sexta-feira, 31 de maio de 2013

Muffins de banana e nozes

Há pela blogosfera fora várias versões de muffins de banana, com canela, com outros ingredientes ou não, misturas mais ou menos inventivas, outras mais clássicas. Esta é a receita que está desde há muito no meu caderninho e nunca me deixou ficar mal!

Em versão mini, é excelente para festas e piqueniques.






Ingredientes:

2 bananas bem maduras
100 ml de óleo de amendoim
200 g de farinha de trigo integral
50 g de açúcar baunilhado
50 g de açúcar amarelo
2 ovos
1 colher de chá de fermento
1 colher de chá de canela
1 pitada de sal
85 g de nozes picadas grosseiramente


Esmagar as bananas com um garfo e bater com o óleo. Em seguida, adicionar o açúcar, a canela e os ovos. Mexer bem.

Acrescentar o sal, o fermento e a farinha. Envolver.

Incorporar as nozes e levar ao forno em formas de muffins (rende 7 a 8 muffins de tamanho normal) a 180º durante 25 minutos.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Bolo de grão e chocolate

Bolo de grão? Sim, leram bem! Vi esta receita no blogue Bem Bons e não pude deixar de adaptar a receita. É um bolo sem glúten (e sem lactose, claro), que fica com uma consistência húmida, sem ser pesado nem demasiado doce. Um excelente bolo para a coleção de primavera / verão!





Ingredientes:

4 ovos
400 g de grão cozido
1 colher de sopa de azeite
1 colher de chá de aroma de baunilha
150 g de açúcar amarelo
1 colher de chá de fermento
1 pitada de sal
140 g de chocolate preto (sem lactose)


Derreter o chocolate em banho maria.

Triturar com a varinha mágica o grão com o azeite.

Bater os ovos. Juntar o grão triturado e bater bem.

Adicionar a baunilha, o açúcar, o fermento e o sal. Mexer até formar bolhas.

Acrescentar o chocolate derretido, envolver e verter numa forma de bolo inglês.

Levar ao forno a 180º durante 45 minutos. Deixar arrefecer antes de desenformar.


quarta-feira, 29 de maio de 2013

Queques de manga

A manga não é uma fruta que apareça muito cá em casa. Não por não gostarmos, mas por privilegiarmos as frutas nacionais. Mas na altura da primavera, quando ainda não chegaram as frutas de verão em todo o seu esplendor e já estamos fartos das frutas de inverno, às vezes compramos mangas para variar um bocado os sabores.

Metade de uma manga bem madura foi parar a estes bolinhos. E que bons que ficaram!





Ingredientes:

200 g de polpa de manga (equivale a cerca de metade de uma manga de tamanho médio)
80 g de açúcar amarelo
50 ml de óleo de girassol
100 ml de leite de coco
150 g de farinha de trigo integral
2 ovos



No liquidificador, bater a polpa de manga com o leite de coco.

Quando obtiver um creme, juntar o óleo e continuar a bater. Em seguida, juntar o açúcar e os ovos ao liquidificador e bater mais dois minutos.

Noutro recipiente, colocar a farinha e o fermento. Verter a mistura anterior sobre a farinha e envolver bem.

Colocar a massa em formas de queque (rende seis bolinhos) e levar ao forno a 200º durante 20 minutos, até estarem dourados por cima.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Bolo de laranja à marroquina

No Kitchen Confidante, encontrei este bolo de laranja que logo me apeteceu experimentar. A receita é praticamente a original, com algumas adaptações mínimas, traduzida do inglês e com as quantidades convertidas.

A pedido de várias famílias, aqui fica então a minha adaptação!





Ingredientes:

170 g de amêndoa com pele
200 g de açúcar amarelo
100 g de pão ralado (sem lactose)
1 colher de chá de fermento
4 ovos
100 ml de óleo de girassol
Raspa de 1 laranja
Raspa de 1 limão


Cobertura:

Sumo de 1 laranja
Sumo de 1/2 limão
1 pau de canela
2 cravinhos
1 colher de sopa de açúcar em pó


Moer a amêndoa. Juntá-la ao açúcar, ao pão ralado e ao fermento.

Noutro recipiente, bater os ovos com o óleo.

Juntar os ingredientes secos e envolver. Adicionar as raspas dos citrinos e bater até fazer bolhas.

Levar ao forno a 180º em forma untada com óleo durante 50 minutos.

Para preparar a cobertura, levar os sumos e as especiarias ao lume e fervilhar durante alguns minutos. Desligar e deixar arrefecer.

Retirar a canela e o cravinho.

Adicionar o açúcar em pó ao sumo e mexer.

Depois de desenformar o bolo, picar com um palito e regar com a calda.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Muffins de milho e maçã

Inspirados numa receita do blogue Lili's Kitchen, estes muffins ficaram bem saborosos. A textura é cremosa e húmida e os sabores combinam-se muito bem.

Depois da semana vegetariana, da semana de receitas de carne e da de peixe, agora inicia-se a semana de bolos e bolinhos! Deliciem-se!





Ingredientes:

1 maçã pequena (cerca de 80 g)
100 g de farinha de milho
80 g de compota de maçã
50 g de açúcar em pó
2 colheres de sopa de óleo de girassol
100 ml de nata de soja
1 colher de chá de vinagre de cidra
1/2 colher de chá de fermento
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 colher de chá de aroma de baunilha
1 pitada de sal


Juntar a farinha, o açúcar em pó, o bicarbonato, o fermento e o sal.

Adicionar a compota, o óleo, o vinagre e o aroma de baunilha.

Picar a maçã em cubinhos pequenos e envolver, juntando por fim as natas de soja. Mexer.

Verter em formas de muffin (rende 4 muffins de tamanho médio) e levar ao forno a 180º durante 25 minutos.


domingo, 26 de maio de 2013

Cookies de coco e pepitas de chocolate

Estava com desejos de bolachas com coco e pepitas de chocolate. Havia uma marca que eu gostava muito na minha vida pré-intolerância, mas claro que deixei de as comprar devido à presença de produtos láteos. Paciência, faço-as em casa! E com a vantagem de poder controlar o que ponho e em que quantidades. Estas ficaram pouco doces, mas gulosas!

Com uma pesquisa na blogosfera, encontrei várias receitas, que adaptei ao gosto cá de casa. Nesta minha viagem, descobri o blogue Três Pingos de Mel, que ainda não conhecia e que vale a pena descobrir. Foi uma das minhas inspirações!




