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terça-feira, 21 de junho de 2016

Bolachas de castanha e Madeira

No Hortus Natural Cooking, vi estas bolachas com vin santo, um vinho doce italiano que, conjugado com farinha de castanha, faz uns apetitosos biscoitos. Resolvi experimentar a receita, com algumas alterações, usando o nosso vinho Madeira.





Ingredientes:

40 g de farinha de espelta
100 g de farinha de trigo branca
40 g de farinha de trigo integral
70 g de farinha de castanha
3 colheres de sopa de mel (ou xarope de agave)
50 g de vinho Madeira
50 g de leite de soja
50 g de óleo de sésamo não tostado (ou outro óleo vegetal de sabor neutro)
1 colher de sopa de essência de baunilha caseira
1 colher de sopa de fermento
1 pitada de sal


Juntar as farinhas, o sal e o fermento. Adicionar o mel, o Madeira, o leite, a baunilha e o óleo.

Misturar tudo até obter uma massa homogénea.

Colocar colheres de chá de massa num tabuleiro forrado com papel vegetal. Levar ao forno a 180º durante 15 - 20 minutos.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Bolo de noz e laranja

Uma receita do Dish by Dish que estava na minha lista há muito tempo para um dia experimentar viu finalmente a luz do dia. Com algumas adaptações, como é costume, faz um bolo sem glúten muito saboroso.




Ingredientes:

80 g de amêndoa com pele
130 g de miolo de noz
35 g de amido de milho
1 colher de chá de fermento
1 pitada de sal
3 ovos
100 g de açúcar mascavado escuro
Raspa e sumo de 1 laranja
50 ml de óleo vegetal



Triturar as amêndoas até obter farinha. Triturar as nozes grosseiramente, deixando pequenos pedaços. Juntar os frutos secos ao amido de milho, à raspa de laranja e ao fermento e misturar.

Bater as gemas com o açúcar até obter um creme. Adicionar o sumo da laranja e o óleo. Bater bem.

Bater as claras em castelo com uma pitada de sal e envolver com cuidado.

Forrar uma forma de fundo amovível com papel vegetal e untar com óleo. Verter a mistura e levar ao forno a 180º durante 35 minutos (fazer o teste do palito, caso ainda não esteja cozido, deixar mais alguns minutos).

Deixar arrefecer antes de desenformar.

domingo, 10 de janeiro de 2016

Bolo de batata doce e coco

Mais um bolinho bem saudável, sem lactose, sem glúten e sem açúcar adicionado. A consistência fica muito gulosa, lembrando um pouco um pudim, e o sabor é de ir ao céu (e voltar para comer uma segunda fatia).




Ingredientes:

4 batatas doces pequenas (cerca de 480 g no total, pesadas com casca)
45 g de farinha de coco
22 tâmaras secas descaroçadas
2 ovos
1 colher de sopa de óleo de coco + qb para untar
1 colher de chá de fermento
1 pitada de sal
Raspa de um limão
1 colher de sopa de mel (opcional para os mais gulosos)


Descascar as batatas doces e cozê-las a vapor.

Demolhar as tâmaras em água quente durante o tempo da cozedura das batatas.

No liquidificador ou processador de alimentos, triturar a batata doce com as tâmaras até obter um creme homogéneo.

Adicionar os ovos, a farinha de coco, o óleo de coco, o fermento, o sal, o mel (se usar) e a raspa de limão. Bater bem.

Forrar uma forma circular com papel vegetal. Untar com óleo de coco.

Verter a massa e levar ao forno a 180º durante 35 minutos.




quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Quadrados de batata doce e pistácio

Sempre que faço o jantar da Consoada em minha casa, procuro aliar os sabores tradicionais a paladares mais exóticos. Os comensais mais conservadores torcem o nariz às inovações, mas eu fico contente de cada vez que, da minha cozinha, saem pratos inusitados.

A associação da batata doce com o pistácio e o cardamomo resulta muito bem para quem, como eu, gosta dos sabores de outras paragens, ao mesmo tempo mantendo algo do tradicional - a nossa batata doce, sempre tão presente na mesa do Natal.





Ingredientes:

3 batatas doces (400 g no total)
5 ovos
150 g de açúcar mascavado escuro
65 g de pistácio descascado
Raspa de 1 limão
60 g de farinha de trigo branca
10 vagens de cardamomo (ou 1/2 colher de cardamomo moído)
1 pitada de sal

Para decorar

Pistácio moído qb
Açúcar dourado


Cozer as batatas doces e reduzir a puré. Misturar com os ovos, a raspa de limão e o açúcar.

Abrir as vagens dos cardomomos e retirar as sementes. Moer no almofariz.

Triturar os pistácios e juntar os mesmos com a farinha, o cardamomo e o sal. Juntar esta mistura ao preparado anterior.

