Esta receita do Coco & Baunilha chamou-me logo a atenção, visto que o ruibarbo é muito apreciado cá em casa. Assim que pus as mãos numa quantidade generosa do dito, resolvi experimentar este bolinho, que é delicioso. Fiz algumas adaptações à receita original, por isso aqui fica a minha versão.
Ingredientes:
Cobertura
400 g de ruibarbo
120 g de açúcar mascavado escuro
50 ml de óleo de sésamo não tostado
Raspas de meio limão
Bolo
180 g de farinha de espelta integral
100 ml de azeite
70 g de tâmaras secas descaroçadas
2 ovos
200 ml de leite de soja
1 colher de sopa de sumo de limão
1/2 colher de chá de fermento
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 pitada de sal
Numa frigideira anti-aderente, aquecer o óleo, as raspas de limão e o açúcar. Quando começar a borbulhar, juntar o ruibarbo sem o cortar. Ir mexendo de vez em quando, deixando cozinhar em lume brando até caramelizar.
Forrar uma forma de bolo com papel vegetal e dispor o ruibarbo com cuidado. Regar com calda e reservar.
Juntar o leite de soja com o sumo de limão e deixar repousar 10 minutos.
No liquidificador ou processador de alimentos, bater os ovos, o azeite e as tâmaras até obter um creme homogéneo.
Misturar a farinha com o sal, o fermento e o bicarbonato. Adicionar o creme anterior e bater. Juntar o leite de soja e continuar a bater.
Verter a massa na forma. Levar ao forno a 180º durante 40 minutos.
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sexta-feira, 19 de maio de 2017
sábado, 8 de abril de 2017
Panquecas de grão com beterraba e abacate
Uma receita do blogue Holy Cow! que resultou muito bem, estas panquecas de grão fazem uma base formidável para amontoar o que quer que esteja a passear no frigorífico. Usei molho de tomate caseiro para barrar, mas pode também usar-se molho pesto, maionese normal ou vegan ou outro molho que vos agrade.
Quanto aos toppings, tal como numa pizza, podem ser o que o homem quiser. A mistura da beterraba, do abacate e do creme de caju para nós resultou particularmente bem, fazendo um contraste dos ingredientes quentes com os frios que casa maravilhosamente com estas temperaturas de primavera que agora se fazem sentir.
Ingredientes:
Panquecas
2 chávenas de grão cozido
1 chávena da água de cozedura do grão
1 colher de chá de alho em pó
1 colher de chá de oregãos secos
1/2 colher de chá de cúrcuma
1 pitada de piri-piri
1 colher de chá de sal fino
70 g de farinha de arroz integral
Toppings
Molho de tomate caseiro
2 colheres de sopa de salsa picada
2 beterrabas
4 abacates pequenos
2 cebolos picados
Algumas colheres de creme de caju
Começar por cozer as beterrabas com pele em água abundante.
No liquidificador, colocar os ingredientes das panquecas, menos a farinha de arroz. Triturar até obter um creme.
Verter o creme para uma taça e juntar a farinha. Misturar bem e retificar os temperos, se necessário.
Aquecer duas frigideiras anti-aderentes e pincelar com azeite.
Numa delas, colocar um quarto da mistura das panquecas. Alisar com uma espátula e deixar cozinhar até a parte de baixo estar dourada. Usando a outra frigideira, virar com cuidado e continuar a cozinhar. Reservar, mantendo quente.
Repetir o processo até ter quatro panquecas grandes.
Barrar cada uma das panquecas com o molho de tomate. Salpicar com salsa. Retirar as beterrabas da água, tirar a pele e cortar em cubinhos, que se dispõem sobre as panquecas.
Cortar os abacates em lâminas e dispor sobre as panquecas. Espalhar algumas colheres de creme de caju por cima e salpicar com os cebolos picados.
Quanto aos toppings, tal como numa pizza, podem ser o que o homem quiser. A mistura da beterraba, do abacate e do creme de caju para nós resultou particularmente bem, fazendo um contraste dos ingredientes quentes com os frios que casa maravilhosamente com estas temperaturas de primavera que agora se fazem sentir.
Ingredientes:
Panquecas
2 chávenas de grão cozido
1 chávena da água de cozedura do grão
1 colher de chá de alho em pó
1 colher de chá de oregãos secos
1/2 colher de chá de cúrcuma
1 pitada de piri-piri
1 colher de chá de sal fino
70 g de farinha de arroz integral
Toppings
Molho de tomate caseiro
2 colheres de sopa de salsa picada
2 beterrabas
4 abacates pequenos
2 cebolos picados
Algumas colheres de creme de caju
Começar por cozer as beterrabas com pele em água abundante.
No liquidificador, colocar os ingredientes das panquecas, menos a farinha de arroz. Triturar até obter um creme.
Verter o creme para uma taça e juntar a farinha. Misturar bem e retificar os temperos, se necessário.
Aquecer duas frigideiras anti-aderentes e pincelar com azeite.
Numa delas, colocar um quarto da mistura das panquecas. Alisar com uma espátula e deixar cozinhar até a parte de baixo estar dourada. Usando a outra frigideira, virar com cuidado e continuar a cozinhar. Reservar, mantendo quente.
Repetir o processo até ter quatro panquecas grandes.
Barrar cada uma das panquecas com o molho de tomate. Salpicar com salsa. Retirar as beterrabas da água, tirar a pele e cortar em cubinhos, que se dispõem sobre as panquecas.
Cortar os abacates em lâminas e dispor sobre as panquecas. Espalhar algumas colheres de creme de caju por cima e salpicar com os cebolos picados.
terça-feira, 28 de março de 2017
Bolo salgado de legumes e banana verde
Tudo começou com seis bananas verdes na fruteira, que depois de 3 semanas não tinham amadurecido. Rendi-me às evidências - as bananas não iam amadurecer. Já me tinha passado pelos olhos o termo "biomassa de banana verde", aparentemente algo muito saudável, mas na verdade não sabia do que se tratava. Fui então pesquisar, com o intuito de fazer algo das minhas bananas verdes.
Descobri que a biomassa é apenas banana verde cozida e triturada em puré, nada mais simples! Tem muitas utilizações e tem propriedades nutricionais muito interessantes, sobretudo porque funciona como um alimento probiótico, cuidando das bactérias do nosso intestino. Também é um alimento interessante para diabéticos, visto que o amido presente na banana verde (que depois se transforma em açúcar quando a banana amadurece) não é absorvido pelo organismo, o que diminui substancialmente o seu índice glicémico. Este amido funciona então como as fibras, trazendo montes de vantagens para o organismo.
Resolvi então pôr mãos à obra, fazer biomassa e usá-la numa receita. Escolhi este bolo salgado de legumes, que ficou delicioso.
Ingredientes:
Biomassa de banana verde
6 bananas verdes
Água qb
Bolo
100 g de farinha de mandioca
110 g de farinha de arroz integral
130 g de amido de milho
3 colheres de sopa bem cheias de biomassa de banana verde
1 colher de chá de fermento
1 colher de chá de goma xantana
4 ovos pequenos
200 ml de leite de soja não adoçado
1 colher de sopa de sementes de linhaça
1 colher de sopa de vinagre de sidra
1 cebola roxa grande
1/2 pimento vermelho
1/2 alho francês (a parte branca)
1 cenoura
3 colheres de sopa de polpa de tomate
1 colher de sopa de folhas de tomilho
Sementes de sésamo e linhaça para polvilhar
Flor de sal
Pimenta
Azeite
Lavar as bananas. Colocá-las na panela de pressão, cobrindo-as com água. Fechar a panela e levar ao lume até levantar pressão. Deixar cozinhar 10 minutos.
Retirar a polpa das bananas ainda quentes e colocar no liquidificador. Acrescentar água e triturar até obter um creme liso. Guardar no frigorífico num frasco bem fechado (pode também congelar-se para usar mais tarde).
Para o bolo, começar por picar finamente a cebola e dourar num fio de azeite. Entretanto, fatiar o pimento, cortar o alho francês às rodelas e a cenoura em meias luas. Acrescentar os legumes à panela, bem como a polpa de tomate e deixar cozinhar em lume brando.
Quando os legumes estiverem bem cozidos, acrescentar o vinagre e temperar com sal, pimenta, tomilho. Reservar.
No liquidificador, bater os ovos, o leite de soja, três colheres de sopa de biomassa de banana verde e três colheres de sopa de azeite.
Numa taça, juntar as farinhas, o fermento, a goma xantana e as sementes de linhaça. Juntar a mistura anterior e misturar com uma colher de pau. Temperar com sal e pimenta.