Ingredientes:

210 g de farinha de trigo integral
80 g de coco ralado
165 g de açúcar amarelo
1 ovo
1 colher de chá de aroma de baunilha
50 ml de leite de soja
130 ml de óleo de amendoim
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
Uma pitada de sal
150 g de chocolate preto (sem lactose)


Partir o chocolate em pepitas usando o almofariz.

Bater o ovo com a baunilha. Juntar o óleo e misturar.

Adicionar o açúcar e mexer bem. Juntar a farinha, o coco, o sal e o bicarbonato de sódio. No fim, acrescentar o leite de soja.

Formar bolinhas, que se colocam em tabuleiros forrados com papel vegetal. Achatar com as costas de uma colher.

Levar ao forno a 190º durante 14 minutos.

sábado, 25 de maio de 2013

Empada vegetariana

Esta veio do Festing at Home, um blogue tão bonito como útil. Um design muito moderno, umas ótimas fotos, aliado a receitas de ficar a babar.

Experimentei esta receita num dia em que demos um jantar para amigos. E foi muito apreciada! O sabor da mostarda e do estragão são essenciais neste prato - não são substituíveis!





Ingredientes:

500 g de massa folhada (sem lactose)
1 cebola
1/2 alho francês (a parte verde)
160 g de cogumelos
2 cenouras
1 bolbo de funcho pequeno
1 haste de aipo (cerca de 70 g)
150 g de ervilhas
450 g de batatas
450 g de tofu biológico
50 g de farinha de trigo integral
2 colheres de chá de mostarda à antiga
100 ml de vinho branco
700 ml de caldo de legumes
1 colher de sopa de tomilho
2 colheres de sopa de estragão picado
Azeite
Sal
Pimenta


Saltear no azeite a cebola picada e o alho francês cortado às rodelas.

Entretanto, picar o aipo e os cogumelos. Cortar em cubinhos pequenos as cenouras e o funcho. Cortar as batatas em cubos grandes. Cozer as ervilhas e as batatas em água com sal. Misturar a mostarda no caldo de legumes e reservar.

Quando a cebola estiver transparente, juntar o aipo, o funcho, a cenoura e os cogumelos. Deixar cozinhar em lume brando durante 15 minutos e em seguida juntar o vinho. Deixar cozinhar mais cinco minutos.

Juntar então a farinha e mexer durante dois minutos. Adicionar o caldo de legumes e mexer até ferver. Acrescentar as ervilhas e as batatas.

Cortar o tofu em cubos e adicionar à panela.

Deixar cozer mais dez minutos em lume brando. No final, acrescentar o tomilho e o estragão. Temperar com sal e pimenta.

Deixar arrefecer.

Quando o recheio estiver frio, estender a massa folhada. Cortar um círculo grande e um mais pequeno.

Com o círculo grande, forrar uma forma de aro amovível (bem untada com azeite), de modo a que sobre dos lados. Juntar os vegetais e colocar o círculo pequeno no cimo. Fechar com a massa que sobrou dos lados. Pincelar com azeite a superfície.

Levar ao forno durante 45 minutos a 200º, até ficar dourado.

Servir com uma salada bem recheada.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Couve-flor à indiana

Mais uma receita do livro "The World's Greatest-Ever Curries", de Mridula Baljekar, que sai sempre da prateleira quando quero algo com sabores indianos.

Esta receita é um excelente acompanhamento, mas também serve como prato principal numa refeição vegetariana.




Ingredientes:

1 couve flor
1 colher de sopa de farinha de grão
1 malagueta
1 colher de chá de cominhos
1 colher de chá de mostarda
1 colher de chá de cúrcuma
8 folhas de caril
300 ml de leite de coco
Sumo de meio limão
1 colher de sopa de óleo de girassol
Sal


Cozer a couve flor, partida em ramos pequenos, em água com sal até ficar al dente - é importante não deixar cozer demais! Escorrer e reservar.

Juntar a farinha com 50 ml de água e mexer. Adicionar a malagueta (sem sementes e finamente picada), a mostarda, os cominhos e a cúrcuma. Mexer bem, temperar de sal e acrescentar mais 50 ml de água.

Aquecer o óleo no wok. Juntar as folhas de caril e mexer bem alguns minutos. Adicionar a pasta anterior, sem parar de mexer.

Juntar os raminhos de couve-flor, envolver bem e deixar cozer dois minutos em lume brando. Adicionar o leite de coco e deixar ao lume até ferver.

Retirar do lume, acrescentar o sumo de limão e servir com arroz basmati.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Creme de bróculos

Cá em casa gostamos muito de bróculos e por essa razão esta sopa aparece muitas vezes no cardápio.





Ingredientes:

1 nabo
1 cebola
2 dentes de alho
1 beringela
700 g de abóbora
5 cenouras
2 cabeças de bróculos (com talos)
Sal
Pimenta


Juntar os legumes numa panela e colocar água suficiente para os cobrir. Levar ao lume até estarem bem cozidos.

Triturar com a varinha mágica. Voltar ao fogo, desta vez em lume brando, durante 15 minutos para apurar.

Retirar do lume e temperar com sal e pimenta.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Baguettes clássicas

O clássico dos clássicos, a baguette. Já a tinha tentado fazer antes, mas de uma forma rápida, sem grandes frissons. Só que a baguette é um pão de frissons (não fora francês...) e portanto uma baguette que não segue todos os passos necessários não é uma verdadeira baguette, é apenas um pão branco com forma de baguette. Garanto-vos que não é a mesma coisa.

O desafio do Bake the World deu-me o empurrão necessário e comecei por experimentar a receita mais simples, de acordo com as instruções do magnífico site Panarras. Mesmo assim são oito horas de trabalho, em que praticamente tem que fazer-se baby-sitting à massa.

A formação das baguettes é um movimento que exige prática (lembram-se de brincar com plasticina em crianças? É parecido!), de tal forma que as minhas ficaram um pouco toscas. Os cortes antes do pão entrar no forno são também essenciais e exigem uma lâmina bem afiada, o que não foi o caso. Mas ainda assim, a textura estava crocante por fora e bem fofa e arejada por dentro. O francês de serviço provou e disse que se aproximava muito, muito, muito de uma verdadeira baguette!





Ingredientes:

400 g de farinha branca
270 g de água tépida
7 g de sal fino
2 g de fermento em pó para pão


Numa taça de vidro, juntar a farinha e a água. Misturar até envolver, tapar com um saco de plástico e deixar repousar meia hora.

Juntar o sal e o fermento, amassando dentro da taça para garantir que ficam bem envolvidos na massa.

