3 colheres de sopa de maionese
2 colheres de sopa de salsa picada
Sal
Pimenta
Separar as folhas das endívias com cuidado, de modo a não as partir. Quando as folhas começarem a ser muito pequenas, picar finamente o restante. Lavar as folhas e dispor num prato retangular.
Ralar a cenoura e juntar às endívias picadas. Picar as azeitonas e a chalota e juntar também. Adicionar o atum escorrido.
Juntar os restantes ingredientes, temperar com sal e pimenta e distribuir a mistura pelos "barquinhos".
Servir de imediato.
E o prato!
sábado, 21 de junho de 2014
Tarte de endívias e cebolas
Há uns anos atrás, conheci um homem estrangeiro, que entretanto voltou para o seu país de origem; uns tempos mais tarde, nos meandros das redes sociais, recebi uma mensagem de uma pessoa com o mesmo nome, e obviamente pensei que era ele. Encetámos uma conversa "virtual" sobre viagens e lugares que já tínhamos visitado, até eu perceber que afinal não era a pessoa que eu conhecia, mas um desconhecido que nem sequer vinha do mesmo país do primeiro...
Mas como a conversa já tinha rolado, e não havia manobras de "engate" desagradáveis, mantive o contacto esporádico sobre temas inócuos, até surgir o óbvio convite para irmos tomar um copo. Não aceitei o primeiro convite, tentando ao mesmo tempo não ser antipática, mas quando surgiu o segundo convite para uma festa de Halloween no seu apartamento, resolvi aceitar. A morada era perto da minha casa, não tinha nada programado para essa noite, e pensei - o máximo que me pode acontecer é chatear-me e vir-me embora cedo.
Estive até ao momento de sair ainda na dúvida se iria ou não. Afinal, ia a uma festa onde não conhecia ninguém - nem sequer a pessoa que me tinha convidado! Situação inusitada, no mínimo! Como imaginam, acabei por ir (senão não estava a contar esta história).
Quando estamos num lugar onde não conhecemos ninguém, somos obrigados a falar com pessoas desconhecidas, se não queremos ficar num canto a amuar. Meti conversa com algumas pessoas - a mesa estava cheia de coisas boas, e conversar sobre comida é um tema muito fácil para mim! -, outras pessoas meteram conversa comigo, e assim começou uma noite simpática.
Todo o mundo falava inglês, porque as pessoas da festa eram maioritariamente anglo-saxónicas. E de repente, do nada, veio um homem que me pergunta em português com sotaque francês - "então e nós, o que é que vamos falar?". "Podemos falar português" - respondi eu - "sou portuguesa" (resposta que o surpreendeu, porque estávamos num ambiente anglo-saxónico onde só havia mais uma portuguesa para além de mim, e porque fisicamente eu passo bem por uma pessoa de outra nacionalidade).
Começámos a falar, e o resto é história: o momento em que parecia que mais ninguém existia na sala para além de nós os dois, o fim da festa em que ele me pediu o número de telefone, o convite para irmos ver uma exposição ao Museu do Chiado dois dias depois, e o inevitável convite para jantar que se seguiu, que deu início à relação que hoje temos.
Numa festa onde não conhecia ninguém, e onde portanto não era suposto estar, encontrei o homem da minha vida. E o que é mais curioso, é que ele próprio não era suposto estar lá, porque estava com uma constipação de caixão à cova e tinha decidido não sair nessa noite. Só o poder de persuasão de uma amiga sua, a quem ele tinha prometido que iria acompanhá-la a esta festa, fez com que ele saísse de casa - cavalheiro que se preze não falta às promessas feitas a uma dama! (obrigada Marie!)
E este francês que entrou na minha vida com o seu belo sotaque vem da região Le Nord (a tal região dos ch'tis, quem já viu o filme Bem Vindo ao Norte?), onde há uma enorme produção de endívias, pelo que muitos dos pratos regionais utilizam este vegetal.
Por isso, quando no blogue Emile and Lea's Secrets descobri esta tarte salgada vegan, resolvi de imediato experimentar a receita, com algumas adaptações, para responder ao convite do Limited Edition, que todos os sábados publica uma receita saudável, vinda da cozinha dos vizinhos. Claro que a história que liga bem com endívias tinha que ser a história do meu encontro com este ch'ti que se instalou na minha vida.
Espero que gostes, Maria! É uma tarte versátil, que pode servir como entrada ou como prato principal, onde sobressai o gosto delicado das endívias.
PS Moral da história - vão a todas as festas para as quais sejam convidados, mesmo que estejam doentes, mesmo que não vos apeteça, mesmo que não conheçam ninguém, porque nunca se sabe o que pode acontecer!
Ingredientes:
Massa
150 g de farinha de trigo integral
50 g de flocos de aveia
4 colheres de sopa de azeite
5 colheres de sopa de água
2 g de sal fino
Recheio
4 endívias (cerca de 450 g)
3 cebolas
1/2 colher de chá de cominhos
2 colheres de sopa de "nata" de arroz
Azeite
Sal
Pimenta
Começar por preparar a massa, misturando todos os ingredientes secos. Em seguida, adicionar o azeite e misturar com um garfo. Amassar com as mãos, enquanto se vai acrescentando a água, até obter uma consistência homogénea. Amassar durante 5 minutos. Cobrir com película aderente e deixar repousar uma hora no frio.
Cortar as cebolas em meias luas e as endívias em rodelas. Refogar as cebolas num fio de azeite até dourarem. Acrescentar em seguida as endívias, tapar e deixar cozinhar em lume brando durante 20 minutos.
Retirar do lume e temperar com cominhos, sal e pimenta. Envolver a nata de arroz.
Estender a massa numa forma de tarte. Espalhar o recheio por cima e levar ao forno a 200º durante 25 minutos ou até dourar por cima.
Mas como a conversa já tinha rolado, e não havia manobras de "engate" desagradáveis, mantive o contacto esporádico sobre temas inócuos, até surgir o óbvio convite para irmos tomar um copo. Não aceitei o primeiro convite, tentando ao mesmo tempo não ser antipática, mas quando surgiu o segundo convite para uma festa de Halloween no seu apartamento, resolvi aceitar. A morada era perto da minha casa, não tinha nada programado para essa noite, e pensei - o máximo que me pode acontecer é chatear-me e vir-me embora cedo.
Estive até ao momento de sair ainda na dúvida se iria ou não. Afinal, ia a uma festa onde não conhecia ninguém - nem sequer a pessoa que me tinha convidado! Situação inusitada, no mínimo! Como imaginam, acabei por ir (senão não estava a contar esta história).
Quando estamos num lugar onde não conhecemos ninguém, somos obrigados a falar com pessoas desconhecidas, se não queremos ficar num canto a amuar. Meti conversa com algumas pessoas - a mesa estava cheia de coisas boas, e conversar sobre comida é um tema muito fácil para mim! -, outras pessoas meteram conversa comigo, e assim começou uma noite simpática.