Verter para um tabuleiro retangular forrado com papel vegetal. Colocar em forno pré-aquecido a 180º durante 25 minutos.

Retirar do forno e polvilhar com pistácio moído e açúcar dourado. Deixar amornar e cortar em quadrados.

segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Bolo de cacau, arandos e noz pecã

Tinha guardado esta receita do Chubby Vegan para experimentar um dia que me apetecesse um bolinho. E chegou esse dia!

Fiz algumas alterações para o tornar ainda mais leve e saudável e parece-me que resultou muito bem. Fica um bolo pouco doce, mas cheio de sabor.




Ingredientes:

50 g de arandos desidratados
100 ml de aguardente velha
60 g de noz pecã
35 g de sementes de linhaça
50 ml de água
120 g de tâmaras desidratadas
350 ml de leite de soja
1 colher de sopa de óleo de girassol
225 g de farinha de trigo
8 g de fermento
40 g de cacau magro em pó
1/2 colher de chá de canela



Demolhar os arandos na aguardente e reservar.

Triturar as sementes de linhaça e misturar com 50 ml de água. Mexer bem e reservar.

Demolhar as tâmaras em água acabada de ferver durante alguns minutos.

Quando as tâmaras estiverem amolecidas, escorrer a água e colocá-las no liquidificador, juntamente com o leite de soja. Bater até obter uma consistência homogénea.

Peneirar a farinha, o fermento, o cacau e a canela para uma taça.

Misturar as sementes de linhaça, o óleo de girassol e o creme de tâmaras. Bater até a mistura estar bem incorporada.

Escorrer os arandos, descartando o líquido, e juntar à mistura anterior. Colocar algumas nozes pecã inteiras no fundo da forma de silicone. O restante, partir aos pedaços e juntar à massa.

Misturar bem. Verter a massa na forma. Levar ao forno a 180º durante 35 minutos.

domingo, 25 de outubro de 2015

Crumble de maçã e banana

Esta receita foi inspirada nesta outra do La Cuisine d'Anna et Olivia. Queria fazer uma sobremesa leve mas saborosa e este crumble foi a receita perfeita!





Ingredientes:

1 colher de sopa de pasta de sementes de abóbora (como a manteiga de sementes de girassol que se vê aqui)
3 colheres de sopa de leite de amêndoas
1 colher de sopa de essência de baunilha
35 g de açúcar mascavado escuro
20 g de farinha de arroz
30 g de flocos de aveia (certificados sem glúten, para uma versão sem glúten)
2 maçãs
1/2 banana
100 ml de sidra de maçã
Sementes de abóbora qb


Misturar a pasta de sementes de abóbora com o leite de amêndoas até obter uma mistura homogénea. Adicionar a essência de baunilha e o açúcar e bater bem.

Juntar a farinha de arroz e os flocos de aveia. Reservar.

Cortar as maçãs em lâminas e a banana em rodelas. Distribuir a fruta numa assadeira pequena. Regar com a sidra.

Espalhar a cobertura por cima, cobrindo completamente a fruta. Salpicar com sementes de abóbora.

Levar ao forno a 180º durante 40 minutos.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Musse de manga e laranja

Sou fã do José Avillez há muito anos e sigo agora o seu programa Combinações Improváveis. A maior parte das vezes as receitas não me surpreendem, mas mesmo assim muitas vezes tenho vontade de as experimentar. Esta musse de manga é um clássico; na receita, o moscatel dá o toque improvável.

Como não tinha moscatel em casa, não usei; para além disso, fiz algumas adaptações da minha lavra. No final, adorei a textura desta musse e o seu sabor, que não é demasiado doce. Alguém que provou disse que sabia a banana! Experimentem e julguem por vocês mesmos!




Ingredientes:

2 mangas
100 ml de sumo de laranja
100 g de iogurte de soja
125 g de nata de soja para bater
2 colheres de sopa de mel
3 folhas de gelatina
Sementes de papoila qb


Demolhar a gelatina em água fria.

Cortar metade de uma manga em cubinhos pequenos. Reservar.

Colocar uma manga e meia no liquidificador, juntamente com o mel e o iogurte. Triturar até obter um creme.

Aquecer o sumo de laranja e derreter a gelatina no sumo. Juntar ao liquidificador e continuar a bater.

Bater a nata de soja até ficar consistente. Juntar o puré de manga à nata, envolvendo com cuidado. Distribuir por tacinhas individuais. Por cima, espalhar os cubinhos de manga que se reservou.

Levar ao frio de um dia para o outro. No momento de servir, salpicar com sementes de papoila.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Bolachas de figo e limão

Estas bolachas são pensadas para a dieta diabética. São excelentes para acompanhar a fruta, porque têm muitas fibras e pouco açúcar, e ao mesmo tempo são deliciosas.