Retirar a massa para uma superfície limpa e amassar durante 15 minutos segundo o método francês ou de Bertinet (ver aqui o vídeo).

Lavar a taça de vidro e untar com azeite. Voltar a colocar a massa dentro, rodar para a envolver no azeite e deixar repousar uma hora.

Ao fim de uma hora, dar umas voltas à massa da forma que se ensina aqui (em alternativa, os primeiros minutos deste vídeo também mostram o procedimento). Deixar repousar, sempre tapada. Ao fim de 45 minutos, voltar a repetir o procedimento. Ir repetindo de 45 em 45 minutos, num período total de fermentação de 3 horas e meia.

Ao fim desse tempo, dividir a massa em três e dar-lhe a forma de pequenos rolos, seguindo o procedimento do mesmo vídeo. Deixar repousar durante 30 minutos tapado com o saco de plástico.

Em seguida, formar as baguettes (o mesmo vídeo continua a ser útil para esta fase) e colocá-las num pano enfarinhado, com uma dobra entre cada uma para não se pegarem. Deixar repousar uma hora e um quarto.

Dez minutos antes de perfazer o tempo de fermentação, começar a aquecer o forno a 250º. Quando atingir a temperatura, borrifar com água para criar vapor. Baixar a temperatura para 230º, dar uns cortes diagonais na superfície das baguettes e colocar no forno. Deixar cozer cinco minutos.

Voltar a abrir o forno e borrifar de novo generosamente, tendo o cuidado de não dirigir a água para o pão. Fechar e deixar cozer mais cinco minutos.

Ao fim desse tempo, vira-se o tabuleiro ao contrário, de forma que a baguette mais encostada ao fundo do forno fique agora junto à porta. Baixar a temperatura para 210º e deixar cozer mais 16 minutos.




terça-feira, 21 de maio de 2013

Bolachas de aveia com amendoim

A manteiga de amendoim é um ingrediente muito popular, sobretudo nos países anglo-saxónicos, e é bastante versátil para quem gosta de fazer bolachas em casa. No entanto, a maior parte das marcas disponíveis no mercado contém gorduras hidrogenadas, que são péssimas para a nossa saúde.

A melhor maneira é comprar amendoins e fazer a pasta de amendoim em casa (por exemplo, seguindo as instruções do Nem Acredito que é Saudável) ou, em alternativa, ir a uma loja de produtos biológicos e comprar uma pasta de amendoim biológica, sem nenhum aditivo e em que o fruto é moído de maneira artesanal. Assim, obtém-se todo o sabor e textura de uma manteiga de amendoim, sem a parte má normalmente a ela associada.

Aviso à navegação: estas bolachas são altamente viciantes!!!





Ingredientes:

90 g de farinha de trigo integral
115 g de flocos de aveia
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
1/2 colher de chá de fermento
Uma pitada de sal
120 ml de óleo
100 g de pasta de amendoim
80 g de açúcar mascavado escuro
80 g de açúcar amarelo
1 ovo
1 colher de chá de aroma de baunilha


Bater o ovo com o óleo. Juntar a manteiga de amendoim, os açúcares e a baunilha. Mexer bem.

Noutro recipiente, juntar a farinha, o fermento, o bicarbonato, o sal. Juntar esta mistura à mistura anterior.

Adicionar os flocos de aveia e envolver.

Colocar pequenas porções em tabuleiro forrado com papel vegetal, com espaço entre elas porque crescem bastante, e espalmar com as costas de uma colher.

Levar ao forno a 180º durante 12 minutos.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Hambúrgueres de feijão preto com quinoa

No blogue The Foodie Physician, encontrei estes hambúrgueres, pelos quais me apaixonei. Com algumas (poucas) adaptações, aqui fica a receita para que possam também deliciar-se!

É uma excelente opção para quando se tem pouco tempo para almoçar, porque se podem fazer os hambúrgueres no dia anterior, deixar no frigorífico durante a noite e pôr no forno à hora do almoço.







Ingredientes:

500 g de feijão preto cozido (uma lata grande)
140 g de milho doce cozido
100 g de quinoa cozida
1 cebola
3 dentes de alho
90 g de flocos de aveia
2 colheres de sopa bem cheias de polpa de tomate
1 colher de chá de cominhos
1 colher de chá de pimentão doce
1/4 de colher de chá de piri-piri
3 colheres de sopa bem cheias de coentros frescos picados
Azeite
Sal
Pimenta


Refogar a cebola e os alhos picados no azeite.

Moer os flocos de aveia até obter farinha.

Quando a cebola estiver transparente, juntar ao feijão e triturar tudo com a varinha mágica.

Em seguida, juntar a quinoa, a aveia, a polpa de tomate, o milho, as especiarias e os coentros. Misturar bem. Temperar com sal e pimenta.

Formar os hambúrgueres com as mãos (rende 12). Colocar num tabuleiro de ir ao forno forrado com papel vegetal, tapar com película aderente e levar ao frigorífico durante algumas horas ou durante toda a noite.

Levar ao forno a 200º durante 20 minutos, virando-os delicadamente a meio do tempo de modo a cozerem uniformemente.

Servir no prato com uma salada bem recheada.

Depois de estarem no frio, podem ser congelados. No momento de os usar, colocar no forno sem deixar descongelar e deixar cozer durante 30 minutos.

domingo, 19 de maio de 2013

Chocolate e baunilha

A associação clássica, chocolate e baunilha. Uma das preferidas de uma certa pessoa cujo aniversário aconteceu há pouco tempo. E num jantar de aniversário, não pode faltar a sobremesa.

E porque hoje é o World Baking Day, aqui estou eu a participar com uns belos bolinhos.





Ingredientes:

Usei meia receita deste bolo de chocolate, sem as nozes nem as pepitas de chocolate
500 ml de leite de soja
1/2 vagem de baunilha
30 g de amido de milho
80 g de açúcar amarelo
1 gema


Fazer a massa do bolo e colocar em formas de muffin. Levar ao forno a 180º durante 20 minutos.

Levar ao lume o leite com a vagem de baunilha aberta ao meio. Desligar antes de começar a ferver. Deixar infundir durante 10 minutos.

Misturar a maizena e o açúcar e juntar ao leite. Colocar em lume brando mexendo sempre, até espessar. Retirar do lume e deixar arrefecer.

Quando estiver morno, acrescentar a gema, envolver bem e voltar a levar ao lume, sempre em lume brando e sem parar de mexer.

A cobertura será suficiente para cobrir quatro muffins inteiramente.

