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terça-feira, 13 de outubro de 2015

Musse de manga e laranja

Sou fã do José Avillez há muito anos e sigo agora o seu programa Combinações Improváveis. A maior parte das vezes as receitas não me surpreendem, mas mesmo assim muitas vezes tenho vontade de as experimentar. Esta musse de manga é um clássico; na receita, o moscatel dá o toque improvável.

Como não tinha moscatel em casa, não usei; para além disso, fiz algumas adaptações da minha lavra. No final, adorei a textura desta musse e o seu sabor, que não é demasiado doce. Alguém que provou disse que sabia a banana! Experimentem e julguem por vocês mesmos!




Ingredientes:

2 mangas
100 ml de sumo de laranja
100 g de iogurte de soja
125 g de nata de soja para bater
2 colheres de sopa de mel
3 folhas de gelatina
Sementes de papoila qb


Demolhar a gelatina em água fria.

Cortar metade de uma manga em cubinhos pequenos. Reservar.

Colocar uma manga e meia no liquidificador, juntamente com o mel e o iogurte. Triturar até obter um creme.

Aquecer o sumo de laranja e derreter a gelatina no sumo. Juntar ao liquidificador e continuar a bater.

Bater a nata de soja até ficar consistente. Juntar o puré de manga à nata, envolvendo com cuidado. Distribuir por tacinhas individuais. Por cima, espalhar os cubinhos de manga que se reservou.

Levar ao frio de um dia para o outro. No momento de servir, salpicar com sementes de papoila.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Quinoa com vegetais e molho de tofu e coentros

Um jantar vegetariano, cheio de proteína e de sabor, fez as nossas delícias.





Ingredientes:

1/2 chávena de quinoa
1 cebola
1 beringela
4 cenouras pequenas
1 molho de espinafres
Sal
Pimenta
Azeite

Molho:

250 g de tofu
1 molho de coentros
2 colheres de sopa de sumo de limão
2 colheres de sopa de azeite
2 dentes de alho
Sal
Pimenta


Lavar a quinoa e cozer numa chávena de água com sal.

Picar a cebola e refogar num fio de azeite. Quando estiver dourada, juntar a cenoura às rodelas e a beringela em cubinhos. Baixar para lume brando, tapar e deixar cozinhar durante 15 minutos.

Arranjar os espinafres. Juntar à panela, voltar a tapar e deixar cozinhar até os espinafres murcharem. Misturar bem e deixar refogar em lume brando durante mais alguns minutos.

Adicionar a quinoa cozida, temperar com sal e pimenta e reservar.

No liquidificador, juntar todos os ingredientes para o molho. Triturar, juntando um pouco de água, até obter a consistência de um molho grosso.

Dividir a quinoa com os vegetais por quatro pratos. Por cima, espalhar o molho e servir imediatamente.

sábado, 4 de julho de 2015

Quiabos à indiana

Cá em Portugal os quiabos são pouco conhecidos, mas é uma pena! Este vegetal, para além de ser muito bonito, é rico em proteínas, vitaminas C e K, cálcio e fibras e é muito usado na cozinha africana e indiana.

Estes quiabos chegaram esta semana no nosso cabaz Prove e fui logo à procura da minha receita favorita de quiabos no livro The world's greatest ever curries, de Mridula Baljekar. Aqui fica a minha adaptação!




Ingredientes:

200 g de quiabos
1 tomate
1 cebola pequena
1/2 malagueta
1/4 colher de chá de sementes de cebola
1/2 colher de chá de cúrcuma
1 colher de chá de coco ralado
2 colheres de sopa de nata de soja
2 colheres de sopa de coentros picados
Sumo de limão qb
Sal
Azeite


Lavar e cortar os quiabos em pedaços de um centímetro de largura.

Cortar a cebola em rodelas.

Refogar a cebola, as sementes de cebola e a malagueta no azeite até a cebola ficar dourada.

Baixar o lume e juntar a cúrcuma, o coco e uma pitada de sal. Refogar durante um minuto.

Adicionar os quiabos e refogar em fogo esperto durante alguns minutos. Baixar o lume e deixar cozinhar durante 10 minutos.

Adicionar o tomate cortado em cubos e refogar mais 5 minutos. Adicionar a nata de soja e deixar ao lume mais um minuto.

Retirar do lume e juntar os coentros picados. Retificar os temperos se necessário. No momento de servir, salpicar com algumas gotas de sumo de limão.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Quinoa com beringela assada

Finalmente tive oportunidade de folhear The Thug Kitchen e dei de caras com algumas receitas que me apetece experimentar. Acabei por juntar a beringela de um lado e a quinoa do outro para criar um belo prato vegetariano, com as quantidades certas de hidratos de carbono e montes de vitaminas.