Todo o mundo falava inglês, porque as pessoas da festa eram maioritariamente anglo-saxónicas. E de repente, do nada, veio um homem que me pergunta em português com sotaque francês - "então e nós, o que é que vamos falar?". "Podemos falar português" - respondi eu - "sou portuguesa" (resposta que o surpreendeu, porque estávamos num ambiente anglo-saxónico onde só havia mais uma portuguesa para além de mim, e porque fisicamente eu passo bem por uma pessoa de outra nacionalidade).
Começámos a falar, e o resto é história: o momento em que parecia que mais ninguém existia na sala para além de nós os dois, o fim da festa em que ele me pediu o número de telefone, o convite para irmos ver uma exposição ao Museu do Chiado dois dias depois, e o inevitável convite para jantar que se seguiu, que deu início à relação que hoje temos.
Numa festa onde não conhecia ninguém, e onde portanto não era suposto estar, encontrei o homem da minha vida. E o que é mais curioso, é que ele próprio não era suposto estar lá, porque estava com uma constipação de caixão à cova e tinha decidido não sair nessa noite. Só o poder de persuasão de uma amiga sua, a quem ele tinha prometido que iria acompanhá-la a esta festa, fez com que ele saísse de casa - cavalheiro que se preze não falta às promessas feitas a uma dama! (obrigada Marie!)
E este francês que entrou na minha vida com o seu belo sotaque vem da região Le Nord (a tal região dos ch'tis, quem já viu o filme Bem Vindo ao Norte?), onde há uma enorme produção de endívias, pelo que muitos dos pratos regionais utilizam este vegetal.
Por isso, quando no blogue Emile and Lea's Secrets descobri esta tarte salgada vegan, resolvi de imediato experimentar a receita, com algumas adaptações, para responder ao convite do Limited Edition, que todos os sábados publica uma receita saudável, vinda da cozinha dos vizinhos. Claro que a história que liga bem com endívias tinha que ser a história do meu encontro com este ch'ti que se instalou na minha vida.
Espero que gostes, Maria! É uma tarte versátil, que pode servir como entrada ou como prato principal, onde sobressai o gosto delicado das endívias.
PS Moral da história - vão a todas as festas para as quais sejam convidados, mesmo que estejam doentes, mesmo que não vos apeteça, mesmo que não conheçam ninguém, porque nunca se sabe o que pode acontecer!
Ingredientes:
Massa
150 g de farinha de trigo integral
50 g de flocos de aveia
4 colheres de sopa de azeite
5 colheres de sopa de água
2 g de sal fino
Recheio
4 endívias (cerca de 450 g)
3 cebolas
1/2 colher de chá de cominhos
2 colheres de sopa de "nata" de arroz
Azeite
Sal
Pimenta
Começar por preparar a massa, misturando todos os ingredientes secos. Em seguida, adicionar o azeite e misturar com um garfo. Amassar com as mãos, enquanto se vai acrescentando a água, até obter uma consistência homogénea. Amassar durante 5 minutos. Cobrir com película aderente e deixar repousar uma hora no frio.
Cortar as cebolas em meias luas e as endívias em rodelas. Refogar as cebolas num fio de azeite até dourarem. Acrescentar em seguida as endívias, tapar e deixar cozinhar em lume brando durante 20 minutos.
Retirar do lume e temperar com cominhos, sal e pimenta. Envolver a nata de arroz.
Estender a massa numa forma de tarte. Espalhar o recheio por cima e levar ao forno a 200º durante 25 minutos ou até dourar por cima.
O humor ch'ti ("chicon" é o nome dado à endívia nesta região)
sábado, 14 de junho de 2014
Tarte vegetariana à inglesa
Conhecem as "pies" inglesas? Diferentes daquilo que habitualmente chamamos tarte, são constituídas por um guisado de carne com um molho espesso, por cima do qual se coloca uma placa de massa folhada ou quebrada, que, ao ir ao forno, cria uma crosta saborosa.
São normalmente servidas em ramequins individuais, mas claro que também se pode fazer uma boa pot pie de tamanho familiar. É um clássico das refeições do dia-a-dia no mundo anglo-saxónico. Lembro-me sempre do meu primeiro almoço quando cheguei à Austrália, uma bela tarte de vaca e cogumelos, servida num clássico pub australiano.
Na blogosfera, encontrei este versão vegetariana, vinda do Minimalist Baker, que resolvi experimentar.
Ingredientes:
150 g de massa folhada (sem lactose)
1 cebola
2 dentes de alho
2 folhas de louro
60 g de milho
80 g de ervilhas
100 g de couve
1 cenoura (cerca de 160 g)
55 g de farinha de trigo integral
500 ml de caldo de legumes
75 ml de leite de soja
Sal
Pimenta
Azeite
Cortar a couve em juliana e a cenoura em cubinhos. Picar a cebola e os alhos.
Refogar a cebola e os alhos em azeite. Juntar a couve quando a cebola estiver dourada e deixar suar. Quando a couve tiver amolecido, adicionar a farinha e deixar cozinhar alguns minutos, mexendo sempre.
Adicionar gradualmente o caldo de legumes e o louro. Quando começar a fervilhar, juntar o leite.
Esperar que levante fervura novamente e adicionar os restantes legumes. Envolver bem e deixar fervilhar durante 15 minutos. Retirar do lume e descartar as folhas de louro.
Temperar com sal e pimenta e verter a mistura para uma forma quadrada ou distribuir por ramequins individuais. Cobrir com a placa de massa folhada.
Levar ao forno a 220º durante 25 minutos.


São normalmente servidas em ramequins individuais, mas claro que também se pode fazer uma boa pot pie de tamanho familiar. É um clássico das refeições do dia-a-dia no mundo anglo-saxónico. Lembro-me sempre do meu primeiro almoço quando cheguei à Austrália, uma bela tarte de vaca e cogumelos, servida num clássico pub australiano.
Na blogosfera, encontrei este versão vegetariana, vinda do Minimalist Baker, que resolvi experimentar.
Ingredientes:
150 g de massa folhada (sem lactose)
1 cebola
2 dentes de alho
2 folhas de louro
60 g de milho
80 g de ervilhas
100 g de couve
1 cenoura (cerca de 160 g)
55 g de farinha de trigo integral
500 ml de caldo de legumes
75 ml de leite de soja
Sal
Pimenta
Azeite
Cortar a couve em juliana e a cenoura em cubinhos. Picar a cebola e os alhos.
Refogar a cebola e os alhos em azeite. Juntar a couve quando a cebola estiver dourada e deixar suar. Quando a couve tiver amolecido, adicionar a farinha e deixar cozinhar alguns minutos, mexendo sempre.
Adicionar gradualmente o caldo de legumes e o louro. Quando começar a fervilhar, juntar o leite.