Para quem gosta de bolachas mais doces, pode acrescentar açúcar ou adoçante.







Ingredientes:


75 g de figos secos
50 g de passas
300 g de farinha de trigo integral
50 g de farinha de trigo branca
30 g de amido de milho
1 colher de chá de fermento
Raspa de um limão grande
150 ml de azeite
100 ml de vinagre de sidra
1 colher de sopa de stevia (opcional)


Demolhar os figos e as passas em água a ferver durante alguns minutos.

Escorrer e juntá-las ao liquidificador, adicionando também o azeite e o vinagre. Triturar bem.

Numa taça, juntar as farinhas, o fermento, a stevia e a raspa do limão. Misturar com uma colher de pau.

Juntar a mistura do liquidificador. Começar por envolver com a colher de pau e depois amassar com as mãos, até obter uma mistura homogénea.

Moldar pequenas bolinhas que se colocam em tabuleiros forrados com papel vegetal.

Espalmar com um garfo. Levar ao forno a 200º durante 20 minutos ou até ficarem douradas.




domingo, 12 de abril de 2015

Bolachas de laranja sem glúten

Mais um desafio Vamos Fazer Bolachas, lançado pelo Cravo e Canela, que este mês nos propõe bolachas sem glúten.

Não resisto a um bom desafio, portanto resolvi fazer bolachas sem lactose, sem glúten e sem açúcar adicionado! Resultou muito bem, ficam umas bolachas deliciosas, excelentes para acompanhar a fruta do lanche.




Ingredientes:

2 laranjas
2 maçãs
1 ovo
2 colheres de sopa de azeite
140 g de farinha de grão
115 g de fécula de batata
80g de farinha de mandioca
1 colher de sopa de stevia (opcional)
1 colher de chá de fermento
1 colher de chá de vinagre



Numa taça, juntar as farinhas, o fermento, a raspa das duas laranjas e a stevia.

Cozer as maçãs no microondas. Colocar as maçãs cozidas, o sumo das laranjas, o ovo, o vinagre e o azeite no liquidificador e triturar até obter um creme homogéneo.

Juntar o creme à mistura das farinhas e mexer com uma colher de pau.

Levar ao frigorífico durante 3 horas, tapado com película aderente.

Colocar bolinhas de massa em tabuleiros forrados com papel vegetal e achatar ligeiramente com as costas de uma colher.

Levar ao forno a 200º durante 15 minutos, até começarem a dourar.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Bolo de cacau com pera

Estava a apetecer-me um bolinho, mas queria fazer algo com pouco açúcar e poucos hidratos de carbono. Acabei por usar o que tinha em casa para confecionar este bolo vegan, sem açúcar nem gordura adicionados, que fica pouco doce mas muito saboroso.

Por ter baixo índice glicémico, é adaptado a diabéticos.




Ingredientes:

115 g de miolo de amêndoa torrada
105 g de farinha de trigo integral
40 g de cacau magro em pó
3 peras-rocha maduras
250 ml de leite de soja
2 colheres de sopa de stevia
1/2 colher de chá de fermento
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 colher de chá de vinagre de sidra


Descascar as peras. Cortar uma delas em cubinhos. As outras duas, cozer no microondas.

Colocar no liquidificador as peras cozidas, o leite de soja e o vinagre. Triturar.

Triturar a amêndoa até obter farinha.

Juntar a amêndoa triturada com a farinha, o cacau, o fermento, o bicarbonato e a stevia. Adicionar a pêra cortada em cubos e misturar com uma colher de pau.

Juntar a mistura do liquidificador. Misturar bem com a colher de pau.

Verter numa forma de bolo inglês e levar ao forno a 180º durante 30 minutos.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Cookies de banana e noz

Estas bolachas têm muito pouca gordura e não têm açúcar adicionado. São adequadas para diabéticos, para acompanhar a fruta (2 bolachas a acompanhar uma peça de fruta), ou para quem gosta de bolachas pouco doces.




Ingredientes:

2 bananas
1 ovo
4 colheres de sopa de óleo de grainhas de uva
120 g de flocos de aveia
200 g de farinha de trigo integral
50 g de miolo de noz
2 colheres de chá de fermento
1 pitada de flor de sal
1 colher de chá de stevia


Colocar no liquidificador o ovo, a banana e o óleo. Triturar até obter um creme.

Moer os flocos de aveia no moinho de café. Juntar numa taça a aveia, a farinha, o fermento, a stevia e o sal.

Juntar o creme de banana e misturar bem.

Partir as nozes no almofariz em pedaços pequenos e juntar à massa.

Colocar colheres de chá de massa em tabuleiros forrados com papel vegetal. Espalmar com um garfo.