Ingredientes:

1 beringela
280 g de quinoa cozida
1 cebola
2 dentes de alho
1/2 couve coração cortada em juliana fina
30 g de miolo de amêndoa torrada e laminada
Raspa de meio limão
1 colher de sopa de sumo de limão
3 colheres de sopa de hortelã fresca picada
1 colher de chá de sementes de sésamo
Azeite

Marinada

3 colheres de sopa de vinagre de arroz
3 colheres de sopa de molho de soja
3 colheres de sopa de água
1 colher de sopa de óleo de sésamo
2 dentes de alho picados


Juntar todos os ingredientes da marinada. Cortar a beringela em cubos grandes e regar por cima a marinada.

Deixar repousar uma hora e meia.

Levar ao forno a 220º durante 30 minutos, até a beringela estar tenra.

Refogar a cebola e os alhos num fio de azeite. Adicionar a couve cortada em juliana, baixar para lume brando e tapar. Deixar cozinhar durante 20 minutos.

Juntar a quinoa, a beringela e o molho, as amêndoas laminadas e a raspa de limão e misturar bem. Adicionar o sumo de limão e a hortelã e voltar a misturar.

Dividir a mistura em dois pratos. Tostar ligeiramente as sementes de sésamo e distribuir pelos dois pratos. Servir.

domingo, 24 de maio de 2015

Filetes no forno com funcho e limão

Os filetes no forno são uma boa opção para um almoço saudável. Evitando a fritura, ainda para mais, neste caso, o panado é feito sem glúten e com um índice glicémico baixo, usando sementes e frutos secos em vez de farinha.




Ingredientes:

4 filetes de peixe-espada
Sumo e raspa de 1 limão
3 dentes de alho
40 g de miolo de amêndoa sem pele
4 colheres de sopa de sementes de linhaça
4 colheres de sopa de sementes de sésamo
2 colheres de chá de sementes de chia
2 colheres de sopa de rama de funcho fresca
1 colher de chá de alho em pó
1 ovo
2 colheres de sopa de leite de soja
Flor de sal
Pimenta


Cortar os filetes ao meio. Regar com o sumo de limão e temperar com flor de sal e pimenta. Salpicar com alho picado e reservar durante pelo menos 30 minutos.

Num prato de sopa, bater o ovo com o leite de soja.

Triturar as amêndoas e as sementes de linhaça e de sésamo até obter farinha. Colocar num prato de sopa e misturar as sementes de chia, a rama de funcho, o alho em pó e a raspa de limão. Temperar com flor de sal e pimenta. Misturar bem.

Passar cada pedaço de  peixe no ovo e depois na mistura de sementes. Colocar num tabuleiro forrado com papel vegetal.

Levar ao forno a 200º durante 20 minutos.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Papilotes de peixe-espada com paté de favas

Vi este paté de favas com gengibre na Tertúlia da Susy e decidi que tinha que experimentar! Mas em vez de o usar para barrar o pão, resolvi utilizá-lo, com algumas adaptações, em papilotes de peixe-espada - e resultou muito bem. Fica um almoço saboroso e leve, excelente para estes dias quentes.





Ingredientes:

3 filetes de peixe-espada
Sumo de 1 limão
1 dente de alho
1 colher de sopa de salsa picada
Sal
Pimenta

Paté

300 g de favas descascadas
7 g de gengibre fresco descascado
30 g de miolo de noz
1 colher de sopa de azeite
1 colher de sopa de sumo de limão
1 colher de sopa de salsa fresca picada
1/4 colher de chá de alho em pó
Sal
Pimenta


Cozer as favas em água e sal. Retirar a pele se desejar uma mistura mais homogénea.

Torrar ligeiramente as nozes numa frigideira.

No liquidificador, colocar as favas, o gengibre cortado em fatias, a noz, o azeite, a salsa e o sumo de limão.

Triturar até obter uma pasta. Colocar numa taça e temperar com sal, pimenta e alho em pó. Misturar bem. Reservar no frigorífico em recipiente tapado.

Regar os filetes com sumo de limão, espalhar um dente de alho picado por cima e temperar com sal e pimenta. Deixar marinar durante pelo menos meia hora.

Colocar um filete num quadrado de papel vegetal. Por cima, barrar um terço da pasta de favas. Salpicar com um pouco de salsa picada e fechar o papilote. Repetir para os outros dois filetes.

Levar ao forno a 200º durante 20 minutos. Servir com salada e arroz branco.

No caso dos diabéticos, como as favas já têm hidratos de carbono, a dose de arroz será de duas colheres de sopa.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Panados de peru com sementes

Quem disse que os diabéticos não podem comer panados? Podem sim! Não podem comer os panados tradicionais, com farinha e pão ralado, mas podem comer uma alternativa bem saborosa e muito saudável, com baixo índice glicémico. É só substituir a farinha por sementes trituradas, acrescentar alguns temperos (uma combinação de manjericão, oregãos secos e pimentão doce, ou um toque mais exótico com um pouco de caril e coentros moídos, por exemplo) e levar ao forno em vez de fritar.

