Estes petiscos indianos são muito apreciados cá em casa, por isso assim que dei com esta receita do Danza de Fogones, não hesitei!
Acompanhados com uma salada, fizeram um almoço delicioso neste sábado preguiçoso, em que o calor voltou em força. Parece que o início do outono trouxe mais alguns dias de verão! Eu agradeço, porque ainda não me sinto preparada para me despedir do verão!
Ingredientes:
1 cebola pequena
1/2 pimento vermelho
1 cenoura
2 batatas pequenas
2 colheres de sopa de coentros picados
1/2 malagueta vermelha
1 colher de chá de cúrcuma
1 colher de chá de cominhos
1/2 colher de chá de sal
35 g de farinha de grão
40 g de farinha de milho
25 g de farinha de arroz
1/2 chávena de água
Azeite qb
Picar finamente a cebola, a malagueta e o pimento. Ralar a cenoura e as batatas. Juntar tudo numa taça, adicionando os coentros.
Juntar as especiarias, o sal e as farinhas. Acrescentar a água e mexer bem com uma colher de pau.
Numa frigideira anti-aderente, aquecer bem o azeite. Juntar colheradas de massa, que se espalmam com uma espátula. Deixar dourar de ambos os lados.
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sábado, 22 de setembro de 2018
sábado, 21 de abril de 2018
Pão recheado com alho francês e azeitonas
Num destes dias de chuva, tinha o miúdo em casa com uma conjuntivite e resolvi ir passear com ele para o Mercado de Arroios, onde há uma zona para crianças com uns brinquedos bem giros. Enquanto lá estávamos, reparei num senhor a fazer algo que me parecia massa de pão e aproximei-me. O senhor, que falava pouco português, disse-me que estava a fazer pão sírio.
Peguei o miúdo ao colo e fui explicando o que estava a fazer; não sei bem o que ele percebeu da minha explicação, mas a verdade é que apontava entusiasmado enquanto o pão cozia naquelas chapas arredondadas e repetia "papa". O senhor disse-me que o pão era só para o restaurante Mezze, não era para venda, mas entretanto um dos senhores que serve no restaurante resolveu oferecer-lhe um pãozinho.
Lá voltámos para casa, o miúdo com um pedaço de pão em cada mão, que ia mordiscando pelo caminho, até despachar o pão quase todo. Resolvi relembrar os bolani, que já aqui publiquei, uma receita afegã bem dentro do espírito deste pão sírio. A partir daí, pensei noutros recheios e noutras possibilidades e foi assim que surgiu este pão recheado com alho francês e azeitonas.
Ingredientes:
60 g de farinha de trigo integral
165 g de farinha de trigo branca
5 g de sal fino
1 colher de sopa mal cheia de azeite
125 ml de água tépida
Recheio
1/2 alho francês
2 colheres de sopa de coentros picados
12 azeitonas verdes
2 colheres de sopa de nata de aveia
Sal
Pimenta
Azeite
Juntar as farinhas e o sal numa taça de vidro. Abrir uma cova no meio e colocar o azeite, começando a misturar com a colher de pau.
Ir acrescentando a água aos poucos, misturando sempre. Quando o líquido tiver sido absorvido pela farinha, retirar da taça e amassar durante 10 minutos.
Voltar a colocar a massa na taça, tapar com um pano e deixar repousar 45 minutos.
Entretanto, picar o alho francês e refogar num fio de azeite.
Juntar as azeitonas picadas bem finas e os coentros. Adicionar a nata de aveia. Temperar com pimenta e com sal, se necessário.
Partir a massa em duas partes iguais. Estender uma das partes, de modo a obter um círculo da espessura de uma tortilha mexicana.
No centro do círculo, colocar metade do recheio. Espalhar em direção a um dos lados; dobrar a metade sem recheio sobre a outra, continuando a espalhar o recheio com os dedos e fechando a extremidade.
Repetir o processo para o segundo pão.
Aquecer um fundo de azeite numa frigideira anti-aderente. Dourar os pães de um lado e de outro e servir quente.
Peguei o miúdo ao colo e fui explicando o que estava a fazer; não sei bem o que ele percebeu da minha explicação, mas a verdade é que apontava entusiasmado enquanto o pão cozia naquelas chapas arredondadas e repetia "papa". O senhor disse-me que o pão era só para o restaurante Mezze, não era para venda, mas entretanto um dos senhores que serve no restaurante resolveu oferecer-lhe um pãozinho.
Lá voltámos para casa, o miúdo com um pedaço de pão em cada mão, que ia mordiscando pelo caminho, até despachar o pão quase todo. Resolvi relembrar os bolani, que já aqui publiquei, uma receita afegã bem dentro do espírito deste pão sírio. A partir daí, pensei noutros recheios e noutras possibilidades e foi assim que surgiu este pão recheado com alho francês e azeitonas.
Ingredientes:
60 g de farinha de trigo integral
165 g de farinha de trigo branca
5 g de sal fino
1 colher de sopa mal cheia de azeite
125 ml de água tépida
Recheio
1/2 alho francês
2 colheres de sopa de coentros picados
12 azeitonas verdes
2 colheres de sopa de nata de aveia
Sal
Pimenta
Azeite
Juntar as farinhas e o sal numa taça de vidro. Abrir uma cova no meio e colocar o azeite, começando a misturar com a colher de pau.
Ir acrescentando a água aos poucos, misturando sempre. Quando o líquido tiver sido absorvido pela farinha, retirar da taça e amassar durante 10 minutos.
Voltar a colocar a massa na taça, tapar com um pano e deixar repousar 45 minutos.
Entretanto, picar o alho francês e refogar num fio de azeite.
Juntar as azeitonas picadas bem finas e os coentros. Adicionar a nata de aveia. Temperar com pimenta e com sal, se necessário.
Partir a massa em duas partes iguais. Estender uma das partes, de modo a obter um círculo da espessura de uma tortilha mexicana.
No centro do círculo, colocar metade do recheio. Espalhar em direção a um dos lados; dobrar a metade sem recheio sobre a outra, continuando a espalhar o recheio com os dedos e fechando a extremidade.
Repetir o processo para o segundo pão.
Aquecer um fundo de azeite numa frigideira anti-aderente. Dourar os pães de um lado e de outro e servir quente.
segunda-feira, 9 de abril de 2018
Pão de beterraba
Temos um bebé cá em casa que adora pão. Fica maluco quando vê pão e repete papa, papa, papa até lhe darmos uma fatia. Por essa razão, os meus pães que costumavam durar uma semana, às vezes até mais, agora duram uns dias. O que significa que voltei a fazer pão com muita regularidade, sobretudo o pão de batata e o de batata doce, que são grandes êxitos de bilheteira cá em casa.
Este pão de beterraba apareceu porque já há muito tempo que andava a pensar que seria uma boa receita. Usei os mesmos princípios dos pães de que falo acima e resultou muito bem. A côdea fica com uma bela cor (embora o tom rosado desapareça da miga com a cozedura) e o pão fica com um levíssimo sabor térreo que nós cá em casa achamos muito agradável. Como se vê pela foto, o bebé adorou e boicotou-me totalmente a sessão fotográfica.
Noite do primeiro dia:
50 g de isco de trigo integral
100 g de farinha de espelta branca (ou farinha de trigo branca)
100 g de água tépida
Misturar tudo numa taça de vidro. Tapar com um saco de plástico e deixar repousar 10 a 12 horas.
Manhã do segundo dia:
Mistura do dia anterior
2 beterrabas
500 g de farinha de espelta branca (ou de trigo branca)
80 g de farinha de espelta integral (ou de trigo integral)
12 g de sal fino
Azeite qb
Descascar e cozer as beterrabas em água. Quando estiverem cozidas, escorrer a água, reservando o líquido.
Triturar as beterrabas com 150 ml da água da cozedura até obter um puré. Deixar arrefecer quase completamente.
Misturar as farinhas e o sal numa outra taça e abrir uma cova no meio.
Quando o puré estiver tépido, juntá-lo à mistura do dia anterior e misturar com uma colher de pau. Verter esta mistura na cova aberta nas farinhas.
Tapar com a farinha que fica nas margens. Tapar com o saco de plástico e deixar repousar 10 minutos.
Bater na batedeira profissional com a vareta de amassar à velocidade 2 durante 7 minutos.
Forrar uma forma retangular com papel vegetal. Verter aí a massa, tapar com um pano húmido e deixar repousar 6 ou 7 horas.
Levar ao forno a 230º durante 15 minutos. Baixar para 200º e deixar cozer mais 30 minutos. Desligar o calor, deixando o pão no interior do forno a terminar de cozer mais 10 minutos.
Retirar do forno e deixar arrefecer antes de fatiar.