Esperar que levante fervura novamente e adicionar os restantes legumes. Envolver bem e deixar fervilhar durante 15 minutos. Retirar do lume e descartar as folhas de louro.
Temperar com sal e pimenta e verter a mistura para uma forma quadrada ou distribuir por ramequins individuais. Cobrir com a placa de massa folhada.
Levar ao forno a 220º durante 25 minutos.
Algumas coisas fantásticas da Austrália (para além da comida)
As paisagens...


As praias...
....e os bichos!
domingo, 8 de junho de 2014
Galettes bretonnes com bacon, rúcula e ovo
Perfeitos para um brunch, estes crepes salgados fazem o sucesso de qualquer pequeno-almoço a dois depois de uma noite bem passada.
Aproveito para participar com esta receita no Brunch de aniversário do Cravo e Canela. A Manuela bem merece uns crepes destes, depois de três anos de trabalho no seu blogue!
Ingredientes:
40 g de farinha de trigo branca
50 g de farinha de trigo integral
2 g de sal
150 ml de água
2 ovos
5 fatias de bacon
1 molho pequeno de folhas de rúcula
Óleo de girassol
Misturar as farinhas e o sal. Juntar a água e bater com uma vara de arames até obter uma mistura homogénea e sem grumos.
Aquecer uma frigideira anti-aderente. Partir as fatias de bacon com as mãos e fritar. Quando começarem a ganhar cor, juntar as folhas de rúcula e deixar cozinhar, mexendo sempre, durante 30 segundos.
Retirar e reservar.
Juntar um fio de óleo à frigideira. Quando estiver bem quente, juntar metade da mistura dos crepes, rodando a frigideira, de modo a que a massa cubra bem o fundo.
Deixar cozinhar dois minutos. Virar e deixar cozinhar mais 30 segundos do outro lado.
No centro do crepe, colocar metade do bacon com rúcula, formando um círculo. No interior do círculo, abrir um ovo. Fechar as laterais do crepe por cima do recheio, deixando a gema à mostra.
Tapar e baixar para lume brando. Deixar cozinhar até a clara do ovo ficar opaca.
Retirar para um prato e reservar, mantendo quente.
Repetir a operação para o segundo crepe.
Aproveito para participar com esta receita no Brunch de aniversário do Cravo e Canela. A Manuela bem merece uns crepes destes, depois de três anos de trabalho no seu blogue!
Ingredientes:
40 g de farinha de trigo branca
50 g de farinha de trigo integral
2 g de sal
150 ml de água
2 ovos
5 fatias de bacon
1 molho pequeno de folhas de rúcula
Óleo de girassol
Misturar as farinhas e o sal. Juntar a água e bater com uma vara de arames até obter uma mistura homogénea e sem grumos.
Aquecer uma frigideira anti-aderente. Partir as fatias de bacon com as mãos e fritar. Quando começarem a ganhar cor, juntar as folhas de rúcula e deixar cozinhar, mexendo sempre, durante 30 segundos.
Retirar e reservar.
Juntar um fio de óleo à frigideira. Quando estiver bem quente, juntar metade da mistura dos crepes, rodando a frigideira, de modo a que a massa cubra bem o fundo.
Deixar cozinhar dois minutos. Virar e deixar cozinhar mais 30 segundos do outro lado.
No centro do crepe, colocar metade do bacon com rúcula, formando um círculo. No interior do círculo, abrir um ovo. Fechar as laterais do crepe por cima do recheio, deixando a gema à mostra.
Tapar e baixar para lume brando. Deixar cozinhar até a clara do ovo ficar opaca.
Retirar para um prato e reservar, mantendo quente.
Repetir a operação para o segundo crepe.
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Folhados de curgete e azeitonas
Uma entrada simples e deliciosa, que faz sempre um vistaço numa mesa de petiscos.
Ingredientes:
230 g de massa folhada
1/2 curgete
1 cebola pequena
2 dentes de alho
12 azeitonas (mistura de pretas e verdes)
50 ml de "nata" de arroz
1 colher de chá de oregãos
Sal
Pimenta
Azeite
Estender a massa folhada em formato retangular. Cortar 9 quadrados, que se dispõem num tabuleiro forrado com papel vegetal untado com azeite.
Picar a cebola e os alhos finamente. Refogar num fio de azeite.
Quando a cebola estiver dourada, adicionar a curgete cortada em cubinhos pequenos. Baixar para lume brando, tapar e deixar cozinhar.
Quando a curgete já estiver quase cozida, adicionar as azeitonas picadas e deixar refogar mais alguns minutos.
Retirar do lume, envolver a "nata" de arroz e temperar com sal, oregãos e pimenta.
Colocar uma colher de chá do recheio no centro de cada quadrado de massa folhada. Fechar com cuidado, unindo bem as pontas. Durante a cozedura as pontas vão descolar-se, fazendo o efeito tipo "galette" que se vê na foto.
Levar ao forno a 200º durante 20 minutos. Servir morno.
Ingredientes:
230 g de massa folhada
1/2 curgete
1 cebola pequena
2 dentes de alho
12 azeitonas (mistura de pretas e verdes)
50 ml de "nata" de arroz
1 colher de chá de oregãos
Sal
Pimenta
Azeite
Estender a massa folhada em formato retangular. Cortar 9 quadrados, que se dispõem num tabuleiro forrado com papel vegetal untado com azeite.
Picar a cebola e os alhos finamente. Refogar num fio de azeite.
Quando a cebola estiver dourada, adicionar a curgete cortada em cubinhos pequenos. Baixar para lume brando, tapar e deixar cozinhar.
Quando a curgete já estiver quase cozida, adicionar as azeitonas picadas e deixar refogar mais alguns minutos.
Retirar do lume, envolver a "nata" de arroz e temperar com sal, oregãos e pimenta.
Colocar uma colher de chá do recheio no centro de cada quadrado de massa folhada. Fechar com cuidado, unindo bem as pontas. Durante a cozedura as pontas vão descolar-se, fazendo o efeito tipo "galette" que se vê na foto.
Levar ao forno a 200º durante 20 minutos. Servir morno.
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Hambúrgueres de favas
Estes hambúrgueres são a receita perfeita para aproveitamento de restos de hummous, dips e patés vegetais. Neste caso, utilizei o resto do paté de favas com endro que publiquei há dias e transformei-o num almoço delicioso. Desafio-vos a experimentar!
Ingredientes:
275 g de paté de favas com endro (ou hummous / paté de grão, de feijão, de lentilhas...)
1 chalota
1 dente de alho
1 cenoura pequena
4 colheres de sopa de farinha integral
1 colher de sopa de sementes de linhaça
Sal
Pimenta
Azeite
Moer as sementes de linhaça no moinho de café até ficarem em pó. Juntar duas colheres de sopa de água, misturar e reservar.
Ralar a cenoura. Picar a chalota e o alho finamente.