Na versão que hoje vos trago, usei coentros frescos, alho em pó e oregãos e ficaram deliciosos!



Ingredientes:


4 bifes de peru
Sumo de 1 limão
3 dentes de alho
4 colheres de sopa de sementes de linhaça
4 colheres de sopa de sementes de sésamo
2 colheres de chá de sementes de chia
2 colheres de sopa de coentros frescos picados finamente
1 colher de chá de alho em pó
1 colher de chá de oregãos secos
1 ovo
2 colheres de sopa de leite de soja
Flor de sal
Pimenta


Cortar os bifes de peru ao meio. Regar com o sumo de limão e temperar com flor de sal e pimenta. Salpicar com alho picado e reservar durante pelo menos 30 minutos.

Num prato de sopa, bater o ovo com o leite de soja.

Triturar as sementes de linhaça e de sésamo até obter farinha. Colocar num prato de sopa e misturar as sementes de chia, os coentros, o alho em pó e os oregãos. Temperar com flor de sal e pimenta. Misturar bem.

Passar cada pedaço de carne no ovo e depois na mistura de sementes. Colocar num tabuleiro forrado com papel vegetal.

Levar ao forno a 200º durante 20 minutos.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Bolachas de figo e limão

Estas bolachas são pensadas para a dieta diabética. São excelentes para acompanhar a fruta, porque têm muitas fibras e pouco açúcar, e ao mesmo tempo são deliciosas.

Para quem gosta de bolachas mais doces, pode acrescentar açúcar ou adoçante.







Ingredientes:


75 g de figos secos
50 g de passas
300 g de farinha de trigo integral
50 g de farinha de trigo branca
30 g de amido de milho
1 colher de chá de fermento
Raspa de um limão grande
150 ml de azeite
100 ml de vinagre de sidra
1 colher de sopa de stevia (opcional)


Demolhar os figos e as passas em água a ferver durante alguns minutos.

Escorrer e juntá-las ao liquidificador, adicionando também o azeite e o vinagre. Triturar bem.

Numa taça, juntar as farinhas, o fermento, a stevia e a raspa do limão. Misturar com uma colher de pau.

Juntar a mistura do liquidificador. Começar por envolver com a colher de pau e depois amassar com as mãos, até obter uma mistura homogénea.

Moldar pequenas bolinhas que se colocam em tabuleiros forrados com papel vegetal.

Espalmar com um garfo. Levar ao forno a 200º durante 20 minutos ou até ficarem douradas.




domingo, 12 de abril de 2015

Bolachas de laranja sem glúten

Mais um desafio Vamos Fazer Bolachas, lançado pelo Cravo e Canela, que este mês nos propõe bolachas sem glúten.

Não resisto a um bom desafio, portanto resolvi fazer bolachas sem lactose, sem glúten e sem açúcar adicionado! Resultou muito bem, ficam umas bolachas deliciosas, excelentes para acompanhar a fruta do lanche.




Ingredientes:

2 laranjas
2 maçãs
1 ovo
2 colheres de sopa de azeite
140 g de farinha de grão
115 g de fécula de batata
80g de farinha de mandioca
1 colher de sopa de stevia (opcional)
1 colher de chá de fermento
1 colher de chá de vinagre



Numa taça, juntar as farinhas, o fermento, a raspa das duas laranjas e a stevia.

Cozer as maçãs no microondas. Colocar as maçãs cozidas, o sumo das laranjas, o ovo, o vinagre e o azeite no liquidificador e triturar até obter um creme homogéneo.

Juntar o creme à mistura das farinhas e mexer com uma colher de pau.

Levar ao frigorífico durante 3 horas, tapado com película aderente.

Colocar bolinhas de massa em tabuleiros forrados com papel vegetal e achatar ligeiramente com as costas de uma colher.

Levar ao forno a 200º durante 15 minutos, até começarem a dourar.

sábado, 4 de abril de 2015

Papilotes de peixe-espada com ervilhas

O peixe em papilotes resulta sempre muito bem. Estes filetes de peixe-espada, acompanhados com ervilhas cariladas, fazem-se num instante e fazem um almoço muito saboroso.






Ingredientes:


250 g de filetes de peixe-espada
135 g de ervilhas (frescas ou congeladas)
1 cebola pequena
1 noz de gengibre pequena
2 colheres de sopa de nata de soja
1/2 colher de chá de pó de caril
Sumo de meio limão
1 colher de sopa de coentros picados
Flor de sal
Pimenta preta
Azeite


Regar os filetes com o sumo de limão e temperar com sal e pimenta.

Cozer as ervilhas em água com sal.

Refogar a cebola picada e o gengibre ralado num fio de azeite. Quando estiver transparente, adicionar as ervilhas cozidas. Cozinhar 2 minutos.