Adicionar então os legumes e misturar de novo com a colher de pau. Verter a massa numa forma de bolo inglês e salpicar com sementes de sésamo e linhaça.
Levar ao forno a 180º durante 45 minutos.
Descobri que a biomassa é apenas banana verde cozida e triturada em puré, nada mais simples! Tem muitas utilizações e tem propriedades nutricionais muito interessantes, sobretudo porque funciona como um alimento probiótico, cuidando das bactérias do nosso intestino. Também é um alimento interessante para diabéticos, visto que o amido presente na banana verde (que depois se transforma em açúcar quando a banana amadurece) não é absorvido pelo organismo, o que diminui substancialmente o seu índice glicémico. Este amido funciona então como as fibras, trazendo montes de vantagens para o organismo.
Resolvi então pôr mãos à obra, fazer biomassa e usá-la numa receita. Escolhi este bolo salgado de legumes, que ficou delicioso.
Ingredientes:
Biomassa de banana verde
6 bananas verdes
Água qb
Bolo
100 g de farinha de mandioca
110 g de farinha de arroz integral
130 g de amido de milho
3 colheres de sopa bem cheias de biomassa de banana verde
1 colher de chá de fermento
1 colher de chá de goma xantana
4 ovos pequenos
200 ml de leite de soja não adoçado
1 colher de sopa de sementes de linhaça
1 colher de sopa de vinagre de sidra
1 cebola roxa grande
1/2 pimento vermelho
1/2 alho francês (a parte branca)
1 cenoura
3 colheres de sopa de polpa de tomate
1 colher de sopa de folhas de tomilho
Sementes de sésamo e linhaça para polvilhar
Flor de sal
Pimenta
Azeite
Lavar as bananas. Colocá-las na panela de pressão, cobrindo-as com água. Fechar a panela e levar ao lume até levantar pressão. Deixar cozinhar 10 minutos.
Retirar a polpa das bananas ainda quentes e colocar no liquidificador. Acrescentar água e triturar até obter um creme liso. Guardar no frigorífico num frasco bem fechado (pode também congelar-se para usar mais tarde).
Para o bolo, começar por picar finamente a cebola e dourar num fio de azeite. Entretanto, fatiar o pimento, cortar o alho francês às rodelas e a cenoura em meias luas. Acrescentar os legumes à panela, bem como a polpa de tomate e deixar cozinhar em lume brando.
Quando os legumes estiverem bem cozidos, acrescentar o vinagre e temperar com sal, pimenta, tomilho. Reservar.
No liquidificador, bater os ovos, o leite de soja, três colheres de sopa de biomassa de banana verde e três colheres de sopa de azeite.
Numa taça, juntar as farinhas, o fermento, a goma xantana e as sementes de linhaça. Juntar a mistura anterior e misturar com uma colher de pau. Temperar com sal e pimenta.
Adicionar então os legumes e misturar de novo com a colher de pau. Verter a massa numa forma de bolo inglês e salpicar com sementes de sésamo e linhaça.
Levar ao forno a 180º durante 45 minutos.
quarta-feira, 22 de março de 2017
Tostas de trigo sarraceno com beterraba e creme de tofu
O desafio das Receitas Saudáveis voltou e não podíamos deixar de participar! Desta vez, o Limited Edition propõe-nos pensar sobre o que consideramos uma alimentação / vida saudável.
Não é um assunto fácil - pelo contrário, é um tema que provoca muita polémica e muitas convicções apaixonadas (e por vezes mesmo algum fanatismo). Para mim, uma vida saudável é aquela onde me sinto realizada, contente com a direção que a minha vida leva e satisfeita de modo geral com as decisões que tomo a cada dia, nomeadamente aquelas que implicam diretamente com o cuidado que tenho comigo e com a minha família.
Em termos de alimentação, acredito que cada pessoa tem que informar-se, ouvir o seu corpo e encontrar a sua própria forma de comer, aquela que é boa para si (para o corpo e para a mente, porque os dois não se podem dissociar) e que lhe faz sentido.
E como é que isso se concretiza? Na minha vida, é algo que foi mudando com o tempo, à medida que a idade foi avançando, com novas experiências na vida, com novas investigações que vêm a lume e de que tomo conhecimento, que me convencem a mudar isto ou aquilo na minha alimentação. O diagnóstico da minha intolerância à lactose foi uma grande mudança na minha vida, porque obrigou a toda uma nova organização da alimentação cá em casa. A chegada à minha vida do meu companheiro foi outra transformação. Mais tarde, a vivência da gravidez e a chegada de um bebé também me levaram a alterações importantes.
Neste momento, uma alimentação saudável para mim é aquela que se baseia maioritariamente em produtos biológicos, o mais diversificados possível (vou sempre à procura do legume que nunca experimentei ou da fruta que como menos vezes), alimentos não processados, sopa ao almoço e ao jantar durante todo o ano, uma quantidade controlada de hidratos de carbono, utilização de gorduras "do bem" (azeite, óleos vegetais não refinados processados a frio, óleo de coco, frutos secos, abacate), pouco açúcar (uso muitas vezes o açúcar da fruta ou de alguns legumes, conjuntamente com um toque de stevia granulada, quando faço doces cá em casa), uma quantidade moderada de sal.
Com a gravidez e a amamentação aumentei a ingestão de proteína animal, complementando-a na refeição seguinte com proteína vegetal, vinda sobretudo do tofu e das leguminosas. Mas em tempos normais, a carne e o peixe aparecem no menu cá de casa duas a três vezes por semana, e as refeições restantes são vegetarianas, à base de ovos, ou claramente vegan. Para compensar, atualmente o álcool não tem lugar no meu regime alimentar, mas assim que deixar de amamentar, um ou dois copos de vinho ao sábado à noite não me escapam!
Claro que nada disto faz sentido se não for acompanhado com uma boa quantidade de alegria e entusiasmo, com relações emocionais que nos enchem as medidas, com uma dose importante de prazer, para contrabalançar as dores que sempre vamos vivendo na vida.
Por isso é que não deixámos de receber pessoas em casa, mesmo com um bebé pequeno, e com receitas surpreendentes, saborosas e saudáveis! Muitas vezes as pessoas associam o saudável ao desenxabido - estas tostas com creme de tofu e beterraba vêm contrariar totalmente isso. Os sabores são fortes e o visual conta muito - porque já se sabe que os olhos também comem!
Uma outra versão fantástica destas tostas surge quando se substitui a beterraba por abacate. Uma delícia!
Se quiserem também participar neste desafio, basta enviarem um email para lim.edition2012@gmail.com. Se reproduzirem na vossa cozinha esta proposta ou outras do desafio, utilizem o #desafioreceitasaudável e partilhem as vossas versões e interpretações. Vamos contribuir para um estilo de vida mais saudável, que passa pela comida, mas não se esgota nela!
Ingredientes:
2 beterrabas
Sal
Pimenta
Tostas (adaptado do Our Food Stories)
125 g de farinha de trigo sarraceno
125 g de flocos de trigo sarraceno
50 g de sementes de girassol
50 g de sementes de sésamo
80 g de sementes de linhaça
20 g de sementes de papoila
1 colher de chá de sal fino
2 colheres de sopa de azeite
350 ml de água
Creme de tofu (adaptado do Booklet de queijos vegan da Gopal)
200 g de tofu
75 ml de azeite
1/2 colher de chá de poejo seco
1/2 colher de chá de oregãos secos
1/2 colher de chá de alho em pó
1/2 colher de chá de flor de sal
50 ml de água
1 pitada de açúcar mascavado escuro
Cozer as beterrabas em água a ferver. Depois de cozidas, tirar a pele e cortar em fatias grossas. Com um cortador de bolachas, cortar as formas desejadas e reservar.
No liquidificador, juntar todos os ingredientes para o creme. Triturar bem até obter uma consistência homogénea. Retificar os temperos, se necessário.
Para as tostas, juntar todos os ingredientes secos e misturar. Adicionar a água e o azeite e bater levemente. Deixar repousar durante 20 minutos.
Espalhar a mistura num tabuleiro forrado com papel vegetal. Levar ao forno pré-aquecido a 160º durante 20 minutos.
Retirar do forno e, com uma faca afiada, traçar as linhas das tostas, sem cortar completamente.
Voltar a levar ao forno mais 40 minutos. Desligar o forno e deixar a terminar a cozedura mais 10 minutos.
Retirar do forno e cortar de acordo com as linhas desenhadas.
Num prato, colocar uma tosta. Barrar com o creme. Dispor as estrelas de beterraba por cima e temperar com sal e pimenta. Guarnecer com algumas folhas de rúcula.