Este pão de beterraba apareceu porque já há muito tempo que andava a pensar que seria uma boa receita. Usei os mesmos princípios dos pães de que falo acima e resultou muito bem. A côdea fica com uma bela cor (embora o tom rosado desapareça da miga com a cozedura) e o pão fica com um levíssimo sabor térreo que nós cá em casa achamos muito agradável. Como se vê pela foto, o bebé adorou e boicotou-me totalmente a sessão fotográfica.
Noite do primeiro dia:
50 g de isco de trigo integral
100 g de farinha de espelta branca (ou farinha de trigo branca)
100 g de água tépida
Misturar tudo numa taça de vidro. Tapar com um saco de plástico e deixar repousar 10 a 12 horas.
Manhã do segundo dia:
Mistura do dia anterior
2 beterrabas
500 g de farinha de espelta branca (ou de trigo branca)
80 g de farinha de espelta integral (ou de trigo integral)
12 g de sal fino
Azeite qb
Descascar e cozer as beterrabas em água. Quando estiverem cozidas, escorrer a água, reservando o líquido.
Triturar as beterrabas com 150 ml da água da cozedura até obter um puré. Deixar arrefecer quase completamente.
Misturar as farinhas e o sal numa outra taça e abrir uma cova no meio.
Quando o puré estiver tépido, juntá-lo à mistura do dia anterior e misturar com uma colher de pau. Verter esta mistura na cova aberta nas farinhas.
Tapar com a farinha que fica nas margens. Tapar com o saco de plástico e deixar repousar 10 minutos.
Bater na batedeira profissional com a vareta de amassar à velocidade 2 durante 7 minutos.
Forrar uma forma retangular com papel vegetal. Verter aí a massa, tapar com um pano húmido e deixar repousar 6 ou 7 horas.
Levar ao forno a 230º durante 15 minutos. Baixar para 200º e deixar cozer mais 30 minutos. Desligar o calor, deixando o pão no interior do forno a terminar de cozer mais 10 minutos.
Retirar do forno e deixar arrefecer antes de fatiar.
terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
Muffins de alperce e maçã
Mais uns bolinhos sem açúcar que foram muito apreciados cá em casa!
Ingredientes:
8 alperces secos
1 maçã
4 colheres de sopa de azeite
100 ml de leite de arroz
65 g de flocos de aveia integrais
50 g de farinha de espelta integral
1 colher de sopa de sementes de linhaça
1 colher de chá de fermento
1/4 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 colher de chá de vinagre de sidra
Demolhar os alperces em água a ferver durante 20 minutos. Triturar as sementes de linhaça e os flocos de aveia até obter farinha.
No liquidificador, triturar os alperces e a maçã descascada com o vinagre e o azeite. Ir acrescentando o leite de arroz até obter um creme.
Numa taça, juntar as farinhas, as sementes trituradas, o fermento e o bicarbonato. Juntar o creme e bater com uma colher de pau.
Distribuir em formas de muffin ou mini-muffin e levar ao forno a 180º até ficarem dourados (cerca de 25 minutos para os muffins e 15 minutos para a versão mini).
Ingredientes:
8 alperces secos
1 maçã
4 colheres de sopa de azeite
100 ml de leite de arroz
65 g de flocos de aveia integrais
50 g de farinha de espelta integral
1 colher de sopa de sementes de linhaça
1 colher de chá de fermento
1/4 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 colher de chá de vinagre de sidra
Demolhar os alperces em água a ferver durante 20 minutos. Triturar as sementes de linhaça e os flocos de aveia até obter farinha.
No liquidificador, triturar os alperces e a maçã descascada com o vinagre e o azeite. Ir acrescentando o leite de arroz até obter um creme.
Numa taça, juntar as farinhas, as sementes trituradas, o fermento e o bicarbonato. Juntar o creme e bater com uma colher de pau.
Distribuir em formas de muffin ou mini-muffin e levar ao forno a 180º até ficarem dourados (cerca de 25 minutos para os muffins e 15 minutos para a versão mini).
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018
Macarrão com molho de brócolos
Mais uma receita de massa que fez imenso sucesso cá em casa, inclusivamente junto do bebé. Já com 16 meses, tem as suas ideias bem claras acerca do que gosta e do que não gosta. Mas também como qualquer bebé, tem dias que lhe apetece umas coisas e outros que parece que odeia o mesmo alimento que comeu deliciado no dia anterior...
É um mistério que tento perceber. No entretanto, vou fazendo diferentes tipos de massa com diferentes tipos de molho, porque de um modo geral esta é uma aposta certa!
Ingredientes:
Macarrão de aveia
1 molho de brócolos
1 cebola roxa pequena
1 colher de sopa de mostarda
2 colheres de sopa de azeite
1/2 limão (raspa e sumo)
1/2 colher de chá de alho em pó
1/2 colher de chá de tomilho fresco
50 ml de nata de aveia
Sal
Salsa picada qb
Dividir os brócolos em raminhos e cortar a cebola em pedaços. Misturar com a mostarda e o azeite. Temperar com sal e pimenta e levar ao forno a 210º durante 25 minutos.
Colocar esta mistura no liquidificador, juntamente com os restantes ingredientes (menos o macarrão). Triturar.
Cozer a massa em água abundante. Acrescentar 2 a 3 conchas de sopa da água de cozedura da massa ao molho de brócolos (ir juntando até obter a textura de um creme).
Misturar a massa com o molho e salpicar com salsa picada.
É um mistério que tento perceber. No entretanto, vou fazendo diferentes tipos de massa com diferentes tipos de molho, porque de um modo geral esta é uma aposta certa!
Ingredientes:
Macarrão de aveia
1 molho de brócolos
1 cebola roxa pequena
1 colher de sopa de mostarda
2 colheres de sopa de azeite
1/2 limão (raspa e sumo)
1/2 colher de chá de alho em pó
1/2 colher de chá de tomilho fresco
50 ml de nata de aveia
Sal
Salsa picada qb
Dividir os brócolos em raminhos e cortar a cebola em pedaços. Misturar com a mostarda e o azeite. Temperar com sal e pimenta e levar ao forno a 210º durante 25 minutos.
Colocar esta mistura no liquidificador, juntamente com os restantes ingredientes (menos o macarrão). Triturar.
Cozer a massa em água abundante. Acrescentar 2 a 3 conchas de sopa da água de cozedura da massa ao molho de brócolos (ir juntando até obter a textura de um creme).
Misturar a massa com o molho e salpicar com salsa picada.
quarta-feira, 15 de novembro de 2017
Pão de kamut, espelta e centeio
Numa tentativa de reduzir ao mínimo o consumo de trigo, devido a todos os malefícios que têm vindo a lume associados com este cereal, comecei a fazer experiências com novas receitas de pão.
A espelta e o kamut são dois tipos de trigo antigo, que não foram sujeitos às transformações, manipulações e processamento do trigo comum. Por essa razão, são mais interessantes do ponto de vista nutritivo e não estão associados a patologias inflamatórias e outras, como parece estar o trigo normal. E ao mesmo tempo, contém glúten (em menor quantidade do que o trigo, mas ainda assim está presente), por isso fazem um processo de levedação perfeitamente semelhante ao normal. Assim conseguimos continuar a comer pão a saber a pão!
Noite do dia anterior:
50 g de isco de trigo integral
100 g de farinha de espelta integral
100 g de água tépida
Misturar tudo numa taça e tapar com um pano. Deixar repousar à temperatura ambiente durante 10 a 12 horas.
Manhã do próprio dia
Mistura do dia anterior
100 g de farinha de kamut
100 g de farinha de centeio integral
300 g de farinha de espelta branca
210 g de água tépida
8 g de sal fino
1 colher de chá de açúcar de cana integral
Juntar as farinhas e o sal numa taça e misturar. Abrir uma cova no meio.
Juntar a água e o açúcar à mistura do dia anterior. Mexer bem e verter na cova aberta nas farinhas.
Deixar repousar tapado com um pano alguns minutos.
Bater na batedeira profissional com a vareta de amassar em velocidade 2 durante 8 minutos. Em alternativa, pode amassar-se à mão.
Colocar a massa numa taça untada com azeite. Cobrir com um pano e deixar levedar durante 4 horas.
Dar umas voltas à massa e formar uma bola, que se coloca num tabuleiro de ir ao forno forrado com papel vegetal. Tapar com um pano húmido e deixar levedar mais 4 horas.
Aquecer o forno a 230º e colocar água num tabuleiro fundo, na parte inferior do forno. Quando o forno estiver bem quente, dar dois cortes em cruz na superfície da massa e levar ao forno durante 15 minutos.
Findo esse tempo, baixar a temperatura para 200º e deixar cozer mais 25 minutos. Desligar o forno e deixar o pão dentro do forno mais 15 minutos.