Cortar os muffins em três partes e rechear com o creme. Voltar a montar e cobrir com o restante creme.



E o interior




sábado, 18 de maio de 2013

Pão de centeio com aveia

Mais um pãozinho que saiu do forno, bem nutritivo e com um aroma delicioso.





Noite do primeiro dia:

120 g de isco de centeio
200 g de farinha de centeio
210 g de água tépida


Misturar tudo numa taça de vidro, tapar com um saco de plástico e deixar repousar doze horas.


Manhã do dia seguinte:

Pré-fermento do dia anterior
170 g de farinha de centeio
30 g de flocos de aveia + 20 g para polvilhar
360 g de farinha de trigo integral
200 g de água tépida
7 g de sal fino
1 colher de sopa de mel de cana


Juntar as farinhas, os 30 g de flocos de aveia e o sal. Misturar com uma colher de pau e abrir uma cova no meio.

À mistura do dia anterior, juntar o mel de cana e a água. Misturar bem e verter na cova aberta nas farinhas. Tapar com a farinha que fica nas margens, tapar com o saco de plástico e deixar repousar dez minutos.

Bater na batedeira profissional durante 6 minutos à velocidade 2 ou amassar manualmente.

Lavar a taça de vidro usada previamente, untar com azeite e colocar aí a massa, rodando-a de modo a ficar coberta pelo azeite. Tapar com o saco de plástico e deixar levedar 4 horas.

A meio desse tempo, dar uma voltar na massa, dentro da taça. Ao fim das 4 horas, colocar a massa numa superfície levemente enfarinhada e dobrá-la como se fosse um envelope, sacudindo o excesso de farinha. Repetir duas vezes, formar uma bola e colocá-la num tabuleiro de ir ao forno forrado com papel vegetal.

Polvilhar com os restantes flocos de aveia. Tapar com o saco de plástico e deixar levedar mais 3 horas.

Com uma lâmina bem afiada, dar um corte na superfície do pão. Levar ao forno a 230º durante 20 minutos, após o que se baixa para 200º, deixando o pão cozer por mais 30 minutos. Desligar o forno, deixando o pão no interior a terminar a cozedura mais 10 minutos.

Retirar e deixar arrefecer antes de fatiar.


sexta-feira, 17 de maio de 2013

Biscoitos de azeite

Este mês, o desafio do Vamos Fazer Bolachas do Cravo e Canela pede-nos bolachas para acompanhar o chá. Estas para mim são ideais para essa tarefa. Cá em casa, o chá é como a sopa - toma-se todo o ano!




Ingredientes:

1 ovo
100 ml de azeite
130 g de açúcar amarelo
Raspa de meio limão
2 colheres de chá de aroma de baunilha
150 g de farinha de trigo integral
30 g de farinha de centeio
1 colher de chá de bicarbonato de sódio


Bater o ovo com o azeite. Juntar a baunilha, a raspa de limão e o açúcar e mexer bem.

Juntar as farinhas e o bicarbonato de sódio.

Com uma colher de chá, colocar pequenas porções de massa em tabuleiros forrados com papel vegetal, deixando espaço entre elas.

Levar ao forno a 180º durante 12 minutos.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Bolo de limão e azeite

Mais um bolo maravilhoso adaptado do blogue Grandbaby Cakes! Com algumas adaptações, ficou muito saboroso.

A associação do azeite com o limão funciona lindamente e dá a este bolo um sabor très gourmet. Por isso, levo este bolo à Tea Party do Cravo e Canela, que este mês está de parabéns por mais um aniversário.

E também, porque este bolo merece, aproveito para participar com ele no Passatempo do Acção na Cozinha, que nos desafia a confecionar receitas com limão!

Deliciem-se!





Ingredientes:

150 ml de azeite
180 g de açúcar amarelo
3 ovos
1 sobremesa de soja de baunilha (100 g)
2 limões
1 colher de chá de aroma de baunilha
1/2 colher de chá de açúcar branco
225 g de farinha de trigo integral
1 colher de chá de fermento
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
1 pitada de sal



Cortar quatro fatias finas de limão. Polvilhar o fundo de uma forma de bolo inglês com o açúcar branco e dispor as fatias em fila.

Espremer o limão. Com o outro limão, raspar a casca e espremer o sumo.

Juntar os ovos, o azeite, o açúcar, o iogurte de soja, o aroma de baunilha, a raspa de um limão e 100 ml de sumo de limão. Bater bem.

Noutro recipiente, juntar a farinha, o fermento, o bicarbonato e o sal. Adicionar à mistura anterior e envolver.

Verter a mistura na forma preparada. Levar ao forno a 190º durante 45 minutos.

Retirar do forno e deixar arrefecer antes de desenformar.





Está lindo ou não está?

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Arroz no ananás

Quem já foi a restaurantes tailandeses provavelmente já conhece, já provou ou já viu passar este prato. Um dos pratos emblemáticos da cozinha tailandesa, por ser tão vistoso, é delicioso e ao mesmo tempo de uma enorme simplicidade. O segredo está na apresentação! E de facto o seu belo ar torna-o um excelente prato para uma festa.

Com esta receita, aproveito para participar no Passatempo do Receitas de Sedução, em parceria com a Orivárzea, que nos desafia a confecionar uma receita com arroz da marca.

E como este arroz leva carne de porco, aproveito também para participar no desafio da Tertúlia da Susy, no seu projeto A Escolha do Ingrediente, cuja anfitriã é este mês a Madeirense Carla Sofia.







Ingredientes:

1 ananás maduro
300 g de arroz aromático Bom Sucesso (Orivárzea)
215 g de bifanas de porco
120 g de miolo de camarão congelado
55 g de caju neutro torrado
1 cebola
1 malagueta
2 cebolos
2 colheres de sopa de molho de soja
2 colheres de sopa de nam pla ou molho de peixe
1 colher de sopa de menta picada
1 colher de sopa de óleo de amendoim


Cozer o arroz em bastante água com um pouco de sal. Escorrer e deixar arrefecer completamente.

Cortar o topo do ananás. Cortá-lo ao meio, no sentido longitudinal.

Escavar as duas metades de ananás, de modo a retirar o miolo. Desse, vão usar-se 140 g, que se cortam em cubinhos. O restante guarda-se para outra receita.

Cozer o camarão em água. Assim que descongelar, escorrer a água e reservar.

Cortar a carne em tiras finas. Picar a cebola e os cebolos. Abrir a malagueta ao meio e retirar as sementes. Partir o caju grosseiramente.