Juntar ao paté de favas a cenoura, a chalota, o alho, a linhaça e três colheres de sopa de farinha. Misturar bem e temperar com sal e pimenta.
Num prato de sopa, colocar a restante farinha. Pegar com os dedos em porções de massa e rebolá-las na farinha (rende 12 bolinhas).
Aquecer um fio de azeite numa frigideira anti-aderente. Quando estiver bem quente, colocar quatro ou cinco bolinhas de massa enfarinhada e deixar dourar de um lado. Virar ao contrário e aplastar com cuidado usando uma espátula, deixando dourar o outro lado.
Voltar a virar para dar um tom homogéneo ao primeiro lado e, se necessário, aplastar mais um pouco de modo a ter hambúrgueres bem finos.
Repetir o processo para a massa restante.
Ingredientes:
275 g de paté de favas com endro (ou hummous / paté de grão, de feijão, de lentilhas...)
1 chalota
1 dente de alho
1 cenoura pequena
4 colheres de sopa de farinha integral
1 colher de sopa de sementes de linhaça
Sal
Pimenta
Azeite
Moer as sementes de linhaça no moinho de café até ficarem em pó. Juntar duas colheres de sopa de água, misturar e reservar.
Ralar a cenoura. Picar a chalota e o alho finamente.
Juntar ao paté de favas a cenoura, a chalota, o alho, a linhaça e três colheres de sopa de farinha. Misturar bem e temperar com sal e pimenta.
Num prato de sopa, colocar a restante farinha. Pegar com os dedos em porções de massa e rebolá-las na farinha (rende 12 bolinhas).
Aquecer um fio de azeite numa frigideira anti-aderente. Quando estiver bem quente, colocar quatro ou cinco bolinhas de massa enfarinhada e deixar dourar de um lado. Virar ao contrário e aplastar com cuidado usando uma espátula, deixando dourar o outro lado.
Voltar a virar para dar um tom homogéneo ao primeiro lado e, se necessário, aplastar mais um pouco de modo a ter hambúrgueres bem finos.
Repetir o processo para a massa restante.
terça-feira, 15 de abril de 2014
Cestinhos de massa filo com salmão fumado e ervilhas
Uma entrada deliciosa, fácil de fazer, e que faz um vistaço? Experimentem estes cestinhos de massa filo! O recheio de salmão e ervilhas casa-se maravilhosamente com a mostarda e o estragão e o crocante da massa filo acabada de sair do forno faz o resto do milagre.
Ingredientes:
4 folhas de massa filo
100 g de salmão fumado
120 g de ervilhas cozidas
1 colher de chá de mostarda
1/4 de colher de chá de estragão fresco
1 ovo grande
200 ml de "nata" de arroz
Sal
Pimenta
Bater o ovo ligeiramente. Adicionar a "nata" de arroz, a mostarda e o estragão e misturar bem. Temperar com pimenta e uma pitada de sal.
Picar o salmão em cubinhos. Acrescentar ao creme, juntamente com as ervilhas.
Forrar 9 formas de muffin com um quadrado de papel vegetal e pincelar com azeite.
Abrir as folhas de massa filo e cortar cada folha em 9 quadrados. Colocar duas folhas numa das formas, forrando bem o interior, e pincelar com azeite. Colocar mais duas folhas e voltar a pincelar. Repetir para todas as formas.
Dividir o creme pelas forminhas. Levar ao forno a 200º durante 25 minutos.
Servir imediatamente.
Ingredientes:
4 folhas de massa filo
100 g de salmão fumado
120 g de ervilhas cozidas
1 colher de chá de mostarda
1/4 de colher de chá de estragão fresco
1 ovo grande
200 ml de "nata" de arroz
Sal
Pimenta
Bater o ovo ligeiramente. Adicionar a "nata" de arroz, a mostarda e o estragão e misturar bem. Temperar com pimenta e uma pitada de sal.
Picar o salmão em cubinhos. Acrescentar ao creme, juntamente com as ervilhas.
Forrar 9 formas de muffin com um quadrado de papel vegetal e pincelar com azeite.
Abrir as folhas de massa filo e cortar cada folha em 9 quadrados. Colocar duas folhas numa das formas, forrando bem o interior, e pincelar com azeite. Colocar mais duas folhas e voltar a pincelar. Repetir para todas as formas.
Dividir o creme pelas forminhas. Levar ao forno a 200º durante 25 minutos.
Servir imediatamente.
quinta-feira, 27 de março de 2014
Torricados com cavala em molho de azeitonas e limão
No dia 22 de março, fui ao Mercado 31 de Janeiro, em Lisboa, pelas 10 horas da manhã para participar numa aula de culinária gratuita. "Cozinhar com cavala, o melhor do nosso mar" era o título do evento, conduzido pela Chef Patrícia Borges, da Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar.
Quando me inscrevi através da Junta de Freguesia de Arroios, promotora do evento, e dado que era uma aula gratuita, imaginei que a assistência ficasse apenas a observar a confeção das receitas. Nada disso! A Docapesca chegou-se à frente e forneceu os peixes: umas senhoras cavalas - as verdadeiras cavalonas -, com cerca de dois quilos, que amanhámos, limpámos, cortámos em lombos.
A seguir, observámos e participámos na confeção de duas receitas - canapés de cavala em conserva sobre cama de pasta de azeitonas; e filetes de cavala em molho de limão e alcaparras com arroz carolino com leite de coco.
A cavala (conhecido em inglês como mackerel e em francês maquereau) é um peixe rico em óleos essenciais - como o ómega 3 e o ómega 6 -, vitaminas A, B, C, D e E, antioxidantes e minerais como o cálcio, o ferro, o magnésio, o fósforo e o potássio.
Para além de todos os benefícios que tem para a saúde, apregoa ainda outras importantes vantagens - é uma espécie abundante, que não está ameaçada de extinção como outras que continuamos a comer, vive feliz nas águas portuguesas e é muito barata.
Cereja no topo do bolo - não tem escamas! O que torna o processo de amanhar o peixe muito mais fácil.
Foi um evento bem passado, em que até participou o ator Paulo Pires (as velhotas do mercado ficaram aos pulos!), e numa hora tinha aprendido algumas coisas novas, que me fizeram chegar a casa e confecionar esta entrada.
Para uma versão mais completa deste texto, vejam este post do Portugalize Me.
Ingredientes:
5 fatias de pão de abóbora com sementes
5 lombos de cavala
10 azeitonas verdes
Sumo de um limão grande
80 ml de vinho branco
2 colheres de sopa de farinha de milho
Sal
Pimenta
Azeite
Descaroçar as azeitonas e passar por água duas ou três vezes, para retirar o excesso de sal. Picar em pedacinhos bem pequenos.
Temperar os lombos de cavala com sal e pimenta. Deixar repousar 30 minutos.