Não é um assunto fácil - pelo contrário, é um tema que provoca muita polémica e muitas convicções apaixonadas (e por vezes mesmo algum fanatismo). Para mim, uma vida saudável é aquela onde me sinto realizada, contente com a direção que a minha vida leva e satisfeita de modo geral com as decisões que tomo a cada dia, nomeadamente aquelas que implicam diretamente com o cuidado que tenho comigo e com a minha família.
Em termos de alimentação, acredito que cada pessoa tem que informar-se, ouvir o seu corpo e encontrar a sua própria forma de comer, aquela que é boa para si (para o corpo e para a mente, porque os dois não se podem dissociar) e que lhe faz sentido.
E como é que isso se concretiza? Na minha vida, é algo que foi mudando com o tempo, à medida que a idade foi avançando, com novas experiências na vida, com novas investigações que vêm a lume e de que tomo conhecimento, que me convencem a mudar isto ou aquilo na minha alimentação. O diagnóstico da minha intolerância à lactose foi uma grande mudança na minha vida, porque obrigou a toda uma nova organização da alimentação cá em casa. A chegada à minha vida do meu companheiro foi outra transformação. Mais tarde, a vivência da gravidez e a chegada de um bebé também me levaram a alterações importantes.
Neste momento, uma alimentação saudável para mim é aquela que se baseia maioritariamente em produtos biológicos, o mais diversificados possível (vou sempre à procura do legume que nunca experimentei ou da fruta que como menos vezes), alimentos não processados, sopa ao almoço e ao jantar durante todo o ano, uma quantidade controlada de hidratos de carbono, utilização de gorduras "do bem" (azeite, óleos vegetais não refinados processados a frio, óleo de coco, frutos secos, abacate), pouco açúcar (uso muitas vezes o açúcar da fruta ou de alguns legumes, conjuntamente com um toque de stevia granulada, quando faço doces cá em casa), uma quantidade moderada de sal.
Com a gravidez e a amamentação aumentei a ingestão de proteína animal, complementando-a na refeição seguinte com proteína vegetal, vinda sobretudo do tofu e das leguminosas. Mas em tempos normais, a carne e o peixe aparecem no menu cá de casa duas a três vezes por semana, e as refeições restantes são vegetarianas, à base de ovos, ou claramente vegan. Para compensar, atualmente o álcool não tem lugar no meu regime alimentar, mas assim que deixar de amamentar, um ou dois copos de vinho ao sábado à noite não me escapam!
Claro que nada disto faz sentido se não for acompanhado com uma boa quantidade de alegria e entusiasmo, com relações emocionais que nos enchem as medidas, com uma dose importante de prazer, para contrabalançar as dores que sempre vamos vivendo na vida.
Por isso é que não deixámos de receber pessoas em casa, mesmo com um bebé pequeno, e com receitas surpreendentes, saborosas e saudáveis! Muitas vezes as pessoas associam o saudável ao desenxabido - estas tostas com creme de tofu e beterraba vêm contrariar totalmente isso. Os sabores são fortes e o visual conta muito - porque já se sabe que os olhos também comem!
Uma outra versão fantástica destas tostas surge quando se substitui a beterraba por abacate. Uma delícia!
Se quiserem também participar neste desafio, basta enviarem um email para lim.edition2012@gmail.com. Se reproduzirem na vossa cozinha esta proposta ou outras do desafio, utilizem o #desafioreceitasaudável e partilhem as vossas versões e interpretações. Vamos contribuir para um estilo de vida mais saudável, que passa pela comida, mas não se esgota nela!
Ingredientes:
2 beterrabas
Sal
Pimenta
Tostas (adaptado do Our Food Stories)
125 g de farinha de trigo sarraceno
125 g de flocos de trigo sarraceno
50 g de sementes de girassol
50 g de sementes de sésamo
80 g de sementes de linhaça
20 g de sementes de papoila
1 colher de chá de sal fino
2 colheres de sopa de azeite
350 ml de água
Creme de tofu (adaptado do Booklet de queijos vegan da Gopal)
200 g de tofu
75 ml de azeite
1/2 colher de chá de poejo seco
1/2 colher de chá de oregãos secos
1/2 colher de chá de alho em pó
1/2 colher de chá de flor de sal
50 ml de água
1 pitada de açúcar mascavado escuro
Cozer as beterrabas em água a ferver. Depois de cozidas, tirar a pele e cortar em fatias grossas. Com um cortador de bolachas, cortar as formas desejadas e reservar.
No liquidificador, juntar todos os ingredientes para o creme. Triturar bem até obter uma consistência homogénea. Retificar os temperos, se necessário.
Para as tostas, juntar todos os ingredientes secos e misturar. Adicionar a água e o azeite e bater levemente. Deixar repousar durante 20 minutos.
Espalhar a mistura num tabuleiro forrado com papel vegetal. Levar ao forno pré-aquecido a 160º durante 20 minutos.
Retirar do forno e, com uma faca afiada, traçar as linhas das tostas, sem cortar completamente.
Voltar a levar ao forno mais 40 minutos. Desligar o forno e deixar a terminar a cozedura mais 10 minutos.
Retirar do forno e cortar de acordo com as linhas desenhadas.
Num prato, colocar uma tosta. Barrar com o creme. Dispor as estrelas de beterraba por cima e temperar com sal e pimenta. Guarnecer com algumas folhas de rúcula.
sexta-feira, 10 de março de 2017
Salada de aipo-nabo, maçã e avelãs
À procura de uma salada saborosa à base de aipo-nabo, que costumo comprar no mercado biológico, encontrei esta receita no Les Foodies. O aipo-nabo faz um sucesso estrondoso cá em casa e de facto é um tubérculo com um sabor único! Esta salada, tão fácil de fazer, faz um brilharete como entrada em qualquer jantar com amigos.
Ingredientes:
1/2 bolbo de aipo-nabo
1 maçã pequena
1 chalota
2 colheres de sopa de coentros picados
1 colher de sopa de vinagre balsâmico
1 colher de sopa de azeite
1 colher de chá de mostarda Dijon
1 colher de chá de xarope de agave
10 avelãs ligeiramente tostadas
Sal
Pimenta
Ralar o aipo-nabo. Cortar a maçã com casca em cubinhos. Picar finamente a chalota.
Numa taça, juntar o vinagre, o azeite, a mostarda, o xarope de agave, sal e pimenta. Misturar bem.
Adicionar os legumes, bem como os coentros, e mexer até ficarem bem cobertos com o tempero.
Dispor a salada em dois pratos. Partir grosseiramente as avelãs e salpicar a salada com elas.
Ingredientes:
1/2 bolbo de aipo-nabo
1 maçã pequena
1 chalota
2 colheres de sopa de coentros picados
1 colher de sopa de vinagre balsâmico
1 colher de sopa de azeite
1 colher de chá de mostarda Dijon
1 colher de chá de xarope de agave
10 avelãs ligeiramente tostadas
Sal
Pimenta
Ralar o aipo-nabo. Cortar a maçã com casca em cubinhos. Picar finamente a chalota.
Numa taça, juntar o vinagre, o azeite, a mostarda, o xarope de agave, sal e pimenta. Misturar bem.
Adicionar os legumes, bem como os coentros, e mexer até ficarem bem cobertos com o tempero.
Dispor a salada em dois pratos. Partir grosseiramente as avelãs e salpicar a salada com elas.
quarta-feira, 8 de março de 2017
Chutney de couve roxa
Retirei esta receita do programa Chef de Raiz, que costumo acompanhar. Pareceu-me um acompanhamento perfeito para uma refeição especial e não me enganei! A mistura de sabores é deliciosa e o aspeto fica divinal. Pode comer-se quente ou frio e é formidável das duas maneiras, acompanhando carnes vermelhas ou hambúrgueres vegetarianos.
Ingredientes:
1/2 couve roxa
1 cebola roxa
15 g de gengibre fresco
15 g de sementes de mostarda
5 g de pimenta da jamaica
Sal
80 g de açúcar mascavado escuro
50 ml de vinagre de sidra
Azeite
Hidratar as sementes de mostarda durante 45 minutos.
Colocar um tacho ao lume com uma fundo de azeite. Cortar a cebola e a couve em fatias muito finas e colocar no tacho bem quente. Deixar cozinhar 2 minutos.
Cortar o gengibre em tiras finas e moer a pimenta da Jamaica. Adicionar os temperos ao tacho, bem como o sal e o açúcar.
Juntar também o vinagre e deixar cozinhar tapado durante 25 minutos. Retirar do lume e deixar tapado até amornar.
Servir como guarnição quente ou frio. Pode guardar-se no frigorífico em recipiente hermeticamente fechado, conservando-se durante bastante tempo.