Refogar a cebola no óleo, juntamente com a malagueta. Quando a cebola estiver transparente, juntar a carne e deixar fritar de todos os lados.

Quando a carne estiver selada, acrescentar o camarão e o ananás, deixando cozinhar em lume brando durante 10 minutos.

Juntar então o arroz (já frio), o caju e os cebolos picados, envolvendo bem até aquecer o arroz.

Adicionar o molho de soja e o molho de peixe, envolver bem. Colocar o arroz no interior das metades de ananás, que entretanto se levaram alguns minutos ao forno para aquecer.

Salpicar com menta fresca picada e servir de imediato.


terça-feira, 14 de maio de 2013

Mini-muffins de cenoura e aipo

Uns mini-muffins fofinhos e saborosos, com uma mistura que apreciamos muito cá em casa - a cenoura, o aipo e o caril. Saíram assim uns petiscos vegan muito simpáticos!






Ingredientes:

260 g de cenoura
1 talo de aipo sem folhas (65 g)
2 colheres de sopa de linhaça
150 g de farinha de trigo integral
100 ml de óleo de girassol
125 ml de cerveja preta (se não tiver cerveja preta, pode substituir-se pela água de cozedura da cenoura)
1 colher de chá de pó de caril
1 colher de chá de fermento
Sal
Pimenta


Cozer a cenoura em água com sal. Desfazer em puré (podem deixar-se alguns bocadinhos de cenoura para dar textura).

Moer a linhaça no moinho de café até ficar em pó. Colocá-la numa taça de vidro e juntar três colheres de água. Misturar bem.

Juntar o óleo e a cerveja. Picar o aipo em cubinhos pequenos. Juntar o aipo picado e o puré de cenoura à mistura anterior.

Finalmente, acrescentar a farinha e o fermento e bater bem com uma colher de pau. Temperar com o caril, sal e pimenta.

Colocar a mistura em formas de mini-muffin e levar a cozer a 180º durante 18 minutos.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Pão de vinagre e azeite

Este pão foi adaptado de uma receita do blogue Pão, Bolos e Cia.

Por uma questão de tempo e organização logística, deixei este pão levedar no frigorífico durante 24 horas, mas também se pode deixar levedar à temperatura ambiente durante 8 horas. O resultado será ligeiramente diferente, porque o processo de levedação não se faz exatamente da mesma maneira consoante a temperatura; mas no fundo isso não altera substancialmente o sabor do pão.






Noite do primeiro dia:

120 g de isco de trigo
200 g de farinha de trigo integral
210 g de água tépida


Misturar tudo numa taça de vidro, tapar com um saco de plástico e deixar repousar 12 horas à temperatura ambiente.



Manhã do segundo dia:

Pré-fermento do dia anterior
100 g de farinha de centeio
260 g de farinha de trigo branca
290 g de farinha de trigo integral
200 g de água tépida
2 colheres de sopa de azeite
2 colheres de sopa de vinagre de cidra
7 g de sal fino


Juntar a água à mistura do dia anterior e misturar com uma colher de pau.

Noutro recipiente, juntar as farinhas e o sal, misturar bem e abrir uma cova no meio. Aí verter o azeite, o vinagre e em seguida o fermento. Tapar com a farinha que fica nas margens e deixar repousar cinco minutos.

Bater na batedeira profissional durante 6 minutos à velocidade 2.

Entretanto, lavar a taça de vidro usada no dia anterior e untar com azeite. Colocar aí a bola de massa, virando-a para ficar coberta de azeite.

Tapar com um saco de plástico e deixar repousar uma hora.

Colocar no frigorífico e deixar levedar no frio durante 24 horas.



Manhã do terceiro dia:


Retirar a massa da taça de vidro para uma superfície enfarinhada. Estender delicadamente a massa com as mãos e dobrar a massa sobre ela mesma, pegando nas margens e levando-as até ao centro, e depois dobrando ao meio no sentido da altura. Repetir a operação três vezes.

Dar a forma pretendida ao pão e colocá-lo num tabuleiro de ir ao forno, forrado com papel vegetal.

Salpicar com farinha e deixá-lo repousar três horas.

Imediatamente antes de o meter no forno, dar um corte no centro com uma faca afiada. Levar ao forno a 230º durante 20 minutos, após o que se baixa para 200º, deixando cozer mais 30 minutos.

Ao fim desse tempo, desligar o forno e deixar o pão no interior a terminar a cozedura (mais 10 minutos).

Retirar e deixar arrefecer antes de fatiar.

domingo, 12 de maio de 2013

Peixe no forno à marroquina

Já disse aqui algo sobre a minha viagem a Marrocos. Foi uma viagem inspiradora, que me fez começar a explorar uma gastronomia que conhecia mal. Quando voltei a casa, confecionei o meu primeiro jantar marroquino para a despedida de uma amiga que ia viver para a América Latina e, desde aí, têm sido várias as ocasiões para experimentar receitas novas.

Um dos arrependimentos que tenho em relação a essa viagem foi não ter trazido comigo um tajine, uma daquelas "panelas" marroquinas que parecem uns pequenos vulcões - mas das verdadeiras, das que servem para cozinhar, e não das que são somente decorativas. Mas eram pesados, o peso no avião era limitado e acabou por ficar por lá...

Cozinhar no tajine dá um sabor específico à comida. À falta de utensílio adequado, estes filetes foram parar ao forno; a pescada tem a vantagem de ser bastante versátil e presta-se bem a este tipo de receitas; mas pode ser substituída por outro tipo de peixe branco. Esta que vos apresento foi adaptada do livro The food of Morocco, de Tess Mallos.








Ingredientes:

6 filetes de pescada (ou outro peixe branco)
2 batatas grandes
3 tomates
1 malagueta
2 colheres de sopa de polpa de tomate
1 colher de chá de açúcar branco
1/2 colher de chá de sal
1 colher de sopa de sumo de limão
2 colheres de sopa de azeite
1 colher de sopa de salsa picada
1 colher de sopa de coentros picados
Pimenta

Chermoula:

2 dentes de alho
1/2 colher de chá de sal
3 colheres de sopa de salsa picada
3 colheres de sopa de coentros picados
1 colher de chá de pimentão doce
1 colher de chá de paprika picante
2 colheres de chá de cominhos
1 colher de sopa de sumo de limão
2  colheres de sopa de azeite


Preparar a chermoula colocando todos os ingredientes num copo misturador e triturando com a varinha mágica até obter uma pasta. Barrar os filetes com esta pasta e deixar tomar sabor durante 20 minutos.