Colocar a farinha de milho num prato e passar os lombos, cobrindo completamente o peixe com a farinha.
Aquecer um fundo generoso de azeite numa frigideira pequena. Quando o azeite estiver bem quente, colocar os lombos e deixar dourar de um lado. Quando virar os lombos, acrescentar as azeitonas picadas e o sumo do limão.
Deixar dourar do outro lado. Voltar a virar uma vez de cada lado, retirar - a cavala coze muito rápido, todo o processo dura cerca de 6 minutos - e deixar escorrer sobre papel absorvente.
Entretanto, juntar à frigideira o vinho branco e deixar reduzir em fogo médio-alto, mexendo de vez em quando. Quando o líquido tiver reduzido para metade, retirar do lume e pincelar as fatias de pão com este molho.
Colocar um lombo de cavala em cima de cada fatia de pão; por cima, verter uma colher de sopa de molho, procurando apanhar as azeitonas.
Quando me inscrevi através da Junta de Freguesia de Arroios, promotora do evento, e dado que era uma aula gratuita, imaginei que a assistência ficasse apenas a observar a confeção das receitas. Nada disso! A Docapesca chegou-se à frente e forneceu os peixes: umas senhoras cavalas - as verdadeiras cavalonas -, com cerca de dois quilos, que amanhámos, limpámos, cortámos em lombos.
A seguir, observámos e participámos na confeção de duas receitas - canapés de cavala em conserva sobre cama de pasta de azeitonas; e filetes de cavala em molho de limão e alcaparras com arroz carolino com leite de coco.
A cavala (conhecido em inglês como mackerel e em francês maquereau) é um peixe rico em óleos essenciais - como o ómega 3 e o ómega 6 -, vitaminas A, B, C, D e E, antioxidantes e minerais como o cálcio, o ferro, o magnésio, o fósforo e o potássio.
Para além de todos os benefícios que tem para a saúde, apregoa ainda outras importantes vantagens - é uma espécie abundante, que não está ameaçada de extinção como outras que continuamos a comer, vive feliz nas águas portuguesas e é muito barata.
Cereja no topo do bolo - não tem escamas! O que torna o processo de amanhar o peixe muito mais fácil.
Foi um evento bem passado, em que até participou o ator Paulo Pires (as velhotas do mercado ficaram aos pulos!), e numa hora tinha aprendido algumas coisas novas, que me fizeram chegar a casa e confecionar esta entrada.
Para uma versão mais completa deste texto, vejam este post do Portugalize Me.
Ingredientes:
5 fatias de pão de abóbora com sementes
5 lombos de cavala
10 azeitonas verdes
Sumo de um limão grande
80 ml de vinho branco
2 colheres de sopa de farinha de milho
Sal
Pimenta
Azeite
Descaroçar as azeitonas e passar por água duas ou três vezes, para retirar o excesso de sal. Picar em pedacinhos bem pequenos.
Temperar os lombos de cavala com sal e pimenta. Deixar repousar 30 minutos.
Colocar a farinha de milho num prato e passar os lombos, cobrindo completamente o peixe com a farinha.
Aquecer um fundo generoso de azeite numa frigideira pequena. Quando o azeite estiver bem quente, colocar os lombos e deixar dourar de um lado. Quando virar os lombos, acrescentar as azeitonas picadas e o sumo do limão.
Deixar dourar do outro lado. Voltar a virar uma vez de cada lado, retirar - a cavala coze muito rápido, todo o processo dura cerca de 6 minutos - e deixar escorrer sobre papel absorvente.
Entretanto, juntar à frigideira o vinho branco e deixar reduzir em fogo médio-alto, mexendo de vez em quando. Quando o líquido tiver reduzido para metade, retirar do lume e pincelar as fatias de pão com este molho.
Colocar um lombo de cavala em cima de cada fatia de pão; por cima, verter uma colher de sopa de molho, procurando apanhar as azeitonas.
domingo, 16 de março de 2014
Bolo salgado de curgete, figos e coentros
Uma refeição vegetariana deliciosa, depois de uma tarde bem passada com amigos, que se prolongou, como sempre se prolongam os lanches com bom ambiente. Um vinho branco simpático a acompanhar. E todo o tempo para aproveitar a noite de sábado!
Esta receita foi-me passada por um casal de amigos franceses que vieram passar uns dias a nossa casa no outono passado; simpaticamente, ofereceram-se para fazer o jantar num dia em que eu saía tarde do trabalho, e regalaram-nos com este bolo salgado. Adorei a combinação e resolvi repetir - e partilhar a receita!
Ingredientes:
115 g de farinha de trigo integral
50 g de farinha de trigo branca
2 ovos
60 ml de azeite
60 ml de nata de soja
325 g de curgete
8 figos secos
2 colheres de sopa de coentros picados
1 colher de chá de fermento
Sal
Pimenta
Bater os ovos com o azeite; juntar a nata de soja e continuar a bater. Adicionar os figos picados em pedaços pequenos, a curgete ralada e os coentros. Misturar bem.
Acrescentar as farinhas e o fermento. Envolver com uma colher de pau. Temperar com sal e pimenta.
Colocar numa forma de bolo inglês e levar ao forno a 200º durante 40 minutos.
Servir com salada.
Esta receita foi-me passada por um casal de amigos franceses que vieram passar uns dias a nossa casa no outono passado; simpaticamente, ofereceram-se para fazer o jantar num dia em que eu saía tarde do trabalho, e regalaram-nos com este bolo salgado. Adorei a combinação e resolvi repetir - e partilhar a receita!
Ingredientes:
115 g de farinha de trigo integral
50 g de farinha de trigo branca
2 ovos
60 ml de azeite
60 ml de nata de soja
325 g de curgete
8 figos secos
2 colheres de sopa de coentros picados
1 colher de chá de fermento
Sal
Pimenta
Bater os ovos com o azeite; juntar a nata de soja e continuar a bater. Adicionar os figos picados em pedaços pequenos, a curgete ralada e os coentros. Misturar bem.
Acrescentar as farinhas e o fermento. Envolver com uma colher de pau. Temperar com sal e pimenta.
Colocar numa forma de bolo inglês e levar ao forno a 200º durante 40 minutos.
Servir com salada.
quarta-feira, 5 de março de 2014
Hummous de batata doce
Adoro hummous, adoro batata doce e estou sempre em busca de receitas diferentes. Como é que podia passar por esta receita do The Fitchen sem a experimentar? Faz um dip bastante simpático, servido com vegetais crus ou tostinhas.
Ingredientes:
1 batata doce
1/2 colher de sopa de tahini (pasta de sésamo)
1 colher de sopa de azeite
3 colheres de sopa de sumo de limão
1 colher de chá de paprika picante
Sal
Pimentão doce para polvilhar
Cozer a batata doce aos pedaços em água com um pouco de sal (ou a vapor). Quando estiver cozida, escorrer bem a água.