Juntar o caril e a nata de soja e deixar cozinhar mais 1 minuto.

Retirar do lume, temperar com sal.

Cortar dois retângulos de papel vegetal. Colocar no centro de um deles metade dos filetes. Temperar com flor de sal. Repetir para os restantes filetes. Regar com a marinada.

Por cima, distribuir as ervilhas. Salpicar com coentros picados.

Fechar os papilotes. Levar ao forno a 200º durante 20 - 25 minutos.

Servir com arroz e salada. No caso dos diabéticos, o acompanhamento deve ser apenas uma dose de hidratos de carbono (o equivalente a duas colheres de sopa de arroz), visto que as ervilhas já têm glúcidos na sua composição.

terça-feira, 24 de março de 2015

Sopa de frango e cevada

Tinha um resto de frango perdido no frigorífico que já não dava para uma refeição, mas que era uma pena estragar. Lembrando-me do caldo de galinha caseiro que estava no congelador, resolvi juntar vários ingredientes para criar esta sopa bem nutritiva e consistente.

Mais uma vez pensada para uma dieta diabética, esta receita, que serve duas pessoas, tem a quantidade necessária de proteína e de hidratos de carbono, bem como uma dose substancial de legumes.




Ingredientes:

1 cebola pequena
1 dente de alho
100 g de alho francês
1 cenoura pequena
110 g de abóbora
1 talinho de aipo
75 g de frango assado desfiado
3 colheres de sopa de feijão preto
6 colheres de sopa de cevada cozida
700 ml de caldo de galinha caseiro
2 ovos
1 colher de sopa de hortelã fresca picada
Sumo de meio limão
Sal
Pimenta


Picar a cebola, o aipo e o alho. Cortar o alho francês em rodelas. Cortar a cenoura e a abóbora em cubos pequenos.

Colocar os legumes numa panela e cobrir com o caldo de galinha. Deixar ferver durante 20 minutos até os legumes estarem cozidos.

Juntar o feijão, a cevada e o frango. Adicionar 200 ml de água a ferver. Deixar ferver mais 5 minutos.

Abrir dois ovos na panela com cuidado para não se desfazerem. Temperar com sal e pimenta (não esquecer que o caldo de galinha já está temperado). Tapar e deixar cozinhar 10 minutos (para os ovos bem cozidos; 6 minutos, se se pretender que a gema ainda esteja líquida).

Dividir a mistura por dois pratos de sopa e polvilhar com hortelã fresca picada e regar com um pouco de sumo de limão.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Salada de lentilhas à nepalesa

O Quinze Dias Com... desafia-nos a conhecer melhor Kiko Martins. É um chef de quem já ouvi falar, mas conheço pouco o seu trabalho, por isso foi interessante pesquisar um pouco na internet as suas receitas.

Dei com esta salada de lentilhas à nepalesa que me pareceu lindamente e resolvi experimentar. Pode servir como acompanhamento ou como prato principal numa refeição vegetariana.





Ingredientes:

1 chávena de lentilhas castanhas
1/2 chávena de lentilhas laranja
Sumo de uma laranja
2 colheres de sopa de coentros frescos picados
1/2 cebola
1 colher de chá de cúrcuma
1 colher de chá de cominhos
1 pitada de piri-piri
3 colheres de sopa de azeite
Flor de sal qb


Cozer as lentilhas em água com sal. Deixar arrefecer depois de cozidas.

Juntar o sumo de laranja, os coentros e a cebola picada em meias-luas finas numa taça.

Adicionar as lentilhas já frias e juntar a cúrcuma, os cominhos e o piri-piri. Misturar bem e temperar com flor de sal.

Regar com o azeite e deixar repousar algum tempo no frigorífico até os sabores se casarem.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Spanakorizo

Esta é uma receita grega que vem do My Little Expat Kitchen e serviu como um acompanhamento delicioso numa refeição vegetariana. Os espinafres vindos do cabaz Prove são sempre muito saborosos e põem a um canto os espinafres congelados que costumava usar!





Ingredientes:

500 g de espinafres lavados e arranjados
1 cebola pequena
2 dentes de alho
65 g de arroz arborio (para risotto)
Sumo de meio limão
2 colheres de sopa de funcho frescos
2 talos de funcho fresco
Sal
Pimenta
Azeite



Picar as cebolas e os alhos. Aquecer um fio de azeite e refogar as cebolas, os alhos e os talos de funcho.

Adicionar o arroz e os espinafres picados grosseiramente. Baixar para lume brando, tapar e deixar cozinhar até os espinafres estarem bem tenros, mexendo de vez em quando.

Adicionar 50 ml de água a ferver e deixar que a água seja absorvida pelo arroz.