Cortar as batatas e os tomates em rodelas. Abrir a malagueta ao meio no sentido longitudinal, retirar as sementes e picar a carne. Misturar com as rodelas de tomate.

Num tabuleiro de ir ao forno, dispor metade das batatas. Em seguida, dispor o peixe, bem como todo o molho que tiver ficado. Por cima, dispor as restantes batatas e as rodelas de tomate.

Numa tigela, misturar a polpa de tomate com 125 ml de água. Adicionar o sal, o açúcar, o sumo de limão, o azeite e uma boa dose de pimenta. Verter sobre os legumes no tabuleiro e salpicar com as ervas picadas.

Levar ao forno a 200º durante 45 minutos, tapado com papel de alumínio. Retirar o papel de alumínio e deixar ainda mais 20 minutos, até as batatas estarem bem cozidas.



Pormenores de decoração das portas de Fez


















   
O fabrico dos tecidos

sábado, 11 de maio de 2013

Tamboril a la catalana

Adoro Barcelona! Já lá estive duas vezes, em dois momentos diferentes da minha vida e com companheiros de viagem diferentes, e das duas vezes adorei a cidade.

Uma das melhores coisas de Barcelona é a gastronomia. Da última vez, sobretudo, tive oportunidade de provar excelentes iguarias e experimentar alguns restaurantes muito, muito bons. Um deles, o Alkimia, oferecia um menu de degustação ibérico que foi uma das melhores experiências gourmet da minha vida (senão a melhor).

O próximo passo será conhecer o resto da Catalunha, que tem com certeza muito para oferecer.

Esta receita traz com ela os sabores catalães e é uma das minhas preferidas com tamboril.




Ingredientes:

600 g de tamboril
1 cebola
5 tomates maduros
1 cenoura
200 g de ervilhas
1 folha de louro
1 colher de sopa de farinha de trigo integral
40 g de miolo de amêndoa
3 dentes de alho
Meia dúzia de fios de açafrão
Sal
Pimenta
Azeite


Refogar a cebola no azeite. Quando estiver dourada, juntar a folha de louro, a cenoura cortada às rodelas e o tomate em cubos.

Deixar cozer em lume brando durante 20 minutos. Salpicar com a farinha e deixar ferver durante mais 10 minutos.

Adicionar então o peixe e as ervilhas e manter em lume brando durante 15 minutos.

Num almofariz, pisar as amêndoas, o açafrão e os dentes de alho até formar uma pasta grumosa. Juntar ao peixe, temperando com pimenta acabada de moer. Deixar ferver em lume brando durante 5 minutos.

Servir com batata cozida.



      Hospital de la Santa Creu i Sant Pau, Barcelona



Pormenor na Casa Vicens, desenhada por Gaudí
Barcelona

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Perca com rebentos de soja

Esta receita é uma das mais antigas receitas de peixe que aprendi a cozinhar. Rápida e simples de fazer, faz um excelente almoço em dias de semana. É uma adaptação do livro Cozinhar melhor Peixes, livro que faz parte de uma coleção da editora Civilização e que me acompanha há muitos anos. Desde a tal experiência fracassada com a massa e os hambúrgueres aos 15 anos...





Ingredientes:

500 g de perca em posta
200 g de rebentos de soja
1 dente de alho
Sumo de meio limão
1 colher de sopa de molho de soja
1 colher de sopa de salsa picada
100 ml de nata de soja
Pimenta
Azeite


Retirar as peles e as espinhas do peixe e cortar em cubos.

Temperar o peixe com sumo de limão, molho de soja e pimenta.

Refogar no azeite o dente de alho picado. Acrescentar os rebentos de soja e refogar em lume brando durante 10 minutos.

Acrescentar o peixe e a marinada. Aumentar o fogo e deixar fervilhar durante três minutos.

Baixar para lume brando até o peixe terminar de cozer. Juntar as natas e envolver bem, mexendo sempre até começar a fervilhar.

Retirar do lume e polvilhar com a salsa picada. Servir com arroz branco e salada.



quinta-feira, 9 de maio de 2013

Wok em brick

Sabia que a massa brick esperava por mim no frigorífico, comprada num supermercado que é uma tentação e que eu evito o mais que posso porque sempre que lá vou só me apetece voltar carregada de coisas...

Com a desculpa de que precisava de algumas coisas para o jantar do fim de semana, em que recebíamos amigos, justifiquei assim a minha entrada no antro de perdição. Claro que para além das coisas que precisava, e em detrimento da lista de compras cuidadosamente preparada que levava escrita para não me exceder, trouxe mais uma série delas só porque sim.

Assim veio a massa brick. E sabia que queria fazer alguma coisa com ela.

Sabia que queria fazer um prato de peixe para o jantar. Sabia que queria fazer algo especial, com sabores diferentes. Depois de umas voltas na internet e nos livros de cozinha, resolvi esquecer as receitas e ver o que acontecia. E foi isto que aconteceu.






Ingredientes:

8 folhas de massa brick
200 g de filetes de pescada
150 g de miolo de camarão
80 g de ervilhas
150 g de bróculos
1 cenoura pequena
1 cebola pequena
5 cebolas tenras
1 malagueta
1/2 colher de chá de gengibre em pó
1 colher de sopa de polpa de tomate
2 colheres de sopa de molho de soja
1 colher de sopa de vinagre de arroz
Óleo de sésamo qb
Azeite qb
Sementes de sésamo qb


Retirar as folhas de massa do pacote de plástico e envolver com uma toalha de pano húmida.

Partir os bróculos em raminhos pequenos. Levar a ferver numa panela com água e sal, juntamente com as ervilhas. Assim que a água ferver, desligar e deixar tapado.

Picar a cebola e as cebolas tenras finamente. Abrir a malagueta e retirar as sementes. Levar a refogar no wok com duas colheres de sopa de óleo de sésamo.

Cortar a cenoura em cubos pequenos. Quando a cebola estiver transparente, acrescentar a cenoura, baixar para lume brando e tapar.

Cortar o peixe em cubinhos. Quando a cenoura estiver cozida, acrescentar o peixe, o miolo de camarão, a polpa de tomate e o gengibre em pó e deixar refogar cinco minutos. Retirar a malagueta.

Acrescentar os legumes cozidos, bem como o molho de soja e o vinagre de arroz. Temperar com pimenta preta.

Abrir as folhas de brick e usar duas a duas, uma por cima da outra. Pincelar com óleo de sésamo. Formar-se-ão assim quatro círculos.

Dividir o preparado pelos quatro círculos e fechar em forma de trouxa. Com uma taça de água ao lado, ir molhando os dedos para conseguir selá-las.