A espelta e o kamut são dois tipos de trigo antigo, que não foram sujeitos às transformações, manipulações e processamento do trigo comum. Por essa razão, são mais interessantes do ponto de vista nutritivo e não estão associados a patologias inflamatórias e outras, como parece estar o trigo normal. E ao mesmo tempo, contém glúten (em menor quantidade do que o trigo, mas ainda assim está presente), por isso fazem um processo de levedação perfeitamente semelhante ao normal. Assim conseguimos continuar a comer pão a saber a pão!
Noite do dia anterior:
50 g de isco de trigo integral
100 g de farinha de espelta integral
100 g de água tépida
Misturar tudo numa taça e tapar com um pano. Deixar repousar à temperatura ambiente durante 10 a 12 horas.
Manhã do próprio dia
Mistura do dia anterior
100 g de farinha de kamut
100 g de farinha de centeio integral
300 g de farinha de espelta branca
210 g de água tépida
8 g de sal fino
1 colher de chá de açúcar de cana integral
Juntar as farinhas e o sal numa taça e misturar. Abrir uma cova no meio.
Juntar a água e o açúcar à mistura do dia anterior. Mexer bem e verter na cova aberta nas farinhas.
Deixar repousar tapado com um pano alguns minutos.
Bater na batedeira profissional com a vareta de amassar em velocidade 2 durante 8 minutos. Em alternativa, pode amassar-se à mão.
Colocar a massa numa taça untada com azeite. Cobrir com um pano e deixar levedar durante 4 horas.
Dar umas voltas à massa e formar uma bola, que se coloca num tabuleiro de ir ao forno forrado com papel vegetal. Tapar com um pano húmido e deixar levedar mais 4 horas.
Aquecer o forno a 230º e colocar água num tabuleiro fundo, na parte inferior do forno. Quando o forno estiver bem quente, dar dois cortes em cruz na superfície da massa e levar ao forno durante 15 minutos.
Findo esse tempo, baixar a temperatura para 200º e deixar cozer mais 25 minutos. Desligar o forno e deixar o pão dentro do forno mais 15 minutos.
sexta-feira, 20 de outubro de 2017
Paté de beringela e pimento
Esta receita grega chegou-me através da Saveur e experimentei-a pela primeira vez num piquenique de verão. Achei que era uma excelente receita também para uma festa, para barrar no pão ou para comer com palitos de cenoura crua.
O nome grego é melintzanosalata e vem da região de Kea, havendo várias versões, com ou sem cebola, com ou sem iogurte, etc. Esta versão que vos apresento é vegan e bem simples - mas o resultado é espantoso!
Ingredientes:
1 beringela grande
1 pimento verde pequeno
1/2 molho de salsa
2 dentes de alho
60 ml de azeite
1 colher de sopa de vinagre de sidra
Sal
Pimenta
Picar a beringela com um garfo e cozer no forno durante 45 minutos, até ficar murcha.
Retirar a pele e colocar no liquidificador.
Picar o pimento e levar a cozinhar no azeite em lume brando durante 15 minutos.
Juntar à beringela, juntamente com a salsa, o alho e o vinagre. Triturar até obter uma mistura homogénea.
Verter para uma taça e temperar com sal e pimenta. Servir morno ou frio.
O nome grego é melintzanosalata e vem da região de Kea, havendo várias versões, com ou sem cebola, com ou sem iogurte, etc. Esta versão que vos apresento é vegan e bem simples - mas o resultado é espantoso!
Ingredientes:
1 beringela grande
1 pimento verde pequeno
1/2 molho de salsa
2 dentes de alho
60 ml de azeite
1 colher de sopa de vinagre de sidra
Sal
Pimenta
Picar a beringela com um garfo e cozer no forno durante 45 minutos, até ficar murcha.
Retirar a pele e colocar no liquidificador.
Picar o pimento e levar a cozinhar no azeite em lume brando durante 15 minutos.
Juntar à beringela, juntamente com a salsa, o alho e o vinagre. Triturar até obter uma mistura homogénea.
Verter para uma taça e temperar com sal e pimenta. Servir morno ou frio.
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sexta-feira, 21 de julho de 2017
Panquecas de abacate e mirtilos
Resolvi adaptar esta receita do Running to the Kitchen, que resultou numas panquecas bem fofas, que fazem um excelente pequeno-almoço para pequenos e crescidos. É uma boa forma de comer abacate para quem não aprecia muito este fruto, mas quer introduzi-lo na alimentação devido às suas propriedades bem saudáveis. O sabor dilui-se e só se adivinha a sua presença pela consistência sedosa destas panquecas.
Cá em casa, o bebé, agora com nove meses, adora fruta, mas não é louco por abacate. Assim, come a sua dose de abacate com satisfação.
Ingredientes:
1 banana bem madura
2 abacates pequenos bem maduros
1 colher de sopa de óleo de coco + qb para pincelar a frigideira
1 colher de sopa de sementes de linhaça
120 g de farinha de espelta integral
1 colher de chá de fermento
100 ml de leite de arroz
90 g de mirtilos (frescos ou congelados)
Começar por moer as sementes de linhaça. Colocar numa taça e misturar duas colheres de sopa de água. Reservar.
Com um garfo, esmagar a banana e o abacate. Juntar o óleo de coco e as sementes de linhaça e misturar.
Adicionar a farinha e o fermento. Juntar o leite de arroz e misturar bem.
No final, envolver os mirtilos.
Pincelar uma frigideira anti-aderente com óleo de coco e colocar colheres de sopa com algum espaço entre elas. Cozinhar dois dois lados e repetir até acabar a massa.
Rende 10 panquecas pequenas.
Cá em casa, o bebé, agora com nove meses, adora fruta, mas não é louco por abacate. Assim, come a sua dose de abacate com satisfação.
Ingredientes:
1 banana bem madura
2 abacates pequenos bem maduros
1 colher de sopa de óleo de coco + qb para pincelar a frigideira
1 colher de sopa de sementes de linhaça
120 g de farinha de espelta integral
1 colher de chá de fermento
100 ml de leite de arroz
90 g de mirtilos (frescos ou congelados)
Começar por moer as sementes de linhaça. Colocar numa taça e misturar duas colheres de sopa de água. Reservar.
Com um garfo, esmagar a banana e o abacate. Juntar o óleo de coco e as sementes de linhaça e misturar.
Adicionar a farinha e o fermento. Juntar o leite de arroz e misturar bem.
No final, envolver os mirtilos.
Pincelar uma frigideira anti-aderente com óleo de coco e colocar colheres de sopa com algum espaço entre elas. Cozinhar dois dois lados e repetir até acabar a massa.
Rende 10 panquecas pequenas.
terça-feira, 13 de junho de 2017
Panquecas de banana, aveia e mandioca
Esta é a minha primeira receita para crianças. Na verdade, não é exatamente - já aqui publiquei estas trufas de cacau e feijão preto, a pensar nas crianças diabéticas, ou estes biscoitos de cenoura e chocolate, baseados nas minhas memórias de infância. Mas hoje publico a minha primeira receita para o meu filho, que tem agora oito meses e começou aos seis meses a diversificação alimentar.
Queria muito amamentar exclusivamente até aos seis meses e consegui fazê-lo. Mas estava cheia de vontade de começar a dar outro tipo de alimentos ao bebé e portanto, assim que ele começou a mostrar curiosidade pela nossa comida, comecei a deixá-lo provar algumas coisas. Mas só quando fez seis meses é que começámos realmente a dar-lhe comida, seguindo o método do Baby Led Weaning. No papa for you today!
Este método de introdução aos alimentos é muito divertido e é impressionante ver a rapidez com que o bebé aprendeu a lidar com os sólidos. Em duas semanas, passámos de uma fase em que ele deitava quase tudo para o chão, engasgava-se de vez em quando, desfazia as coisas nas mãos sem as conseguir pôr na boca, para uma outra fase em que come quase tudo o que apanha, com muito menos desperdício, e já não se engasga.
É um prazer vê-lo comer sozinho, explorar as texturas e os sabores, escolher o que lhe agrada mais. E assim podemos comer juntos, em família!
Estas panquecas servem de pequeno-almoço para o pequeno, cortadas em tiras e acompanhadas com fruta (morangos, cerejas e nêsperas são o top 3 do senhor), mas também fazem um excelente pequeno-almoço para adultos, com umas fatias de banana e umas avelãs partidas ou então com coco ralado e um fio de xarope de agave.
Ingredientes:
1 banana bem madura
40 g de farinha de mandioca
65 g de flocos de aveia (certificados sem glúten, para uma versão sem glúten)
1 colher de sopa de sementes de chia
1 colher de sopa de vinagre de sidra
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
Óleo de coco qb
Triturar as sementes de chia e juntar duas colheres de água. Misturar e reservar.