Retirar do lume e regar com o sumo de limão. Temperar com funcho, sal e pimenta.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Estufado de salmão com batata doce

Como é que nos lembramos de uma receita? Como é que inventamos uma nova combinação de sabores? Surge-nos antecipadamente, como uma imagem mental, ou vamos inventando à medida que vamos cozinhando?

A cozinha pode ser uma atividade repetitiva e aborrecida, feita apenas por obrigação, mas também pode ser bastante criativa e entusiasmante. E como qualquer outro ato criativo, é um processo algo misterioso, porque é em boa parte inconsciente.

A mim, as ideias novas aparecem-me de diversas formas. Às vezes, convenço-me que uma qualquer associação inusitada pode funcionar e não descanso enquanto não arranjo uma forma de combinar esses dois ingredientes (umas vezes resulta, outras nem por isso). Noutras ocasiões, aparece-me a imagem de um prato na cabeça, como se a receita já tivesse sido escrita por alguém dentro de mim sem que eu tivesse consciência disso. Por vezes, olho para o que tenho em casa e tento encontrar uma forma de ligar os ingredientes disponíveis. Outras vezes ainda, apercebo-me que vi duas ou três receitas recentemente e estou a juntá-las, quais peças de puzzle, para criar uma receita nova - é o caso da receita de hoje.

Claro que a maior parte do tempo não invento nada, apenas experimento receitas de outras pessoas, adapto receitas conhecidas, faço novas versões de receitas que já fiz anteriormente. Como um músico que todos os dias ensaia. Mas ainda assim, as vezes em que uma receita inventada por mim vê a luz do dia na minha cozinha, tenho uma sensação intensa de satisfação e de prazer.

E a vocês, como é que aparecem as ideias para novas receitas?

Aproveito para participar com esta receita deliciosa no passatempo da Cozinha da Leonor, que faz 2 anos!




Ingredientes:

250 g de lombos de salmão
2 batatas doces
1 cabeça de brócolos
1 cebola pequena
3 dentes de alho
500 ml de caldo de peixe (de preferência caseiro)
1 colher de sopa de farinha
1 colher de sopa de estragão fresco
1 colher de chá de mostarda à antiga
Sumo de meio limão
Azeite
Sal
Pimenta


Descascar e cortar as batatas doces em cubos pequenos. Cozer em água com sal.

Partir os brócolos em raminhos pequenos. Cozer al dente.

Aquecer duas colheres de sopa de azeite numa frigideira funda. Refogar a cebola e os alhos picados até dourarem.

Adicionar a farinha e deixar cozinhar um minuto, mexendo sempre.

Acrescentar o caldo de peixe aos poucos, envolvendo bem na farinha para não formar grumos.

Levar ao lume até levantar fervura. Baixar para lume brando e deixar fervilhar durante 10 minutos.

Adicionar o salmão cortado em cubos e deixar cozer um minuto.

Juntar a batata doce, os brócolos, o estragão e a mostarda. Esperar que levante fervura de novo e deixar cozinhar em lume brando mais 5 minutos.

Retirar do lume e temperar com uma boa dose de pimenta. Retificar o tempero de sal, se necessário.

Regar com sumo de limão e servir com pão de mistura.



quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Bolachas de aveia, coco e laranja

Esta receita é uma adaptação simples de uma receita do As Minhas Receitas. Várias vezes fiquei indecisa se a publicava ou não, porque afinal poucas adaptações fiz à receita original. Mas a verdade é que sempre que faço estas bolachas (e já as faço há alguns anos, desde 2011, quando a Joana as publicou), acabo por não escrever em lado nenhum as adaptações que lhes faço... e sempre que volto à receita, acabo por fazer de cada vez de uma forma diferente.

O que não teria problema nenhum, não fora a última fornada ter saído mesmo deliciosa. Por isso, pensei que tinha mesmo que pôr por escrito a receita. É para isso que serve um blogue também, não é? Um grande caderno de receitas, como os caderninhos que eu tinha antigamente, onde escrevemos as receitas de que não nos queremos esquecer.




Ingredientes:

1 ovo
100 ml de azeite
160 g de açúcar mascavado escuro
Raspa de 1 laranja
60 g de coco ralado
150 g de flocos de aveia
100 g de farinha de trigo integral
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
1/2 colher de chá de fermento


Bater o ovo com o azeite. Juntar o açúcar e misturar bem. Adicionar a raspa de laranja e o coco ralado.

Finalmente, juntar a farinha, os flocos de aveia, o bicarbonato e o fermento.

Dispor uma colher de chá de massa em tabuleiros forrados com papel vegetal e espalmar com as costas de uma colher.

Levar ao forno a 180º durante 14 minutos.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Bombons de butterscotch e tangerina

Este Natal, o Da Nossa Cozinha lançou o desafio do Amigo Blogger Secreto e eu resolvi participar. Gosto sempre de temas e de desafios para confecionar novas receitas e achei que esta era uma iniciativa engraçada. Ao ler o regulamento, imaginei que apenas entrariam blogues de cozinha, dado que a prenda para o nosso amigo secreto é uma receita.