Pôr num tabuleiro de ir ao forno untado com azeite. Salpicar com sementes de sésamo e levar ao forno a 200º durante 25 minutos.

Servir com arroz basmati.


O interior


quarta-feira, 8 de maio de 2013

Corvina com coentros e gengibre

Normalmente cá em casa come-se o peixe em filetes, sem pele nem espinhas, ou inteiro, assado no forno. As postas não são muito apreciadas, porque às vezes a pele vem com escamas e as espinhas atrapalham.

Para nós, portugueses, que somos habituados desde pequenos a comer peixe com espinhas (ou éramos, não sei se ainda é assim com as crianças de hoje em dia), é simples separá-las da carne e, de um modo geral, não nos chateamos muito com isso. Para quem cresceu em países onde se come menos peixe e / ou sempre sem espinhas, é difícil, mesmo aprendendo a fazê-lo em adulto, apreciar o peixe que "dá trabalho".

Mas nunca deixo de tentar. De vez em quando lá calha, compro umas postas no mercado e encontro uma forma diferente de as cozinhar. Às vezes calha bem, outras vezes ouço reclamações. Esta foi daquelas que calhou bem! Teve como inspiração esta receita do site Luso Sabores.






Ingredientes:

3 postas de corvina (cerca de 600 g)
3 dentes de alho
Sumo de 1 limão
Uma noz de gengibre (cerca de 22 g)
3 colheres de sopa de pão ralado (ou miolo de pão duro)
4 colheres de sopa de coentros picados
2 colheres de sopa de azeite
1 cebola grande
2 tomates
Flor de sal
Pimenta


Temperar as postas de corvina com o sumo de limão, a pimenta preta e os dentes de alho picados. Reservar.

Descascar o gengibre.

Num copo misturador, triturar o gengibre cortado em lâminas, os coentros, o pão e o azeite, até formar uma pasta.

Num pirex de ir ao forno, colocar a cebola cortada às rodelas. Por cima, o tomate cortado às rodelas. Por cima desta cama, colocar as postas de corvina partidas grosseiramente. Regar com a marinada e salpicar com flor de sal.

Espalhar a pasta por cima do peixe. Tapar com papel de alumínio e levar ao forno a 200 º durante 45 minutos.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Solha da soberba

Soberba - orgulho, altivez, arrogância, sobranceria.

Querem maior soberba do que comer foie gras? Ecologicamente criticável, um foie gras comme il faut é um dos produtos alimentares mais caros do mundo (e não pode faltar numa mesa que queira ostentar poder e riqueza).

Quando vi o passatempo promovido pelo Limited Edition, em parceria com a Santa Gula, pus-me a pensar no que poderia ser uma receita alusiva a um dos pecados mortais. Foie gras e soberba é uma excelente combinação, não é?

Mas há que dizê-lo - tem um sabor inigualável. Insubstituível. E faz parte da tradição gastronómica francesa, considerada como uma das cozinhas de referência do mundo. Não, isso não justifica o tratamento que é dado aos desgraçados dos bichos. Mas lá que é bom, é!

Reservamos este pecado para ocasiões muito especiais, como foi o caso. Esta mistura com peixe pode parecer surpreendente, mas resulta muitíssimo bem.




Ingredientes:

4 filetes de solha
1 bloco de foie gras entier de 50 g
1/2 alho francês
3 tomates cherry
Sumo de meio limão
1/2 colher de chá de salva picada
Flor de sal
Pimenta preta
Azeite


Cortar os filetes de solha ao meio. Marinar em sumo de limão, pimenta preta acabada de moer e salva.

Lavar o alho francês e cortar no sentido longitudinal, em tiras compridas. Picar o tomate.

Refogar no azeite o tomate durante 2 minutos. Acrescentar o alho francês e deixar cozer em lume brando. Temperar com sal e pimenta.

Cortar o foie gras em oito fatias. Partir cada uma delas ao meio.

Tirar os filetes da marinada, aproveitar a salva e polvilhar com flor de sal. Por cima, dispor alguns fios de alho francês com tomate.

Numa das extremidades, colocar duas partes de foie gras. Enrolar com cuidado e prender com um palito. Colocar num cesto de bambu para cozinhar a vapor. Colocar o cesto no wok, juntar água suficiente e pôr a ferver. O peixe estará cozinhado ao fim de 13 minutos.

Servir os rolinhos com puré de batata e legumes salteados.



Aqui estão os rolinhos, ainda crus, no cesto de bambu para cozer a vapor

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Pescada com alho francês

O Gastronomias é um dos meus sites preferidos para encontrar receitas. Quando procuro alguma coisa em específico, dou lá sempre um salto para ver que receitas propõem. Hoje procurava uma receita de pescada com alho francês, que me lembro de ter feito há uns anos e ter resultado bem. E encontrei! Com as devidas adaptações, aqui está ela.

Uma excelente receita para começar a semana de peixe que hoje se inicia aqui no blogue!





Ingredientes:

600 g de filetes de pescada
1 copo de vinho branco
1 folha de louro
1 molho de salsa
Sal
Pimenta

Molho:

1 alho francês
200 ml da água da cozedura do peixe
1 colher de sopa de farinha de milho
150 ml de nata de soja
Azeite
Sal
Pimenta


Juntar o vinho, o louro, a salsa e os filetes numa panela. Adicionar água suficiente, temperar com sal e pimenta e levar ao lume para cozer o peixe. Depois de levantar fervura, deixar em lume médio mais três minutos e retirar do fogo. Reservar.

Cortar o alho francês em rodelas finas e refogar no azeite. Quando estiver bem cozido, acrescentar a farinha de milho e mexer durante alguns minutos. Acrescentar então a água de cozedura do peixe coada, mexendo sempre. Deixar ferver em lume brando até espessar.

Acrescentar a nata de soja, mexendo sempre até ferver. Retificar os temperos e colocar por cima o peixe. Deixar ferver durante três minutos.

Servir com arroz branco e bróculos cozidos.

domingo, 5 de maio de 2013

Sopa de lentilhas e aipo

Uma sopa que resultou muito bem, pela mistura das lentilhas, do aipo e dos coentros. Bem escura e nutritiva, com um sabor intenso, é mais uma sopa de inverno. Mas como cá em casa se come sopa todo o ano, esta serviu muito bem para estes dias frios que atravessámos e que pareciam que nunca mais se iam embora.