Levar ao forno a 190º durante 16 minutos.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Panda cupcakes

Hoje em dia, estão na moda as festas infantis temáticas. Não sou a favor nem contra, embora não seja muito o meu género. Mas a grande vantagem das festas temáticas é que me dão um impulso criativo extra - e a internet auxilia bastante, claro!

No fim de semana, tivémos a festa da nossa sobrinha, que adora pandas. Portanto, era esse o tema da festa. Para ela, fiz estes cupcakes que ficaram bem mimosos e divertidos. Para além disso, estavam deliciosos, porque não são só os olhos que comem! Neste caso, o site Bakerella deu uma grande ajuda com esta receita.





Ingredientes:

1 chávena de farinha de trigo branca
1/2 chávena de miolo de amêndoa moído
2/3 chávena de cacau magro em pó
1 chávena de açúcar amarelo
1 colher de chá de fermento
1 pitada de sal
2 ovos
1/2 chávena de óleo de grainhas de uva (ou outro óleo vegetal, de preferência puro e prensado a frio)
2/3 chávena de leite de soja
1/2 chávena de água quente
1 colher de chá de essência de baunilha

Decoração

100 ml de nata de soja para bater
1 colher de sopa de açúcar branco
Pasta de açúcar preta qb


Numa taça grande, misturar todos os ingredientes secos.

Noutra taça, juntar os ovos e o óleo e bater. Adicionar o leite de soja e a baunilha e mexer bem.

Juntar uma mistura à outra, envolvendo bem com uma colher de pau. Acrescentar a água quente e continuar a bater.

Verter para formas de queques (rende cerca de 12 - 13 bolinhos) e levar ao forno a 180º durante 23 minutos.

Retirar do forno e deixar amornar antes de desenformar. Deixar arrefecer completamente sobre uma grelha.

Cobrir a bancada de trabalho com película aderente.

Amassar a pasta de açúcar preta e colocar sobre a película. Colocar outra camada de película por cima e estender com o rolo da massa. Cortar círculos pequenos para as orelhas - 24 -, círculos maiores para a mancha dos olhos - 24 - e círculos mais pequenos ainda para o nariz - 12. Com os dedos, fazer bolinhas muito pequenas para os olhos - 24.

Bater a nata de soja com o açúcar branco até formar chantilly. Cobrir os bolinhos com o chantilly usando uma colher ou o saco de pasteleiro com o bico mais largo.

Colocar as orelhas, as manchas dos olhos e os narizes nos lugares. Por cima das manchas dos olhos, fazer uma bolinha com chantilly, usando o bico mais pequeno do saco de pasteleiro. Por cima do chantilly, colocar as bolinhas pretas para os olhos.

Guardar no frigorífico até à hora de servir.



quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Bombons de butterscotch e tangerina

Este Natal, o Da Nossa Cozinha lançou o desafio do Amigo Blogger Secreto e eu resolvi participar. Gosto sempre de temas e de desafios para confecionar novas receitas e achei que esta era uma iniciativa engraçada. Ao ler o regulamento, imaginei que apenas entrariam blogues de cozinha, dado que a prenda para o nosso amigo secreto é uma receita.

Imaginam o meu espanto quando descubro que o meu amigo blogger secreto era o Entre Fraldas e Babetes! Não conhecia este blogue, dado que as minhas viagens na blogosfera contemplam apenas blogues e sites ligados à gastronomia - e este, obviamente pelo nome, é um blogue dedicado a bebés / crianças.

A primeira coisa que achei interessante neste blogue foi a iniciativa Venda Solidária. A ideia é pôr à venda objetos de valor que temos em casa mas que já não usamos e fazer reverter o valor da venda para uma instituição de solidariedade social. Todos os kitchen geeks têm sempre várias máquinas e aparelhos de cozinha que já não estão a uso porque foram substituídos por outros; que tal ganharmos espaço na cozinha e na mesma assentada fazermos um gesto solidário? É só contactar a Cláudia através do email entrefraldasebabetes@gmail.com.

Nas minhas explorações do blogue da Cláudia, percebi também que um dos seus interesses é a comida, nomeadamente as dietas alternativas, como a alimentação vegan. Rapidamente na minha cabeça, comecei a imaginar uma prenda vegan - e como é Natal, tem que haver chocolate.

Foi assim que criei esta receita vegan de bombons de chocolate com butterscotch e tangerina. Espero que gostes Cláudia!





Ingredientes:


Cascas de tangerina cristalizadas (segundo a receita do Tory Avey)

5 tangerinas
1 1/2 chávena de açúcar amarelo
2 colheres de sopa de açúcar branco


Butterscotch (adaptado da receita do Palavas que Enchem a Barriga)

Calda da cristalização das tangerinas
2 colheres de sopa de óleo de coco
80 ml de nata de soja
1 pitada de sal
1 colher de sopa mal cheia de whisky


Bombons

300 g de chocolate preto (sem lactose)
100 ml de nata de soja
2 colheres de sopa de óleo de coco


O ideal é fazer a fruta cristalizada e o butterscotch no dia anterior à confeção dos bombons.