Ingredientes:
1/2 couve roxa
1 cebola roxa
15 g de gengibre fresco
15 g de sementes de mostarda
5 g de pimenta da jamaica
Sal
80 g de açúcar mascavado escuro
50 ml de vinagre de sidra
Azeite
Hidratar as sementes de mostarda durante 45 minutos.
Colocar um tacho ao lume com uma fundo de azeite. Cortar a cebola e a couve em fatias muito finas e colocar no tacho bem quente. Deixar cozinhar 2 minutos.
Cortar o gengibre em tiras finas e moer a pimenta da Jamaica. Adicionar os temperos ao tacho, bem como o sal e o açúcar.
Juntar também o vinagre e deixar cozinhar tapado durante 25 minutos. Retirar do lume e deixar tapado até amornar.
Servir como guarnição quente ou frio. Pode guardar-se no frigorífico em recipiente hermeticamente fechado, conservando-se durante bastante tempo.
segunda-feira, 6 de março de 2017
Batatas Dauphine
Para a celebração de um aniversário especial, fui à procura de uma receita diferente de batatas. Tinha na cabeça as batatas noisette, mas não queria fazer fritos; a pesquisar na internet acabei por encontrar esta receita.
Fiquei interessada nesta espécie de profiteroles de batata e curiosa acerca do sabor e da textura deste acompanhamento tão francês. Uma receita antiga, cuja primeira referência se encontra em 1864, diz-se que foi criada pelo chef do Dauphin, conde de Viennois, numa ocasião em que o senhor estava atrasado para o jantar. Já se sabe que a necessidade aguça o engenho!
Com esta receita, descobri que prefiro claramente a massa choux em pratos salgados, suspeita que tinha desde que provei os éclairs salgados do L'Éclair. Não sendo eu uma fã incondicional de profiteroles, éclairs e outros bolos feitos com massa choux, percebi o potencial que esta tem em pratos salgados, dando uma textura formidável ao puré de batata.
Ingredientes:
500 g de batata
125 g de farinha de trigo branca
250 ml de água
70 ml de óleo de sésamo não tostado (ou outro óleo vegetal de sabor neutro)
4 ovos
Sal
Cozer as batatas em água e sal. Quando cozidas, esmagar com um garfo.
Levar ao lume a água com o óleo e meia colher de chá de sal grosso. Quando levantar fervura, retirar do lume e juntar de uma vez só a farinha. Bater energicamente com uma colher de pau.
Voltar a levar ao lume, mexendo sempre com a colher de pau, até a massa descolar das paredes da panela.
Retirar do lume e acrescentar um ovo de cada vez, batendo bem entre cada adição. Juntar o puré de batata e misturar bem. Adicionar um pouco de água se a mistura estiver demasiado espessa.
Colocar a mistura no saco de pasteleiro com o bico mais largo. Forrar um tabuleiro de ir ao forno com papel vegetal e depositar pequenas porções de massa, com algum espaço entre elas. Em alternativa, pode usar-se uma colher e formar pequenas bolinhas (como se fossem profiteroles).
Levar a forno pré-aquecido a 200º durante 30 minutos.
Fiquei interessada nesta espécie de profiteroles de batata e curiosa acerca do sabor e da textura deste acompanhamento tão francês. Uma receita antiga, cuja primeira referência se encontra em 1864, diz-se que foi criada pelo chef do Dauphin, conde de Viennois, numa ocasião em que o senhor estava atrasado para o jantar. Já se sabe que a necessidade aguça o engenho!
Com esta receita, descobri que prefiro claramente a massa choux em pratos salgados, suspeita que tinha desde que provei os éclairs salgados do L'Éclair. Não sendo eu uma fã incondicional de profiteroles, éclairs e outros bolos feitos com massa choux, percebi o potencial que esta tem em pratos salgados, dando uma textura formidável ao puré de batata.
Ingredientes:
500 g de batata
125 g de farinha de trigo branca
250 ml de água
70 ml de óleo de sésamo não tostado (ou outro óleo vegetal de sabor neutro)
4 ovos
Sal
Cozer as batatas em água e sal. Quando cozidas, esmagar com um garfo.
Levar ao lume a água com o óleo e meia colher de chá de sal grosso. Quando levantar fervura, retirar do lume e juntar de uma vez só a farinha. Bater energicamente com uma colher de pau.
Voltar a levar ao lume, mexendo sempre com a colher de pau, até a massa descolar das paredes da panela.
Retirar do lume e acrescentar um ovo de cada vez, batendo bem entre cada adição. Juntar o puré de batata e misturar bem. Adicionar um pouco de água se a mistura estiver demasiado espessa.
Colocar a mistura no saco de pasteleiro com o bico mais largo. Forrar um tabuleiro de ir ao forno com papel vegetal e depositar pequenas porções de massa, com algum espaço entre elas. Em alternativa, pode usar-se uma colher e formar pequenas bolinhas (como se fossem profiteroles).
Levar a forno pré-aquecido a 200º durante 30 minutos.
domingo, 5 de março de 2017
Fajitas de cogumelos, abacate e creme de caju
Vi estas fajitas num vídeo do facebook e fui descobrir o site So Vegan, onde encontrei esta receita. Fiz as minhas adaptações e saiu uma refeição bem saborosa.
Ingredientes:
6 tortilhas de trigo integrais (de preferência caseiras)
350 g de cogumelos marron
1 pimento vermelho
1 cebola roxa
4 dentes de alho
1 colher de chá de cominhos em pó
1 colher de chá de pimentão doce em pó
2 abacates pequenos
3 colheres de sopa de coentros picados
Azeite
Sal
Pimenta
Creme de caju
250 g de caju neutro demolhado de um dia para o outro
170 ml de sumo de limão (equivalente a dois limões médios)
1 dente de alho
1 colher de chá de flor de sal
1 colher de chá de oregãos
60 ml de azeite
100 ml de água
1 colher de sopa de levedura de cerveja
Para o creme de caju, juntar todos os ingredientes no liquidificador e bater até obter um creme homogéneo. Acrescentar um pouco de água se necessário.
Fatiar os cogumelos. Cortar a cebola em meias luas e os pimentos em tiras. Picar o alho.
Numa taça, juntar os legumes, o alho, o pimentão doce e os cominhos. Temperar com sal e pimenta e regar com um fio de azeite.
Levar ao forno a 200º até os legumes estarem assados.
Esmagar a polpa dos abacates com um garfo. Adicionar duas colheres de sopa de coentros picados e temperar com sal e pimenta. Misturar bem.
Aquecer as tortilhas numa frigideira anti-aderente sem acrescentar gordura.
Barrar cada tortilha com uma colher de sopa de abacate. Por cima, colocar um sexto dos legumes assados e finalizar com uma colher de sopa bem cheia de creme de caju. Fechar as tortilhas e salpicar com os restantes coentros.
Ingredientes:
6 tortilhas de trigo integrais (de preferência caseiras)
350 g de cogumelos marron
1 pimento vermelho
1 cebola roxa
4 dentes de alho
1 colher de chá de cominhos em pó
1 colher de chá de pimentão doce em pó
2 abacates pequenos
3 colheres de sopa de coentros picados
Azeite
Sal
Pimenta
Creme de caju
250 g de caju neutro demolhado de um dia para o outro
170 ml de sumo de limão (equivalente a dois limões médios)
1 dente de alho
1 colher de chá de flor de sal
1 colher de chá de oregãos
60 ml de azeite
100 ml de água
1 colher de sopa de levedura de cerveja
Para o creme de caju, juntar todos os ingredientes no liquidificador e bater até obter um creme homogéneo. Acrescentar um pouco de água se necessário.
Fatiar os cogumelos. Cortar a cebola em meias luas e os pimentos em tiras. Picar o alho.
Numa taça, juntar os legumes, o alho, o pimentão doce e os cominhos. Temperar com sal e pimenta e regar com um fio de azeite.
Levar ao forno a 200º até os legumes estarem assados.
Esmagar a polpa dos abacates com um garfo. Adicionar duas colheres de sopa de coentros picados e temperar com sal e pimenta. Misturar bem.
Aquecer as tortilhas numa frigideira anti-aderente sem acrescentar gordura.
Barrar cada tortilha com uma colher de sopa de abacate. Por cima, colocar um sexto dos legumes assados e finalizar com uma colher de sopa bem cheia de creme de caju. Fechar as tortilhas e salpicar com os restantes coentros.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
Salada Gellért
Károly Gundel era um chefe húngaro muito conhecido, responsável por vários restaurantes famosos de Budapeste, entre os quais o do Hotel Gellért. Esta salada era um dos seus pratos emblemáticos, que encontrei no livro Gundel's Hungarian Cookbook, que trouxe comigo da minha viagem a Budapeste. Este livro teve a sua primeira edição em 1934 e já vai na 45ª edição - há até uma edição francesa cuja introdução é escrita pelo próprio Escoffier!