Moer os flocos de aveia até obter farinha-
Esmagar a banana com um garfo. Juntar o vinagre, o bicarbonato e as sementes de chia. Adicionar as farinhas e meia chávena de água e misturar.
Pincelar uma frigideira com óleo de coco. Juntar uma colher de sopa de massa e alisar com a colher ou uma espátula. Dourar de um lado, virar, espalmar com a espátula e dourar do outro.
Queria muito amamentar exclusivamente até aos seis meses e consegui fazê-lo. Mas estava cheia de vontade de começar a dar outro tipo de alimentos ao bebé e portanto, assim que ele começou a mostrar curiosidade pela nossa comida, comecei a deixá-lo provar algumas coisas. Mas só quando fez seis meses é que começámos realmente a dar-lhe comida, seguindo o método do Baby Led Weaning. No papa for you today!
Este método de introdução aos alimentos é muito divertido e é impressionante ver a rapidez com que o bebé aprendeu a lidar com os sólidos. Em duas semanas, passámos de uma fase em que ele deitava quase tudo para o chão, engasgava-se de vez em quando, desfazia as coisas nas mãos sem as conseguir pôr na boca, para uma outra fase em que come quase tudo o que apanha, com muito menos desperdício, e já não se engasga.
É um prazer vê-lo comer sozinho, explorar as texturas e os sabores, escolher o que lhe agrada mais. E assim podemos comer juntos, em família!
Estas panquecas servem de pequeno-almoço para o pequeno, cortadas em tiras e acompanhadas com fruta (morangos, cerejas e nêsperas são o top 3 do senhor), mas também fazem um excelente pequeno-almoço para adultos, com umas fatias de banana e umas avelãs partidas ou então com coco ralado e um fio de xarope de agave.
Ingredientes:
1 banana bem madura
40 g de farinha de mandioca
65 g de flocos de aveia (certificados sem glúten, para uma versão sem glúten)
1 colher de sopa de sementes de chia
1 colher de sopa de vinagre de sidra
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
Óleo de coco qb
Triturar as sementes de chia e juntar duas colheres de água. Misturar e reservar.
Moer os flocos de aveia até obter farinha-
Esmagar a banana com um garfo. Juntar o vinagre, o bicarbonato e as sementes de chia. Adicionar as farinhas e meia chávena de água e misturar.
Pincelar uma frigideira com óleo de coco. Juntar uma colher de sopa de massa e alisar com a colher ou uma espátula. Dourar de um lado, virar, espalmar com a espátula e dourar do outro.
terça-feira, 23 de maio de 2017
Chutney de ruibarbo e gengibre
O ruibarbo é um ingrediente versátil, que se vê com mais frequência em doces, mas que pode também ser usado em pratos salgados. Este chutney é o casamento perfeito do doce com o salgado e acompanha lindamente todo o tipo de pratos indianos, mas também pode ser servido de formas mais originais - eu pessoalmente adoro-o com legumes verdes cozidos, em vez do tradicional azeite.
A inspiração veio do site Marmiton.
Ingredientes:
500 g de ruibabo
30 g de gengibre
1 cebola pequena
2 colheres de sopa de vinagre balsâmico
3 colheres de sopa de açúcar mascavado escuro
1 colher de café de pimenta da Jamaica
1/2 colher de café de noz moscada
1 colher de café de caril
Óleo de sésamo não tostado
Pimenta
Sal
Cortar o gengibre em tiras finas. Cortar o ruibarbo em pedaços pequenos.
Numa panela anti-aderente, aquecer um fio de óleo de sésamo e dourar o gengibre em lume brando, mexendo sempre.
Ao fim de alguns minutos, adicionar o ruibarbo e duas colheres de sopa de água. Juntar duas colheres de sopa de açúcar e as especiarias e temperar com sal e pimenta.
Tapar a panela e refogar em lume brando até o ruibarbo se desfazer.
Entretanto, picar a cebola e colocar numa panela, juntamente com o vinagre balsâmico e o restante açúcar. Levar a lume brando, juntando uma colher de água de vez em quando para evitar que a temperatura suba demasiado (não é suposto o açúcar caramelizar).
Quando a cebola estiver cozinhada, juntar ao chutney e deixar ainda ao lume mais 10 minutos.
Colocar num frasco hermético e guardar no frigorífico. Servir frio.
A inspiração veio do site Marmiton.
Ingredientes:
500 g de ruibabo
30 g de gengibre
1 cebola pequena
2 colheres de sopa de vinagre balsâmico
3 colheres de sopa de açúcar mascavado escuro
1 colher de café de pimenta da Jamaica
1/2 colher de café de noz moscada
1 colher de café de caril
Óleo de sésamo não tostado
Pimenta
Sal
Cortar o gengibre em tiras finas. Cortar o ruibarbo em pedaços pequenos.
Numa panela anti-aderente, aquecer um fio de óleo de sésamo e dourar o gengibre em lume brando, mexendo sempre.
Ao fim de alguns minutos, adicionar o ruibarbo e duas colheres de sopa de água. Juntar duas colheres de sopa de açúcar e as especiarias e temperar com sal e pimenta.
Tapar a panela e refogar em lume brando até o ruibarbo se desfazer.
Entretanto, picar a cebola e colocar numa panela, juntamente com o vinagre balsâmico e o restante açúcar. Levar a lume brando, juntando uma colher de água de vez em quando para evitar que a temperatura suba demasiado (não é suposto o açúcar caramelizar).
Quando a cebola estiver cozinhada, juntar ao chutney e deixar ainda ao lume mais 10 minutos.
Colocar num frasco hermético e guardar no frigorífico. Servir frio.
sábado, 8 de abril de 2017
Panquecas de grão com beterraba e abacate
Uma receita do blogue Holy Cow! que resultou muito bem, estas panquecas de grão fazem uma base formidável para amontoar o que quer que esteja a passear no frigorífico. Usei molho de tomate caseiro para barrar, mas pode também usar-se molho pesto, maionese normal ou vegan ou outro molho que vos agrade.
Quanto aos toppings, tal como numa pizza, podem ser o que o homem quiser. A mistura da beterraba, do abacate e do creme de caju para nós resultou particularmente bem, fazendo um contraste dos ingredientes quentes com os frios que casa maravilhosamente com estas temperaturas de primavera que agora se fazem sentir.
Ingredientes:
Panquecas
2 chávenas de grão cozido
1 chávena da água de cozedura do grão
1 colher de chá de alho em pó
1 colher de chá de oregãos secos
1/2 colher de chá de cúrcuma
1 pitada de piri-piri
1 colher de chá de sal fino
70 g de farinha de arroz integral
Toppings
Molho de tomate caseiro
2 colheres de sopa de salsa picada
2 beterrabas
4 abacates pequenos
2 cebolos picados
Algumas colheres de creme de caju
Começar por cozer as beterrabas com pele em água abundante.
No liquidificador, colocar os ingredientes das panquecas, menos a farinha de arroz. Triturar até obter um creme.
Verter o creme para uma taça e juntar a farinha. Misturar bem e retificar os temperos, se necessário.
Aquecer duas frigideiras anti-aderentes e pincelar com azeite.
Numa delas, colocar um quarto da mistura das panquecas. Alisar com uma espátula e deixar cozinhar até a parte de baixo estar dourada. Usando a outra frigideira, virar com cuidado e continuar a cozinhar. Reservar, mantendo quente.
Repetir o processo até ter quatro panquecas grandes.
Barrar cada uma das panquecas com o molho de tomate. Salpicar com salsa. Retirar as beterrabas da água, tirar a pele e cortar em cubinhos, que se dispõem sobre as panquecas.
Cortar os abacates em lâminas e dispor sobre as panquecas. Espalhar algumas colheres de creme de caju por cima e salpicar com os cebolos picados.
Quanto aos toppings, tal como numa pizza, podem ser o que o homem quiser. A mistura da beterraba, do abacate e do creme de caju para nós resultou particularmente bem, fazendo um contraste dos ingredientes quentes com os frios que casa maravilhosamente com estas temperaturas de primavera que agora se fazem sentir.
Ingredientes:
Panquecas
2 chávenas de grão cozido
1 chávena da água de cozedura do grão
1 colher de chá de alho em pó
1 colher de chá de oregãos secos
1/2 colher de chá de cúrcuma
1 pitada de piri-piri
1 colher de chá de sal fino
70 g de farinha de arroz integral
Toppings
Molho de tomate caseiro
2 colheres de sopa de salsa picada
2 beterrabas
4 abacates pequenos
2 cebolos picados
Algumas colheres de creme de caju
Começar por cozer as beterrabas com pele em água abundante.