Começar por fazer as cascas de tangerina cristalizadas, partindo as tangerinas ao meio e espremendo o sumo. Reservar o sumo para outras utilizações (ou para beber na hora).

Cortar cada metade ao meio e raspar o interior da casca com uma colher, de modo a retirar a pele esbranquiçada.

Cortar em tiras, que se colocam ao lume numa panela com água. Quando a água levantar fervura, deixar fervilhar durante 30 segundos e escorrer a água. Repetir o processo com água limpa. Este processo vai retirar o sabor amargo das cascas.

Escorrer as cascas segunda vez e deixar no escorredor.

Na panela, colocar quatro chávenas e meia de água limpa e o açúcar amarelo. Levar ao lume, mexendo para dissolver completamente o açúcar na água. Quando começar a levantar fervura, adicionar as cascas e deixar ferver durante 1 hora em lume médio.

Escorrer as cascas, reservando a calda. Colocar as cascas em tabuleiros forrados com papel vegetal, separadas umas das outras e deixar secar à temperatura ambiente.

Ao fim de uma hora, colocar o açúcar branco num prato de sopa. Passar cada casca no açúcar, envolvendo bem. Voltar a colocar as cascas nos tabuleiros e deixar ficar algumas horas até secar completamente. Guardar em frascos de vidro.

Voltar a levar ao lume a calda que se reservou, até começar a caramelizar. Retirar do lume e juntar o óleo de coco, o sal e a nata de soja, mexendo bem.

Voltar a levar ao lume, deixando fervilhar em lume brando durante 5 minutos, não deixando de mexer. Retirar do lume e adicionar o whisky.

Verter o molho para um frasco e guardar no frigorífico até ao momento da utilização. Quanto mais tempo estiver no frio, mais espesso fica, portanto mais facilmente se recheiam os bombons.

Para os bombons, derreter o chocolate com o óleo de coco em banho-maria.

Quando o chocolate estiver derretido, retirar do calor e adicionar a nata de soja. Mexer bem até incorporar completamente.

Com uma colher de chá, forrar as formas de bombons com chocolate, tendo o cuidado de cobrir totalmente os lados das formas. A receita rendeu-me 36 bombons, mas claro que depende do tamanho das formas usadas.

Levar ao congelador durante 10 minutos. Retirar e colocar meia colher de chá de butterscotch no centro do chocolate. Voltar a levar ao congelador durante 10 minutos. Retirar e cobrir com o restante chocolate.

Partir sete cascas de tangerina cristalizada em pedaços pequenos. Colocar dois pedacinhos no topo de casa um dos bombons, pressionando com cuidado com os dedos de modo a ficarem pegados ao chocolate.

Voltar a levar ao congelador mais 10 minutos.

Retirar e guardar no frigorífico até servir.



sábado, 13 de dezembro de 2014

Queques vegan de Natal

Entre migrações e emigrações, movimentações definitivas ou temporárias, idas e vindas de um continente para o outro, o resultado é que a minha família sempre esteve espalhada pelo país e pelo mundo. Ao longo dos anos, as tradições natalícias foram mudando consoante a localização de cada um no momento.

Quando era muito pequena, lembro-me dos natais passados na Beira, com direito a neve e tudo, com a minha família paterna; mais tarde, nos anos que vivemos em Macau, juntávamo-nos a amigos e era um Natal sem família, mas na mesma com animação e afeto; quando voltámos para Portugal, passámos a juntar-nos com os tios, primo e amigos que vivem na zona de Lisboa. Entretanto, o meu primo emigrou para a Austrália, uma dessas amigas tem um marido espanhol, pelo que viajam sempre no dia 25 para Barcelona, e nasceram bebés que vieram alterar o ambiente natalício.

Ao contrário de outras famílias menos "movimentadas", que mantém as mesmas tradições ano após ano, com mais ou menos as mesmas pessoas, o mesmo sítio, as mesmas comidas, apercebo-me ao olhar para trás que a minha família vai recriando as tradições consoante as circunstâncias. Mesmo que um mesmo esquema se mantenha durante anos, não quer dizer que se vai manter assim para sempre. Há sempre um momento em que pode mudar.

As tradições são excelentes porque dão aquele sentimento de conforto e calor, a segurança de sabermos o que vai acontecer e com o que contar, a tranquilidade de não ter que tomar decisões porque já sabemos "que é assim". Mas também podem ser limitativas e sufocantes, se se transformam numa obrigação e se nos impedem de fazer as coisas de uma maneira diferente porque as circunstâncias mudaram.