Esta salada agrada até a quem não gosta de salada! A mistura da beterraba ligeiramente avinagrada com a maionese e o toque levemente picante do rábano fazem deste prato uma entrada sofisticada e original.
Ingredientes:
2 beterrabas
40 g de rábano
3 colheres de sopa de vinagre de sidra
1 colher de chá de sementes de mostarda
1 colher de chá de açúcar mascavado escuro
1 alface
2 colheres de sopa bem cheias de maionese (de preferência caseira)
Sumo de meio limão
1 pitada de piri-piri
2 colheres de sopa de salsa fresca picada
Cozer as beterrabas com casca. Quando cozidas, retirar a casca e cortar em palitos grossos.
Cortar o rábano em palitos finos.
Numa taça, juntar a beterraba, o rábano, as sementes de mostarda, o vinagre e o açúcar. Acrescentar água até os legumes estarem cobertos.
Levar ao frigorífico de um dia para o outro.
Retirar os legumes, descartando a água e a maior parte das sementes de mostarda. Misturar com a maionese, o piri-piri e o sumo de limão.
Cortar a alface em juliana. Dispor no fundo de um prato. Por cima, colocar a mistura de beterraba. Salpicar com salsa fresca e servir.
Esta salada agrada até a quem não gosta de salada! A mistura da beterraba ligeiramente avinagrada com a maionese e o toque levemente picante do rábano fazem deste prato uma entrada sofisticada e original.
Ingredientes:
2 beterrabas
40 g de rábano
3 colheres de sopa de vinagre de sidra
1 colher de chá de sementes de mostarda
1 colher de chá de açúcar mascavado escuro
1 alface
2 colheres de sopa bem cheias de maionese (de preferência caseira)
Sumo de meio limão
1 pitada de piri-piri
2 colheres de sopa de salsa fresca picada
Cozer as beterrabas com casca. Quando cozidas, retirar a casca e cortar em palitos grossos.
Cortar o rábano em palitos finos.
Numa taça, juntar a beterraba, o rábano, as sementes de mostarda, o vinagre e o açúcar. Acrescentar água até os legumes estarem cobertos.
Levar ao frigorífico de um dia para o outro.
Retirar os legumes, descartando a água e a maior parte das sementes de mostarda. Misturar com a maionese, o piri-piri e o sumo de limão.
Cortar a alface em juliana. Dispor no fundo de um prato. Por cima, colocar a mistura de beterraba. Salpicar com salsa fresca e servir.
sábado, 28 de janeiro de 2017
Trouxas de tofu fumado e cogumelos
Esta receita não foi invenção minha, mas sim da empregada de uma amiga que, quando começou a trabalhar, não sabia fazer comida vegetariana. A minha amiga pediu-lhe que o fizesse e ela, cheia de iniciativa, foi pesquisar em livros e na internet e agora faz uns belos pratos vegetarianos!
Num dia em que jantei lá em casa, comemos umas trouxas de couve com tofu fumado que eram uma delícia! Pedi logo a receita e tenho feito em casa, com algumas variações. Esta resultou particularmente bem, devido à conjugação do fumado do tofu com o sabor dos cogumelos.
Ingredientes:
10 folhas de couve
250 g de tofu fumado
1 cebola
2 dentes de alho
1 cenoura
1 pastinaga
3 cogumelos portobello
1 lima
1 noz de gengibre
1 pitada de noz moscada
1 colher de sopa de coentros picados
1 colher de sopa de salsa picada
Sal
Pimenta
Azeite
Molho de tomate
1 lata grande de tomate pelado
1 cebola
2 dentes de alho
2 folhas de louro
1 copo de vinho branco
Sal
Pimenta
Azeite
Começar por fazer o molho de tomate, refogando a cebola e o alho picados num fio de azeite, juntamente com as folhas de louro. Quando a cebola estiver dourada, adicionar o tomate pelado e um copo de água. Deixar cozinhar alguns minutos e acrescentar o vinho branco.
Baixar para lume brando e deixar fervilhar 20 minutos. Retirar as folhas de louro e triturar o molho até obter uma consistência lisa.
Voltar a levar ao lume e deixar reduzir. No final, temperar com sal e pimenta.
Enquanto o molho reduz, ferver as folhas de couve durante 5 minutos para perderem a sua rigidez.
Numa frigideira, refogar a outra cebola picada num fio de azeite. Quando a cebola estiver dourada, juntar a cenoura e a pastinaga cortadas em cubinhos, bem como o alho picado. Deixar cozinhar 15 minutos.
Juntar então os cogumelos grosseiramente picados e o tofu cortado em cubinhos. Temperar com o sumo e a raspa da lima, a noz moscada e o gengibre ralado. Misturar bem e deixar cozinhar até todos os legumes estarem cozidos.
Retirar do lume, juntar a salsa e os coentros e temperar com sal e pimenta.
Colocar duas colheres de sopa desta mistura em cada folha de couve e enrolar. Dispor as trouxas umas ao lado das outras num pirex. Regar com o molho de tomate e levar ao forno 30 minutos a 200º.
Num dia em que jantei lá em casa, comemos umas trouxas de couve com tofu fumado que eram uma delícia! Pedi logo a receita e tenho feito em casa, com algumas variações. Esta resultou particularmente bem, devido à conjugação do fumado do tofu com o sabor dos cogumelos.
Ingredientes:
10 folhas de couve
250 g de tofu fumado
1 cebola
2 dentes de alho
1 cenoura
1 pastinaga
3 cogumelos portobello
1 lima
1 noz de gengibre
1 pitada de noz moscada
1 colher de sopa de coentros picados
1 colher de sopa de salsa picada
Sal
Pimenta
Azeite
Molho de tomate
1 lata grande de tomate pelado
1 cebola
2 dentes de alho
2 folhas de louro
1 copo de vinho branco
Sal
Pimenta
Azeite
Começar por fazer o molho de tomate, refogando a cebola e o alho picados num fio de azeite, juntamente com as folhas de louro. Quando a cebola estiver dourada, adicionar o tomate pelado e um copo de água. Deixar cozinhar alguns minutos e acrescentar o vinho branco.
Baixar para lume brando e deixar fervilhar 20 minutos. Retirar as folhas de louro e triturar o molho até obter uma consistência lisa.
Voltar a levar ao lume e deixar reduzir. No final, temperar com sal e pimenta.
Enquanto o molho reduz, ferver as folhas de couve durante 5 minutos para perderem a sua rigidez.
Numa frigideira, refogar a outra cebola picada num fio de azeite. Quando a cebola estiver dourada, juntar a cenoura e a pastinaga cortadas em cubinhos, bem como o alho picado. Deixar cozinhar 15 minutos.
Juntar então os cogumelos grosseiramente picados e o tofu cortado em cubinhos. Temperar com o sumo e a raspa da lima, a noz moscada e o gengibre ralado. Misturar bem e deixar cozinhar até todos os legumes estarem cozidos.
Retirar do lume, juntar a salsa e os coentros e temperar com sal e pimenta.
Colocar duas colheres de sopa desta mistura em cada folha de couve e enrolar. Dispor as trouxas umas ao lado das outras num pirex. Regar com o molho de tomate e levar ao forno 30 minutos a 200º.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
Bolachas de aveia, mirtilos e avelãs
Mais uma adaptação de uma receita do BBC Good Food, sempre com boas ideias e receitas a experimentar. Estas bolachas são excelentes para voltar à alimentação regrada - são sem açúcar adicionado, adoçadas com maçã, mirtilos secos e stevia. Ficam muito saborosas e são excelentes para acompanhar a fruta a meio da manhã!
Ingredientes:
50 g de farinha de aveia integral
50 g de farinha de espelta integral
1 colher de chá de stevia branca
1 maçã pequena
50 ml de óleo de sésamo não tostado
30 g de mirtilos secos
40 g de avelãs
2 colheres de sopa de sementes de linhaça
1 pitada de sal
Triturar as sementes de linhaça e hidratar em duas colheres de sopa de água.
Ralar a maçã com casca. Levar ao lume o óleo e a maçã durante alguns minutos até a maçã estar cozinhada.
Juntar as farinhas, a stevia, o sal, os mirtilos e as avelãs partidas em pedaços. Misturar o óleo com a maçã e a linhaça. Mexer bem.
Dispor pequenas porções da massa num tabuleiro untado com papel vegetal. Levar ao forno a 180º durante 20 minutos.