No liquidificador, colocar os ingredientes das panquecas, menos a farinha de arroz. Triturar até obter um creme.
Verter o creme para uma taça e juntar a farinha. Misturar bem e retificar os temperos, se necessário.
Aquecer duas frigideiras anti-aderentes e pincelar com azeite.
Numa delas, colocar um quarto da mistura das panquecas. Alisar com uma espátula e deixar cozinhar até a parte de baixo estar dourada. Usando a outra frigideira, virar com cuidado e continuar a cozinhar. Reservar, mantendo quente.
Repetir o processo até ter quatro panquecas grandes.
Barrar cada uma das panquecas com o molho de tomate. Salpicar com salsa. Retirar as beterrabas da água, tirar a pele e cortar em cubinhos, que se dispõem sobre as panquecas.
Cortar os abacates em lâminas e dispor sobre as panquecas. Espalhar algumas colheres de creme de caju por cima e salpicar com os cebolos picados.
quarta-feira, 22 de março de 2017
Tostas de trigo sarraceno com beterraba e creme de tofu
O desafio das Receitas Saudáveis voltou e não podíamos deixar de participar! Desta vez, o Limited Edition propõe-nos pensar sobre o que consideramos uma alimentação / vida saudável.
Não é um assunto fácil - pelo contrário, é um tema que provoca muita polémica e muitas convicções apaixonadas (e por vezes mesmo algum fanatismo). Para mim, uma vida saudável é aquela onde me sinto realizada, contente com a direção que a minha vida leva e satisfeita de modo geral com as decisões que tomo a cada dia, nomeadamente aquelas que implicam diretamente com o cuidado que tenho comigo e com a minha família.
Em termos de alimentação, acredito que cada pessoa tem que informar-se, ouvir o seu corpo e encontrar a sua própria forma de comer, aquela que é boa para si (para o corpo e para a mente, porque os dois não se podem dissociar) e que lhe faz sentido.
E como é que isso se concretiza? Na minha vida, é algo que foi mudando com o tempo, à medida que a idade foi avançando, com novas experiências na vida, com novas investigações que vêm a lume e de que tomo conhecimento, que me convencem a mudar isto ou aquilo na minha alimentação. O diagnóstico da minha intolerância à lactose foi uma grande mudança na minha vida, porque obrigou a toda uma nova organização da alimentação cá em casa. A chegada à minha vida do meu companheiro foi outra transformação. Mais tarde, a vivência da gravidez e a chegada de um bebé também me levaram a alterações importantes.
Neste momento, uma alimentação saudável para mim é aquela que se baseia maioritariamente em produtos biológicos, o mais diversificados possível (vou sempre à procura do legume que nunca experimentei ou da fruta que como menos vezes), alimentos não processados, sopa ao almoço e ao jantar durante todo o ano, uma quantidade controlada de hidratos de carbono, utilização de gorduras "do bem" (azeite, óleos vegetais não refinados processados a frio, óleo de coco, frutos secos, abacate), pouco açúcar (uso muitas vezes o açúcar da fruta ou de alguns legumes, conjuntamente com um toque de stevia granulada, quando faço doces cá em casa), uma quantidade moderada de sal.
Com a gravidez e a amamentação aumentei a ingestão de proteína animal, complementando-a na refeição seguinte com proteína vegetal, vinda sobretudo do tofu e das leguminosas. Mas em tempos normais, a carne e o peixe aparecem no menu cá de casa duas a três vezes por semana, e as refeições restantes são vegetarianas, à base de ovos, ou claramente vegan. Para compensar, atualmente o álcool não tem lugar no meu regime alimentar, mas assim que deixar de amamentar, um ou dois copos de vinho ao sábado à noite não me escapam!
Claro que nada disto faz sentido se não for acompanhado com uma boa quantidade de alegria e entusiasmo, com relações emocionais que nos enchem as medidas, com uma dose importante de prazer, para contrabalançar as dores que sempre vamos vivendo na vida.
Por isso é que não deixámos de receber pessoas em casa, mesmo com um bebé pequeno, e com receitas surpreendentes, saborosas e saudáveis! Muitas vezes as pessoas associam o saudável ao desenxabido - estas tostas com creme de tofu e beterraba vêm contrariar totalmente isso. Os sabores são fortes e o visual conta muito - porque já se sabe que os olhos também comem!
Uma outra versão fantástica destas tostas surge quando se substitui a beterraba por abacate. Uma delícia!
Se quiserem também participar neste desafio, basta enviarem um email para lim.edition2012@gmail.com. Se reproduzirem na vossa cozinha esta proposta ou outras do desafio, utilizem o #desafioreceitasaudável e partilhem as vossas versões e interpretações. Vamos contribuir para um estilo de vida mais saudável, que passa pela comida, mas não se esgota nela!
Ingredientes:
2 beterrabas
Sal
Pimenta
Tostas (adaptado do Our Food Stories)
125 g de farinha de trigo sarraceno
125 g de flocos de trigo sarraceno
50 g de sementes de girassol
50 g de sementes de sésamo
80 g de sementes de linhaça
20 g de sementes de papoila
1 colher de chá de sal fino
2 colheres de sopa de azeite
350 ml de água
Creme de tofu (adaptado do Booklet de queijos vegan da Gopal)
200 g de tofu
75 ml de azeite
1/2 colher de chá de poejo seco
1/2 colher de chá de oregãos secos
1/2 colher de chá de alho em pó
1/2 colher de chá de flor de sal
50 ml de água
1 pitada de açúcar mascavado escuro
Cozer as beterrabas em água a ferver. Depois de cozidas, tirar a pele e cortar em fatias grossas. Com um cortador de bolachas, cortar as formas desejadas e reservar.
No liquidificador, juntar todos os ingredientes para o creme. Triturar bem até obter uma consistência homogénea. Retificar os temperos, se necessário.
Para as tostas, juntar todos os ingredientes secos e misturar. Adicionar a água e o azeite e bater levemente. Deixar repousar durante 20 minutos.
Espalhar a mistura num tabuleiro forrado com papel vegetal. Levar ao forno pré-aquecido a 160º durante 20 minutos.
Retirar do forno e, com uma faca afiada, traçar as linhas das tostas, sem cortar completamente.
Voltar a levar ao forno mais 40 minutos. Desligar o forno e deixar a terminar a cozedura mais 10 minutos.
Retirar do forno e cortar de acordo com as linhas desenhadas.
Num prato, colocar uma tosta. Barrar com o creme. Dispor as estrelas de beterraba por cima e temperar com sal e pimenta. Guarnecer com algumas folhas de rúcula.
Não é um assunto fácil - pelo contrário, é um tema que provoca muita polémica e muitas convicções apaixonadas (e por vezes mesmo algum fanatismo). Para mim, uma vida saudável é aquela onde me sinto realizada, contente com a direção que a minha vida leva e satisfeita de modo geral com as decisões que tomo a cada dia, nomeadamente aquelas que implicam diretamente com o cuidado que tenho comigo e com a minha família.
Em termos de alimentação, acredito que cada pessoa tem que informar-se, ouvir o seu corpo e encontrar a sua própria forma de comer, aquela que é boa para si (para o corpo e para a mente, porque os dois não se podem dissociar) e que lhe faz sentido.
E como é que isso se concretiza? Na minha vida, é algo que foi mudando com o tempo, à medida que a idade foi avançando, com novas experiências na vida, com novas investigações que vêm a lume e de que tomo conhecimento, que me convencem a mudar isto ou aquilo na minha alimentação. O diagnóstico da minha intolerância à lactose foi uma grande mudança na minha vida, porque obrigou a toda uma nova organização da alimentação cá em casa. A chegada à minha vida do meu companheiro foi outra transformação. Mais tarde, a vivência da gravidez e a chegada de um bebé também me levaram a alterações importantes.
Neste momento, uma alimentação saudável para mim é aquela que se baseia maioritariamente em produtos biológicos, o mais diversificados possível (vou sempre à procura do legume que nunca experimentei ou da fruta que como menos vezes), alimentos não processados, sopa ao almoço e ao jantar durante todo o ano, uma quantidade controlada de hidratos de carbono, utilização de gorduras "do bem" (azeite, óleos vegetais não refinados processados a frio, óleo de coco, frutos secos, abacate), pouco açúcar (uso muitas vezes o açúcar da fruta ou de alguns legumes, conjuntamente com um toque de stevia granulada, quando faço doces cá em casa), uma quantidade moderada de sal.
Com a gravidez e a amamentação aumentei a ingestão de proteína animal, complementando-a na refeição seguinte com proteína vegetal, vinda sobretudo do tofu e das leguminosas. Mas em tempos normais, a carne e o peixe aparecem no menu cá de casa duas a três vezes por semana, e as refeições restantes são vegetarianas, à base de ovos, ou claramente vegan. Para compensar, atualmente o álcool não tem lugar no meu regime alimentar, mas assim que deixar de amamentar, um ou dois copos de vinho ao sábado à noite não me escapam!