Mas há coisas que nunca mudam - onde quer que estejamos, as broas de mel e o bolo preto, receitas da minha avó materna, vêm de longe, foram passadas de geração em geração e fazem sempre parte da mesa de Natal. São receitas de família, com um sabor muito especial, que cheiram e sabem a Natal e que deixam sempre toda a gente a salivar ("Já fizeram as broas?"; "Trazes as broas de mel para o jantar de Natal?"; "Vai haver aquele bolo madeirense para a sobremesa?").

E como todos os Natais, este ano vamos fazer as broas e a minha mãe vai fazer o bolo preto para a Consoada e para o dia de Natal. Mas como há sempre margem para mudança, resolvi adaptar a receita deste bolo para criar uns queques vegan, que cheiram e sabem a Natal, mas que já são uma modernização de uma receita bem antiga.

A inspiração veio-me quando a Joana do Palavras que Enchem a Barriga, em colaboração com a Vahiné e a Babel, lançou o desafio dos Queques que Enchem a Alma. O desafio era criar uma receita de queques utilizando produtos Vahiné, contando uma história alusiva ao nosso Natal.

Comecei logo a magicar a receita e fiquei mesmo contente com o resultado. Ficaram uns lindos bolinhos, dentro das forminhas natalícias e decorados com açúcar dourado, o que lhes dá um toque ainda mais festivo. Não sei o que a minha avó diria destes bolinhos, mas as tradições também são para ser quebradas!





Ingredientes:

250 g de farinha de trigo branca
80 g de açúcar mascavado escuro
1 saqueta de açúcar baunilhado Vahiné
2 colheres de sopa de sementes de linhaça
1 colher de chá bem cheia de cacau magro em pó
1 colher de chá de canela
1/2 colher de chá de noz moscada
3/4 colher de chá de cravinho moído
25 g de nozes partidas
25 g de passas
1 colher de chá de fermento
1 colher de chá de bicarbonato de sódio Vahiné
1 pitada de sal
80 ml de mel de cana
100 ml de óleo de girassol
200 ml de leite de soja
Raspa de meio limão pequeno
Açúcar dourado Vahiné qb


Triturar as sementes de linhaça no moinho de café até obter farinha. Misturar com seis colheres de sopa de água e reservar.

Numa taça grande, misturar a farinha, os açúcares, a raspa de limão, as especiarias, os frutos secos, o cacau, o sal, o fermento e o bicarbonato.

Noutra taça, bater as sementes de linhaça, o óleo, o leite de soja e o mel de cana.

Juntar a mistura líquida à seca e bater com uma colher de pau só até obter uma mistura homogénea.

Verter nas formas (rende oito a dez queques) e salpicar com o açúcar dourado. Levar ao forno a 180º durante 23 minutos.



terça-feira, 25 de novembro de 2014

Crumble de ruibarbo e maçã - Desafio Alfabeto Dulce

Adaptado de uma receita de Gordon Ramsay, este crumble é o doce com a qual eu participo no Desafio Alfabeto Dulce, que este mês nos propõe uma sobremesa com fruta.

Ainda por cima, é o primeiro aniversário deste desafio, por isso vamos celebrar com uma edição especial! Daí o número 1 ao lado do crumble.

Aproveito ainda com a mesma receita para me juntar ao grupo Quinze Dias Com..., que esta quinzena nos incentiva a cozinhar receitas deste chef.




Ingredientes:

100 g de ruibarbo
2 maçãs pequenas
12 g de gengibre fresco
50 g de açúcar amarelo
1 colher de sopa de óleo de sésamo
1/2 colher de chá de aguardente velha

Cobertura

35 g de miolo de avelã
40 g de farinha de trigo integral
25 g de açúcar mascavado escuro
1 colher de sopa de óleo de sésamo
1 colher de sopa de leite de soja
1 pitada de canela


Descascar o gengibre e ralar. Descascar as maçãs e cortar em cubos. Cortar o ruibarbo em pedaços de 2 centímetros cada.

Colocar uma panela anti-aderente ao lume com o açúcar amarelo. Quando começar a escurecer, juntar a fruta e envolver. Juntar em seguida o gengibre e deixar cozinhar um minuto, mexendo sempre.

Adicionar o óleo de sésamo e a aguardente velha. Deixar cozinhar sem mexer durante três minutos.

Moer a avelã. Juntar à avelã moída a farinha, a canela e o açúcar mascavado.

Dividir a fruta por dois ramequins individuais, procurando escorrer o líquido que entretanto se formou. Adicionar ao líquido a mistura para o crumble.

Juntar ainda o óleo de sésamo e o leite de soja e mexer até obter uma pasta. Dividir esta pasta pelos dois ramequins e levar ao forno a 200º durante 20 minutos.





sábado, 22 de novembro de 2014

Bolo de clementina, coco e gengibre

Quis usar fruta da época para fazer um bolinho, portanto as clementinas do cabaz da semana foram parar a este bolinho vegan saboroso, juntamente com o coco e o gengibre cristalizado.