Colocar a batata no liquidificador, juntar o sumo de limão, o azeite, o tahini, a paprika e uma pitada de sal. Triturar até obter uma mistura homogénea.
Colocar numa taça e provar; acrescentar mais sal ou mais sumo de limão, a gosto. Deixar arrefecer.
No momento de servir, polvilhar com pimentão doce.
Ingredientes:
1 batata doce
1/2 colher de sopa de tahini (pasta de sésamo)
1 colher de sopa de azeite
3 colheres de sopa de sumo de limão
1 colher de chá de paprika picante
Sal
Pimentão doce para polvilhar
Cozer a batata doce aos pedaços em água com um pouco de sal (ou a vapor). Quando estiver cozida, escorrer bem a água.
Colocar a batata no liquidificador, juntar o sumo de limão, o azeite, o tahini, a paprika e uma pitada de sal. Triturar até obter uma mistura homogénea.
Colocar numa taça e provar; acrescentar mais sal ou mais sumo de limão, a gosto. Deixar arrefecer.
No momento de servir, polvilhar com pimentão doce.
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Bolinhos de peixe
Os filetes de cavala em conserva são muito apreciados cá em casa, sobretudo em tostas abertas, para um almoço ligeiro. Mas desta vez, resolvi fazer com eles estes bolinhos de peixe, inspirados numa receita do BBC Good Food. Sabores simples, acompanhados com legumes cozidos ou uma salada, são excelentes para levar para o trabalho.
Ingredientes:
2 latas de filetes de cavala em azeite
4 batatas (equivale a 625 g, pesadas antes de descascar)
1 dente de alho
Sumo e raspa de meio limão
2 colheres de sopa de salsa picada
1 colher de sopa de farinha de trigo integral (ou farinha de arroz, para uma versão sem glúten)
Sal
Pimenta
Descascar e cozer as batatas. Quando estiverem bem cozidas, escorrer e esmagar com um garfo. Deixar arrefecer.
Abrir as latas e escorrer o azeite para uma taça. Reservar.
Com um garfo, desfazer os filetes de cavala. Juntar o sumo e a raspa de meio limão, a salsa picada e o alho picado. Temperar com sal e pimenta.
Juntar as batatas esmagadas e adicionar a farinha. Misturar bem e fazer bolinhos (rende cerca de 10), que se colocam numa travessa. Aplastar ligeiramente com as costas de uma colher.
Aquecer um fio do azeite reservado numa frigideira anti-aderente. Dourar os bolinhos de ambos os lados e servir imediatamente.
Ingredientes:
2 latas de filetes de cavala em azeite
4 batatas (equivale a 625 g, pesadas antes de descascar)
1 dente de alho
Sumo e raspa de meio limão
2 colheres de sopa de salsa picada
1 colher de sopa de farinha de trigo integral (ou farinha de arroz, para uma versão sem glúten)
Sal
Pimenta
Descascar e cozer as batatas. Quando estiverem bem cozidas, escorrer e esmagar com um garfo. Deixar arrefecer.
Abrir as latas e escorrer o azeite para uma taça. Reservar.
Com um garfo, desfazer os filetes de cavala. Juntar o sumo e a raspa de meio limão, a salsa picada e o alho picado. Temperar com sal e pimenta.
Juntar as batatas esmagadas e adicionar a farinha. Misturar bem e fazer bolinhos (rende cerca de 10), que se colocam numa travessa. Aplastar ligeiramente com as costas de uma colher.
Aquecer um fio do azeite reservado numa frigideira anti-aderente. Dourar os bolinhos de ambos os lados e servir imediatamente.
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Mini-tartes de espargos
Porque é que só encontro espargos vindos do Peru? Porque é que não há espargos portugueses à venda, ou de algum outro país um pouco mais próximo? E porque é que são tão caros?
Se não fossem esses factores - a distância que os produtos viajam e o preço -, que já sabemos que estão interligados, provavelmente passaria o tempo a cozinhar e a comer espargos. É que adoro. Mesmo. Ovos mexidos com espargos, esse petisco fantástico do Alentejo. Então se forem espargos selvagens...
Por isso quando compro espargos, faço-os render ao máximo. Desta vez, um molhinho deu para duas receitas que nos deliciaram. E estas mini-tartes de espargos não podiam ser mais simples!
Ingredientes:
150 g de espargos verdes frescos
2 quadrados de massa folhada (sem lactose) com cerca de 12 centímetros de lado
2 colheres de sopa de nata de soja
Sal
Pimenta
Azeite
Colocar água a ferver com uma pitada de sal. Quando estiver a ferver, juntar os espargos e deixar cozer dois minutos. Retirar da água e cortar em pedaços de cerca de 10 centímetros.
Fazer umas caixinhas com a massa folhada, unindo as pontas. Pincelar o fundo com azeite.
Dispor os espargos no interior.
Regar com a nata de soja. Salpicar com sal e pimenta.
Levar ao forno em tabuleiro forrado com papel vegetal durante 20 minutos.
Se não fossem esses factores - a distância que os produtos viajam e o preço -, que já sabemos que estão interligados, provavelmente passaria o tempo a cozinhar e a comer espargos. É que adoro. Mesmo. Ovos mexidos com espargos, esse petisco fantástico do Alentejo. Então se forem espargos selvagens...
Por isso quando compro espargos, faço-os render ao máximo. Desta vez, um molhinho deu para duas receitas que nos deliciaram. E estas mini-tartes de espargos não podiam ser mais simples!
Ingredientes:
150 g de espargos verdes frescos
2 quadrados de massa folhada (sem lactose) com cerca de 12 centímetros de lado
2 colheres de sopa de nata de soja
Sal
Pimenta
Azeite
Colocar água a ferver com uma pitada de sal. Quando estiver a ferver, juntar os espargos e deixar cozer dois minutos. Retirar da água e cortar em pedaços de cerca de 10 centímetros.
Fazer umas caixinhas com a massa folhada, unindo as pontas. Pincelar o fundo com azeite.
Dispor os espargos no interior.
Regar com a nata de soja. Salpicar com sal e pimenta.
Levar ao forno em tabuleiro forrado com papel vegetal durante 20 minutos.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Bolani ou pães recheados com batata e coentros
Uma receita afegã, os bolani são frequentes em festas e celebrações e ficam uma verdadeira delícia! Como a massa não leva fermento, não precisa de levedar, apenas repousa algum tempo para o glúten se formar, e o recheio não podia ser mais simples. A receita veio do Yesim Recipes.
Na Turquia, este tipo de pão é chamado gozleme, mas o recheio usado é diferente - um dos mais conhecidos é a mistura de espinafres com queijo.