Ingredientes:
50 g de farinha de aveia integral
50 g de farinha de espelta integral
1 colher de chá de stevia branca
1 maçã pequena
50 ml de óleo de sésamo não tostado
30 g de mirtilos secos
40 g de avelãs
2 colheres de sopa de sementes de linhaça
1 pitada de sal
Triturar as sementes de linhaça e hidratar em duas colheres de sopa de água.
Ralar a maçã com casca. Levar ao lume o óleo e a maçã durante alguns minutos até a maçã estar cozinhada.
Juntar as farinhas, a stevia, o sal, os mirtilos e as avelãs partidas em pedaços. Misturar o óleo com a maçã e a linhaça. Mexer bem.
Dispor pequenas porções da massa num tabuleiro untado com papel vegetal. Levar ao forno a 180º durante 20 minutos.
quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
Bolo de chocolate preto e laranja
Hoje este bolo é dedicado a um amigo querido que faz anos. Conhecemo-nos há mais de 10 anos em contexto profissional e rapidamente passámos de colegas a amigos. Depressa descobrimos várias afinidades, entre as quais o prazer da comida.
Juntos visitámos diversos restaurantes simpáticos em Lisboa. Durante alguns anos, tínhamos o hábito de jantar juntos no primeiro dia de férias de verão, dado que muitas vezes entramos de férias no mesmo dia, e essa noite era sempre muito descontraída e divertida, como convém!
O meu amigo teve um 2016 difícil, com a morte do pai no final do verão. Por isso, precisa mais do que nunca de um 2017 espetacular e é isso que lhe desejo neste início de ano.
Entretanto, como não posso estar na celebração deste seu aniversário, envio-lhe este bolo para lhe adoçar a boca. É uma adaptação desta receita no BBC Good Food e resultou muito bem.
Ingredientes:
1 laranja grande
4 ovos
200 ml de azeite
100 g de chocolate preto 70% cacau
170 g de açúcar mascavado escuro
35 g de cacau magro em pó
250 g de farinha de trigo branca
1 1/2 colheres de chá de fermento
1 pitada de sal
Cobertura
200 g de chocolate preto 70% cacau
150 ml de nata de soja
Cascas de laranja cobertas com chocolate branco
Açúcar dourado
Cozer a laranja em água a ferver durante 30 minutos.
Escorrer a água e triturar a laranja no liquidificador. Deixar arrefecer completamente.
Derreter o chocolate em banho maria e deixar amornar.
Bater os ovos, o azeite e o açúcar. Juntar o puré de laranja e continuar a bater. Adicionar o chocolate derretido.
Peneirar a farinha, o cacau, o sal e o fermento. Juntar um terço à massa e bater. Repetir até terminar os ingredientes secos.
Untar uma forma com azeite e verter a massa.
Levar ao forno a 180º durante 45 minutos.
Retirar do forno e deixar amornar antes de desenformar. Em seguida, deixar arrefecer completamente sobre uma grelha.
Para a cobertura, derreter o chocolate em banho maria. Quando estiver quase derretido, retirar do lume, mexendo sempre. Adicionar a nata de soja e continuar a mexer.
Deixar arrefecer cerca de uma hora, mexendo de vez em quando, até ter uma consistência que permita barrar o bolo com facilidade.
Depois de cobrir o bolo, acrescentar os elementos decorativos.
Juntos visitámos diversos restaurantes simpáticos em Lisboa. Durante alguns anos, tínhamos o hábito de jantar juntos no primeiro dia de férias de verão, dado que muitas vezes entramos de férias no mesmo dia, e essa noite era sempre muito descontraída e divertida, como convém!
O meu amigo teve um 2016 difícil, com a morte do pai no final do verão. Por isso, precisa mais do que nunca de um 2017 espetacular e é isso que lhe desejo neste início de ano.
Entretanto, como não posso estar na celebração deste seu aniversário, envio-lhe este bolo para lhe adoçar a boca. É uma adaptação desta receita no BBC Good Food e resultou muito bem.
Ingredientes:
1 laranja grande
4 ovos
200 ml de azeite
100 g de chocolate preto 70% cacau
170 g de açúcar mascavado escuro
35 g de cacau magro em pó
250 g de farinha de trigo branca
1 1/2 colheres de chá de fermento
1 pitada de sal
Cobertura
200 g de chocolate preto 70% cacau
150 ml de nata de soja
Cascas de laranja cobertas com chocolate branco
Açúcar dourado
Cozer a laranja em água a ferver durante 30 minutos.
Escorrer a água e triturar a laranja no liquidificador. Deixar arrefecer completamente.
Derreter o chocolate em banho maria e deixar amornar.
Bater os ovos, o azeite e o açúcar. Juntar o puré de laranja e continuar a bater. Adicionar o chocolate derretido.
Peneirar a farinha, o cacau, o sal e o fermento. Juntar um terço à massa e bater. Repetir até terminar os ingredientes secos.
Untar uma forma com azeite e verter a massa.
Levar ao forno a 180º durante 45 minutos.
Retirar do forno e deixar amornar antes de desenformar. Em seguida, deixar arrefecer completamente sobre uma grelha.
Para a cobertura, derreter o chocolate em banho maria. Quando estiver quase derretido, retirar do lume, mexendo sempre. Adicionar a nata de soja e continuar a mexer.
Deixar arrefecer cerca de uma hora, mexendo de vez em quando, até ter uma consistência que permita barrar o bolo com facilidade.
Depois de cobrir o bolo, acrescentar os elementos decorativos.
segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
Muffins salgados de quinoa
No programa Chef de Raiz, vi uma receita de muffins de quinoa e milho, que entretanto procurei no site do 24 Kitchen sem conseguir encontrá-la. Gostei da ideia, na televisão os muffins tinham um ar excelente - como tudo o que o Leonardo Pereira cozinha neste programa, aliás.
À falta da receita original, encontrei esta no The Lean Green Bean que me pareceu interessante e acabei por experimentar, com diversas adaptações. Revelou-se uma boa forma de voltar à alimentação saudável, depois dos excessos das festas.
Ingredientes:
140 g de quinoa castanha
1 cebola
2 dentes de alho
1 abacate pequeno
10 tomates cereja
1 cenoura
1 ovo
3 colheres de sopa de sementes de abóbora
2 colheres de sopa de coentros frescos picados
1 colher de chá de pimentão doce
1/2 colher de chá de cominhos
1 pitada de piri-piri
Sal
Pimenta
Lavar bem a quinoa e cozer em água abundante com sal.
Triturar as sementes de abóbora até obter uma farinha.
Picar a cebola e os alhos finamente. Ralar a cenoura e cortar o abacate em cubinhos. Cortar o tomate em quartos. Misturar tudo numa taça e temperar com pimentão doce, cominhos, piri-piri e coentros.
Deixar amornar a quinoa e juntar à mistura anterior. Misturar bem e temperar com sal e pimenta.
Adicionar o ovo e as sementes de abóbora moídas. Distribuir a massa por oito formas de queque.
Levar ao forno a 180º durante 30 minutos.
Comer quente ou morno, acompanhados por uma salada.
À falta da receita original, encontrei esta no The Lean Green Bean que me pareceu interessante e acabei por experimentar, com diversas adaptações. Revelou-se uma boa forma de voltar à alimentação saudável, depois dos excessos das festas.
Ingredientes:
140 g de quinoa castanha
1 cebola
2 dentes de alho
1 abacate pequeno
10 tomates cereja
1 cenoura
1 ovo
3 colheres de sopa de sementes de abóbora
2 colheres de sopa de coentros frescos picados
1 colher de chá de pimentão doce
1/2 colher de chá de cominhos
1 pitada de piri-piri
Sal
Pimenta
Lavar bem a quinoa e cozer em água abundante com sal.
Triturar as sementes de abóbora até obter uma farinha.
Picar a cebola e os alhos finamente. Ralar a cenoura e cortar o abacate em cubinhos. Cortar o tomate em quartos. Misturar tudo numa taça e temperar com pimentão doce, cominhos, piri-piri e coentros.
Deixar amornar a quinoa e juntar à mistura anterior. Misturar bem e temperar com sal e pimenta.
Adicionar o ovo e as sementes de abóbora moídas. Distribuir a massa por oito formas de queque.
Levar ao forno a 180º durante 30 minutos.
Comer quente ou morno, acompanhados por uma salada.
segunda-feira, 21 de novembro de 2016
Tarte de ruibarbo
O ruibarbo não é muito utilizado em Portugal, mas é bastante conhecido em França. Por isso, inspirei-me nesta receita do site Marmiton para confecionar esta tarte bem saborosa, oferecida a amigos que nunca tinham provado este ingrediente!