Imaginam o meu espanto quando descubro que o meu amigo blogger secreto era o Entre Fraldas e Babetes! Não conhecia este blogue, dado que as minhas viagens na blogosfera contemplam apenas blogues e sites ligados à gastronomia - e este, obviamente pelo nome, é um blogue dedicado a bebés / crianças.

A primeira coisa que achei interessante neste blogue foi a iniciativa Venda Solidária. A ideia é pôr à venda objetos de valor que temos em casa mas que já não usamos e fazer reverter o valor da venda para uma instituição de solidariedade social. Todos os kitchen geeks têm sempre várias máquinas e aparelhos de cozinha que já não estão a uso porque foram substituídos por outros; que tal ganharmos espaço na cozinha e na mesma assentada fazermos um gesto solidário? É só contactar a Cláudia através do email entrefraldasebabetes@gmail.com.

Nas minhas explorações do blogue da Cláudia, percebi também que um dos seus interesses é a comida, nomeadamente as dietas alternativas, como a alimentação vegan. Rapidamente na minha cabeça, comecei a imaginar uma prenda vegan - e como é Natal, tem que haver chocolate.

Foi assim que criei esta receita vegan de bombons de chocolate com butterscotch e tangerina. Espero que gostes Cláudia!





Ingredientes:


Cascas de tangerina cristalizadas (segundo a receita do Tory Avey)

5 tangerinas
1 1/2 chávena de açúcar amarelo
2 colheres de sopa de açúcar branco


Butterscotch (adaptado da receita do Palavas que Enchem a Barriga)

Calda da cristalização das tangerinas
2 colheres de sopa de óleo de coco
80 ml de nata de soja
1 pitada de sal
1 colher de sopa mal cheia de whisky


Bombons

300 g de chocolate preto (sem lactose)
100 ml de nata de soja
2 colheres de sopa de óleo de coco


O ideal é fazer a fruta cristalizada e o butterscotch no dia anterior à confeção dos bombons.

Começar por fazer as cascas de tangerina cristalizadas, partindo as tangerinas ao meio e espremendo o sumo. Reservar o sumo para outras utilizações (ou para beber na hora).

Cortar cada metade ao meio e raspar o interior da casca com uma colher, de modo a retirar a pele esbranquiçada.

Cortar em tiras, que se colocam ao lume numa panela com água. Quando a água levantar fervura, deixar fervilhar durante 30 segundos e escorrer a água. Repetir o processo com água limpa. Este processo vai retirar o sabor amargo das cascas.

Escorrer as cascas segunda vez e deixar no escorredor.

Na panela, colocar quatro chávenas e meia de água limpa e o açúcar amarelo. Levar ao lume, mexendo para dissolver completamente o açúcar na água. Quando começar a levantar fervura, adicionar as cascas e deixar ferver durante 1 hora em lume médio.

Escorrer as cascas, reservando a calda. Colocar as cascas em tabuleiros forrados com papel vegetal, separadas umas das outras e deixar secar à temperatura ambiente.

Ao fim de uma hora, colocar o açúcar branco num prato de sopa. Passar cada casca no açúcar, envolvendo bem. Voltar a colocar as cascas nos tabuleiros e deixar ficar algumas horas até secar completamente. Guardar em frascos de vidro.

Voltar a levar ao lume a calda que se reservou, até começar a caramelizar. Retirar do lume e juntar o óleo de coco, o sal e a nata de soja, mexendo bem.

Voltar a levar ao lume, deixando fervilhar em lume brando durante 5 minutos, não deixando de mexer. Retirar do lume e adicionar o whisky.

Verter o molho para um frasco e guardar no frigorífico até ao momento da utilização. Quanto mais tempo estiver no frio, mais espesso fica, portanto mais facilmente se recheiam os bombons.

Para os bombons, derreter o chocolate com o óleo de coco em banho-maria.

Quando o chocolate estiver derretido, retirar do calor e adicionar a nata de soja. Mexer bem até incorporar completamente.

Com uma colher de chá, forrar as formas de bombons com chocolate, tendo o cuidado de cobrir totalmente os lados das formas. A receita rendeu-me 36 bombons, mas claro que depende do tamanho das formas usadas.

Levar ao congelador durante 10 minutos. Retirar e colocar meia colher de chá de butterscotch no centro do chocolate. Voltar a levar ao congelador durante 10 minutos. Retirar e cobrir com o restante chocolate.

Partir sete cascas de tangerina cristalizada em pedaços pequenos. Colocar dois pedacinhos no topo de casa um dos bombons, pressionando com cuidado com os dedos de modo a ficarem pegados ao chocolate.

Voltar a levar ao congelador mais 10 minutos.