Ingredientes:
120 g de farinha de trigo integral
330 g de farinha de trigo branca
10 g de sal fino
1 colher de sopa de azeite
250 ml de água tépida
Recheio
500 g de batatas
3 colheres de sopa de coentros picados
1 cebola pequena
Sal
Pimenta
Juntar as farinhas e o sal numa taça de vidro. Abrir uma cova no meio e colocar o azeite, começando a misturar com a colher de pau.
Ir acrescentando a água aos poucos, misturando sempre. Quando o líquido tiver sido absorvido pela farinha, retirar da taça e amassar durante 10 minutos.
Voltar a colocar a massa na taça, tapar com um pano e deixar repousar 45 minutos.
Entretanto, descascar e cozer as batatas em água com sal. Quando estiverem tenras, escorrer e esmagar grosseiramente. Deixar arrefecer.
Juntar a cebola picada bem fina e os coentros. Temperar com pimenta e com sal, se necessário.
Partir a massa em quatro partes iguais (para obter bolani de tamanho mais pequeno, dividir a massa em 6 ou 8). Estender uma das partes, de modo a obter um círculo da espessura de uma tortilha mexicana.
No centro do círculo, colocar um quarto do recheio. Espalhar em direção a um dos lados; dobrar a metade sem recheio sobre a outra, continuando a espalhar o recheio com os dedos e fechando a extremidade.
Repetir o processo até terminar a massa.
Aquecer um fundo de azeite numa frigideira anti-aderente. Dourar os bolani dois a dois, de um lado e de outro, e servir quente.
Na Turquia, este tipo de pão é chamado gozleme, mas o recheio usado é diferente - um dos mais conhecidos é a mistura de espinafres com queijo.
Ingredientes:
120 g de farinha de trigo integral
330 g de farinha de trigo branca
10 g de sal fino
1 colher de sopa de azeite
250 ml de água tépida
Recheio
500 g de batatas
3 colheres de sopa de coentros picados
1 cebola pequena
Sal
Pimenta
Juntar as farinhas e o sal numa taça de vidro. Abrir uma cova no meio e colocar o azeite, começando a misturar com a colher de pau.
Ir acrescentando a água aos poucos, misturando sempre. Quando o líquido tiver sido absorvido pela farinha, retirar da taça e amassar durante 10 minutos.
Voltar a colocar a massa na taça, tapar com um pano e deixar repousar 45 minutos.
Entretanto, descascar e cozer as batatas em água com sal. Quando estiverem tenras, escorrer e esmagar grosseiramente. Deixar arrefecer.
Juntar a cebola picada bem fina e os coentros. Temperar com pimenta e com sal, se necessário.
Partir a massa em quatro partes iguais (para obter bolani de tamanho mais pequeno, dividir a massa em 6 ou 8). Estender uma das partes, de modo a obter um círculo da espessura de uma tortilha mexicana.
No centro do círculo, colocar um quarto do recheio. Espalhar em direção a um dos lados; dobrar a metade sem recheio sobre a outra, continuando a espalhar o recheio com os dedos e fechando a extremidade.
Repetir o processo até terminar a massa.
Aquecer um fundo de azeite numa frigideira anti-aderente. Dourar os bolani dois a dois, de um lado e de outro, e servir quente.
sábado, 4 de janeiro de 2014
Tostas de cavala com azeitonas
O pão de centeio está a fazer sucesso cá em casa e usamo-lo de várias formas; neste caso, para criar tostas de inspiração dinamarquesa, mas com produtos do mais português que há. Digamos que é um cruzamento luso-escandinavo, que resulta mesmo bem e faz um almoço tardio delicioso no sábado à tarde. Claro que também pode ser usado como entrada ou numa refeição de petiscos.
Ingredientes:
4 fatias de pão de centeio dinamarquês
1 lata de cavalas em conserva
15 folhas de salsa fresca
8 azeitonas verdes
Sal
Pimenta
Torrar o pão ligeiramente.
Abrir a conserva, escorrer o azeite para uma taça. Pincelar generosamente as fatias de pão com este azeite.
Por cima, fazer uma caminha com as folhas de salsa, nas quais se pousam os filetes de cavala.
Cortar as azeitonas às rodelas e distribuir pelas quatro tostas.
Temperar com sal e pimenta e, se desejar, regar com o azeite que sobrar.
Ingredientes:
4 fatias de pão de centeio dinamarquês
1 lata de cavalas em conserva
15 folhas de salsa fresca
8 azeitonas verdes
Sal
Pimenta
Torrar o pão ligeiramente.
Abrir a conserva, escorrer o azeite para uma taça. Pincelar generosamente as fatias de pão com este azeite.
Por cima, fazer uma caminha com as folhas de salsa, nas quais se pousam os filetes de cavala.
Cortar as azeitonas às rodelas e distribuir pelas quatro tostas.
Temperar com sal e pimenta e, se desejar, regar com o azeite que sobrar.
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Tostas de salmão e cogumelos com musse de abacate
No The Fitchen, encontrei esta receita, que não podia ser mais apropriada para o jantar de natal de amigos, para o qual tinha ficado de levar o prato de peixe. Foi um verdadeiro desfile de iguarias, um menu de degustação em que cada um levou um prato, pelo que era fundamental encontrar uma receita de peixe que fosse saborosa e leve. O pão de centeio dinamarquês feito no próprio dia deu-lhe um toque escandinavo!
Fica aqui a sugestão, que também pode ser usada como entrada no jantar de ano novo.
Ingredientes:
8 fatias de pão de centeio dinamarquês
8 fatias de salmão fumado
6 cogumelos brancos
Azeite
Sal
Pimenta
Musse
2 abacates
2 colheres de sopa de maionese light
1 1/2 colher de sopa de sumo de limão
1 colher de chá de sal fino
1 pitada de piri-piri
2 colheres de sopa de manjericão fresco picado
Fazer o molho esmagando a polpa dos abacates com um garfo. Juntar a maionese, o sumo de limão, o manjericão, o sal e o piri-piri.
Fatiar os cogumelos e refogar num fio de azeite. Temperar com sal e pimenta.
Torrar ligeiramente as fatias de pão e pincelar com azeite. Por cima, espalhar algumas fatias de cogumelos.
Colocar a musse de abacate num saco de pasteleiro. Enrolar uma fatia de salmão, formando um cone. Rechear com o creme e dispor por cima dos cogumelos. Repetir até terminar as fatias.
Fica aqui a sugestão, que também pode ser usada como entrada no jantar de ano novo.
Ingredientes:
8 fatias de pão de centeio dinamarquês
8 fatias de salmão fumado
6 cogumelos brancos
Azeite
Sal
Pimenta
Musse
2 abacates
2 colheres de sopa de maionese light
1 1/2 colher de sopa de sumo de limão
1 colher de chá de sal fino
1 pitada de piri-piri
2 colheres de sopa de manjericão fresco picado
Fazer o molho esmagando a polpa dos abacates com um garfo. Juntar a maionese, o sumo de limão, o manjericão, o sal e o piri-piri.