Ingredientes:

4 clementinas
30 g de coco ralado
50 g de gengibre cristalizado
100 ml de óleo de girassol
120 g de açúcar mascavado escuro
2 colheres de sopa de sementes de linhaça
190 g de farinha de trigo integral
1 colher de chá de fermento


Ralar a casca de duas clementinas. Espremer as frutas até obter 200 ml de sumo.

Triturar as sementes de linhaça. Adicionar cinco colheres de sopa de água, misturar e reservar.

Bater o sumo com o açúcar, até este se dissolver. Juntar o óleo, o coco, a raspa e o gengibre picado em cubinhos.

Adicionar então a linhaça e continuar a bater.

Acrescentar finalmente a farinha e o fermento e envolver.

Verter numa forma untada com óleo. Levar ao forno a 180º durante 35 minutos.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Bolo de chocolate e batata doce

Mais um bolo sem glúten, quase sem gordura, usando as batatas doces que são abundantes este ano! A batata doce dá a textura sedosa deste bolo, enquanto que o chocolate toma conta do sabor. Fica uma verdadeira delícia, sem ficar demasiado doce.




Ingredientes:

4 ovos
3 batatas doces (cerca de 550 g no total)
1 colher de sopa de óleo de coco
2 colheres de chá de aroma de baunilha
130 g de açúcar amarelo (pode substituir-se por açúcar de coco ou tâmaras trituradas)
1 colher de chá de fermento
1 pitada de sal
170 g de chocolate preto (sem lactose)


Descascar as batatas e cozer em água. Escorrer e colocar no liquidificador, juntamente com os ovos. Triturar até obter um creme de textura homogénea.

Verter para a taça da batedeira. Adicionar a baunilha, o açúcar, o fermento e o sal. Mexer até formar bolhas.

Derreter o chocolate em banho-maria com o óleo.

Acrescentar o chocolate derretido, envolver e verter numa forma untada.

Levar ao forno a 180º durante 45 minutos. Deixar arrefecer antes de desenformar.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Profiteroles sem lactose

Não sou grande fã de profiteroles, porque não acho interessante a massa choux. A sua textura mole, sem contrastes e sem personalidade não me atrai. Mas tenho cá em casa quem se pele por uns bons profiteroles e, de resto, por tudo o que se faz com massa choux: éclairs, réligieuses e companhia.

Em Portugal, não é fácil encontrar profiteroles à maneira francesa; normalmente aparecem recheados com nata (ó sacrilégio!) ou gelado, e nem sempre o chocolate derretido é de grande qualidade. Ora, a receita clássica dos profiteroles manda que sejam recheados com crème patissière de baunilha e que a calda de chocolate seja feita com matéria de qualidade.

Por isso lancei os pés ao caminho e resolvi fazer a minha própria versão de profiteroles o mais próxima possível da versão clássica, mas sem lactose. Usei esta receita do Marmiton como base e cheguei a um resultado bastante respeitável!

Quem gosta, vai adorar. Quem não acha muito interessante, continua a não achar muito interessante, mas vai comê-los com prazer.






Ingredientes:

Massa choux

250 ml de água
15 g de açúcar em pó
75 ml de óleo de girassol
1 pitada de sal
125 g de farinha branca
4 ovos

Creme de baunilha

2 ovos
500 ml de leite de soja
1 vagem de baunilha
70 g de açúcar branco
40 g de amido de milho

Calda de chocolate

100 g de chocolate preto 70% cacau
100 ml de nata de soja
Leite de soja qb


Para o creme, levar ao lume o leite de soja com a vagem de baunilha aberta ao meio.

Entretanto, juntar numa taça os dois ovos com o açúcar. Bater bem com vareta de arames. Juntar então o amido de milho e continuar a bater.

Quando o leite começar a ferver, retirar a vagem de baunilha (que pode ser usada para aromatizar açúcar ou para fazer essência de baunilha caseira) e verter o leite rapidamente sobre a mistura anterior. Mexer bem.

Voltar a levar a lume brando, mexendo sempre, até espessar.

Deixar cozinhar 4 minutos, mexendo sempre. Retirar do lume e deixar arrefecer. Quando estiver morno, passar para uma taça, tapar com película e levar ao frigorífico.

Passar então para a massa, colocando numa panela a água, o óleo, o sal e o açúcar.

Quando a água estiver a ferver, tirar do lume e despejar a farinha toda de uma vez. Mexer vigorosamente com uma colher de pau até o líquido ter sido completamente absorvido.

Voltar a levar ao lume, mexendo sempre, durante 1 minuto. Retirar do lume.