Claro que nada disto faz sentido se não for acompanhado com uma boa quantidade de alegria e entusiasmo, com relações emocionais que nos enchem as medidas, com uma dose importante de prazer, para contrabalançar as dores que sempre vamos vivendo na vida.
Por isso é que não deixámos de receber pessoas em casa, mesmo com um bebé pequeno, e com receitas surpreendentes, saborosas e saudáveis! Muitas vezes as pessoas associam o saudável ao desenxabido - estas tostas com creme de tofu e beterraba vêm contrariar totalmente isso. Os sabores são fortes e o visual conta muito - porque já se sabe que os olhos também comem!
Uma outra versão fantástica destas tostas surge quando se substitui a beterraba por abacate. Uma delícia!
Se quiserem também participar neste desafio, basta enviarem um email para lim.edition2012@gmail.com. Se reproduzirem na vossa cozinha esta proposta ou outras do desafio, utilizem o #desafioreceitasaudável e partilhem as vossas versões e interpretações. Vamos contribuir para um estilo de vida mais saudável, que passa pela comida, mas não se esgota nela!
Ingredientes:
2 beterrabas
Sal
Pimenta
Tostas (adaptado do Our Food Stories)
125 g de farinha de trigo sarraceno
125 g de flocos de trigo sarraceno
50 g de sementes de girassol
50 g de sementes de sésamo
80 g de sementes de linhaça
20 g de sementes de papoila
1 colher de chá de sal fino
2 colheres de sopa de azeite
350 ml de água
Creme de tofu (adaptado do Booklet de queijos vegan da Gopal)
200 g de tofu
75 ml de azeite
1/2 colher de chá de poejo seco
1/2 colher de chá de oregãos secos
1/2 colher de chá de alho em pó
1/2 colher de chá de flor de sal
50 ml de água
1 pitada de açúcar mascavado escuro
Cozer as beterrabas em água a ferver. Depois de cozidas, tirar a pele e cortar em fatias grossas. Com um cortador de bolachas, cortar as formas desejadas e reservar.
No liquidificador, juntar todos os ingredientes para o creme. Triturar bem até obter uma consistência homogénea. Retificar os temperos, se necessário.
Para as tostas, juntar todos os ingredientes secos e misturar. Adicionar a água e o azeite e bater levemente. Deixar repousar durante 20 minutos.
Espalhar a mistura num tabuleiro forrado com papel vegetal. Levar ao forno pré-aquecido a 160º durante 20 minutos.
Retirar do forno e, com uma faca afiada, traçar as linhas das tostas, sem cortar completamente.
Voltar a levar ao forno mais 40 minutos. Desligar o forno e deixar a terminar a cozedura mais 10 minutos.
Retirar do forno e cortar de acordo com as linhas desenhadas.
Num prato, colocar uma tosta. Barrar com o creme. Dispor as estrelas de beterraba por cima e temperar com sal e pimenta. Guarnecer com algumas folhas de rúcula.
sexta-feira, 10 de março de 2017
Salada de aipo-nabo, maçã e avelãs
À procura de uma salada saborosa à base de aipo-nabo, que costumo comprar no mercado biológico, encontrei esta receita no Les Foodies. O aipo-nabo faz um sucesso estrondoso cá em casa e de facto é um tubérculo com um sabor único! Esta salada, tão fácil de fazer, faz um brilharete como entrada em qualquer jantar com amigos.
Ingredientes:
1/2 bolbo de aipo-nabo
1 maçã pequena
1 chalota
2 colheres de sopa de coentros picados
1 colher de sopa de vinagre balsâmico
1 colher de sopa de azeite
1 colher de chá de mostarda Dijon
1 colher de chá de xarope de agave
10 avelãs ligeiramente tostadas
Sal
Pimenta
Ralar o aipo-nabo. Cortar a maçã com casca em cubinhos. Picar finamente a chalota.
Numa taça, juntar o vinagre, o azeite, a mostarda, o xarope de agave, sal e pimenta. Misturar bem.
Adicionar os legumes, bem como os coentros, e mexer até ficarem bem cobertos com o tempero.
Dispor a salada em dois pratos. Partir grosseiramente as avelãs e salpicar a salada com elas.
Ingredientes:
1/2 bolbo de aipo-nabo
1 maçã pequena
1 chalota
2 colheres de sopa de coentros picados
1 colher de sopa de vinagre balsâmico
1 colher de sopa de azeite
1 colher de chá de mostarda Dijon
1 colher de chá de xarope de agave
10 avelãs ligeiramente tostadas
Sal
Pimenta
Ralar o aipo-nabo. Cortar a maçã com casca em cubinhos. Picar finamente a chalota.
Numa taça, juntar o vinagre, o azeite, a mostarda, o xarope de agave, sal e pimenta. Misturar bem.
Adicionar os legumes, bem como os coentros, e mexer até ficarem bem cobertos com o tempero.
Dispor a salada em dois pratos. Partir grosseiramente as avelãs e salpicar a salada com elas.
quarta-feira, 8 de março de 2017
Chutney de couve roxa
Retirei esta receita do programa Chef de Raiz, que costumo acompanhar. Pareceu-me um acompanhamento perfeito para uma refeição especial e não me enganei! A mistura de sabores é deliciosa e o aspeto fica divinal. Pode comer-se quente ou frio e é formidável das duas maneiras, acompanhando carnes vermelhas ou hambúrgueres vegetarianos.
Ingredientes:
1/2 couve roxa
1 cebola roxa
15 g de gengibre fresco
15 g de sementes de mostarda
5 g de pimenta da jamaica
Sal
80 g de açúcar mascavado escuro
50 ml de vinagre de sidra
Azeite
Hidratar as sementes de mostarda durante 45 minutos.
Colocar um tacho ao lume com uma fundo de azeite. Cortar a cebola e a couve em fatias muito finas e colocar no tacho bem quente. Deixar cozinhar 2 minutos.
Cortar o gengibre em tiras finas e moer a pimenta da Jamaica. Adicionar os temperos ao tacho, bem como o sal e o açúcar.
Juntar também o vinagre e deixar cozinhar tapado durante 25 minutos. Retirar do lume e deixar tapado até amornar.
Servir como guarnição quente ou frio. Pode guardar-se no frigorífico em recipiente hermeticamente fechado, conservando-se durante bastante tempo.
Ingredientes:
1/2 couve roxa
1 cebola roxa
15 g de gengibre fresco
15 g de sementes de mostarda
5 g de pimenta da jamaica
Sal
80 g de açúcar mascavado escuro
50 ml de vinagre de sidra
Azeite
Hidratar as sementes de mostarda durante 45 minutos.
Colocar um tacho ao lume com uma fundo de azeite. Cortar a cebola e a couve em fatias muito finas e colocar no tacho bem quente. Deixar cozinhar 2 minutos.
Cortar o gengibre em tiras finas e moer a pimenta da Jamaica. Adicionar os temperos ao tacho, bem como o sal e o açúcar.
Juntar também o vinagre e deixar cozinhar tapado durante 25 minutos. Retirar do lume e deixar tapado até amornar.
Servir como guarnição quente ou frio. Pode guardar-se no frigorífico em recipiente hermeticamente fechado, conservando-se durante bastante tempo.
domingo, 5 de março de 2017
Fajitas de cogumelos, abacate e creme de caju
Vi estas fajitas num vídeo do facebook e fui descobrir o site So Vegan, onde encontrei esta receita. Fiz as minhas adaptações e saiu uma refeição bem saborosa.
Ingredientes:
6 tortilhas de trigo integrais (de preferência caseiras)
350 g de cogumelos marron
1 pimento vermelho
1 cebola roxa
4 dentes de alho
1 colher de chá de cominhos em pó
1 colher de chá de pimentão doce em pó
2 abacates pequenos
3 colheres de sopa de coentros picados
Azeite
Sal
Pimenta
Creme de caju
250 g de caju neutro demolhado de um dia para o outro
170 ml de sumo de limão (equivalente a dois limões médios)
1 dente de alho
1 colher de chá de flor de sal
1 colher de chá de oregãos
60 ml de azeite
100 ml de água
1 colher de sopa de levedura de cerveja
Para o creme de caju, juntar todos os ingredientes no liquidificador e bater até obter um creme homogéneo. Acrescentar um pouco de água se necessário.
Fatiar os cogumelos. Cortar a cebola em meias luas e os pimentos em tiras. Picar o alho.
Numa taça, juntar os legumes, o alho, o pimentão doce e os cominhos. Temperar com sal e pimenta e regar com um fio de azeite.