Ingredientes:

1 cebola
2 dentes de alho
1 nabo
1 talo de aipo com folhas
1,5 kg abóbora
140 g de lentilhas
2 colheres de sopa de coentros picados
Sal
Pimenta


Cozer os legumes numa panela com água suficiente para os cobrir. Quando estiverem bem tenros, triturar com a varinha mágica.

Baixar para lume brando e fervilhar o creme durante 15 minutos.

Retirar do lume, temperar com sal e pimenta e polvilhar com os coentros picados. Mexer bem e servir.

sábado, 4 de maio de 2013

Bolachas de sésamo e de algas

Uns biscoitos surpreendentes, do blogue Les recettes de Juliette. É bem sabido (de conhecimento público, aliás) como eu adoro coisas originais e misturas de sabores inesperadas. Esta é uma delas - e tenho que dizê-lo, é preciso experimentar. Soa estranho? Mas sabe mesmo muito bem!

As algas são um ingrediente indispensável! O toque diferente que dão a estas bolachas foi a minha descoberta preferida da semana.




Ingredientes:

190 g de farinha de trigo integral
40 g de miolo de amêndoa sem casca
60 g de açúcar mascavado escuro
1 alga para sushi
2 colheres de sopa de sementes de sésamo
1 colher de sopa de tahin (caseiro, de acordo com as instruções do The Love Food)
2 ovos
50 g de açúcar branco


Dobrar a alga e desfazê-la em pedaços pequenos. Demolhar em água quente dois minutos.

Entretanto, moer a amêndoa e misturá-la com a farinha, juntamente com o açúcar e as sementes de sésamo.

Juntar a alga e envolver.

Adicionar por fim os ovos batidos e o tahin. Misturar bem com as mãos.

Num prato de sopa, colocar o açúcar branco. Formar bolinhas com a massa, que se achatam entre os dedos e se passam no açúcar branco.

Colocar num tabuleiro de ir ao forno forrado com papel vegetal e levar a cozer a 180º durante 15 minutos.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Pêras com azeite e canela

Esta sobremesa é a especialidade do homem da casa. Inventada pelo próprio, deu-me autorização para publicar aqui esta receita, simples e deliciosa.

Como acompanhamento, uns mini-muffins de cerveja preta são ideais.





Ingredientes:


5 pêras
Sumo de 1 limão
3 colheres de sopa de azeite
3 colheres de sopa de açúcar mascavado escuro
150 ml de nata de soja
1 colher de chá de canela


Descascar as pêras e cortá-las em quartos. Regar com o sumo de limão e deixar marinar uma hora.

Aquecer o azeite numa frigideira anti-aderente. Juntar o açúcar escuro e mexer bem até começar a borbulhar. Adicionar então a nata, ligar bem e acrescentar as pêras e a canela.

Baixar para lume brando e deixar cozinhar as pêras no molho (cerca de 10 - 12 minutos para pêras grandes, cerca de 7 minutos se forem pêras pequenas tipo pêra rocha). Devem estar cozinhadas por dentro, mas sem se desfazerem.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Bolo de cerveja preta

Claro, já se sabe, coisas originais. Já tenho visto por aí bolos com cerveja preta e não pude resistir a esta receita do Blog de Cuina de la Dolorss, que resolvi adaptar.

O sabor da cerveja sente-se no fundo, mas não amarga! Pelo contrário, torna este bolo muito agradável. Funciona bem em bolo ou em muffins, ou ainda em mini-muffins a acompanhar uma sobremesa de fruta.





Ingredientes:

150 ml de cerveja preta
100 ml de óleo de amendoim
40 g de cacau magro em pó
170 g de açúcar amarelo
1 ovo
1 colher de sopa de açúcar baunilhado
140 g de farinha de trigo integral
1 colher de chá de fermento
75 ml de nata de soja


Juntar os açúcares, a farinha, o cacau e o fermento.

Aquecer a cerveja. Antes de ferver, retirar do lume e juntar o óleo e a nata de soja. Verter sobre a mistura anterior.

Acrescentar o ovo e bater energicamente.

Colocar em formas de muffins ou numa forma redonda e levar ao forno a 180º. Os muffins cozerão em 20 minutos, enquanto que o bolo irá precisar de 40 minutos.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Galinha chinesa à minha moda

Já contei aqui que vivi em Macau alguns anos, no fim da infância e início da adolescência. Os sabores da comida chinesa ficaram comigo e de vez em quando sinto uma vontade incontrolável de recuperar essas memórias gustativas. Vou para a cozinha e de lá saem vários pratos, seja peixe, carne ou vegetariano, com os temperos característicos.

Este veio na sequência do episódio do "No Reservations" em que Anthony Bourdain vai a Macau. As imagens das ruas e de locais que eu conheci - e de outros que não existiam na minha altura - fizeram-me relembrar episódios, sensações, pessoas, experiências. Tudo isso se juntou nesta galinha, à minha moda porque repleta das minhas emoções.







Ingredientes:

2 peitos de frango
1 cebola
1/2 pimento vermelho
1/2 alho francês (a parte verde)
1 cenoura
Óleo de amendoim qb
1/2 colher de sopa de sementes de sésamo

Marinada:

1 noz de gengibre (cerca de 20 g)
5 cebolos
2 colheres de sopa de molho de soja
1 1/2 colher de sopa de aguardente velha
1 colher de sopa de vinagre de arroz
1 malagueta seca
5 g de casca de limão


Começar por preparar a marinada, picando o gengibre e as cebolas tenras. Abrir a malagueta e retirar as sementes. Juntar os restantes ingredientes e misturar bem.

Cortar o frango em cubos e envolver na marinada. Deixar repousar durante 35 minutos.

Entretanto, cortar a cebola em oito, a cenoura e o alho francês em rodelas e o pimento em tiras muito finas.

No wok, corar a cebola em óleo de amendoim em lume forte, mexendo sempre. Quando a cebola começar a queimar ligeiramente, juntar a cenoura e o pimento e mexer durante 2 minutos. Baixar o lume e deixar cozer tapado durante 8 minutos.

Acrescentar o alho francês, voltar a tapar e deixar cozer.

Quando o alho francês tiver murchado mas ainda não estiver cozido, retiram-se os legumes do wok e reservam-se.

Juntar um pouco mais de óleo de amendoim ao wok e fritar os pedaços de frango com a marinada. Quando estiverem corados de todos os lados, acrescentar os legumes, envolver bem e deixar cozer destapado em lume brando durante 8 minutos.

Tostar ligeiramente as sementes de sésamo numa frigideira anti-aderente. Servir o frango com arroz integral, polvilhado com sementes de sésamo.


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