Adicionar um ovo e misturar bem até estar completamente absorvido. Repetir a operação para os restantes ovos, misturando sempre muito bem antes de nova adição.

Forrar um tabuleiro de ir ao forno com papel vegetal. Aí, colocar bolinhas de massa, que se fazem com duas colheres de sopa, ou usando o saco de pasteleiro.

Levar a forno pré-aquecido a 180º durante 45 minutos. Não abrir o forno durante todo o tempo de cozedura.

Retirar do forno e deixar arrefecer.

Quando os profiteroles estiverem completamente frios, fazer uma abertura na base com cuidado. Colocar o creme no saco de pasteleiro e rechear.

Dispor numa travessa e voltar a levar ao frigorífico.

No momento de servir, derreter o chocolate em banho-maria. Quando estiver derretido, adicionar a nata de soja e misturar bem, sempre mantendo o banho-maria. Ir adicionando leite de soja aos poucos até obter a consistência desejada.

Colocar quatro profiteroles no prato e regar com a calda. Servir de imediato.








Aqui o interior

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Petits gâteaux com avelãs

O doce nunca amargou não é verdade? Vale sempre a pena fazer dois petits gâteaux para terminar um jantar romântico ou para um lanche diferente ao domingo. Alterei a receita para a fazer sem glúten, usando a avelã moída para substituir a farinha. O resultado é saborosíssimo!




Ingredientes:

60 g de chocolate preto (sem lactose) + 4 quadrados
1 colher de sopa de óleo de coco
ovo
25 g de açúcar baunilhado
25 g de miolo de avelã
pitada de sal


Derreter os 60 gramas de chocolate em banho-maria, juntamente com o óleo de coco. Os restantes quatro quadrados, partir ao meio.

Moer a avelã até obter farinha.

Bater o ovo com o açúcar e o sal. Misturar a avelã moída. Juntar no final o chocolate derretido.

Untar com óleo de coco duas formas individuais. Colocar duas colheres de sopa em cada forma. Por cima, os pedaços de chocolate. Verter a restante massa, tapando por completo o chocolate sólido.

Levar ao forno a 210 º durante 12 minutos.

Deixar arrefecer ligeiramente, até conseguir manusear. Desenformar e servir ainda quente.

sábado, 25 de outubro de 2014

Speculoos

Cá em Portugal não são muito comuns; aliás, nunca as encontrei à venda. Mas quem vive ou já viveu na Bélgica, na Holanda ou em França, não tem como escapar-lhes - são os speculoos, bolachas deliciosas, cheias de especiarias, oriundas da zona da antiga Flandres. Hoje em dia são também comuns na Alemanha, na altura do Natal.

A primeira vez que o meu companheiro, que é francês, provou a receita de família das broas da Madeira, ficou estupefacto com a sua parecença com estas bolachas da sua infância. De facto, embora os ingredientes não sejam exatamente os mesmos, a presença forte das especiarias e a utilização do mel de cana na Madeira e açúcar de cana em França faz com que ambos os sabores se aproximem. A intensa relação comercial que os portugueses mantinham com os flamengos durante os séculos XV e XVI terá sido responsável desta aparentemente estranha coincidência.

A única adaptação que fiz à receita original foi substituir a manteiga. Cortei-as na sua forma tradicional, ou seja, em retângulos, e com estas bolachas participo no Vamos Fazer Bolachas deste mês, que nos propõe bolachas cortadas. Espreitem o Cravo e Canela para saberem tudo acerca deste desafio!





Ingredientes:

300 g de farinha de trigo branca
200 g de açúcar mascavado escuro (açúcar de cana)
100 ml de óleo de amendoim
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
1/2 colher de chá de sal
1 1/2 colheres de chá de canela
1 colher de chá de gengibre
1/2 colher de chá de erva-doce
6 paus de cravinho
1/2 colher de chá de noz moscada


No almofariz, moer a erva doce e o cravinho. Juntar todas as especiarias e reservar.

Peneirar a farinha e misturar com o sal, o bicarbonato e o açúcar. Adicionar as especiarias.

Juntar o óleo de amendoim e mexer. Amassar com as mãos até obter uma massa lisa. Se necessário, pode acrescentar-se duas ou três colheres de água, mas sem deixar que a massa fique pegajosa.

Enrolar em película aderente e levar ao frigorífico durante 12 horas.

Cobrir a bancada com película aderente. Colocar por cima metade da massa. Cobrir com duas folhas de película e estender a massa com o rolo (evitando assim que fique pegada à bancada ou ao rolo).

Cortar em retângulos, que se vão distribuindo em tabuleiros forrados com papel vegetal.

Repetir para a segunda parte da massa.

Levar ao forno a 160º durante 25 minutos.

Retirar do forno e deixar arrefecer antes de manusear.

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