Fatiar os cogumelos e refogar num fio de azeite. Temperar com sal e pimenta.
Torrar ligeiramente as fatias de pão e pincelar com azeite. Por cima, espalhar algumas fatias de cogumelos.
Colocar a musse de abacate num saco de pasteleiro. Enrolar uma fatia de salmão, formando um cone. Rechear com o creme e dispor por cima dos cogumelos. Repetir até terminar as fatias.
domingo, 15 de dezembro de 2013
Paté de tomate seco
No site Vegana, encontrei esta pasta de tomate seco, que resolvi experimentar. Fica um paté vegan com uma consistência e sabor muito agradáveis, excelente para festas. Liga muito bem com as bolachas de água e sal com sementes.
Ingredientes:
100 g de castanha de caju (neutro)
40 g de tomate seco
1 dente de alho
2 colheres de sopa de salsa
1 1/2 colher de sopa de sumo de limão
1 colher de sopa de azeite
Pimenta
Sal
Lavar bem o caju e escorrer. Colocar numa caixa, cobrir com água e tapar. Noutro recipiente, fazer o mesmo com o tomate seco. Levar ambos ao frigorífico pelo menos uma hora.
Passado esse tempo, colocar o caju e metade dos tomates no liquidificador. Juntar o azeite, o limão e cinco colheres de sopa de água. Bater até obter uma pasta homogénea.
Picar o alho e o restante tomate bem fino. Juntar à pasta, bem como a salsa. Temperar com sal e pimenta.
Servir com pão ou bolachas de água e sal sem lactose.
Ingredientes:
100 g de castanha de caju (neutro)
40 g de tomate seco
1 dente de alho
2 colheres de sopa de salsa
1 1/2 colher de sopa de sumo de limão
1 colher de sopa de azeite
Pimenta
Sal
Lavar bem o caju e escorrer. Colocar numa caixa, cobrir com água e tapar. Noutro recipiente, fazer o mesmo com o tomate seco. Levar ambos ao frigorífico pelo menos uma hora.
Passado esse tempo, colocar o caju e metade dos tomates no liquidificador. Juntar o azeite, o limão e cinco colheres de sopa de água. Bater até obter uma pasta homogénea.
Picar o alho e o restante tomate bem fino. Juntar à pasta, bem como a salsa. Temperar com sal e pimenta.
Servir com pão ou bolachas de água e sal sem lactose.
sábado, 19 de outubro de 2013
Bolachas de água e sal com sementes
Esta vem do blogue Roxane's Natural Kitchen (com algumas adaptações, claro!) Foi uma experiência bem sucedida!
Funcionam muito bem como tostas para comer com paté, como acepipe numa festa - por exemplo, barradas com hummous e por cima um toque de doce de tomate. São também excelentes com outros patés vegetais, como este paté de tomate seco.
Ingredientes:
105 g de farinha de trigo integral
130 g de farinha de trigo branca
50 g de farinha de cevada
1 colher de chá de fermento
1 colher de chá de sementes de sésamo
1 colher de chá de sementes de papoila
1 colher de chá de sementes de chia
1/2 colher de chá de sal fino
2 colheres de chá de açúcar branco
1/2 colher de chá de alho em pó
4 colheres de sopa de azeite
120 ml de água
Juntar todos os ingredientes, excetuando os líquidos.
Misturar bem e abrir uma cova no meio. Aí, verter o azeite e a água. Começar a misturar com um garfo.
Quando o líquido tiver sido absorvido, continuar a amassar com as mãos.
Colocar a bola de massa numa taça de vidro e tapar com um pano. Deixar repousar dez minutos.
Colocar duas folhas de película aderente na bancada. Colocar a bola de massa e por cima mais duas folhas de película. Tender com o rolo da massa até atingir a espessura desejada.
Cortar com o cortador de bolachas. Amassar os restos e repetir a operação, até terminar a massa.
Levar ao forno a 190º em tabuleiros forrados com papel vegetal durante 20 minutos.
Funcionam muito bem como tostas para comer com paté, como acepipe numa festa - por exemplo, barradas com hummous e por cima um toque de doce de tomate. São também excelentes com outros patés vegetais, como este paté de tomate seco.
Ingredientes:
105 g de farinha de trigo integral
130 g de farinha de trigo branca
50 g de farinha de cevada
1 colher de chá de fermento
1 colher de chá de sementes de sésamo
1 colher de chá de sementes de papoila
1 colher de chá de sementes de chia
1/2 colher de chá de sal fino
2 colheres de chá de açúcar branco
1/2 colher de chá de alho em pó
4 colheres de sopa de azeite
120 ml de água
Juntar todos os ingredientes, excetuando os líquidos.
Misturar bem e abrir uma cova no meio. Aí, verter o azeite e a água. Começar a misturar com um garfo.
Quando o líquido tiver sido absorvido, continuar a amassar com as mãos.
Colocar a bola de massa numa taça de vidro e tapar com um pano. Deixar repousar dez minutos.
Colocar duas folhas de película aderente na bancada. Colocar a bola de massa e por cima mais duas folhas de película. Tender com o rolo da massa até atingir a espessura desejada.
Cortar com o cortador de bolachas. Amassar os restos e repetir a operação, até terminar a massa.
Levar ao forno a 190º em tabuleiros forrados com papel vegetal durante 20 minutos.
Bolachas de água e sal com hummous e doce de tomate
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Beringela assada no forno
Um snack excelente, vegan e sem glúten, que faz um bom acompanhamento ou um petisco simpático para festas. A receita foi inspirada numa outra do Gourmande in the Kitchen.
Ingredientes:
1 beringela grande
2 colheres de sopa de azeite
2 colheres de sopa de farinha de mandioca
1 colher de sopa de farinha de milho
1/2 colher de chá de cominhos
1/2 colher de chá de sementes de coentros em pó
Uma pitada de piri-piri
Sal
Lavar a beringela e deixar a casca. Cortar em palitos, como se fossem batatas fritas.
Colocar os palitos numa tigela e acrescentar os restantes ingredientes. Envolver bem.
Espalhar os palitos num tabuleiro de ir ao forno untado com papel vegetal, de modo a não ficarem sobrepostos.
Levar ao forno a 200º durante 30 minutos.
Ingredientes:
1 beringela grande
2 colheres de sopa de azeite
2 colheres de sopa de farinha de mandioca
1 colher de sopa de farinha de milho
1/2 colher de chá de cominhos
1/2 colher de chá de sementes de coentros em pó
Uma pitada de piri-piri
Sal
Lavar a beringela e deixar a casca. Cortar em palitos, como se fossem batatas fritas.
Colocar os palitos numa tigela e acrescentar os restantes ingredientes. Envolver bem.
Espalhar os palitos num tabuleiro de ir ao forno untado com papel vegetal, de modo a não ficarem sobrepostos.
Levar ao forno a 200º durante 30 minutos.
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