Retirar e guardar no frigorífico até servir.



sábado, 13 de dezembro de 2014

Queques vegan de Natal

Entre migrações e emigrações, movimentações definitivas ou temporárias, idas e vindas de um continente para o outro, o resultado é que a minha família sempre esteve espalhada pelo país e pelo mundo. Ao longo dos anos, as tradições natalícias foram mudando consoante a localização de cada um no momento.

Quando era muito pequena, lembro-me dos natais passados na Beira, com direito a neve e tudo, com a minha família paterna; mais tarde, nos anos que vivemos em Macau, juntávamo-nos a amigos e era um Natal sem família, mas na mesma com animação e afeto; quando voltámos para Portugal, passámos a juntar-nos com os tios, primo e amigos que vivem na zona de Lisboa. Entretanto, o meu primo emigrou para a Austrália, uma dessas amigas tem um marido espanhol, pelo que viajam sempre no dia 25 para Barcelona, e nasceram bebés que vieram alterar o ambiente natalício.

Ao contrário de outras famílias menos "movimentadas", que mantém as mesmas tradições ano após ano, com mais ou menos as mesmas pessoas, o mesmo sítio, as mesmas comidas, apercebo-me ao olhar para trás que a minha família vai recriando as tradições consoante as circunstâncias. Mesmo que um mesmo esquema se mantenha durante anos, não quer dizer que se vai manter assim para sempre. Há sempre um momento em que pode mudar.

As tradições são excelentes porque dão aquele sentimento de conforto e calor, a segurança de sabermos o que vai acontecer e com o que contar, a tranquilidade de não ter que tomar decisões porque já sabemos "que é assim". Mas também podem ser limitativas e sufocantes, se se transformam numa obrigação e se nos impedem de fazer as coisas de uma maneira diferente porque as circunstâncias mudaram.

Mas há coisas que nunca mudam - onde quer que estejamos, as broas de mel e o bolo preto, receitas da minha avó materna, vêm de longe, foram passadas de geração em geração e fazem sempre parte da mesa de Natal. São receitas de família, com um sabor muito especial, que cheiram e sabem a Natal e que deixam sempre toda a gente a salivar ("Já fizeram as broas?"; "Trazes as broas de mel para o jantar de Natal?"; "Vai haver aquele bolo madeirense para a sobremesa?").

E como todos os Natais, este ano vamos fazer as broas e a minha mãe vai fazer o bolo preto para a Consoada e para o dia de Natal. Mas como há sempre margem para mudança, resolvi adaptar a receita deste bolo para criar uns queques vegan, que cheiram e sabem a Natal, mas que já são uma modernização de uma receita bem antiga.

A inspiração veio-me quando a Joana do Palavras que Enchem a Barriga, em colaboração com a Vahiné e a Babel, lançou o desafio dos Queques que Enchem a Alma. O desafio era criar uma receita de queques utilizando produtos Vahiné, contando uma história alusiva ao nosso Natal.

Comecei logo a magicar a receita e fiquei mesmo contente com o resultado. Ficaram uns lindos bolinhos, dentro das forminhas natalícias e decorados com açúcar dourado, o que lhes dá um toque ainda mais festivo. Não sei o que a minha avó diria destes bolinhos, mas as tradições também são para ser quebradas!





Ingredientes:

250 g de farinha de trigo branca
80 g de açúcar mascavado escuro
1 saqueta de açúcar baunilhado Vahiné
2 colheres de sopa de sementes de linhaça
1 colher de chá bem cheia de cacau magro em pó
1 colher de chá de canela
1/2 colher de chá de noz moscada
3/4 colher de chá de cravinho moído
25 g de nozes partidas
25 g de passas
1 colher de chá de fermento
1 colher de chá de bicarbonato de sódio Vahiné
1 pitada de sal
80 ml de mel de cana
100 ml de óleo de girassol
200 ml de leite de soja
Raspa de meio limão pequeno
Açúcar dourado Vahiné qb


Triturar as sementes de linhaça no moinho de café até obter farinha. Misturar com seis colheres de sopa de água e reservar.

Numa taça grande, misturar a farinha, os açúcares, a raspa de limão, as especiarias, os frutos secos, o cacau, o sal, o fermento e o bicarbonato.

Noutra taça, bater as sementes de linhaça, o óleo, o leite de soja e o mel de cana.

Juntar a mistura líquida à seca e bater com uma colher de pau só até obter uma mistura homogénea.

Verter nas formas (rende oito a dez queques) e salpicar com o açúcar dourado. Levar ao forno a 180º durante 23 minutos.



sábado, 6 de dezembro de 2014

Pão semi-integral com salva

No Frango do Campo, vi uns pãezinhos com salva e tomilho que me pareceram muito interessantes. Por isso, "roubei" a ideia e criei o meu próprio pão com salva, que ficou divinal. Assim que o cortámos, o aroma que se espalhou no ar fez-me logo pensar nas tostas catalãs com alho, azeite e tomate!