Levar ao forno a 200º até os legumes estarem assados.
Esmagar a polpa dos abacates com um garfo. Adicionar duas colheres de sopa de coentros picados e temperar com sal e pimenta. Misturar bem.
Aquecer as tortilhas numa frigideira anti-aderente sem acrescentar gordura.
Barrar cada tortilha com uma colher de sopa de abacate. Por cima, colocar um sexto dos legumes assados e finalizar com uma colher de sopa bem cheia de creme de caju. Fechar as tortilhas e salpicar com os restantes coentros.
Ingredientes:
6 tortilhas de trigo integrais (de preferência caseiras)
350 g de cogumelos marron
1 pimento vermelho
1 cebola roxa
4 dentes de alho
1 colher de chá de cominhos em pó
1 colher de chá de pimentão doce em pó
2 abacates pequenos
3 colheres de sopa de coentros picados
Azeite
Sal
Pimenta
Creme de caju
250 g de caju neutro demolhado de um dia para o outro
170 ml de sumo de limão (equivalente a dois limões médios)
1 dente de alho
1 colher de chá de flor de sal
1 colher de chá de oregãos
60 ml de azeite
100 ml de água
1 colher de sopa de levedura de cerveja
Para o creme de caju, juntar todos os ingredientes no liquidificador e bater até obter um creme homogéneo. Acrescentar um pouco de água se necessário.
Fatiar os cogumelos. Cortar a cebola em meias luas e os pimentos em tiras. Picar o alho.
Numa taça, juntar os legumes, o alho, o pimentão doce e os cominhos. Temperar com sal e pimenta e regar com um fio de azeite.
Levar ao forno a 200º até os legumes estarem assados.
Esmagar a polpa dos abacates com um garfo. Adicionar duas colheres de sopa de coentros picados e temperar com sal e pimenta. Misturar bem.
Aquecer as tortilhas numa frigideira anti-aderente sem acrescentar gordura.
Barrar cada tortilha com uma colher de sopa de abacate. Por cima, colocar um sexto dos legumes assados e finalizar com uma colher de sopa bem cheia de creme de caju. Fechar as tortilhas e salpicar com os restantes coentros.
sábado, 28 de janeiro de 2017
Trouxas de tofu fumado e cogumelos
Esta receita não foi invenção minha, mas sim da empregada de uma amiga que, quando começou a trabalhar, não sabia fazer comida vegetariana. A minha amiga pediu-lhe que o fizesse e ela, cheia de iniciativa, foi pesquisar em livros e na internet e agora faz uns belos pratos vegetarianos!
Num dia em que jantei lá em casa, comemos umas trouxas de couve com tofu fumado que eram uma delícia! Pedi logo a receita e tenho feito em casa, com algumas variações. Esta resultou particularmente bem, devido à conjugação do fumado do tofu com o sabor dos cogumelos.
Ingredientes:
10 folhas de couve
250 g de tofu fumado
1 cebola
2 dentes de alho
1 cenoura
1 pastinaga
3 cogumelos portobello
1 lima
1 noz de gengibre
1 pitada de noz moscada
1 colher de sopa de coentros picados
1 colher de sopa de salsa picada
Sal
Pimenta
Azeite
Molho de tomate
1 lata grande de tomate pelado
1 cebola
2 dentes de alho
2 folhas de louro
1 copo de vinho branco
Sal
Pimenta
Azeite
Começar por fazer o molho de tomate, refogando a cebola e o alho picados num fio de azeite, juntamente com as folhas de louro. Quando a cebola estiver dourada, adicionar o tomate pelado e um copo de água. Deixar cozinhar alguns minutos e acrescentar o vinho branco.
Baixar para lume brando e deixar fervilhar 20 minutos. Retirar as folhas de louro e triturar o molho até obter uma consistência lisa.
Voltar a levar ao lume e deixar reduzir. No final, temperar com sal e pimenta.
Enquanto o molho reduz, ferver as folhas de couve durante 5 minutos para perderem a sua rigidez.
Numa frigideira, refogar a outra cebola picada num fio de azeite. Quando a cebola estiver dourada, juntar a cenoura e a pastinaga cortadas em cubinhos, bem como o alho picado. Deixar cozinhar 15 minutos.
Juntar então os cogumelos grosseiramente picados e o tofu cortado em cubinhos. Temperar com o sumo e a raspa da lima, a noz moscada e o gengibre ralado. Misturar bem e deixar cozinhar até todos os legumes estarem cozidos.
Retirar do lume, juntar a salsa e os coentros e temperar com sal e pimenta.
Colocar duas colheres de sopa desta mistura em cada folha de couve e enrolar. Dispor as trouxas umas ao lado das outras num pirex. Regar com o molho de tomate e levar ao forno 30 minutos a 200º.
Num dia em que jantei lá em casa, comemos umas trouxas de couve com tofu fumado que eram uma delícia! Pedi logo a receita e tenho feito em casa, com algumas variações. Esta resultou particularmente bem, devido à conjugação do fumado do tofu com o sabor dos cogumelos.
Ingredientes:
10 folhas de couve
250 g de tofu fumado
1 cebola
2 dentes de alho
1 cenoura
1 pastinaga
3 cogumelos portobello
1 lima
1 noz de gengibre
1 pitada de noz moscada
1 colher de sopa de coentros picados
1 colher de sopa de salsa picada
Sal
Pimenta
Azeite
Molho de tomate
1 lata grande de tomate pelado
1 cebola
2 dentes de alho
2 folhas de louro
1 copo de vinho branco
Sal
Pimenta
Azeite
Começar por fazer o molho de tomate, refogando a cebola e o alho picados num fio de azeite, juntamente com as folhas de louro. Quando a cebola estiver dourada, adicionar o tomate pelado e um copo de água. Deixar cozinhar alguns minutos e acrescentar o vinho branco.
Baixar para lume brando e deixar fervilhar 20 minutos. Retirar as folhas de louro e triturar o molho até obter uma consistência lisa.
Voltar a levar ao lume e deixar reduzir. No final, temperar com sal e pimenta.
Enquanto o molho reduz, ferver as folhas de couve durante 5 minutos para perderem a sua rigidez.
Numa frigideira, refogar a outra cebola picada num fio de azeite. Quando a cebola estiver dourada, juntar a cenoura e a pastinaga cortadas em cubinhos, bem como o alho picado. Deixar cozinhar 15 minutos.
Juntar então os cogumelos grosseiramente picados e o tofu cortado em cubinhos. Temperar com o sumo e a raspa da lima, a noz moscada e o gengibre ralado. Misturar bem e deixar cozinhar até todos os legumes estarem cozidos.
Retirar do lume, juntar a salsa e os coentros e temperar com sal e pimenta.
Colocar duas colheres de sopa desta mistura em cada folha de couve e enrolar. Dispor as trouxas umas ao lado das outras num pirex. Regar com o molho de tomate e levar ao forno 30 minutos a 200º.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
Bolachas de aveia, mirtilos e avelãs
Mais uma adaptação de uma receita do BBC Good Food, sempre com boas ideias e receitas a experimentar. Estas bolachas são excelentes para voltar à alimentação regrada - são sem açúcar adicionado, adoçadas com maçã, mirtilos secos e stevia. Ficam muito saborosas e são excelentes para acompanhar a fruta a meio da manhã!
Ingredientes:
50 g de farinha de aveia integral
50 g de farinha de espelta integral
1 colher de chá de stevia branca
1 maçã pequena
50 ml de óleo de sésamo não tostado
30 g de mirtilos secos
40 g de avelãs
2 colheres de sopa de sementes de linhaça
1 pitada de sal
Triturar as sementes de linhaça e hidratar em duas colheres de sopa de água.
Ralar a maçã com casca. Levar ao lume o óleo e a maçã durante alguns minutos até a maçã estar cozinhada.
Juntar as farinhas, a stevia, o sal, os mirtilos e as avelãs partidas em pedaços. Misturar o óleo com a maçã e a linhaça. Mexer bem.
Dispor pequenas porções da massa num tabuleiro untado com papel vegetal. Levar ao forno a 180º durante 20 minutos.
Ingredientes:
50 g de farinha de aveia integral
50 g de farinha de espelta integral
1 colher de chá de stevia branca
1 maçã pequena
50 ml de óleo de sésamo não tostado
30 g de mirtilos secos
40 g de avelãs
2 colheres de sopa de sementes de linhaça
1 pitada de sal
Triturar as sementes de linhaça e hidratar em duas colheres de sopa de água.
Ralar a maçã com casca. Levar ao lume o óleo e a maçã durante alguns minutos até a maçã estar cozinhada.
Juntar as farinhas, a stevia, o sal, os mirtilos e as avelãs partidas em pedaços. Misturar o óleo com a maçã e a linhaça. Mexer bem.