Ingredientes:
Massa quebrada (adaptada da receita de massa quebrada doce do blogue Petiscos e Miminhos)
150 g de farinha de trigo branca
50 ml de óleo de sésamo
1 ovo pequeno
1 colher de chá de açúcar amarelo
1 pitada de sal
Recheio
Ingredientes:
Massa quebrada (adaptada da receita de massa quebrada doce do blogue Petiscos e Miminhos)
150 g de farinha de trigo branca
50 ml de óleo de sésamo
1 ovo pequeno
1 colher de chá de açúcar amarelo
1 pitada de sal
Recheio
400 g de ruibarbo
2 ovos
125 ml de nata de soja
5 colheres de sopa de açúcar amarelo
Cortar o ruibarbo em pedaços de cerca de 2 centímetros. Juntar duas colheres de sopa de açúcar, misturar e deixar macerar uma hora.
Entretanto, para fazer a massa, juntar a farinha com o açúcar e o sal. Misturar e abrir uma cova no meio.
Abrir o ovo e ir misturando na farinha com um garfo. Adicionar o óleo e continuar a misturar.
Amassar com as mãos durante alguns minutos até obter uma massa de textura homogénea.
Enrolar em película aderente e deixar repousar meia hora.
Estender a massa e forrar uma tarteira. Escorrer o ruibarbo, descartando o líquido, e colocar na forma.
Levar ao forno durante 20 minutos a 200º.
Bater os ovos com a nata e o restante açúcar. Cobrir o ruibarbo com esta mistura e levar ao forno mais 25 minutos, até ficar dourado.
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Queques de alfarroba e maçã
Esta receita saiu da minha cozinha num dia de inspiração e cá em casa gostámos muito do resultado! Espero que experimentem e que se deliciem.
Ingredientes:
15 g de sementes de chia
135 g de farinha de espelta integral
35 g de farinha de alfarroba
2 maçãs pequenas
2 colheres de sopa de mel ou xarope de agave (opcional; omitir se for para bebés)
125 ml de leite de soja
1 colher de sopa de óleo de sésamo
1 colher de chá de aroma de baunilha
1/2 colher de chá de fermento
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
Uma pitada de sal (opcional; omitir se for para bebés)
Ingredientes:
15 g de sementes de chia
135 g de farinha de espelta integral
35 g de farinha de alfarroba
2 maçãs pequenas
2 colheres de sopa de mel ou xarope de agave (opcional; omitir se for para bebés)
125 ml de leite de soja
1 colher de sopa de óleo de sésamo
1 colher de chá de aroma de baunilha
1/2 colher de chá de fermento
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
Uma pitada de sal (opcional; omitir se for para bebés)
Juntar quatro colheres de sopa de água às sementes de chia e reservar.
Juntar as farinhas, o sal, o fermento e o bicarbonato. Envolver bem.
Numa taça, juntar o mel, o leite de soja, o óleo e o aroma de baunilha. Acrescentar as sementes de chia hidratadas e mexer bem.
Juntar a mistura líquida à seca e mexer até obter uma consistência homogénea.
Descaroçar e cortar uma das maçãs em rodelas finas (8 fatias). Picar o restante em pedacinhos pequenos e juntar à massa.
Distribuir a massa pelas formas de queque (rende 8 bolinhos). Colocar uma fatia de maçã no topo de cada um.
Levar ao forno a 180º durante 20 minutos.
Juntar as farinhas, o sal, o fermento e o bicarbonato. Envolver bem.
Numa taça, juntar o mel, o leite de soja, o óleo e o aroma de baunilha. Acrescentar as sementes de chia hidratadas e mexer bem.
Juntar a mistura líquida à seca e mexer até obter uma consistência homogénea.
Descaroçar e cortar uma das maçãs em rodelas finas (8 fatias). Picar o restante em pedacinhos pequenos e juntar à massa.
Distribuir a massa pelas formas de queque (rende 8 bolinhos). Colocar uma fatia de maçã no topo de cada um.
Levar ao forno a 180º durante 20 minutos.
terça-feira, 27 de setembro de 2016
Bolo de figos, mel e limão
Mais uma receita com figos, para aproveitar ao máximo a época deles, que é tão curta! Esta foi inspirada numa receita do Fabrico Caseiro.
Ingredientes:
8 figos
1 limão
110 ml de azeite
2 colheres de sopa de mel bem cheias
4 ovos
175 g de farinha de trigo integral
1 colher de chá de fermento
Cortar os figos ao meio e regar com sumo de meio limão.
Juntar a raspa do limão, o restante sumo, o azeite e o mel e bater bem.
Ir adicionando os ovos um a um. Quando estiverem bem incorporados, juntar então a farinha e o fermento.
Verter a massa para uma forma redonda untada com azeite. Dispor as metades de figos por cima da massa e regar com o líquido que resta.
Levar ao forno a 180º durante 35 minutos.
Ingredientes:
8 figos
1 limão
110 ml de azeite
2 colheres de sopa de mel bem cheias
4 ovos
175 g de farinha de trigo integral
1 colher de chá de fermento
Cortar os figos ao meio e regar com sumo de meio limão.
Juntar a raspa do limão, o restante sumo, o azeite e o mel e bater bem.
Ir adicionando os ovos um a um. Quando estiverem bem incorporados, juntar então a farinha e o fermento.
Verter a massa para uma forma redonda untada com azeite. Dispor as metades de figos por cima da massa e regar com o líquido que resta.
Levar ao forno a 180º durante 35 minutos.
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Tarteletes de figo
Chegaram os figos! É uma fruta que adoro e quando chega a época delicio-me com eles! Para além disso, são excelentes ingredientes para pratos doces ou salgados, e estas tarteletes comprovam-no bem. São uma adaptação de uma receita do She Knows, que há muito tempo estava na lista para ser testada.
Ingredientes:
Massa
150 g de farinha de trigo branca
1 ovo pequeno
50 g de óleo de sésamo não tostado
1 colher de chá de xarope de agave
1 pitada de sal
Recheio
250 ml de leite de soja
1 colher de sopa de essência de baunilha caseira
1 colher de sopa de amido de milho
1 colher de sopa de xarope de agave
2 gemas de ovo + 1 gema para pincelar
8 figos
1 colher de sopa de avelãs
Começar por fazer a massa, juntando a farinha e o sal numa taça. Misturar e abrir uma cova no meio, na qual se deposita o ovo.
Com um garfo, começar a misturar o ovo com a farinha. Juntar o agave e continuar a misturar. Adicionar finalmente o óleo em fio, continuando sempre a misturar.
Amassar com as mãos durante alguns minutos, embrulhar em película aderente e deixar repousar durante 30 minutos.
Passado esse tempo, estender a massa entre duas folhas de película aderente e cortar seis círculos, com os quais se forram seis formas de tartelete, untadas com óleo de sésamo. Picar o fundo com um garfo, colocar um quadrado de papel vegetal em cada e encher com feijões ou outra leguminosa seca.
Levar ao forno a 180º durante 20 minutos.
Entretanto, levar o leite com a essência de baunilha ao lume. Noutra panela anti-aderente, juntar as duas gemas de ovo e o agave, batendo com uma vara de arames. Acrescentar o amido de milho.
Quando o leite estiver quase a levantar fervura, retirar do lume. Levar a panela dos ovos a lume muito brando e juntar um pouco de leite, batendo com a vara. Aos poucos, ir juntando o leite, batendo sempre com a vara.
Quando a mistura espessar, retirar do lume. Deixar arrefecer.
Partir os figos em quartos e reservar. Triturar grosseiramente as avelãs. Juntar à gema de ovo uma colher de água e reservar.
Retirar as formas de forno. Retirar os feijões e o papel vegetal e rechear com o creme, distribuindo uniformemente entre as seis tarteletes. Por cima, dispor cinco quartos de figo e pincelar com a gema de ovo.
Salpicar com a avelã triturada e levar ao forno durante 15 minutos.
Ingredientes:
Massa
150 g de farinha de trigo branca
1 ovo pequeno
50 g de óleo de sésamo não tostado
1 colher de chá de xarope de agave
1 pitada de sal
Recheio
250 ml de leite de soja
1 colher de sopa de essência de baunilha caseira
1 colher de sopa de amido de milho
1 colher de sopa de xarope de agave
2 gemas de ovo + 1 gema para pincelar
8 figos
1 colher de sopa de avelãs
Começar por fazer a massa, juntando a farinha e o sal numa taça. Misturar e abrir uma cova no meio, na qual se deposita o ovo.
Com um garfo, começar a misturar o ovo com a farinha. Juntar o agave e continuar a misturar. Adicionar finalmente o óleo em fio, continuando sempre a misturar.
Amassar com as mãos durante alguns minutos, embrulhar em película aderente e deixar repousar durante 30 minutos.