Noite do primeiro dia:

120 g de isco de trigo
200 g de farinha de trigo integral
200 g de água tépida

Misturar tudo numa taça de vidro. Tapar com um saco de plástico e deixar repousar 8 a 10 horas à temperatura ambiente.


Manhã do segundo dia:

Mistura do dia anterior
50 g de farinha de trigo integral
450 g de farinha de trigo branca
40 g de folhas de salva fresca
Raspa de 1 limão10 g de sal fino
1 colher de sopa de mel
200 g de água morna
Óleo de amendoim qb


Juntar as farinhas, a raspa de limão, o sal e as folhas de salva picadas e misturar bem. Abrir uma cova no meio.

À mistura do dia anterior, juntar o mel e a água. Misturar bem e verter na cova aberta nas farinhas. Tapar o líquido com a farinha que fica nas extremidades, cobrir com o saco de plástico e deixar repousar alguns minutos.

Bater na batedeira profissional à velocidade 2 durante 8 minutos. 

Lavar a taça usada no dia anterior e untar com óleo de amendoim. Colocar aí a massa e dar-lhe umas voltas, de modo a ficar coberta pelo óleo. Tapar com o saco de plástico e deixar repousar 3 horas.

Dar umas voltas à massa. Formar uma bola. Colocar num tabuleiro forrado com papel vegetal.

Cobrir com um pano húmido e deixar repousar mais 2 horas.

Aquecer o forno a 230º. Dar um corte no pão com uma faca afiada e levar o pão ao forno. Deixar cozer 15 minutos, após o que se baixa a temperatura para 200º.

Após 30 minutos, desligar o forno e deixar o pão no seu interior mais 10 minutos a terminar a cozedura.

Retirar do forno e deixar arrefecer antes de fatiar.



O interior

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Batata doce assada em cama de chuchu

Inspirei-me no livro The Food of Morocco de Tess Mallos para usar o que tinha em casa para criar uma receita com sabores marroquinos. Saiu este pratinho vegetariano, bem aconchegante e com um aroma convidativo.






Ingredientes:

2 batatas doces pequenas
3 chuchus pequenos
1 cebola
2 dentes de alho
1/2 limão em conserva
2 colheres de sopa de polpa de tomate
1 colher de chá de pimentão doce
1 colher de chá de cominhos
1 pitada de piri-piri
1 pitada de canela
1 colher de sopa de sumo de limão
2 colheres de sopa de coentros picados
2 colheres de sopa de salsa picada
Azeite
Sal


Descascar e cortar as batatas doces em rodelas. Distribuir num tabuleiro forrado com papel vegetal, tomando cuidado para as rodelas não ficarem sobrepostas. Salpicar com flor de sal e canela e levar ao forno a 220º durante 30 minutos.

Picar a cebola e os alhos. Refogar no azeite até a cebola ficar dourada. Adicionar o pimentão doce, os cominhos e piri-piri a gosto. Deixar refogar mais 1 minuto.

Adicionar os chuchus cortados em cubos, bem como o limão em conserva picado em cubinhos. Envolver e deixar refogar alguns minutos.

Adicionar então 100 ml de água a ferver e a polpa de tomate. Tapar, baixar para lume médio-baixo e deixar cozinhar durante 20 minutos.

Juntar então o sumo de limão. Envolver, voltar a tapar e deixar cozinhar mais 5 minutos.

Retirar do lume, temperar com sal e juntar a salsa e coentros picados. Voltar a tapar e deixar tapado mais 5 minutos.

Para servir, colocar metade da mistura dos chuchus num prato e por cima dispor as rodelas de batata doce. Acompanhar com grelos ou espinafres salteados.

sábado, 22 de novembro de 2014

Bolo de clementina, coco e gengibre

Quis usar fruta da época para fazer um bolinho, portanto as clementinas do cabaz da semana foram parar a este bolinho vegan saboroso, juntamente com o coco e o gengibre cristalizado.





Ingredientes:

4 clementinas
30 g de coco ralado
50 g de gengibre cristalizado
100 ml de óleo de girassol
120 g de açúcar mascavado escuro
2 colheres de sopa de sementes de linhaça
190 g de farinha de trigo integral
1 colher de chá de fermento


Ralar a casca de duas clementinas. Espremer as frutas até obter 200 ml de sumo.

Triturar as sementes de linhaça. Adicionar cinco colheres de sopa de água, misturar e reservar.

Bater o sumo com o açúcar, até este se dissolver. Juntar o óleo, o coco, a raspa e o gengibre picado em cubinhos.

Adicionar então a linhaça e continuar a bater.

Acrescentar finalmente a farinha e o fermento e envolver.

Verter numa forma untada com óleo. Levar ao forno a 180º durante 35 minutos.

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