Dispor pequenas porções da massa num tabuleiro untado com papel vegetal. Levar ao forno a 180º durante 20 minutos.
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Queques de alfarroba e maçã
Esta receita saiu da minha cozinha num dia de inspiração e cá em casa gostámos muito do resultado! Espero que experimentem e que se deliciem.
Ingredientes:
15 g de sementes de chia
135 g de farinha de espelta integral
35 g de farinha de alfarroba
2 maçãs pequenas
2 colheres de sopa de mel ou xarope de agave (opcional; omitir se for para bebés)
125 ml de leite de soja
1 colher de sopa de óleo de sésamo
1 colher de chá de aroma de baunilha
1/2 colher de chá de fermento
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
Uma pitada de sal (opcional; omitir se for para bebés)
Ingredientes:
15 g de sementes de chia
135 g de farinha de espelta integral
35 g de farinha de alfarroba
2 maçãs pequenas
2 colheres de sopa de mel ou xarope de agave (opcional; omitir se for para bebés)
125 ml de leite de soja
1 colher de sopa de óleo de sésamo
1 colher de chá de aroma de baunilha
1/2 colher de chá de fermento
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
Uma pitada de sal (opcional; omitir se for para bebés)
Juntar quatro colheres de sopa de água às sementes de chia e reservar.
Juntar as farinhas, o sal, o fermento e o bicarbonato. Envolver bem.
Numa taça, juntar o mel, o leite de soja, o óleo e o aroma de baunilha. Acrescentar as sementes de chia hidratadas e mexer bem.
Juntar a mistura líquida à seca e mexer até obter uma consistência homogénea.
Descaroçar e cortar uma das maçãs em rodelas finas (8 fatias). Picar o restante em pedacinhos pequenos e juntar à massa.
Distribuir a massa pelas formas de queque (rende 8 bolinhos). Colocar uma fatia de maçã no topo de cada um.
Levar ao forno a 180º durante 20 minutos.
Juntar as farinhas, o sal, o fermento e o bicarbonato. Envolver bem.
Numa taça, juntar o mel, o leite de soja, o óleo e o aroma de baunilha. Acrescentar as sementes de chia hidratadas e mexer bem.
Juntar a mistura líquida à seca e mexer até obter uma consistência homogénea.
Descaroçar e cortar uma das maçãs em rodelas finas (8 fatias). Picar o restante em pedacinhos pequenos e juntar à massa.
Distribuir a massa pelas formas de queque (rende 8 bolinhos). Colocar uma fatia de maçã no topo de cada um.
Levar ao forno a 180º durante 20 minutos.
domingo, 24 de julho de 2016
Bolo zebra de alfarroba e coco
Para um jantar em casa de amigos, resolvi levar este bolo zebra de alfarroba e coco, inspirado nesta receita do Veganana. A textura da massa é bastante agradável e os sabores da alfarroba e do coco casam-se muito bem, pelo que o bolo foi um sucesso!
Ingredientes:
165 g de farinha de trigo branca
165 g de farinha de trigo integral
110 g de rapadura
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
400 ml de água a ferver
1 colher de chá de vinagre
150 ml de óleo de coco
1 colher de chá de fermento
1 pitada de sal
40 g de coco ralado
40 g de farinha de alfarroba
Peneirar as farinhas com a rapadura, o sal e o bicarbonato para uma taça grande.
Juntar o vinagre à água a ferver. Adicionar uma terça parte desta mistura às farinhas e mexer com uma colher de pau. Juntar metade do óleo e continuar a bater. Adicionar mais uma terça parte de água e depois o restante óleo, terminando com a última parte da água, mexendo sempre entre cada adição.
No final, incorporar o fermento e mexer.
Dividir a massa em duas taças. A uma, adicionar o coco ralado; a outra, adicionar a alfarroba. Se as misturas ficarem demasiado espessas, juntar um pouco de água.
Untar uma forma redonda de fundo amovível com óleo de coco. Colocar meia concha de sopa da mistura mais clara no centro da forma. Por cima, colocar meia concha de sopa da mistura escura. Ir repetindo o processo, de modo a ficarem círculos concêntricos. Terminar com a mistura escura.
Levar ao forno pré-aquecido a 180º durante 30 minutos.
Retirar do forno e deixar amornar antes de desenformar.
Ingredientes:
165 g de farinha de trigo branca
165 g de farinha de trigo integral
110 g de rapadura
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
400 ml de água a ferver
1 colher de chá de vinagre
150 ml de óleo de coco
1 colher de chá de fermento
1 pitada de sal
40 g de coco ralado
40 g de farinha de alfarroba
Peneirar as farinhas com a rapadura, o sal e o bicarbonato para uma taça grande.
Juntar o vinagre à água a ferver. Adicionar uma terça parte desta mistura às farinhas e mexer com uma colher de pau. Juntar metade do óleo e continuar a bater. Adicionar mais uma terça parte de água e depois o restante óleo, terminando com a última parte da água, mexendo sempre entre cada adição.
No final, incorporar o fermento e mexer.
Dividir a massa em duas taças. A uma, adicionar o coco ralado; a outra, adicionar a alfarroba. Se as misturas ficarem demasiado espessas, juntar um pouco de água.
Untar uma forma redonda de fundo amovível com óleo de coco. Colocar meia concha de sopa da mistura mais clara no centro da forma. Por cima, colocar meia concha de sopa da mistura escura. Ir repetindo o processo, de modo a ficarem círculos concêntricos. Terminar com a mistura escura.
Levar ao forno pré-aquecido a 180º durante 30 minutos.
Retirar do forno e deixar amornar antes de desenformar.
segunda-feira, 11 de julho de 2016
Pudim de morango e banana
Um pudim ótimo, muito fresco, com os sabores da fruta, excelente para estes dias quentes de verão, inspirado numa receita da Filipa Gomes. Fica com um ar incrível e um sabor delicioso!
Ingredientes:
Camada de morango:
250 g morangos
150 ml de leite de soja
1 estrela de aniz
2 colheres de sopa de mel (ou xarope de agave para uma versão vegan)
150 ml de água
2 colheres de chá de flocos de agar-agar
Camada de banana:
5 bananas pequenas bem maduras
200 ml de leite de soja
Raspa de 1 limão
100 ml de água
1 1/2 colher de chá de sementes de chia
1 1/2 colher de chá de flocos de agar-agar
Para decorar:
Framboesas qb
Colocar ao lume os morangos arranjados, o leite de soja, a água e a estrela de aniz. Quando levantar fervura, deixar ferver um lume brando alguns minutos.
Retirar o aniz. Triturar o restante no liquidificador. Voltar a levar ao lume, juntando o agar-agar, a estrela de aniz e o mel. Deixar fervilhar em lume brando durante 10 minutos, mexendo de vez em quando.
Retirar a estrela de aniz. Colocar numa forma de pudim e levar ao congelador.
Entretanto, preparar a camada seguinte. Triturar no liquidificador as bananas, o leite de soja e a água. Juntar os flocos de agar-agar e levar a lume brando durante 10 minutos, mexendo de vez em quando.
Desligar do lume e juntar a raspa de limão e as sementes de chia. Retirar a forma do congelador e verter a segunda camada.
Levar ao frigorífico de um dia para o outro. No momento de servir, desenformar e decorar com as framboesas.
Ingredientes:
Camada de morango:
250 g morangos
150 ml de leite de soja
1 estrela de aniz
2 colheres de sopa de mel (ou xarope de agave para uma versão vegan)
150 ml de água
2 colheres de chá de flocos de agar-agar
Camada de banana:
5 bananas pequenas bem maduras
200 ml de leite de soja
Raspa de 1 limão
100 ml de água
1 1/2 colher de chá de sementes de chia
1 1/2 colher de chá de flocos de agar-agar
Para decorar:
Framboesas qb
Colocar ao lume os morangos arranjados, o leite de soja, a água e a estrela de aniz. Quando levantar fervura, deixar ferver um lume brando alguns minutos.
Retirar o aniz. Triturar o restante no liquidificador. Voltar a levar ao lume, juntando o agar-agar, a estrela de aniz e o mel. Deixar fervilhar em lume brando durante 10 minutos, mexendo de vez em quando.
Retirar a estrela de aniz. Colocar numa forma de pudim e levar ao congelador.
Entretanto, preparar a camada seguinte. Triturar no liquidificador as bananas, o leite de soja e a água. Juntar os flocos de agar-agar e levar a lume brando durante 10 minutos, mexendo de vez em quando.
Desligar do lume e juntar a raspa de limão e as sementes de chia. Retirar a forma do congelador e verter a segunda camada.
Levar ao frigorífico de um dia para o outro. No momento de servir, desenformar e decorar com as framboesas.
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