Passado esse tempo, estender a massa entre duas folhas de película aderente e cortar seis círculos, com os quais se forram seis formas de tartelete, untadas com óleo de sésamo. Picar o fundo com um garfo, colocar um quadrado de papel vegetal em cada e encher com feijões ou outra leguminosa seca.
Levar ao forno a 180º durante 20 minutos.
Entretanto, levar o leite com a essência de baunilha ao lume. Noutra panela anti-aderente, juntar as duas gemas de ovo e o agave, batendo com uma vara de arames. Acrescentar o amido de milho.
Quando o leite estiver quase a levantar fervura, retirar do lume. Levar a panela dos ovos a lume muito brando e juntar um pouco de leite, batendo com a vara. Aos poucos, ir juntando o leite, batendo sempre com a vara.
Quando a mistura espessar, retirar do lume. Deixar arrefecer.
Partir os figos em quartos e reservar. Triturar grosseiramente as avelãs. Juntar à gema de ovo uma colher de água e reservar.
Retirar as formas de forno. Retirar os feijões e o papel vegetal e rechear com o creme, distribuindo uniformemente entre as seis tarteletes. Por cima, dispor cinco quartos de figo e pincelar com a gema de ovo.
Salpicar com a avelã triturada e levar ao forno durante 15 minutos.
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
Brownies de chocolate preto e curgete
No Well Plated, encontrei esta receita que quis logo experimentar. Não faltou oportunidade, com visitas cá em casa que vieram fazer férias a Lisboa, sábado à noite foi dia de sobremesa. Ainda assim, uma sobremesa saudável, com pouca gordura e pouco açúcar.
Ingredientes:
680 g de curgete (2 curgetes médias)
125 ml de azeite
125 ml de mel
2 ovos
1 colher de chá de essência de baunilha
160 g de farinha de trigo integral
50 g de cacau magro em pó
1/4 colher de chá de sal fino
1 colher de chá de fermento
180 g de chocolate preto 70% cacau
Partir o chocolate em pepitas e reservar.
Ralar a curgete. Escorrer o excesso de água.
Na batedeira, juntar os ovos, o mel, o azeite e a baunilha. Bater até obter um creme homogéneo. Juntar a curgete e bater até estar incorporado.
Numa taça, misturar a farinha, o cacau, o sal e o fermento. Juntar aos poucos à mistura anterior, batendo entre cada adição.
Envolver então com uma colher de pau as pepitas de chocolate.
Levar ao forno a 180º numa forma retangular forrada com papel vegetal durante 30 minutos.
Ingredientes:
680 g de curgete (2 curgetes médias)
125 ml de azeite
125 ml de mel
2 ovos
1 colher de chá de essência de baunilha
160 g de farinha de trigo integral
50 g de cacau magro em pó
1/4 colher de chá de sal fino
1 colher de chá de fermento
180 g de chocolate preto 70% cacau
Partir o chocolate em pepitas e reservar.
Ralar a curgete. Escorrer o excesso de água.
Na batedeira, juntar os ovos, o mel, o azeite e a baunilha. Bater até obter um creme homogéneo. Juntar a curgete e bater até estar incorporado.
Numa taça, misturar a farinha, o cacau, o sal e o fermento. Juntar aos poucos à mistura anterior, batendo entre cada adição.
Envolver então com uma colher de pau as pepitas de chocolate.
Levar ao forno a 180º numa forma retangular forrada com papel vegetal durante 30 minutos.
domingo, 24 de julho de 2016
Bolo zebra de alfarroba e coco
Para um jantar em casa de amigos, resolvi levar este bolo zebra de alfarroba e coco, inspirado nesta receita do Veganana. A textura da massa é bastante agradável e os sabores da alfarroba e do coco casam-se muito bem, pelo que o bolo foi um sucesso!
Ingredientes:
165 g de farinha de trigo branca
165 g de farinha de trigo integral
110 g de rapadura
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
400 ml de água a ferver
1 colher de chá de vinagre
150 ml de óleo de coco
1 colher de chá de fermento
1 pitada de sal
40 g de coco ralado
40 g de farinha de alfarroba
Peneirar as farinhas com a rapadura, o sal e o bicarbonato para uma taça grande.
Juntar o vinagre à água a ferver. Adicionar uma terça parte desta mistura às farinhas e mexer com uma colher de pau. Juntar metade do óleo e continuar a bater. Adicionar mais uma terça parte de água e depois o restante óleo, terminando com a última parte da água, mexendo sempre entre cada adição.
No final, incorporar o fermento e mexer.
Dividir a massa em duas taças. A uma, adicionar o coco ralado; a outra, adicionar a alfarroba. Se as misturas ficarem demasiado espessas, juntar um pouco de água.
Untar uma forma redonda de fundo amovível com óleo de coco. Colocar meia concha de sopa da mistura mais clara no centro da forma. Por cima, colocar meia concha de sopa da mistura escura. Ir repetindo o processo, de modo a ficarem círculos concêntricos. Terminar com a mistura escura.
Levar ao forno pré-aquecido a 180º durante 30 minutos.
Retirar do forno e deixar amornar antes de desenformar.
Ingredientes:
165 g de farinha de trigo branca
165 g de farinha de trigo integral
110 g de rapadura
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
400 ml de água a ferver
1 colher de chá de vinagre
150 ml de óleo de coco
1 colher de chá de fermento
1 pitada de sal
40 g de coco ralado
40 g de farinha de alfarroba
Peneirar as farinhas com a rapadura, o sal e o bicarbonato para uma taça grande.
Juntar o vinagre à água a ferver. Adicionar uma terça parte desta mistura às farinhas e mexer com uma colher de pau. Juntar metade do óleo e continuar a bater. Adicionar mais uma terça parte de água e depois o restante óleo, terminando com a última parte da água, mexendo sempre entre cada adição.
No final, incorporar o fermento e mexer.
Dividir a massa em duas taças. A uma, adicionar o coco ralado; a outra, adicionar a alfarroba. Se as misturas ficarem demasiado espessas, juntar um pouco de água.
Untar uma forma redonda de fundo amovível com óleo de coco. Colocar meia concha de sopa da mistura mais clara no centro da forma. Por cima, colocar meia concha de sopa da mistura escura. Ir repetindo o processo, de modo a ficarem círculos concêntricos. Terminar com a mistura escura.
Levar ao forno pré-aquecido a 180º durante 30 minutos.
Retirar do forno e deixar amornar antes de desenformar.
quarta-feira, 20 de julho de 2016
Bolo de banana e framboesas
Vi esta receita no Baker By Nature e resolvi experimentar, com as minhas adaptações do costume. Ao fazer este bolo, tinha quatro bananas bem maduras a precisar de destino (ao contrário das três bananas que pedia a receita original) e resolvi aproveitar a textura e humidade das bananas para não usar gordura. Resultou muito bem, ficou um bolo saboroso e húmido.
Ingredientes:
4 bananas maduras
125 g framboesas (frescas ou congeladas)
2 ovos
2 colheres de sopa de mel
60 ml de leite de soja
1 chávena de farinha de trigo (mistura de branca e integral)
1/2 chávena de farinha de espelta
1 colher de chá de fermento
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 colher de chá de canela
1/4 colher de chá de noz moscada
1 pitada de sal
Na liquidificadora, colocar as bananas, os ovos, o mel e o leite de soja. Bater bem até obter um creme homogéneo.
Numa taça, juntar as farinhas, o fermento, o bicarbonato, as especiarias e o sal. Envolver bem.
Juntar o creme e misturar com uma colher de pau até obter uma mistura homogénea.
Adicionar as framboesas. Verter a massa para uma forma de bolo inglês.
Levar ao forno a 180º durante uma hora. Fazer o teste do palito, retirar do forno e deixar arrefecer dentro da forma.
Ingredientes:
4 bananas maduras
125 g framboesas (frescas ou congeladas)
2 ovos
2 colheres de sopa de mel
60 ml de leite de soja
1 chávena de farinha de trigo (mistura de branca e integral)
1/2 chávena de farinha de espelta
1 colher de chá de fermento
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 colher de chá de canela
1/4 colher de chá de noz moscada
1 pitada de sal
Na liquidificadora, colocar as bananas, os ovos, o mel e o leite de soja. Bater bem até obter um creme homogéneo.
Numa taça, juntar as farinhas, o fermento, o bicarbonato, as especiarias e o sal. Envolver bem.
Juntar o creme e misturar com uma colher de pau até obter uma mistura homogénea.
Adicionar as framboesas. Verter a massa para uma forma de bolo inglês.
Levar ao forno a 180º durante uma hora. Fazer o teste do palito, retirar do forno e deixar arrefecer dentro da forma.
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